prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for agosto, 2008

Lucro da ALL sobe 91,6% no 2º trimestre

Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por José Augusto Valente*

A América Latina Logística (ALL) teve lucro líquido consolidado de R$ 105,9 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa um crescimento de 91,6% sobre o lucro de R$ 55,3 milhões no mesmo período de 2007.

Com isso, o lucro consolidado da ALL no primeiro semestre de 2008 totalizou R$ 127,9 milhões, um aumento de 258,8% sobre o lucro de janeiro a junho de 2007.

A receita líquida da empresa aumentou 23% no segundo trimestre deste ano para R$ 704,3 milhões. A geração de caixa, medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) somou R$ 338,8 milhões no período de abril a junho deste ano, ante R$ 262,7 milhões há um ano.

A ALL é a maior operadora logística com base ferroviária da América Latina e transporta produtos como matérias-primas (commodities) agrícolas, combustíveis, eletroeletrônicos, bebidas, entre outros. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, José Augusto Valente, Logística e Transporte | Sem Comentários »

”A política externa brasileira perdeu seu último trunfo”

Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Veja a seguir entrevista com Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda, Ricupero avalia que o Brasil pagará um preço grande pelo insucesso da Rodada de Doha, de negociação de regras para o comércio internacional.

Para o ex-embaixador brasileiro nos Estados Unidos, Doha era o último vértice de um tripé em que o Brasil apostou. O fracasso de Doha representa a derrota da última grande aposta brasileira no campo internacional.

Publicado originalmente no Isto É

O ex-ministro da Fazenda diz que o colapso da Rodada de Doha foi fracasso da mais importante aposta do Itamaraty

Por Rudolfo Lago e Octávio Costa

O embaixador Rubens Ricupero cerca-se de cuidados para criticar o governo Lula. Afinal, até hoje ele paga pelo “escândalo da parabólica”, que levou à sua demissão do Ministério da Fazenda no governo Itamar Franco. Ali, quando se preparava a campanha de Fernando Henrique Cardoso para suceder a Itamar, Ricupero foi flagrado fazendo inconfidências a um jornalista antes de dar uma entrevista na televisão. Assim, Ricupero, atualmente diretor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), de São Paulo, esforça-se em equilibrar críticas e elogios quando analisa a política externa e comercial de Lula. Com a autoridade, porém, de quem foi o secretário-geral da Conferência Nacional das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), Ricupero avalia que o Brasil pagará um preço grande pelo insucesso da Rodada de Doha, de negociação de regras para o comércio internacional. O fracasso de Doha representa a derrota da última grande aposta brasileira no campo internacional. O Brasil, insiste Ricupero, não errou na tese. Apenas não teve sorte. “O príncipe precisa de virtude e de fortuna (sorte)”, diz Ricupero, citando Maquiavel. “Na política externa, faltou a fortuna”, completa ele, ressalvando que sua avaliação não é crítica, mas, sim, objetiva.

ISTOÉ – O Brasil apostou todas as suas fichas no sucesso da Rodada de Doha, mas a cúpula fracassou. O que se projeta agora para o País?

Rubens Ricupero – A aposta brasileira na rodada e na Organização Mundial de Comércio era uma imposição da nossa realidade. Um país que tem a sua competitividade concentrada na agricultura não tem outro caminho. Os problemas maiores da agricultura derivam sobretudo dos subsídios e das barreiras que os países desenvolvidos utilizam. Os europeus não vão abrir mão dos seus subsídios ou das suas barreiras se os americanos não fizerem o mesmo. Portanto, eles não vão negociar nada disso com o Brasil porque o que está em jogo para eles não é o Brasil, são os Estados Unidos. Então, isso só se resolve no âmbito multilateral. Infelizmente, para o Brasil, não há alternativa senão as negociações na Organização Mundial de Comércio.

ISTOÉ – Então, não temos saída?

Ricupero – Nós temos que esperar que ocorra agora o que aconteceu na Rodada Uruguai (a série de negociações comerciais anterior à Rodada de Doha). Lá, a reunião que deveria ser a final, em Bruxelas, em dezembro de 1990, terminou com um fracasso total. Dois anos depois, a rodada se reativou e terminou num nível muito bom, que inclusive levou à criação da própria Organização Mundial de Comércio.

ISTOÉ – Foi errada a tática do Brasil de dar as costas aos seus parceiros tradicionais e ficar numa posição autônoma?

Ricupero – O G-20 foi uma aliança para dizer não e não para dizer sim. Ela foi uma aliança construída em setembro de 2003 para fazer oposição ao que os americanos e os europeus queriam impor em Cancún, que era uma solução muito desequilibrada e insatisfatória na agricultura. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Debates Nacionais, Política Brasileira | Sem Comentários »

O Pós-Consenso neoliberal

Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

No artigo abaixo, o autor afirma que as idéias consagradas pelo Consenso de Washington estão sendo superadas e o receituário de medidas postas em prática nas décadas recentes produziu estagnação econômica e muito pouca melhoria nas condições de vida do conjunto da população, ou seja, as conseqüências para os países que adotaram fielmente a lista proposta pelo “Consenso” foram desastrosas.

Alguns especialistas afirmam que a imposição de uma agenda única teria sido a razão do fracasso do Consenso de Washington. Ela teria falhado por não levar em consideração as especificidades culturais e políticas de cada formação social, impondo uma forma política e institucional de organizar a vida econômica e política de cada país.

Publicado no Monitor Mercantil

Por Ranulfo Vidigal

Uma leitura crítica com relação aos desdobramentos e conseqüências do projeto conservador, posto em prática na América Latina a partir dos anos 1990, nos leva a crer que estejamos vivenciando um momento histórico, onde as idéias consagradas pelo Consenso de Washington estão sendo superadas. De fato, o receituário de medidas postas em prática nas décadas recentes produziu estagnação econômica e muito pouca melhoria nas condições de vida do conjunto da população.

A lista do “Consenso”, segundo seu criador, não teria se tratado de imposição, mas sim de uma convergência universal, em torno das medidas que o mainstream acreditava como sendo necessárias para a retomada do crescimento econômico, a partir da superação da crise da dívida vivida pela América Latina, ao longo dos anos 80. Para fundamentar esta afirmação o “pai” do “Consenso” John Willianson aponta que não somente a disciplina macroeconômica, como a estabilidade fiscal vieram para ficar.

A agenda original que vigorou na fase mais dura da implantação da doutrina conservadora listava disciplina fiscal, política monetária restritiva, liberação dos mercados de crédito e trabalhista, taxa de câmbio competitiva, liberação comercial, livre entrada de investimentos estrangeiros, privatização e garantia dos direitos de propriedade.

As conseqüências para os países que adotaram fielmente a lista proposta pelo “Consenso” foram desastrosas. Além disso, o mantra da diminuição do papel do Estado, bem como a despolitização da economia foi voz corrente a todo o momento. A realidade, entretanto mostra que as teses de despolitização é radicalmente fantasiosa, na medida em que, qualquer decisão que tenha sido tomada por qualquer governo e suas conseqüências é fruto de opções políticas complexas, entre a elite local e suas relações estreitas com as congêneres do primeiro mundo. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, Política Econômica | Sem Comentários »

Com ajuste fiscal, país tenta conter agravamento da crise

Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O governo argentino deu início a um ajuste fiscal para compensar a perda de arrecadação e fazer frente ao pagamento dos juros da dívida. Os ajustes anunciados até agora não convenceram o mercado financeiro, que desde o início de agosto vem fugindo dos títulos da dívida argentina, jogando para baixo as cotações.

As duas maiores agências internacionais de risco de crédito, Moody´s e Standard and Poor´s, ameaçaram revisar para baixo a nota da Argentina.

E veja também entrevista com o principal articulador da oposição dentro do Partido Justicialista o ex-presidente Eduardo Duhalde (2001-2002). Por meio de seu Movimento Produtivo Argentino (MPA), organização que ele criou para “formar lideranças” (ao menos segundo os estatutos), Duhalde vem reunindo todos os peronistas dissidentes do que se convencionou chamar “kirchnerismo”. Como parte de suas articulações, o ex-presidente tem visitado o Brasil com alguma freqüência e tido audiências com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem se diz admirador.

Por Janes Rocha

Publicado originalmente no Valor

Após a derrota no Congresso, em julho, da tentativa de aprovação de um aumento dos tributos sobre a exportação de grãos, o governo argentino deu início a um ajuste fiscal para compensar a perda de arrecadação e fazer frente ao pagamento dos juros da dívida. O bilionário esquema de subsídios que sustenta a política econômica argentina há seis anos, que começou a ser desarmado em janeiro com um reajuste nas tarifas de transportes públicos, terá uma redução estimada em US$ 100 milhões com um reajuste de energia elétrica entre 10% e 30%, anunciado há dez dias. Ambos, transportes e energia, estavam com preços congelados desde 2003.

Também estão sendo cortados repasses às províncias e novos aumentos de tarifas estão para ser anunciados. Para este ano, os compromissos com a dívida no valor de US$ 8 bilhões estão equacionados. Mas há grande incerteza sobre como a Argentina vai arrumar os US$ 16 bilhões que vencem em 2009.

Os ajustes anunciados até agora não convenceram o mercado financeiro, que desde o início de agosto vem fugindo dos títulos da dívida argentina, jogando para baixo as cotações. Há uma cobrança cada vez maior sobre o governo, não só do mercado, mas de quase todos os economistas e analistas independentes e também da oposição, por conta da falta de uma política de controle da inflação e da suspensão das negociações para o pagamento da dívida com o Clube de Paris.

Na semana passada, as duas maiores agências internacionais de risco de crédito, Moody´s e Standard and Poor´s, ameaçaram revisar para baixo a nota da Argentina. Com isso, as cotações dos títulos da dívida externa mais negociados, o Discount em pesos e o Boden 12 (vencimento em 2012), desabaram.

O título Discount caiu 3,7% na sexta-feira e o Boden 12 caiu 2,07%. No ano, o Discount acumula baixa de 17% e o Boden 12, de 16,8% . Os papéis da dívida argentina já vinham caindo fortemente há vários dias, desde que o Ministério da Economia do país confirmou a venda de títulos Boden 15 (vencimento em 2015) para a Venezuela, no valor de US$ 1 bilhão. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, Internacional | Sem Comentários »

Oportunidades e ofertas de emprego, estágios e concursos públicos – 13 de agosto

Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego, estágios e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.

***

TELEMARKETING ATIVO DE VENDAS
EMPRESA DE GRANDE PORTE CONTRATA 20 VENDEDORES
Desejável formação superior completa;
Domínio do pacote Office e da Internet
Experiência em telemaketing ativo de vendas;
Trabalhar de Segunda à Sexta
Mínimo garantido de R$ 622,00, podendo chegar à R$2.000,00
VT + Assistência médica e odontológica + prêmios nos 3 primeiros meses
Capacidade de argumentação e boa comunicação interpessoal.
 INTERESSADOS ENCAMINHAR CURRÍCULO NO CORPO DO E-MAIL PARA
ana2.ciarh@yahoo.com.br  COM O CÓDIGO TMK Leia o resto do artigo »

Postado em Oportunidades de Emprego | Sem Comentários »

Boletim Semanal do Blog do Desemprego Zero

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

n.20, ano 1 – 05/08/2008 a 11/082008

Destaques da Semana no Blog

•1.    Economia

Aumento da taxa Selic causa efeito contraditório

Delfim e Bresser unidos em duras críticas à ação do BC

•2.    Internacional

O novo impasse transatlântico

Combate à inflação divide os países do Sudeste Asiático

•3.    Desenvolvimento

A geopolítica e o pensamento econômico

Aprovada cota para alunos da rede pública

•4.    Política

A participação das mulheres na eleição municipal

PT não é página virada de folhetim

Leia o resto do artigo »

Postado em Boletim Semanal | Sem Comentários »

Resumo Diário – 12/08/2008

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia AlvesLuciana Sergeiro 

Economia

Tomar dinheiro emprestado junto aos bancos está cada vez mais caro. Pesquisa divulgada ontem pela Fundação Procon de São Paulo mostrou que as taxas de juros do crédito pessoal e do cheque especial atingiram o maior patamar dos últimos cinco anos no país, exigindo cada vez mais cautela dos consumidores na hora de se endividarem. Na média, os juros do crédito pessoal atingiram 5,69% ao mês, taxa sem precedentes desde setembro de 2003, quando estavam em 5,73%.

Correio Braziliense:  Juro assustador

O primeiro leilão de energia voltado exclusivamente para os projetos de co-geração de energia a partir da biomassa poderá colocar no sistema um volume extra equivalente a meia usina de Jirau entre 2009 e 2010. O chamado leilão de reserva será realizado na quinta-feira, na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. Ao todo, 44 empresas deram garantias para a geração de cerca de 1.160 MW médios.

Valor Econômico: Leilão de bagaço de cana negociará meia usina de Jirau

Puxando principalmente pela alta do petróleo, o lucro da Petrobrás bateu recorde no primeiro semestre de 2008 e atingiu R$ 15,708 bilhões. A expansão foi de 44% em relação ao mesmo período do ano passado. Também houve alta no segundo trimestre do ano – 29% em relação a abril a junho de 2007, com o melhor resultado da história para o período.

Folha de S. Paulo: Alta do petróleo turbina lucro da Petrobras

Política

A Controladoria-Geral da União (CGU) abriu processo administrativo para investigar a atuação do grupo Conservo, que mantém em Brasília contratos milionários com órgãos públicos para fornecer mão-de-obra terceirizada. No final da apuração, a CGU pode declarar a empresa inidônea, impedindo que participe de novas licitações por dois anos, além de ser banida de pelos menos 14 ministérios, Congresso Nacional, tribunais e empresas estatais, onde mantém contratos em vigor.

Correio Braziliense: Conservo corre risco de sair da Esplanada

Enquadrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião da Coordenação Política, ontem, o ministro da Justiça, Tarso Genro, recuou de sua posição sobre a revisão da Lei da Anistia, assinada em 1979, ao afirmar que qualquer discussão sobre mudanças na legislação permitindo o processo criminal de torturadores do período da ditadura militar só poderá ser debatida pelo Judiciário.

Jornal do Brasil: Lula enquadra ministro da Justiça

Em audiência pública na Assembléia Legislativa, o governador Sérgio Cabral defendeu ontem a concessão do Aeroporto Internacional Tom Jobim para a iniciativa privada. “Vamos largar esse osso!”, disse o governador, referindo-se à Infraero, que administra os aeroportos no país. Cabral criticou reformas que não chegam ao fim: “Gambiarra não resolve.” Segundo Cabral, o presidente Lula já estaria sensibilizado para a proposta de concessão, sobretudo diante da necessidade de preparar o Galeão para a candidatura do Rio às Olimpíadas de 2016. O aeroporto foi apontado pelo COI como o ponto mais fraco da cidade, com nota 3,7.

O Globo: “Vamos largar esse osso!”

Internacional

A Rússia lançou ontem pela primeira vez uma ampla ofensiva terrestre dentro do território da Geórgia – até então, as operações se restringiam às províncias separatistas da Ossétia do Sul e da Abkházia. Ignorando os pedidos de cessar-fogo feitos pelo Ocidente, tropas de Moscou entraram em duas frentes: a oeste, através da Abkházia, onde ocuparam duas cidades, Zugdidi e Senaki, e o porto de Poti. Outra estratégica cidade atacada foi Gori, próxima da fronteira com a Ossétia do Sul.

O Estado de S. Paulo: Russos avançam por terra; Geórgia recua tropas para defender capital

O presidente boliviano, Evo Morales, ameaçou ontem buscar novas operadoras para os megacampos de gás natural da Bolívia se as petrolíferas estrangeiras responsáveis por sua exploração não investirem mais recursos no país. “Há empresas que não investem (nos megacampos) e o governo boliviano tem a obrigação de buscar outros recursos”, declarou o presidente, numa entrevista coletiva em La Paz.

O Estado de S. Paulo: Evo exige mais investimentos de petrolíferas

Mesmo vitorioso no resultado do referendo de domingo, que consolidou seu mandato, o presidente boliviano Evo Morales terá que negociar com a oposição separatista, que também saiu fortalecida do plebiscito, consideravam os analistas ontem em La Paz.  Os resultados da apuração de quase 58% das urnas apuradas do referendo revogatório de domingo na Bolívia, um país de dez milhões de habitantes, confirmaram Morales no poder com 63% de apoio dos eleitores, de acordo com dados divulgados pela Agencia Bolivariana de Informação (ABI).

Gazeta Mercantil: Resultado de referendo confirma Morales no poder

Desenvolvimento

As obras da hidrelétrica de Santo Antônio -a primeira do complexo do rio Madeira, em Rondônia- começam antes do final do mês, segundo estimativa feita ontem a partir da emissão da licença de instalação pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Folha de S. Paulo: Governo libera início de obra da 1ª usina do rio Madeira

A Mercedes-Benz do Brasil anunciou ontem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva investimentos de R$ 1,5 bilhão no triênio de 2009 a 2011, para modernização e aumento da produção de ônibus, caminhões e componentes na unidade de São Bernardo do Campo, cidade da região do ABC paulista.

Gazeta Mercantil: Mercedes-Benz investe R$ 1,5 bilhão 

Resumo Anterior

Polêmicas da Semana

Postado em Conjuntura, RESUMOS DO DIA | Sem Comentários »

E se o resto do mundo for incompetente?

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Heldo Siqueira*

Parece plenamente justificável a atitude do BC brasileiro do aperto monetário para conter a inflação. Segundo essa perspectiva, se as expectativas inflacionárias estão acima da meta do BC, trata-se de um desvio da demanda, provocado por uma oferta monetária “frouxa”. Assim, os agentes formam expectativas quanto aos preços, dado que o volume real ofertado é “escasso” e previsível. Nesse caso, a inflação desajustaria os preços relativos, diminuindo a eficiência do mercado em alocar os recursos escassos.

O problema dessa perspectiva está em esquecer que no resto do mundo também há política monetária. Além disso, o resto do mundo pode estar com a política monetária frouxa. Entretanto, um aperto monetário da autoridade brasileira não influencia a demanda no resto do mundo. Assim, a expectativa de inflação brasileira poderia estar influenciada por essa política frouxa e o BC não pode fazer nada em relação a isso. A única alternativa que o BC tem para combater expectativas inflacionárias “importadas” é apreciar o câmbio. Além disso, a apreciação do câmbio deve ser de tal magnitude que compense a inflação importada e ainda provoque uma apreciação real.

Entretanto, diminuindo a absorção interna, o BC está na verdade, diminuindo a perspectiva de demanda real. Em resposta a essa nova demanda real, haveria um ajuste da oferta real, modificando completamente a estrutura produtiva. Assim, quando o câmbio voltar, através do aumento das importações e diminuição das exportações, ao nível de equilíbrio, deveria haver outro ajuste nos preços relativos. Ou seja, o efeito da inflação menor será igualmente diminuir a eficiência do mercado em alocar os recursos escassos. Dessa forma, uma inflação menor que a inflação internacional, conseguida através da apreciação do câmbio, trás os mesmos efeitos de uma deflação.

De fato, a meta de inflação brasileira não parece levar em conta a inflação internacional, caso contrário, deveria ser revista para os anos de 2009 e 2010, quando foram mantidas em 4,5%, mesmo com a inflação internacional em ascensão. Dessa forma, tanto o Conselho Monetário Nacional, por ignorar a complexidade da economia internacional na definição das metas para inflação, quanto o Banco Central, por mesmo percebendo (se é que percebe) o erro do CMN persegue cegamente uma meta de inflação inconsistente com a realidade internacional, estariam sendo incompetentes.

* Heldo Siqueira: Gremista, economista graduado na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Trabalho na Assessoria de Planejamento do IDAF-ES (Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo). (Meus artigos)

Postado em Conjuntura, Copom Sombra, Destaques da Semana, Heldo Siqueira, Internacional, Política Econômica | 1 Comentário »