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Blog do Desemprego Zero

Archive for agosto, 2008

Lutar pela reforma agrária e pela livre manifestação

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

O texto abaixo se refere às questões que envolvem o desenvolvimento da reforma agrária no nosso país. Ele aponta acertadamente, como as esferas governamentais não incentivam e nem investem no pequeno produtor, como forma de resolver o problema da crise dos alimentos através da reforma agrária (programas/iniciativas que atenda as demandas dos assentados e diretamente incentive a produção de alimentos ao ocupar as terras improdutivas). É notável a grande extensão de terras improdutivas, sendo atualmente ocupadas para o plantio da soja, eucalipto e para pasto. Um ponto que também é evidenciado é a possibilidade de desenvolvimento social e econômico dos municípios á partir do momento que se invista em cooperativas para os assentados através de programas de agroindústria colaborando também para o aumento da renda das famílias.

O mais importante a ser colocado é a importância da produção de alimentos através de um novo modelo agrícola, em substituição a atual política que dá prioridade a agroexportação e favorece as grandes empresas nacionais e internacionais ligadas ao capital financeiro.

Fonte: Correio da cidadania

A reforma agrária está parada em todo o país. Foi por este motivo que no mês de julho trabalhadores e trabalhadoras do MST de 12 estados do país ocuparam as ruas, sedes do Incra e fazendas, exigindo o assentamento das 140 mil famílias acampadas e investimentos públicos nos já existentes.

Acampados e assentados passam por situações difíceis. Existem famílias esperando pela desapropriação de áreas há mais cinco anos. E muitas daquelas que já conquistaram um pedaço de chão não têm acesso a crédito rural e infra-estrutura que garanta boas casas, saneamento básico, escola e hospital.

Somente a reforma agrária pode resolver o problema da crise dos alimentos, com a produção de verdura, legumes e frutas baratas para a população. É por sabermos dessa condição que temos uma proposta de desenvolvimento para o campo brasileiro, que compreende, além da produção de alimentos saudáveis, a geração de emprego e justiça no campo.

Para a concretização dessa proposta, investimentos na produção dos assentamentos tornam-se imprescindíveis. Investimentos que impulsionem programas de agroindústrias para cooperativas de assentados e assistência técnica para viabilizar a produção. Dessa forma, é possível gerar renda para as famílias e condições para o desenvolvimento social e econômico dos municípios. Leia o resto do artigo »

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CARTA ABERTA AO BRADESCO

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Senhores Diretores do Bradesco,

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.

Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?

Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço.

Além disso, me impõe taxas. Uma ‘taxa de acesso ao pãozinho’, outra ‘taxa por guardar pão quentinho’ e ainda uma ‘taxa de abertura da padaria’. Tudo com muita cordialidade e muitoprofissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.

Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.

Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma ‘taxa de abertura de crédito’ Leia o resto do artigo »

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Sinais preocupantes do mercado

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O BC deverá elevar mais os juros visando apreciar o real, e a economia tenderá a se desacelerar mais fortemente.

A taxa de câmbio, que, aparentemente, encontrou resistências à queda e inverteu sua trajetória na semana passada, apesar de termos mais de US$ 200 bilhões em reservas cambiais e de o Banco Central ter acelerado o aumento da taxa de juros. Sabemos que pelo menos 70% do comportamento da inflação no Brasil é explicado pela variação na taxa de câmbio.

Por Yoshiaki Nakano

Publicado na Folha

Apesar de o Banco Central acelerar a elevação da taxa de juros, a apreciação do real pode ter chegado ao seu pico e, pelas razões que aponto abaixo, deslocado as expectativas e invertendo sua trajetória. No primeiro semestre, as empresas estrangeiras remeteram para o exterior mais de US$ 18 bilhões em lucros e dividendos, ampliando o déficit em transações correntes de forma alarmante.

Da mesma forma, US$ 15 bilhões saíram da Bolsa de Valores de São Paulo no mesmo período, fazendo o Índice Bovespa desabar. Todos esses fatos não apontam ainda para uma tendência persistente, mas são sinalizações preocupantes de que precisam ser acompanhados de perto, pois podem representar um ponto de inflexão da economia brasileira.

O elemento crítico é a taxa de câmbio, que, aparentemente, encontrou resistências à queda e inverteu sua trajetória na semana passada, apesar de termos mais de US$ 200 bilhões em reservas cambiais e de o Banco Central ter acelerado o aumento da taxa de juros. Sabemos que pelo menos 70% do comportamento da inflação no Brasil é explicado pela variação na taxa de câmbio. Leia o resto do artigo »

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‘Ritmo da China continuará forte’

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O Banco de Desenvolvimento Asiático divulgou um relatório que prevê crescimento menor para a região neste ano e no próximo. A queda é explicada pelo desaquecimento das economias dos Estados Unidos e da Europa. Pois Estudos empíricos sugerem que o crescimento da Ásia cai entre 0,3 e 0,5 ponto porcentual para cada ponto porcentual de redução da expansão americana.

Publicado originalmente no O Estado de S. Paulo

Especialista diz que expansão chinesa perderá vigor, mas permanecerá robusta, o que garante demanda por commodities

No fim de julho, o Banco de Desenvolvimento Asiático (ADB, na sigla em inglês) divulgou um relatório que prevê crescimento menor para a região neste ano e no próximo. Segundo a instituição, que tem sede nas Filipinas, a expansão média sairá de 9% em 2007 para 7,6% em 2008 e 2009. No caso da China, a expectativa é de uma desaceleração de 11,9% em 2007 para 9,9% este ano e 9,7% no ano que vem. A queda é explicada pelo desaquecimento das economias dos Estados Unidos e da Europa. Ainda assim, diz Jong-Wha Lee, coreano que comanda o escritório de Integração Econômica da ADB, “o crescimento chinês continuará robusto”. “A demanda (do país) por commodities continuará forte”, diz. Ele já trabalhou no Fundo Monetário Internacional (FMI) e lecionou, como professor visitante, na Universidade Harvard. Ele concedeu uma entrevista ao Estado por e-mail. A seguir, os trechos principais.

Qual o impacto da desaceleração da economia americana nas economias asiáticas?

Estudos empíricos sugerem que o crescimento da Ásia cai entre 0,3 e 0,5 ponto porcentual para cada ponto porcentual de redução da expansão americana. O impacto pode ser maior caso a economia americana entre em uma recessão e a economia global desacelere em série.

Que países seriam mais afetados?

Com o comércio e as finanças asiáticas cada vez mais ligadas aos mercados globais, uma desaceleração conjunta do mundo e dos EUA – aliada aos efeitos de um mercado de crédito já mais apertado – colocam a Ásia sob um risco significativo em termos de perspectivas de crescimento. Leia o resto do artigo »

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Cassação do deputado Álvaro Lins: hoje 12 de agosto!

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz
Para quem não sabe  o deputado Álvaro Lins foi acusado de corrupção, lavagem de dinheiro, facilitação de contrabando e formação de quadrilha armada. Sua cassação foi proposta a todo momento até mesmo pela mídia e nada foi feito.

Além desta acusação o deputado também é conhecido por seus infinitos projetos de lei contra a impunidade de forma a fortalecer ainda mais o Estado Penal, bem próximo da atual política de Segurança Pública adotada no estado do Rio de Janeiro.

Hoje dia 12 de Agosto é o momento da população se manifestar contra este cidadão que não representa de forma alguma seus eleitores, já que não respeita nossos direitos de cidadania e muito menos o regime democrático. Esta é a hora de exigirmos a cassação de Álvaro Lins, como forma de mostrarmos nossa insatisfação diante da atual Política de Segurança Pública do estado já que o deputado é do mesmo partido do governador, que legitima o que vem acontecendo. Nossa participação é importante porque o partido do deputado (PMDB) possui maior parte da bancada da Alerj o que pode influenciar no que for decidido.

Caminhos que levaram  Álvaro Lins à política:
-Nascido na Paraíba, vem ao Rio entre 5 e 6 anos de idade.

-início dos anos 90: torna-se oficial da PM.

-93/94: denunciado por corrupção ativa e formação de quadrilha, é afastado da PM (esteve na famosa lista do Bicho). Leia o resto do artigo »

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A VITÓRIA DE MORALES E OS NOVOS DESAFIOS DA BOLÍVIA

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

A VITÓRIA DE MORALES E OS NOVOS DESAFIOS DA BOLÍVIA

 

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O presidente boliviano Evo Morales garantiu a vitória no referendo do último domingo. Com 63% dos votos, porcentagem maior do que a da sua eleição em 2005, o povo boliviano ratificou não apenas o desejo de permanência do líder aymar, mas também a esperança na continuação da revolução democrática que vem ocorrendo na Bolívia.

 

Não obstante, é necessário frisar que parte dos seus principais opositores também foram confirmados nos seus respectivos cargos. A vitória dos governadores de Santa Cruz, Beni, Pando e Tarija possibilitou o endurecimento do discurso por parte da direita boliviana. Desta forma, o principal desafio do presidente boliviano é levar adiante as reformas progressistas, sem colocar em risco a unidade política do país.

 

Morales deve se concentrar em três pontos. O primeiro deles é a continuidade da nacionalização de empresas que controlam recursos estratégicos, tais como o gás. Além da sua importância política, os recursos oriundos da exploração dos mesmos é a principal fonte de recursos do Estado, que os utiliza para a criação de programas de distribuição de renda.

 

Em segundo lugar, o governo deve avançar na reforma agrária. A absurda concentração de terras, que persiste na maior parte dos países latino-americanos, tem expulsado importantes contingentes de mão-de-obra para as grandes cidades, criando significativos bolsões de pobreza urbanos, que se consolidam como exército industrial de reserva disponível a baixos salários.

 

Em terceiro lugar, o país deveria, na medida de suas possibilidades, diversificar seu parque industrial, para que a melhoria na distribuição de renda tenha uma contrapartida na estrutura produtiva do país. Como já nos ensinaram o mestre Celso Furtado e a tradição cepalina, o desenvolvimento de um país só pode ser alcançado quando há homogeneização dos padrões de consumo, compatíveis com sua estrutura produtiva.

 

O desafio da Bolívia, e do governo Morales, é levar a cabo tal projeto, a despeito dos interesses da oligarquia boliviana, que defenderá com unhas e dentes o latifúndio e o desenvolvimento associado, sem soberania e respeito ao povo boliviano.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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La gestión de la tierra chamuscada de Estados Unidos

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

by Henry Mintzberg

Versão do texto em inglês

Las señales de la peligrosa condición de la economía norteamericana están en todas partes -desde los tediosos déficits fiscales y de cuenta corriente hasta los precios de las viviendas en caída libre y el dólar débil-. Pero hay algo que no aparece en ninguno de los indicadores económicos y que puede estar impulsándolos: el deterioro de la gestión norteamericana, que está socavando no sólo a muchas de las grandes compañías de Estados Unidos, sino también a su legendario espíritu de empresa.

Paradójicamente, un indicador que ha estado mejorando marcadamente en Estados Unidos -la productividad- puede ser la señal más clara del problema. Cuando está en juego la productividad, los gerentes o bien invierten en capacitar a los empleados, en procesos de fabricación más eficientes y cosas por el estilo, o bien toman medidas que parecen incentivar la productividad en el corto plazo pero que a la larga la erosionan.

La productividad es una medida de la producción por hora trabajada. De manera que una compañía que despide a todos sus empleados y luego entrega mercadería de su stock puede parecer muy productiva -hasta que el stock se agota-. Por supuesto, ninguna empresa puede hacer esto, pero muchas compañías norteamericanas se han estado desprendiendo de muchos trabajadores y gerentes de niveles medios -las cifras para enero de 2008 subieron 19% con respecto a un año antes. Leia o resto do artigo »

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Resumo Diário – 11/08/2008

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia AlvesLuciana Sergeiro 

Economia

Com o aperto na renda causado pela alta da inflação, consumidores estão atrasando contas de serviços públicos para pagar empréstimos. Isso porque o serviço demora a ser cortado, e, no caso do crediário, o nome vai rapidamente para o SPC.

O Globo: Inflação em alta, contas em atraso

As mudanças climáticas ocasionadas pelo aquecimento global poderão impor prejuízos de R$ 7,4 bilhões ao agronegócio brasileiro em 2020 e R$ 14 bilhões, em 2070, alterando – para pior – a economia e a geografia da produção agrícola no País. A previsão está em um estudo que será divulgado hoje por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O Estado de S. Paulo: Mudança climática tira área de agronegócio

Cidade mais rica do país, com renda per capita três vezes superior à média, Brasília vive um boom econômico sem precedentes em sua história. Projetada para ter 500 mil habitantes no ano 2000, a capital federal conta hoje, a dois anos de seu cinqüentenário, cinco vezes mais habitantes do que o planejado. Aos poucos, está deixando de ser apenas a sede do poder para se transformar num pólo dinâmico de desenvolvimento econômico. 

Valor Econômico: Brasília, centro do poder, vai às compras e atrai indústrias

Com lucratividade maior, as grandes empresas aumentaram sua participação na arrecadação do Imposto de Renda (IR), tributo que vem puxando as receitas tributárias da União. As grandes empresas que pagam o imposto pelo lucro real representam atualmente 71% da arrecadação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas. A participação delas em 2001, quando a Receita Federal passou a divulgar esse dado, era de 64,22%.

 Valor Econômico: Aumenta fatia da grande empresa na arrecadação

 Política

 O Ministério de Ciência e Tecnologia mantém quatro contratos que somam R$ 2 milhões com uma empresa acusada de fraudar uma licitação da própria pasta. Diálogos gravados pela Polícia Federal mostram, segundo os investigadores, como a Conservo Brasília Serviços Técnicos Ltda. armou com dois funcionários do ministério a vitória num pregão eletrônico para a empresa prestar serviços de mão-de-obra terceirizada por R$ 1 milhão.

Correio Braziliense: Uma mão lava a outra

Apenas 25 dos 176 candidatos às prefeituras de capitais nas eleições municipais são mulheres. Apesar do percentual baixo de candidaturas femininas, 14,2%, elas despontam como favoritas em pelo menos quatro capitais, o que abre a possibilidade de um resultado histórico para as mulheres, tendo em vista que apenas uma capital hoje é administrada por uma prefeita. A despeito do provável avanço, especialistas alertam para as limitações da participação feminina nos pleitos eleitorais.

Gazeta Mercantil: Mulheres ganham espaço no cenário eleitoral; mas é pouco

A  propaganda irregular apreendida pela fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral do Rio já soma quase 2 toneladas. O material, resultado do primeiro mês de campanha, lota um galpão à espera de ser reciclado. Nove dos 11 focos de apreensão se encontram em áreas dominadas pelo tráfico e por milícias. Hoje a Polícia Federal apresenta ao TRE e ao TSE o mapa do crime eleitoral, informação que deve balizar a decisão sobre a vinda de tropas federais.

Jornal do Brasil:  A tonelada da irregularidade

Internacional

Após três dias de enfrentamento, a Geórgia anunciou ontem a retirada de suas tropas da Ossétia do Sul e propôs um cessar-fogo. Mas os confrontos continuaram em áreas de fronteira entre a Geórgia e a província separatista, assim como no Mar Negro. Cerca de 10 mil soldados russos, apoiados por tanques, aviões e navios, deslocaram-se para a Ossétia do Sul no sábado depois que forças da Geórgia avançaram na sexta sobre áreas controladas pelos separatistas, apoiados pela Rússia.

O Estado de S. Paulo: Rússia amplia ofensiva na Geórgia

O presidente da Bolívia, Evo Morales, foi aprovado no referendo nacional realizado ontem, segundo pesquisas de boca-de- urna. As projeções indicam que seu governo foi ratificado com 60,7% dos votos, sete pontos a mais do que ele obteve ao ser eleito, em 2005.

O Globo: Pesquisas: Morales tem mandato confirmado

Após a derrota no Congresso, em julho, da tentativa de aprovação de um aumento dos tributos sobre a exportação de grãos, o governo argentino deu início a um ajuste fiscal para compensar a perda de arrecadação e fazer frente ao pagamento dos juros da dívida. O bilionário esquema de subsídios que sustenta a política econômica argentina há seis anos, que começou a ser desarmado em janeiro com um reajuste nas tarifas de transportes públicos, terá uma redução estimada em US$ 100 milhões com um reajuste de energia elétrica entre 10% e 30%, anunciado há dez dias.

Valor Econômico:  Com ajuste fiscal, país tenta conter agravamento da crise

Desenvolvimento

A Petrobras anunciou na sexta-feira acordo para a compra da participação da ExxonMobil na Esso Chile Petrolera e em outras empresas chilenas associadas, em um negócio de US$ 400 milhões. A transferência do controle deverá ocorrer no segundo trimestre de 2009.

Gazeta Mercantil: Petrobras compra ativos da Esso no Chile

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Polêmicas da Semana

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