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Blog do Desemprego Zero

Vem aí a supereletrobrás

Escrito por Katia Alves, postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por Katia Alves

Conforme declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o intuito é transformar a empresa Eletrobrás, hoje uma holding sem grande poder de fogo, na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança dos setores de geração e transmissão de energia no Brasil.

“O grande objetivo do governo é intervir no mercado de energia por meio da participação da Eletrobrás em leilões de usinas de interesse estratégico, mas com taxas de retorno mais baixas para reduzir o preço final da tarifa para o consumidor”

Outra medida do plano estratégico cogitada pelo mercado seria uma forte injeção de capital do governo na Eletrobrás, com recursos do Tesouro ou Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Por Paulo Paiva e Zulmira Furbino

Publicado no Estado de Minas

O governo quer transformar a empresa na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança nas áreas de geração e transmissão de energia no país. Outro objetivo da megaestatal será desenvolver ações para a integração energética da América do Sul, com atuação na Bolívia, Venezuela, Argentina, Uruguai e Peru. O plano está pronto e deve ser anunciado pelo presidente lula nos próximos dias.

Plano estratégico para transformar a empresa na Petrobras do setor elétrico já está praticamente pronto. Objetivo do governo é atuar de forma mais agressiva no setor

O plano estratégico que vai turbinar a Eletrobrás já está praticamente pronto e deve ser divulgado nos próximos dias pelo governo federal. O objetivo da mudança, conforme declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é transformar a empresa, hoje uma holding sem grande poder de fogo, na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança dos setores de geração e transmissão de energia no Brasil. Além disso, a empresa deverá incrementar sua atuação no exterior, com foco na integração energética da América do Sul. “Posso garantir que a espinha dorsal do plano está pronta, elaborada pelo Ministério da Casa Civil. A divulgação vai depender da pressa do governo, principalmente em função das eleições deste ano”, diz uma fonte do setor. Hoje, a Eletrobrás é uma holding que controla seis subsidiárias – Furnas, Chesf, Eletrosul, Eletronorte, CGTEE e Eletronuclear, responsável por Angra I e II, além de deter 50% de Itaipu. As seis empresas, contudo, atuam de forma independente. Segundo fontes do mercado, uma das principais medidas do plano seria colocar as subsidiárias efetivamente sob o guarda-chuva da holding, que passaria a coordenar todo o grupo. “Aí, a Eletrobrás vai ditar as regras do jogo, o que não ocorre hoje”, explica outra fonte. Dessa forma, a nova empresa ganharia uma musculatura considerável para competir no Brasil e no exterior. A empresa tem capacidade instalada de 38.566 megawatts (MW) e o governo controla 53,99% das ações ordinárias (com direito a voto).

“O grande objetivo do governo é intervir no mercado de energia por meio da participação da Eletrobrás em leilões de usinas de interesse estratégico, mas com taxas de retorno mais baixas para reduzir o preço final da tarifa para o consumidor”, explica a fonte. O setor privado trabalha com taxas de retorno entre 14% a 16% do capital investimento. Para o setor público, taxas de 12% a 13% são aceitáveis. Foi o que ocorreu no leilão da Usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, que contou com a participação de Furnas e teve um deságio de 35% no preço final da tarifa. Na Usina de Jirau, também no Rio Madeira, o deságio foi de 21,6% – e o consórcio vencedor contou com a participação de Chesf e Eletrosul. É por isso que as empresas privadas de energia temem que a nova Eletrobrás signifique, na prática, a reestatização do setor.

Outra medida do plano estratégico cogitada pelo mercado seria uma forte injeção de capital do governo na Eletrobrás, com recursos do Tesouro ou Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Posteriormente, quando a empresa estivesse robusta, poderia ir ao mercado financeiro captar mais recursos. “A grande novidade de um plano estratégico seria o aporte de recursos na empresa, para que a holding pudesse financiar as subsidiárias”, diz o ex-ministro de Minas e Energia João Camilo Penna.

A nova Eletrobrás vem sendo cuidadosamente montada pela Casa Civil desde o ano passado. Várias medidas já foram tomadas, como a permissão para que a empresa seja majoritária em consórcios de energia e atue no exterior, ambas viabilizadas pela Lei 11.651, de abril deste ano. Outras mudanças foram a criação da diretoria de transmissão, que ficou sob o comando de Flávio Decat, ex-diretor da Cemig, e da Superintendência de Operações no Exterior, que será responsável pelo negócios da nova empresa em outros países – inclusive, aquisição de ativos.

TERRENO APLAINADO

VEJA O QUE JÁ MUDOU NA EMPRESA

  • No ano passado, a holding realizou o grupamento da totalidade de suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O objetivo foi ajustar o valor unitário de cotação das ações ao valor de mercado
  • A Lei 11.651, de abril deste ano, autorizou a Eletrobrás a atuar no exterior e participar, direta ou indiretamente, de consórcios para produção e transmissão de energia (construção de usinas). A empresa poderá, inclusive, ser majoritária nesses projetos
  • Em 1º de julho deste ano, a Eletrobrás criou a Superintendência de Operações no Exterior para coordenar as atividades, negócios e aquisições de ativos em outros países. A empresa já mantém empreendimentos em Angola, Namíbia, Costa Rica e Venezuela
  • A empresa criou a diretoria de distribuição, ocupada por Flávio Decat, ex diretor da Cemig

VEJA O QUE PODE VIR NO PLANO ESTRATÉGICO

  • Ações para integração energética da América do Sul, com atuação na Bolívia, Venezuela, Argentina, Uruguai e Peru
  • Criação de uma subsidiária para as distribuidoras, sob o comando do atual diretor de distribuição, Flávio Decat
  • Busca de novos recursos no mercado de capitais, aqui e no exterior
  • Integração completa das subsidiárias com a holding
  • Forte capitalização por parte do governo federal



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