Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por Katia Alves
O crescimento da economia norte-americana mais que dobrou do primeiro para o segundo trimestre, graças ao pacote de estímulo lançado pelo governo e à desvalorização do dólar, mas ficou aquém do esperado por analistas. O PIB dos EUA se expandiu em 1,9% de abril a julho na taxa anualizada, inferior aos cerca de 2,3% esperados por economistas.
Publicado originalmente na Folha Online
O crescimento da economia norte-americana mais que dobrou do primeiro para o segundo trimestre, graças ao pacote de estímulo lançado pelo governo e à desvalorização do dólar, mas ficou aquém do esperado por analistas. Os dados mostraram ainda que nos últimos três meses do ano passado a principal economia mundial se contraiu -o primeiro trimestre negativo em sete anos.
O PIB dos EUA se expandiu em 1,9% de abril a julho na taxa anualizada, inferior aos cerca de 2,3% esperados por economistas. Nos três meses anteriores, o avanço da principal economia mundial foi de 0,9%.
O crescimento foi resultado especialmente do plano de estímulo fiscal -cujos cheques começaram a chegar aos consumidores em abril, na esperança de aumentar os gastos-, do aumento das exportações e da queda nas importações, fruto da desvalorização do dólar. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por Katia Alves
A atividade industrial mostra os primeiros sinais de desaceleração, segundo os economistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Problemas de acesso ao crédito e aumento de estoques são indicações de que a indústria começa a acusar o golpe da alta de juros patrocinada pelo governo.
O aumento de estoques, principalmente das grandes empresas, pode estar vinculado à aceleração da inflação ou à tentativa de remarcação de preços, dizem os economistas.
Uma preocupação dos empresários que apareceu na pesquisa é o aumento do custo das matérias-primas que afetam empresas dos três segmentos, grandes, médias e pequenas.
Publicado originalmente no Gazeta Mercantil
Por Rivadavia Severo
A atividade industrial mostra os primeiros sinais de desaceleração, segundo os economistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Problemas de acesso ao crédito e aumento de estoques são indicações de que a indústria começa a acusar o golpe da alta de juros patrocinada pelo governo, dizem os especialistas.
A previsão de arrefecimento no ritmo da indústria no segundo semestre, vem acompanhada de números positivos no primeiro semestre. Os dados do segundo trimestre mostram que o emprego, a produção e a utilização da capacidade instalada continuam em crescimento.
O nível de atividade da indústria registrou 56,6 pontos no trimestre contra 56,2 do mesmo período do ano passado. Dados acima de 50 pontos indicam cres-cimento econômico. Dos 27 setores pesquisados, 20 registraram indicadores acima de 50 pontos. Desses, nove ficaram acima de 60 pontos, como os de refino de petróleo (68,2 pontos), veículos automotores (63,2) e outros equipamentos de transporte (82,5 pontos). Leia o resto do artigo »
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