Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por Beatriz Diniz
Conforme assinala o artigo abaixo, a implantação da convergência digital no Brasil é alvo de disputa que envolve política e poder econômico. As organizações Globo simplesmente monopoliza os meios de comunicação através da força e apoio político que possui. Isso acaba ocasionando a limitação da população no acesso a internet, TV e telefonia por serem estes de custo muito alto para a realidade brasileira. Como a Globo controla 78% do mercado audiovisual temos uma média de valores em torno de 100 reais para produtos que poderiam custar pelo menos 30, segundo aponta o artigo.
Essa é uma briga que ainda vai dar muito o que falar, afinal a democratização do acesso a cultura e a informação siginifica diretamente perder o controle da opinião nacional.
Fonte: Carta Capital
Está indefinido o confronto em torno do Projeto de Lei 29, que trata da implantação da convergência digital no Brasil. É um choque travado, por ora, na Comissão de Comunicações da Câmara. De um lado, o Sistema Globo. Do outro, as empresas de telecomunicações, juntamente com a Record, a Bandeirantes e o Grupo Abril (TVA).
O confronto é duro. Se as telefônicas têm um poder econômico infinitamente maior, a Globo tem um poder político mais forte, entranhado no Congresso desde os tempos do regime militar, quando a emissora apoiava os generais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
De acordo com o especialista em finanças públicas Amir Khair, ex-secretário de Fazenda do Município de São Paulo, o Banco Central (BC) pratica há mais de uma década uma política antidesenvolvimentista. Khair frisa que, além da redução das despesas com juros, o caminho para o desenvolvimento sustentado e inclusivo passa por uma alteração radical no sistema tributário, que é altamente regressivo no Brasil.
“Segundo o Global Stability Report, do FMI, a riqueza mundial atingiu em agosto de 2007 US$ 190 trilhões e o PIB, US$ 48 trilhões, ou seja, a riqueza é de quatro vezes o PIB. Como o Brasil apresenta há décadas uma das piores distribuições de renda do mundo, é provável que essa relação seja superior. Assim, uma alíquota média de 1% aplicada sobre o valor dos bens poderá permitir uma arrecadação superior a 4% do PIB. Esse valor supera o conjunto de tributos indiretos: IPI, PIS, ISS, Cide e Imposto de Importação e equivale à Cofins”, compara o economista, neste entrevista exclusiva ao MONITOR MERCANTIL. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Folha de São Paulo
*CÉSAR BENJAMIN
Voltamos a depender de capitais de curto prazo para financiar um déficit externo crescente; já vimos esse filme.
O GOVERNO vem reagindo de maneira frouxa à mudança no cenário das contas externas. O problema é tratado de forma difusa, não sistemática, sem que ninguém se sinta claramente responsável por ele. Os resultados em transações correntes estão negativos desde outubro de 2007, e as piores expectativas têm sido sistematicamente superadas. A balança comercial brasileira começou a perder dinamismo em 2006, quando as exportações praticamente estagnaram (em “quantum”), enquanto as importações continuavam a crescer. De lá para cá, a situação tem se agravado com rapidez. O Ipea acaba de rever para baixo as suas previsões, passando a trabalhar com um saldo situado no intervalo entre US$ 21,6 bilhões e US$ 25,1 bilhões, apesar de os preços dos nossos principais produtos de exportação continuarem excepcionalmente altos. Se a melhor dessas hipóteses se realizar, teremos uma queda de quase 40% no saldo comercial em apenas um ano. Num saudável exercício de transparência, o Ipea divulgou uma Nota Técnica em que procura compreender o seu erro de previsão. “O principal fator responsável pela deterioração nas transações correntes”, diz a Nota, “foram as remessas de lucros e dividendos”, que quase dobraram, em 2008, quando comparadas com o mesmo período do ano passado. Leia o resto do artigo »
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