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Blog do Desemprego Zero

Archive for agosto, 2008

Delfim e Bresser unidos em duras críticas à ação do BC

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Delfim Netto e Luiz Carlos Bresser Pereira, durante seminário na Fundação Getúlio Vargas, fizeram fortes críticas à política de juros e metas de inflação do Banco Central.

Delfim classifica de infantil a atitude do governo brasileiro de se antecipar com o aumento dos juros, sendo que a inflação é internacional. Pois o efeito principal dessa medida é a valorização do câmbio.

Bresser Pereira, classificou de “suicida e alucinada” a política cambial do Brasil e não acredita que o mercado possa ajustar os valores caso o dólar venha se apreciar, por conta da taxa atrativa de juros para especuladores estrangeiros. E a atual política cambial segue exemplos de governos populistas. O ex-ministro afirmou que a valorização do real favorece os gastos dos brasileiros.

Publicado no JB Online

A política de juros e metas de inflação do Banco Central esteve sob fortes ataques, ontem, em São Paulo, especialmente por parte de dois ex-ministros da Fazenda, Delfim Netto e Luiz Carlos Bresser Pereira, durante seminário na Fundação Getúlio Vargas.

Para Delfim, com a política monetarista do BC, o Brasil torna-se o último “peru com farofa na mesa dos especuladores internacionais, fora no Dia de Ação de Graças”.

Já Bresser Pereira classificou de “suicida e alucinada” a política cambial do Brasil, o que, no seu entender levará a uma crise de pagamentos em dois ou três anos”.

Bresser também disse não acreditar que o mercado possa ajustar os valores caso o dólar venha se apreciar, por conta da taxa atrativa de juros para especuladores estrangeiros. Leia o resto do artigo »

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Governo lança ação contra queimada

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Governo utilizará moradores para evitar incêndios nos períodos de seca das regiões Norte e Centro-Oeste. Essa é uma medida que tem como proposta a redução do desmatamento. Essa iniciativa também gerará empregos temporários para quem colaborar com a medida.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Para evitar incêndios nos meses de seca, Ministério do Meio Ambiente vai combater uso do fogo no campo

Luciana Nunes Leal, BRASÍLIA

Com a proximidade do período mais crítico de seca nas regiões Norte e Centro-Oeste, o Ministério do Meio Ambiente editará nos próximos dias uma portaria com ações para o combate a queimadas em 32 municípios da Amazônia Legal. A medida mais importante para evitar incêndios será o treinamento e a contratação de mil brigadistas – moradores das próprias cidades que atuarão na prevenção e no combate ao fogo.

A iniciativa faz parte das propostas para redução do desmatamento que vêm sendo colocadas em prática desde janeiro, quando o governo divulgou uma lista dos 36 municípios que mais destroem a floresta.

Os 32 municípios incluídos no plano de queimadas ficam no Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima. “Fizemos uma avaliação técnica com imagens de satélite dos últimos três anos e escolhemos os municípios mais críticos em relação às queimadas. Nesses lugares não havia ação específica contra os incêndios e passará a haver”, diz o coordenador do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Elmo Monteiro.

Dos 32 municípios, 18 também estão na lista dos campeões do desmatamento. Leia o resto do artigo »

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Combate à inflação divide os países do Sudeste Asiático

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Os governos e bancos centrais dos países do Sudeste Asiático divergem quanto às estratégias para conter os preços sem sufocar a economia. Um exemplo disso é o que vem ocorrendo na Tailândia, onde o ministro da Fazenda e o presidente do banco central divergem publicamente sobre o aumento da taxa de juros.

 Por James Hookway, The Wall Street Journal

 Publicado no Valor

 À medida que a inflação crescente e a desaceleração econômica atingem mais fundo os países do Sudeste Asiático, acostumados com expansão constante, os governos e bancos centrais da região divergem quanto às estratégias para conter os preços sem sufocar a economia.

 O confronto mais agudo acontece na Tailândia, onde o ministro da Fazenda e o presidente do banco central divergem publicamente sobre o aumento da taxa de juros. Para pressionar o banco central, o governo chegou a criar um painel de supervisão da política monetária do Banco da Tailândia.

 A tensão está aumentando em todos os lugares. No Vietnã, as autoridades monetárias do Banco do Estado do Vietnã se perguntam quando os líderes do partido comunista vão autorizar um aumento de juros suficiente para conter a inflação, que acumulou 27% nos 12 meses até julho. No mês passado o banco central da Malásia decidiu manter a taxa de juros inalterada, apesar de a inflação ter atingido o patamar mais alto em 27 anos. O grande vizinho do norte, a China, onde a crescente demanda por petróleo tem contribuído para pressões inflacionárias globais, também está amaciando sua retórica antiinflacionária à medida que os líderes em Pequim ficam mais sensíveis à desaceleração econômica. Leia o resto do artigo »

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Aumento da taxa Selic causa efeito contraditório

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

No X Seminário Anual de Metas para Inflação, realizado na sede carioca do BC, houve debate sobre o aumento de juros básicos provoca contradições, segundo Bruno Martins, analista do Banco Central, quando o dinheiro fica mais caro, os bancos que têm títulos indexados à Selic lucram e se enchem de liquidez. E desta forma, “” os títulos indexados aos juros (quando a Selic sobe) despotencializam a política monetária”, afirmou Martins.

O evento contou com a presença de Stanley Fischer, que ostenta em seu currículo o cargo de chefe do Banco Central de Israel. Fischer um árduo defensor da adoção de um sistema flexível para as metas de inflação, adotado inicialmente pela Nova Zelândia em 1990, em seguida pelo Canadá, em 1991, e pelo Brasil em 1999. Para o economista, o sistema tem a capacidade de tranqüilizar o mercado pelo fato de trabalhar com referenciais de longo prazo.

Por Ana Cecilia Americano e Sabrina Lorenzi

Publicado originalmente no Gazeta Mercantil

Além da gritaria do setor privado, o aumento dos juros básicos provoca contradições. Quando o dinheiro fica mais caro, os bancos que têm títulos indexados à Selic lucram e se enchem de liquidez. Tornam-se então mais capazes de emprestar, contrariando o objetivo original de reduzir o crédito e conter a demanda. A antítese foi levantada, ontem, por Bruno Martins, analista do Banco Central, no X Seminário Anual de Metas para Inflação, na sede carioca do BC.

“Os títulos indexados aos juros (quando a Selic sobe) despotencializam a política monetária”, afirmou Martins. “Esse efeito de aumento de liquidez (conforme a Selic cresce) é importante em bancos pequenos e o canal de transmissão realmente existe e é importante no Brasil”. Os bancos de médios e pequenos são mais vulneráveis aos altos e baixos da Selic porque dependem mais dos títulos atrelados à taxa de juros do que as grandes instituições financeiras, conforme concluiu o economista do Banco Central.
Bancos de menor porte costumam ter grande participação no empréstimo a pessoas físicas. O alvo direto é o consumo, geralmente de classes de renda menos afortunadas..

Esse e outros desafios dos bancos centrais estiveram no cerne das discussões do evento que contou, ainda, com expoentes internacionais como Stanley Fischer, que ostenta em seu currículo o cargo de chefe do Banco Central de Israel, além de posições como a vice-presidência do conselho de administração do Citigroup, a presidência do Citigroup e a chefia do departamento de Economia do prestigioso Massachusetts Institute of Technology (MIT). Para ele, o Brasil deixou de ser o país do futuro. “Agora é um dos países do momento”, garantiu. Leia o resto do artigo »

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Oportunidades e ofertas de emprego, estágios e concursos públicos – 06 de agosto

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego, estágios e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.

***

Programa de Estágio da Vale

Estão sendo oferecidas 1.300 vagas para estudantes do ensino técnico e superior dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Pará, Sergipe, Maranhão e Bahia. As inscrições podem ser feitas através do site www.vale.com, no link oportunidades.

Universitários: vagas em mais de 20 cursos em diferentes áreas, como Engenharia, Administração, Direito, Economia, Química, Análise de Sistemas, Ciências da Computação, Comunicação, Psicologia, Ciências Contábeis, Ciências Biológicas, Tecnólogo da Qualidade, Tecnólogo em Contabilidade, entre outras. A lista completa e a divisão de cursos, por estado, estão disponíveis no site. Nível técnico: são mais de 20 cursos – entre eles, Eletrônica, Mecânica, Metalurgia, Eletrotécnica, Eletroeletrônica, Eletromecânica, Elétrica, Química, Civil, Informática, Processamento de Dados, Gestão Empresarial, Administração, Contabilidade, Produção, Automação, Mineração, Geologia, Meio Ambiente, Agropecuária, Segurança no Trabalho, Ferrovia, Enfermagem, Instrumentação. Leia o resto do artigo »

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Os limites do câmbio

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Luís Nassif

Fonte: Projeto Brasil

Mensalmente, a Agência Dinheiro Vivo realiza um encontro de economistas de diversas áreas de especialização e tendências – o “Tornos e Planilhas” – tentando encontrar um denominador comum sobre as perspectivas da economia global e brasileira.

Há uma conclusão quase majoritária: a de que se está próximo do fim da trajetória de apreciação do real. Em algum momento haverá a reversão do câmbio.

Segundo Paulo Tenani, do UBS-Pactual, há duas forças puxando o dólar para baixo. Uma delas, a política de juros do Banco Central. A segunda, a constituição de reservas cambiais, que dá uma sobrevida ao processo de apreciação cambial -

Na outra ponta, há um fantasma cada vez mais presente, puxando o dólar para cima: a deterioração das contas externas brasileiras, que desde dezembro assumiu uma dinâmica explosiva.

Aí se esbarram em fatores extra-econômicos. Professor da PUC-SP, Antonio Correa de Lacerda vê a política monetária-cambial atrelada ao calendário eleitoral. A exemplo do primeiro governo FHC, o que se pretende é segurar a inflação, via câmbio até as eleições presidenciais de 2010.

Há um fato adicional, que poderá acelerar o desfecho: a queda nas cotações de commodities agrícolas, que começou a ficar mais nítida na última semana. José Vicente Ferraz, da Agra FNP vê como inevitável as cotações despencarem ante a perspectiva de um desaquecimento da economia global.

Ocorre que – conforme já escrevi várias vezes aqui – os mercados de commodities estão fundamentalmente alavancados por fundos hedge. Quando se sente que o caminho é a alta, os fundos entram pesados tornando mais agudo o movimento – o chamado “overshooting”. O mesmo ocorre no sentido inverso. E isso aparentemente começou.

Na economia global, as mudanças não se restringirão ao comportamento das commodities. Os grandes fundos estão com a mão no gatilho aguardando o início da reversão da desvalorização do dólar frente ao euro e às moedas asiáticas.

Até agora o ajuste do dólar foi feito em cima de países com câmbio flexível – Europa e América Latina, particularmente o Brasil.

No segundo tempo do jogo, prevê Tenani, o ajuste será bancado pelos países que até agora mantiveram suas moedas protegidas, especialmente a China, que será obrigada a permitir a valorização da sua moeda.

Esse movimento está sujeito a fricções variadas. A China tem uma necessidade enorme de manter altas taxas de crescimento. Nos próximos anos enfrentará desafios econômicos e sociais dos mais intensos. No campo industrial, a necessidade de continuar gerando empregos. Na agricultura, o fantasma apavorante da escassez de água. Hoje em dia, lembra Ferraz, a agricultura chinesa tem produtividade das mais altas devido à irrigação. Mas precisará dobrar a capacidade de sua agricultura e em breve se deparará com a escassez de água.

Todo esse quadro sugere que o Brasil deveria se preparar rapidamente para a hipótese de reversão do quadro de euforia que marcou a economia global nos últimos anos.

Mas as mudanças, por aqui, só ocorrem em períodos de crise. É a sina histórica do Brasil.

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Resumo Diário – 05/08/2008

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia Alves e Luciana Sergeiro

Economia

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem que o governo poderá olhar com mais atenção para o superávit nominal como meta, em vez de se basear no superávit primário. Para o ministro, caso a pressão de alta da inflação não diminua, pode ocorrer uma elevação da meta do superávit primário para além dos atuais 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB). O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, disse que as ações para conter a inflação começam a surtir efeito. “Temos tomado uma série de medidas visando que a inflação convirja para as metas. Existe um processo de defasagem, um início de um efeito que já começa a acontecer e vai dando resultado”.

Gazeta Mercantil: País deve buscar o superávit nominal, diz Guido Mantega.

A Bolsa de Valores de São Paulo começou a semana sob forte impacto da depreciação das commodities no mercado internacional. O resultado foi uma queda de 3,51%, o que arrastou a Bovespa para os 55.609 pontos, seu mais baixo nível desde janeiro. Nos dois primeiros pregões de agosto, o tombo acumulado alcança os 6,55%. No ano, as perdas estão em 12,96%.

Folha de S. Paulo: Bolsa cai a menor patamar desde janeiro

Ainda é cedo para comemorar a queda das projeções de mercado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Essa é a avaliação do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, feita ontem durante seminário sobre metas de inflação promovido pela instituição. Ele diz ser preciso esperar alguns meses para averiguar o efeito do aumento da taxa básica de juros (Selic) e verificar se será mantida a atual queda de preços das commodities.

O Estado de S. Paulo: ‘É cedo para comemorar a queda do IPCA’

Política

Márcio Lacerda, candidato do PSB a prefeito de Belo Horizonte com apoio de Aécio Neves e do PT, é o mais rico entre os concorrentes das capitais, com patrimônio de R$55 milhões: R$14 milhões a mais que o declarado por Maluf (PP).

O Globo: Candidato de Aécio é o mais rico nas capitais

O STF concedeu liminar garantindo a 17 operadoras de telefonia fixa e móvel o direito de preservar os nomes de seus clientes que foram alvo de escutas telefônicas no ano passado e que estão em segredo de Justiça. No mês passado, a CPI dos Grampos na Câmara havia aprovado requerimento ordenando às operadoras o envio das cópias de decisões judiciais de interceptações em 2007.

Folha de S. Paulo: Teles obtêm liminar no STF para não enviar escutas a CPI

O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse ontem ter “orgulho” de sua ficha pregressa ao rebater a iniciativa de militares da reserva, com apoio de comandantes da ativa, de organizar uma contra-ofensiva à sua proposta de debater meios de punição a “agentes de Estado” que tenham praticado tortura, assassinatos e violações dos direitos humanos durante o regime militar. “A minha (ficha) me orgulha”.

O Estado de S. Paulo: Em reação a militares, Tarso afirma ter orgulho de sua ficha

Articulador da criação de mais 97 cargos comissionados no Senado, Efraim Morais (DEM-PB) mantém em seus gabinetes na Casa pelo menos sete familiares, além de seis parentes de seus aliados políticos. Em 2005, ao se tornar primeiro-secretário (posto responsável pela contratação de obras e serviços), Efraim ampliou seu poder de nomeação: na Primeira Secretaria, ele detém no mínimo 14 cargos.

Folha de S. Paulo: Senador do DEM emprega 7 parentes em seus gabinetes

Internacional

Com a experiência de quem já é um dos maiores produtores mundiais de óleo de palma, a Colômbia está começando a ingressar no circuito de produção de biodiesel. A matéria-prima principal é a mesma dos óleos comestíveis: a palma, também chamada de dendê. O país tem 357 mil hectares já cultivados e planeja chegar a 500 mil hectares até 2010.

Valor Econômico: Colômbia quer usar biodiesel de palma como alternativa à coca

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva transformou sua palestra ontem para empresários brasileiros e argentinos num entusiasmado comício a favor do Mercosul e da América do Sul, a ponto de acenar com uma futura moeda comum.
Após lembrar que Brasil e Argentina estão prestes a adotar suas respectivas moedas, no lugar do dólar, para parte das transações comerciais, Lula disse que o esquema “pode ser o germe de uma futura integração monetária”.

Folha de S. Paulo: Na Argentina, Lula fala de moeda comum no Mercosul

Depois de desembarcar em Buenos Aires com a maior missão empresarial que o Brasil já levou à Argentina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi surpreendido com um encontro trilateral com a presidente Cristina Kirchner e Hugo Chávez (Venezuela). A chegada de Chávez só deveria ocorrer hoje, quando ele e Cristina irão à Bolívia prestar solidariedade ao colega Evo Morales, afundado numa crise política interna. Lula queria discutir a redução da alíquota do trigo argentino e investimentos do BNDES.

O Globo: Tango a três

Desenvolvimento

Em tempos de inflação de alimentos, preços agrícolas sustentados e elevação dos custos de produção agrícola, a demanda por crédito rural está em alta. Os empréstimos para o segmento empresarial do setor rural cresceram 41% na safra 2007/08, concluída em julho passado. Entre as razões para o “boom” de crédito estão a taxa de juros negativa e a nova fase de investimentos em máquinas e implementos agrícolas. 

Valor Econômico: Financiamento para a agricultura empresarial subiu 41% em 2007/08

O medo que paira sobre a possível suspensão da encomenda de quatro petroleiros da Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, ao estaleiro Mauá fez com que o governador Sérgio Cabral se reunisse ontem com a direção do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. Cabral garantiu que o contrato para a liberação dos US$ 280 milhões para a construção dos navios será assinado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o estaleiro Mauá ainda esta semana. Há expectativa que outros quatro petroleiros sejam construídos na cidade, um investimento total de US$ 450 milhões.

Jornal do Brasil: Cabral anuncia que BNDES vai liberar US$ 280 milhões para petroleiros

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Pilhagem do petróleo brasileiro

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: Sergio Ferolla* e Paulo Metri**

Com a possibilidade de ocorrência de grandes campos na região do pré-sal, cujos reservatórios ocupariam, cada um, mais de um bloco, recomenda-se a unificação das parcelas que estão em diferentes blocos, formando um único campo, o que, também, é chamado de “individualização da produção”. Às vezes, campos são descobertos em mais de um bloco, sem se saber, em um primeiro momento, que compõem um único campo. Nos contratos de concessão de blocos pela ANP, consta uma cláusula que trata da individualização da produção, estabelecendo regras para as concessionárias poderem produzir petróleo, em conjunto, do único campo, que se localiza em mais de um bloco. Esta cláusula busca evitar que cada dono de bloco tire, a partir de seu acesso ao campo, o máximo de petróleo, no menor período de tempo, visando levar mais petróleo do campo comum que o outro dono de bloco.

A conciliação reside em buscar dimensionar quanto petróleo cada dono de bloco possui naquele campo e, depois, eles passarem a repartir a produção coletiva na mesma proporção dos volumes de petróleo que possuem. Entretanto, esta conciliação não é tão fácil de ocorrer e a arbitragem da ANP pode ser necessária.

Se grandes campos forem confirmados na região do pré-sal e como muitos blocos desta região ainda não foram licitados, estes campos irão englobar, provavelmente, blocos não licitados. Não será válido considerar que o petróleo dos blocos não licitados de um campo não é de ninguém e que pode haver acordo de unificação do campo sem existirem representantes destes blocos. Outra proposta incorreta é a de se licitar, rapidamente, os blocos ainda não concedidos, para possibilitar o início da unificação do mesmo. Como o preço mínimo de venda de um bloco desse tipo, sobre o qual se tem uma boa estimativa do petróleo existente, deve corresponder ao valor do fluxo de caixa dos lucros futuros do negócio descontados para o presente e, como não se consegue estimar, ao certo, o preço do petróleo em diversas épocas futuras, torna-se difícil estabelecer o preço mínimo. Na hipótese desse fluxo poder ser montado, o preço mínimo do bloco ficaria justo, mas muito alto, e as empresas fariam grande dissimulação, com o argumento de não se sentirem atraídas para apresentar proposta, quando, na verdade, estariam tentando conseguir lucros extraordinários. Leia o resto do artigo »

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