prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for agosto 4th, 2008

Juros, câmbio e contas externas

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro  

“A política econômica atual amplia essas distorções. As famosas reservas de US$ 200 bilhões têm pés de barro, pois são a contrapartida de um passivo externo que é um múltiplo delas e não pára de crescer. Voltamos a depender de capitais de curto prazo para financiar um déficit externo crescente. São eles os principais beneficiários dos juros altos e do dólar barato. Já vimos esse filme mais de uma vez. Ele nunca acaba bem.” 

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: CÉSAR BENJAMIN 

Voltamos a depender de capitais de curto prazo para financiar um déficit externo crescente; já vimos esse filme  

O Governo vem reagindo de maneira frouxa à mudança no cenário das contas externas. O problema é tratado de forma difusa, não sistemática, sem que ninguém se sinta claramente responsável por ele. Os resultados em transações correntes estão negativos desde outubro de 2007, e as piores expectativas têm sido sistematicamente superadas. A balança comercial brasileira começou a perder dinamismo em 2006, quando as exportações praticamente estagnaram (em “quantum”), enquanto as importações continuavam a crescer. De lá para cá, a situação tem se agravado com rapidez. 

O Ipea acaba de rever para baixo as suas previsões, passando a trabalhar com um saldo situado no intervalo entre US$ 21,6 bilhões e US$ 25,1 bilhões, apesar de os preços dos nossos principais produtos de exportação continuarem excepcionalmente altos. Se a melhor dessas hipóteses se realizar, teremos uma queda de quase 40% no saldo comercial em apenas um ano. Num saudável exercício de transparência, o Ipea divulgou uma Nota Técnica em que procura compreender o seu erro de previsão. “O principal fator responsável pela deterioração nas transações correntes”, diz a Nota, “foram as remessas de lucros e dividendos”, que quase dobraram, em 2008, quando comparadas com o mesmo período do ano passado.  Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

“Com esse câmbio, não há acordo que nos salve”

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

De acordo com o ex-ministro Rubens Ricupero com a taxa de câmbio que o País vem operando, não há acordo que salve o País. De acordo com a política cambial o Brasil corre o risco de aproveitar pouco os prováveis benefícios da Rodada Doha. 

O grande fato dessa rodada é que o Brasil tornou-se presença obrigatória pela primeira vez, até mesmo em grupos muito restritos, de quatro ou cinco países. 

Publicado em: Folha de S. Paulo  

Por: MARCELA CAMPOS 

Entrevista Rubens Ricupero 

Para ex-ministro, Brasil corre o risco de aproveitar pouco os prováveis benefícios da Rodada Doha devido à sua política cambial

Após quase uma semana de árduas negociações, aumenta a perspectiva de que, após sete anos de impasses, representantes de mais de uma centena de países concluam um acordo que aumente a liberalização do comércio mundial. Rubens Ricupero, 71, que foi ministro da Fazenda e secretário-geral da Unctad (Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento), vê com otimismo a proximidade de um encerramento da Rodada Doha. “Da minha experiência na Rodada Uruguai, momentos em que se rompe o impasse são parecidos com o que vivemos agora. É necessário haver uma grande crise para catalisar uma solução.”

Segundo o colunista da Folha, há desejo político generalizado de não permitir o prolongamento da rodada, o que enfraqueceria o sistema multilateral de comércio. Sobre o Brasil, o ex-embaixador nos EUA e hoje diretor da Faculdade de Economia da Faap acrescenta: “Com esse câmbio, não há acordo que nos salve”. Leia trechos da entrevista.

Momento crítico

Da minha experiência, da Rodada Uruguai e de outras ocasiões críticas, momentos em que se rompe o impasse são parecidos com o que vivemos agora. É necessário haver uma grande crise para catalisar uma solução. Na do Uruguai, houve um fracasso na reunião de Bruxelas, em 1990, e a rodada ficou dois anos parada. Em meio a uma crise enorme, em 1993, a coisa deslanchou e acabou em um nível de ambição até alto.

Há, hoje, uma leitura superficial negativa, por da conta da Lei Agrícola dos EUA, da não-renovação do “fast-track” [autorização que o Congresso dá ao presidente para negociar] e do fim do mandato de Bush. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Caos continuará no trânsito de São Paulo – não vai dar certo as restrições à circulação de caminhões

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por José Augusto Valente*

O rodízio imposto às empresas de transporte rodoviário de cargas e aos caminhoneiros autonômos, não cansamos de repetir, NÃO VAI DAR CERTO!

Isso porque não adianta tirar vinte, trinta mil caminhões de circulação quando temos mais de quatro milhões de automóveis circulando, estacionando e prejudicando o trânsito de ônibus, de pedestres, de ciclitas, de motociclitas e… dos caminhões.

Hoje, é o retorno às aulas em São Paulo. Podem escrever: os congestionamentos retornarão aos patamares de antes do início das férias.

Nesse período, a prefeitura de São Paulo impôs as restrições aos caminhões e divulgou alguns resultados de melhoria do trânsito, devido exclusivamente às férias escolares e não à essa restrição. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Debates Nacionais, José Augusto Valente, Logística e Transporte | Sem Comentários »