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Blog do Desemprego Zero

Poder, dinheiro, traições

Escrito por beatriz, postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por Beatriz Diniz

A fortuna dos Magalhães, estimada atualmente em 300 milhões de reais, nunca foi investigada. Ela é resultado da construção de todo o imperio da comunicação de ACM desde meados da década de 80. ACM passou a dominar a Bahia também através dos meios de comunicação associado a TV Globo. O mais instigante de toda essa história é como um funcionário público conseguiu formar tamanha fortuna, e mais, de que forma nunca as autoridades se manifestaram a saber a origem de todo este império, que tem  continuidade através de ACM Neto.

Fonte: Carta Capital

Em 1985, empossado como ministro das Comunicações do presidente José Sarney, Antonio Carlos Magalhães iria iniciar a fundação de um império de comunicação que, dali por pelo menos mais vinte anos, serviria para consolidar um poder sem paralelo na história da Bahia e do Brasil. No auge desse processo, a família de ACM chegou a comandar seis geradoras de tevê aberta e 311 retransmissoras, todas afiliadas à Rede Globo.

ACM tinha, também, uma emissora de TV UHF, parte de uma operadora de tevê a cabo da capital, com outorga também em Feira de Santana, e parte de uma operadora de MMDS, com outorgas na capital, em três cidades do interior da Bahia e em Petrolina (PE), afiliadas à franquia Net Brasil, também da família Marinho. A isso se somavam duas emissoras e uma rede de rádio FM, um selo fonográfico, uma editora musical, um jornal diário, uma gráfica e uma empresa de conteúdo e entretenimento. Muita coisa para quem sempre tinha sido funcionário público. Ainda assim, a origem de tamanha fortuna nunca foi investigada.



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