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Blog do Desemprego Zero

Archive for agosto 9th, 2008

PT não é página virada de folhetim

Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson Marinho

Maria Inês Nassif, do Valor Econômico (para assinantes)

O PT não pode simplesmente desconhecer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e partir para uma carreira solo em 2010, lançando um candidato a presidente que não tenha o referendo e o apoio do atual chefe-de-governo – essa é uma opinião dominante. Não está claro, todavia, se o presidente Lula tem, sozinho, o condão de levar um candidato à sua sucessão à revelia de seu partido.

O PT não é o partido dos sonhos de Lula, mas sequer está claro se Lula é o presidente dos sonhos do PT. É verdade que Lula terá um enorme poder de transferência nas eleições de 2010, quando terá terminado seu segundo mandato e estará se preparando para voltar a São Bernardo do Campo. Lula teve 60,3% dos votos válidos no segundo turno das eleições de 2006. Segundo pesquisa do Instituto Vox Populi feito para a Fundação Perseu Abramo, cujos dados foram coletadas nos últimos dias de maio, Lula nadaria em águas plácidas se pudesse disputar um terceiro mandato. Se isso fosse possível, 43% dos entrevistados votariam nele. Se for considerado como índice de aprovação de seu governo a soma de avaliações positivas e regulares, Lula está no meio do segundo mandato deitado em 93% de aprovação. Tem 59% de avaliações positivas na média do país, que pode chegar a 71% quando se aproxima do Nordeste. Amarga, na média, apenas 7% de avaliações negativas, que chegam no máximo a 11%, quando o eleitor é da Região Norte. Leia o resto do artigo »

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Sem medo de mostrar a verdade

Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Para o presidente do TER do Rio, Roberto Wider, a missão de não eleger os maus políticos está nas mãos do eleitor. É uma tentativa inédita de o Brasil ter uma eleição mais limpa. A campanha pela moralidade deve persistir. Para Wider, o papel da imprensa no trabalho de orientação do eleitor será em prol da melhoria do padrão ético-político do país, a fim de chamar a atenção do eleitor para um voto consciente que, afinal, vai decidir o futuro do Brasil.  

A impugnação de candidatos processados era uma bandeira do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, do qual participam, além da AMB, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Associação dos Juízes Federais (Ajufe), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) e a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) 

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: Cláudia Dantas

Um dia depois da decisão que abriu caminho para os candidatos com ficha suja- motivo de indignação de entidades – o presidente do TRE do Rio, Roberto Wider, disse que não vai desistir da bandeira. A missão de não eleger os maus políticos está nas mãos do eleitor, lembrou.

Wider abre a lista de candidatos com fichas sujas e apela ao eleitor para que não desista da campanha. Segundo ele, “a bandeira é boa”.

A tentativa inédita de o Brasil ter uma eleição mais limpa, ao impedir que candidatos com as fichas sujas não concorressem mais, não termina com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Foi o que declarou ontem o desembargador Roberto Wider, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), ao depositar nas mãos da imprensa e, principalmente, dos eleitores a missão de não elegerem os considerados maus políticos. No corredor anexo ao prédio do TRE está a lista com os nomes das pessoas que não tiveram suas candidaturas aprovadas por diversos motivos, entre eles processos por improbidade administrativa, que não necessariamente significam problemas na Justiça – ao contrário de quem tem anotação penal, por exemplo.

O desembargador ressaltou que a decisão de não impedir que candidatos com ficha suja mantenham suas candidaturas deve ser respeitada e cumprida. No entanto, a campanha da moralidade, como ele próprio classificou, deve persistir.

Segundo Wider, os magistrados cumprem as decisões que são vinculantes do STF, caso desta.

- Não devemos desistir, a bandeira é boa – destacou Wider, um ferrenho defensor da proposta. – O STF dá as garantias constitucionais, mas quem elege é o cidadão. Cabe ao eleitor decidir se um político que não tenha a vida pregressa limpa deve ou não ingressar em um cargo público. Leia o resto do artigo »

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Meta para expansão de investimentos será superada, diz Miguel Jorge

Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O governo já considera como praticamente certa a superação da meta de investimentos estabelecida pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge afirmou que “Somente no primeiro semestre foram anunciados R$ 400 bilhões em investimentos, que crescem com muita força desde o ano passado, indicando que vamos certamente superar a meta”.

Por Danilo Jorge

Publicado No Valor  

O governo já considera como praticamente certa a superação da meta de investimentos estabelecida pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), que tem como objetivo elevar a taxa de investimento da economia brasileira, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBFC), dos 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2007 para 21% em 2010.

“Somente no primeiro semestre foram anunciados R$ 400 bilhões em investimentos, que crescem com muita força desde o ano passado, indicando que vamos certamente superar a meta”, disse o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, em palestra feita ontem na Federação da Indústria de Minas Gerais (Fiemg).

Segundo ele, o aperto na política monetária não deverá afetar as decisões de expansão produtiva anunciadas. “Todos os investidores sabem que a atual taxa de juros é pontual, devendo ter mais dois ou três novos aumentos ainda, para depois voltar a cair assim que a inflação estiver sob controle”, disse. “Além disso, não estamos falando da construção de pizzarias, mas de projetos que envolvem grandes empreendimentos, como refinarias e siderúrgicas.” Leia o resto do artigo »

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Não chore por Doha

Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Dani Rodrik, professor de economia política na Escola de Governo John F. Kennedy, na Universidade Harvard, afirma que a Rodada Doha foi construída em cima de um mito, qual seja, o de que uma agenda de negociações centrada em agricultura constituiria uma “rodada de desenvolvimento”. Isso proporcionou a grupos de interesse importantes o que queriam.

Proporcionou aos EUA um instrumento para destroçar a Política Agrícola Comum (PAC) da União Européia (UE). E foi sob medida para os poucos países em desenvolvimento e renda média (como Brasil, Argentina e Tailândia) que são grandes exportadores agrícolas.

E observa que Doha nunca foi uma rodada de desenvolvimento, e o mundo futuro dificilmente será algo distinto do de ontem.

Publicado originalmente no Valor Online

Por Dani Rodrik

Será que vai, ou será que racha? Será que os ministros do comércio do mundo terminarão por assinar um novo acordo de comércio multilateral que reduza subsídios agrícolas e tarifas industriais, ou será que se despedirão de mãos vazias? A saga já vem desde novembro de 2001, quando a atual rodada de negociações foi inaugurada em Doha, Qatar, com numerosos subseqüentes altos e baixos, quase colapsos e prorrogações.

A mais recente rodada de negociações em Genebra, mais uma vez, não produziu um acordo. A julgar pelo que dizem a imprensa financeira e alguns economistas, o que está em jogo não poderia ser mais valioso.

Se concluída com êxito esta denominada “rodada de desenvolvimento”, centenas de milhões de agricultores em países pobres serão tirados da pobreza e assegurarão que a globalização continue viva. Se prevalecer um fracasso, o sistema mundial de comércio receberá um golpe quase fatal, fomentando desilusão no Sul e protecionismo no Norte. E, como os editorialistas se apressam a dizer, as eventualidades adversas são particularmente grandes, num período em que o sistema financeiro mundial está atordoado devido à crise no mercado de crédito imobiliário de segunda linha americano e ao fato de os EUA estarem entrando em recessão. Leia o resto do artigo »

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Classe média numa boa

Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

O Ipea e a Fundação Getulio Vargas trazem as boas notícias de que a classe média já é maioria na população brasileira, chegando a 51,89% das pessoas, e que 3 milhões de brasileiros deixaram a faixa da pobreza absoluta. A demanda aumentou, come-se melhor e cada vez mais gente ingressa no mundo da sedução dos anúncios de produtos sofisticados, outrora fora do alcance das pessoas. Lula agora colhe o que plantou.

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: José Sarney

Entre as notícias de crise no mundo inteiro, com os Estados Unidos comandando os receios de recessão, o Ipea e a Fundação Getulio Vargas trazem as boas notícias de que a classe média já é maioria na população brasileira, chegando a 51,89% das pessoas, e que 3 milhões de brasileiros deixaram a faixa da pobreza absoluta. É uma importante etapa vencida e uma grande mudança, causada pela queda do desemprego, pelo aumento do número de trabalhadores com carteira assinada, pela melhoria do salário mínimo e pelos grandes programas sociais.

Como a unanimidade não existe – parafraseando o nosso sempre lembrado Nelson Rodrigues, de irresistível memória – alguns economistas de uma universidade do Rio de Janeiro reconhecem que houve melhoria de renda, mas afirmam que o processo de aferição dos números divulgados não é tão confiável.

Vamos ficar com o bom senso e reconhecer que, com métodos de pesquisa confiáveis ou nem tanto, a vida melhorou e a melhor pesquisa está nos nossos olhos. A demanda aumentou, come-se melhor e cada vez mais gente ingressa no mundo da sedução dos anúncios de produtos sofisticados, outrora fora do alcance das pessoas. Lula agora colhe o que plantou. Leia o resto do artigo »

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