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Blog do Desemprego Zero

Archive for agosto, 2008

Cachorro comendo o rabo

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Luís Nassif

Fonte: Projeto Brasil

Há alguns dogmas na economia brasileira, que não se consegue demolir nem a golpes de marreta. Um dos mais renitentes é a idéia da utilização da poupança externa para financiar a dívida interna.

O “Valor” incorre nesse erro no editorial de hoje (04-08-08):

(…) É possível que uma parte dos investidores que hoje aplicam em títulos públicos seja “hedge funds”. Mas é fato que os papéis do Tesouro despertam interesse crescente de investidores institucionais, como fundos de pensão e seguradoras, sobretudo depois que o Brasil recebeu o grau de investimento por duas agências de classificação de risco.

(…) A maior parte dos investimentos estrangeiros em renda fixa é dirigida a ativos de longo prazo. As estatísticas do BC mostram que, dos US$ 10,171 bilhões que ingressaram no país no primeiro semestre, 81,5% eram aplicações de longo prazo (maiores que um ano) e 18,5% investimentos de curto prazo (até um ano).

Em março, quando a Fazenda taxou essas aplicações com IOF, houve repercussões imediatas na curva de juros de longo prazo, que subiu. Ficou claro neste episódio que, sem a presença dos estrangeiros, o Tesouro é obrigado a pagar juros mais altos no financiamento da dívida interna.

Onde estão os erros?

1. Os estrangeiros não pagam Imposto de Renda sobre as aplicações. Por isso, muito provavelmente parte dos recursos que chegam são de brasileiros que os remetem para fora e retornam na forma de capital externo. Essa distorção merecia uma CPI. Concedeu-se uma isenção parcial de IR, mas a taxa continuou a ser balizada pelas aplicações com IR.

2. Financiamento externo para a dívida pública é a mesma coisa que o cachorro comendo o próprio rabo.

Entram os dólares (seja de que procedência forem).

Aqui, são trocados por reais, para poderem ser aplicados em títulos públicos.

O BC é o grande comprador desses dólares, para impedir a apreciação ainda maior do real.

Em seguida, o BC emite títulos, para enxugar parte da liquidez colocada na economia, para adquirir os dólares.

Portanto, um dólar que entra significa um percentual de aumento da dívida pública.

É incrível essa dificuldade de colocar todos os números na mesma cesta, avaliar o impacto da entrada de dólares sobre o aumento da dívida pública (que supostamente esses dólares viriam refinanciar).

Vou fazer uma afirmação polêmica, sobre a qual venho pensando há muito tempo. Pode ter algum furo no raciocínio, mas ainda não identifiquei, nem os economistas para os quais coloquei a questão: o efeito do financiamento em dólares da dívida pública é o mesmo de uma emissão monetária – que não custa nada ao governo. Ou seja, se emitir reais e resgatar dívida, o efeito monetário será o mesmo que o de permitir a entrada de dólares para financiar dívida.

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Juros, câmbio e contas externas

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro  

“A política econômica atual amplia essas distorções. As famosas reservas de US$ 200 bilhões têm pés de barro, pois são a contrapartida de um passivo externo que é um múltiplo delas e não pára de crescer. Voltamos a depender de capitais de curto prazo para financiar um déficit externo crescente. São eles os principais beneficiários dos juros altos e do dólar barato. Já vimos esse filme mais de uma vez. Ele nunca acaba bem.” 

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: CÉSAR BENJAMIN 

Voltamos a depender de capitais de curto prazo para financiar um déficit externo crescente; já vimos esse filme  

O Governo vem reagindo de maneira frouxa à mudança no cenário das contas externas. O problema é tratado de forma difusa, não sistemática, sem que ninguém se sinta claramente responsável por ele. Os resultados em transações correntes estão negativos desde outubro de 2007, e as piores expectativas têm sido sistematicamente superadas. A balança comercial brasileira começou a perder dinamismo em 2006, quando as exportações praticamente estagnaram (em “quantum”), enquanto as importações continuavam a crescer. De lá para cá, a situação tem se agravado com rapidez. 

O Ipea acaba de rever para baixo as suas previsões, passando a trabalhar com um saldo situado no intervalo entre US$ 21,6 bilhões e US$ 25,1 bilhões, apesar de os preços dos nossos principais produtos de exportação continuarem excepcionalmente altos. Se a melhor dessas hipóteses se realizar, teremos uma queda de quase 40% no saldo comercial em apenas um ano. Num saudável exercício de transparência, o Ipea divulgou uma Nota Técnica em que procura compreender o seu erro de previsão. “O principal fator responsável pela deterioração nas transações correntes”, diz a Nota, “foram as remessas de lucros e dividendos”, que quase dobraram, em 2008, quando comparadas com o mesmo período do ano passado.  Leia o resto do artigo »

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“Com esse câmbio, não há acordo que nos salve”

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

De acordo com o ex-ministro Rubens Ricupero com a taxa de câmbio que o País vem operando, não há acordo que salve o País. De acordo com a política cambial o Brasil corre o risco de aproveitar pouco os prováveis benefícios da Rodada Doha. 

O grande fato dessa rodada é que o Brasil tornou-se presença obrigatória pela primeira vez, até mesmo em grupos muito restritos, de quatro ou cinco países. 

Publicado em: Folha de S. Paulo  

Por: MARCELA CAMPOS 

Entrevista Rubens Ricupero 

Para ex-ministro, Brasil corre o risco de aproveitar pouco os prováveis benefícios da Rodada Doha devido à sua política cambial

Após quase uma semana de árduas negociações, aumenta a perspectiva de que, após sete anos de impasses, representantes de mais de uma centena de países concluam um acordo que aumente a liberalização do comércio mundial. Rubens Ricupero, 71, que foi ministro da Fazenda e secretário-geral da Unctad (Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento), vê com otimismo a proximidade de um encerramento da Rodada Doha. “Da minha experiência na Rodada Uruguai, momentos em que se rompe o impasse são parecidos com o que vivemos agora. É necessário haver uma grande crise para catalisar uma solução.”

Segundo o colunista da Folha, há desejo político generalizado de não permitir o prolongamento da rodada, o que enfraqueceria o sistema multilateral de comércio. Sobre o Brasil, o ex-embaixador nos EUA e hoje diretor da Faculdade de Economia da Faap acrescenta: “Com esse câmbio, não há acordo que nos salve”. Leia trechos da entrevista.

Momento crítico

Da minha experiência, da Rodada Uruguai e de outras ocasiões críticas, momentos em que se rompe o impasse são parecidos com o que vivemos agora. É necessário haver uma grande crise para catalisar uma solução. Na do Uruguai, houve um fracasso na reunião de Bruxelas, em 1990, e a rodada ficou dois anos parada. Em meio a uma crise enorme, em 1993, a coisa deslanchou e acabou em um nível de ambição até alto.

Há, hoje, uma leitura superficial negativa, por da conta da Lei Agrícola dos EUA, da não-renovação do “fast-track” [autorização que o Congresso dá ao presidente para negociar] e do fim do mandato de Bush. Leia o resto do artigo »

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Caos continuará no trânsito de São Paulo – não vai dar certo as restrições à circulação de caminhões

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por José Augusto Valente*

O rodízio imposto às empresas de transporte rodoviário de cargas e aos caminhoneiros autonômos, não cansamos de repetir, NÃO VAI DAR CERTO!

Isso porque não adianta tirar vinte, trinta mil caminhões de circulação quando temos mais de quatro milhões de automóveis circulando, estacionando e prejudicando o trânsito de ônibus, de pedestres, de ciclitas, de motociclitas e… dos caminhões.

Hoje, é o retorno às aulas em São Paulo. Podem escrever: os congestionamentos retornarão aos patamares de antes do início das férias.

Nesse período, a prefeitura de São Paulo impôs as restrições aos caminhões e divulgou alguns resultados de melhoria do trânsito, devido exclusivamente às férias escolares e não à essa restrição. Leia o resto do artigo »

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Avanço do PIB dos EUA é menor que o esperado no 2º tri

Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O crescimento da economia norte-americana mais que dobrou do primeiro para o segundo trimestre, graças ao pacote de estímulo lançado pelo governo e à desvalorização do dólar, mas ficou aquém do esperado por analistas. O PIB dos EUA se expandiu em 1,9% de abril a julho na taxa anualizada, inferior aos cerca de 2,3% esperados por economistas.

Publicado originalmente na Folha Online

O crescimento da economia norte-americana mais que dobrou do primeiro para o segundo trimestre, graças ao pacote de estímulo lançado pelo governo e à desvalorização do dólar, mas ficou aquém do esperado por analistas. Os dados mostraram ainda que nos últimos três meses do ano passado a principal economia mundial se contraiu -o primeiro trimestre negativo em sete anos.

O PIB dos EUA se expandiu em 1,9% de abril a julho na taxa anualizada, inferior aos cerca de 2,3% esperados por economistas. Nos três meses anteriores, o avanço da principal economia mundial foi de 0,9%.
O crescimento foi resultado especialmente do plano de estímulo fiscal -cujos cheques começaram a chegar aos consumidores em abril, na esperança de aumentar os gastos-, do aumento das exportações e da queda nas importações, fruto da desvalorização do dólar. Leia o resto do artigo »

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Atividade industrial apresenta sinais de desaceleração moderada

Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A atividade industrial mostra os primeiros sinais de desaceleração, segundo os economistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Problemas de acesso ao crédito e aumento de estoques são indicações de que a indústria começa a acusar o golpe da alta de juros patrocinada pelo governo.

O aumento de estoques, principalmente das grandes empresas, pode estar vinculado à aceleração da inflação ou à tentativa de remarcação de preços, dizem os economistas.

Uma preocupação dos empresários que apareceu na pesquisa é o aumento do custo das matérias-primas que afetam empresas dos três segmentos, grandes, médias e pequenas.

Publicado originalmente no Gazeta Mercantil

Por Rivadavia Severo

A atividade industrial mostra os primeiros sinais de desaceleração, segundo os economistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Problemas de acesso ao crédito e aumento de estoques são indicações de que a indústria começa a acusar o golpe da alta de juros patrocinada pelo governo, dizem os especialistas.

A previsão de arrefecimento no ritmo da indústria no segundo semestre, vem acompanhada de números positivos no primeiro semestre. Os dados do segundo trimestre mostram que o emprego, a produção e a utilização da capacidade instalada continuam em crescimento.

O nível de atividade da indústria registrou 56,6 pontos no trimestre contra 56,2 do mesmo período do ano passado. Dados acima de 50 pontos indicam cres-cimento econômico. Dos 27 setores pesquisados, 20 registraram indicadores acima de 50 pontos. Desses, nove ficaram acima de 60 pontos, como os de refino de petróleo (68,2 pontos), veículos automotores (63,2) e outros equipamentos de transporte (82,5 pontos). Leia o resto do artigo »

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Resumo Diário – 01/08/2008

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Kátia AlvesLuciana Sergeiro

Política 

O número de mortes nas estradas federais no mês de julho, período de férias escolares, teve queda de 14,7% em relação ao mesmo período em 2007. Segundo nota da PRF (Polícia Rodoviária Federal), é a primeira vez em quatro anos que isso acontece. A responsável pela redução, afirma a PRF, foi a Lei Seca, que fez as punições se tornarem mais rigorosas para as pessoas que dirigem após ingerir bebidas alcoólicas. 

Uol Notícias: Lei Seca ajudou a diminuir mortes nas estradas durante as férias, constata PRF 

O presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, fez ontem à noite pronunciamento em rede nacional de rádio e TV se referindo a candidatos “ficha-suja”, ao pedir que eleitores se informem sobre o candidato “mais democrático” e com “vida moralmente limpa”. 

Folha Online: Ayres Britto pede a eleitor que pesquise seu candidato 

Em pleno recesso parlamentar os nove vereadores da Cidade Ocidental, a 48 quilômetros de Brasília, foram convocados para uma sessão extraordinária na última terça-feira. Na pauta, não estavam projetos do interesse dos servidores e tampouco do município. Pelo contrário, o chamado da Mesa Diretora tinha um objetivo claro e previamente articulado: aprovar um projeto de lei que reajustava os salários do prefeito, do vice, dos secretários municipais e do presidente da Câmara. Apesar do placar apertado de cinco a quatro, o município de pouco mais de 45 mil habitantes terá de arcar com o reajuste salarial da cúpula do Executivo, que levará dos cofres públicos mais de R$ 913 mil por ano. 

Correio Braziliense: Câmara dá reajuste ao Executivo 

Economia 

Pelo terceiro mês consecutivo, o preço da cesta básica registrou aumento em 14 das 16 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Conforme levantamento de julho, divulgado hoje, no acumulado dos primeiros sete meses do ano, a maioria das capitais registra inflação de mais de dois dígitos para a cesta. 

Uol Economia: Cesta básica encarece de novo em 14 das 16 capitais em julho 

A ata do Copom divulgada ontem foi avaliada como mais conservadora do que a anterior, com uma elevação de tom classificada como “coerente” com o aumento do ritmo de alta da Selic na reunião da última semana, de 0,5 ponto porcentual para 0,75 ponto, elevando a taxa a 13% ao ano. A avaliação foi feita para o Estado por especialistas em Nova York. O documento afirma que a ação “tempestiva” do BC vai trazer a inflação de volta para a meta, de 4,5%, no último trimestre de 2009. 

O Estado de S. Paulo: ‘IPCA volta ao centro da meta só em 2009′

A atividade industrial brasileira encerrou o primeiro semestre com crescimento forte, mas mais moderado que no segundo semestre de 2007, quando a produção registrou incremento de 7,1%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para os primeiros seis meses deste ano, economistas estimam aumento entre 5,6% e 6,7% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Mesmo a previsão mais otimista indica uma ligeira redução no ritmo de expansão da produção industrial. O IBGE divulga levantamento nesta sexta-feira.  

Valor Econômico: Analistas esperam crescimento de até 6,7% na indústria no primeiro semestre 

Internacional

Após o fracasso do acordo na OMC, o Brasil se prepara para endurecer a guerra comercial com a China. Cresce a pressão de empresas brasileiras para o governo impor barreiras a produtos chineses.

O Globo: A briga agora é com a China

A crescente dependência energética da União Européia, em relação a fornecimentos de fora da área, e a preocupação com as mudanças climáticas, resultante da agressão ambiental, provocadas pelas emissões de gases e material particulado, demandam resposta, que o presidente da Comunidade Européia, Durão Barroso, batizou de “nova revolução industrial”, ao apresentar a planificação energética para a Europa dos 27.

JB Online: Energia e meio ambiente

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Polêmicas da semana: Meirelles e Romero Jucá, Saída de Gil, Fracasso da Doha, Recuperação da Bovespa, Economia do governo, Serra e Kassab, Tarso Genro e Paulo Vanucchi, Pesquisa Datafolha, Yeda, Biodiesel; Rodada Doha, Petrobrás, PT, Juros, culpados de Doha, gastos do setor público, atividades do legislativo, bancos comerciais, Geraldo Alckimim

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por  Luciana Sergeiro, Beatriz Diniz e Katia Alves

Política

  • O procurador Cláudio Fonteles defende que Lula afaste tanto Meirelles (presidente do BC0 quanto Romero Jucá (ministro da previdência) durante o andamento de seus inquéritos no STF. Clique aqui para ler mais
  • O ministro da cultura Gilberto Gil anunciará sua saída definitiva do governo. O motivo seria a dificuldade em associar a vida política com a carreira artística. Clique aqui para ler mais
  • O senador Romero Jucá foi denunciado por crime contra o sistema financeiro ao STF pela procuradoria. A acusação é de que o senador teria usado recursos públicos obtidos pela empresa Frangonorte, de Roraima, no período em que foi um de seus sócios. Clique aqui para ler mais
  • Após o início da campanha eleitoral, parece que a parceria entre Serra e Kassab foi amenizada. Não se vê mais a dupla constantemente junta, o que não significa dizer que o apoio finalizou, segundo assessores do candidato a reeleição isto se deve a uma limitação da Lei Eleitoral. Clique aqui para ler mais
  • Os subprefeitos desconversam, e dão depoimentos diferentes a respeito do email que teria sido repassado por Kassab com orientações para influenciar a pesquisa da Datafolha. Tal ação pode até mesmo ocasionar na cassação da candidatura do candidato a reeleição. Clique aqui para ler mais
  • O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul investiga a governadora Yeda devido a suspeita da compra de imóvel. Acusação é feita pela oposição PSOL e PT que solicitaram a investigação. Clique aqui para ler mais
  • O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro, desembargador Roberto Wider, afirmou ontem que ainda não há necessidade de solicitar o envio de tropas federais para garantir o pleito no Estado. Na avaliação de Wider, pode estar havendo uma certa “politização” da questão da segurança na campanha fluminense. Para ler mais clique aqui.
  • O PT pediu ontem à Justiça Eleitoral que casse o registro de candidatura do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e o declare inelegível, sob o argumento de que ele teria utilizado a máquina pública em benefício de sua candidatura, ao tentar interferir na coleta de dados da última pesquisa realizada pelo instituto Datafolha. Para ler mais clique.
  • O ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Vanucchi (Secretaria Especial de Direitos Humanos), defenderam nesta quinta-feira a punição aos torturadores do período militar. Para ambos, as discussões devem ser realizadas sob as óticas jurídica e política. Para ler mais clique aqui
  • No primeiro dia de atividades legislativas após o recesso parlamentar, apenas nove deputados registraram presença na Câmara. No Senado, pouco mais de dez parlamentares compareceram à sessão plenária desta manhã, dedicada apenas para discursos –como tradicionalmente ocorre às sextas-feiras. Para ler mais clique aqui
  • O candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin, pregou nesta sexta-feira aliança com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), para ações sociais na cidade, caso seja eleito. Ele também disse que apoiará Serra “futuramente”, ao comentar a ausência do governador no debate realizado ontem na Band. Para ler mais clique aqui

Economia

  • O fracasso da Rodada Doha prejudicará principalmente os países mais pobres, mas também influenciará diretamente na economia mundial, pois permitirá que a novalei de aumento dos subsídios agrícolas entre em vigor nos EUA. Clique aqui para ler mais
  • A recuperação da Bovespa se deu graças as ações do setor siderúrgico e de minério de ferro. clique aqui para ler mais
  • A economia do governo bateu um novo recorde nos primeiros seis meses do ano para apagar os juros da dívida pública. clique aqui para ler mais
  • A Agência Nacional do Petróleo (ANP) descartou de vez a possibilidade de produção de biodiesel através do óleo de mamona que foi considerado inadequado. Clique aqui para ler mais 
  • O que continua a dificultar os acordos na Rodada Doha é principalmente os mecanismos que permitiriam os países em desenvolvimento subir as tarifas aduaneiras para se proteger de um surto de importações que possa prejudicar a segurança alimentar. Clique aqui para ler mais 
  • Será inaugurada a primeira usina de biodiesel, na Bahia. A Petrobrás afirma que a usina terá a capacidade de produzir 57 milhões de litros por ano. Clique aqui para ler mais 
  • Os juros cobrados pelos bancos subiram nas principais modalidades de crédito para pessoa física no mês de junho. Segundo a pesquisa mensal de juros do Banco Central divulgada nesta terça-feira, houve alta nas taxas do cheque especial, empréstimo pessoal e aquisições de veículos. Para ler mais clique aqui. 
  • O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu nesta terça-feira, 29, que os países que estão dificultando um acordo sobre a Rodada de Doha para a liberalização comercial – principalmente Índia, China e EUA – parem de trocar acusações e “tomem as rédeas” da negociação, para que esta não fracasse. Para ler mais clique aqui. 
  • Os gastos do setor público (União, Estados , municípios e estatais) com juros de suas dívidas cresceram 11,6% no primeiro semestre do ano e chegaram a R$88,026 bilhões, maior valor registrado desde 1991, quando a estatística começou a ser calculada pelo Banco Central. Parte da alta se explica pelo impacto que a inflação tem sobre o endividamento, além do prejuízo do BC em operações com dólar. Para ler mais clique aqui 
  • O fracasso das negociações mundiais de comércio da Rodada Doha, por causa do conflito entre países ricos e em desenvolvimento, sugere que outras iniciativas globais, do corte das emissões de gases de efeito estufa ao fim às restrições para exportação de alimentos, também enfrentarão barreiras.Para ler mais clique aqui
  • Nove bancos brasileiros de médio porte perderam desde a abertura de capital, no ano passado, nada menos que R$ 6,4 bilhões de seu valor em bolsa, ou 34%, em média. Entre as empresas que fizeram ofertas iniciais de ações nos últimos três anos, o setor financeiro foi o que mais sofreu com a instabilidade no mercado acionário. O Banco Cruzeiro do Sul, que lançou ações em bolsa em junho do ano passado, teve uma desvalorização de 56,45% até o dia 30 de julho, ou seja, seu valor foi reduzido a menos da metade. O Pine, primeiro a fazer a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), em março de 2007, já acumula queda de 52,05% e agora vale R$ 828 milhões. Para ler mais clique aqui

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