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	<title>Comentários sobre: Revista Piauí: Todos contra Daniel Dantas</title>
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		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
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		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:19:05 +0000</pubDate>
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		<description>Amigos,

considero esse, o tipo de reportagem que mostra verdadeiramente como a teoria econômica influencia o mundo dos negócios. Frequentar a FGV e os cursos de pós-graduação no exterior apenas serviram para o Daniel aprender que no mundo real, o Brasil é um país onde o Estado não serve para manter a ordem, onde a opinião pública é frequentemente manipulada e o tráfico de informações (que por teoria seriam distribuidas mercado a fora via preços) são mais valiosas que o liberalismo.

Como diz a reportagem, sua teoria é simples: &quot;negócios são uma corrida sem hora para a largada. Portanto, &#039;se você tem um carro mais fraco, o segredo é largar na frente&#039;&quot;. Em bom português, significa que deve-se correr atrás das informações antes dos outros, apelar para as letras miúdas e utilizar qualquer tipo de influência política que se possa conseguir.

Além disso, a versão para as privatizações é bem mais convincente que a dos liberólatras de plantão: &quot;Temos uma mentalidade colonizada, e sempre acabamos imitando o que se faz lá fora&quot;. Ou seja, a posição política do Brasil em relação ao mundo é mais importante que a eficiência econômica na hora de tomadas de decisões políticas. Uma conclusão para Celso Furtado (ou qualquer cepalino) nenhum botar defeito.

E na época das privatizações, não surpreende que, em busca da eficiência econômica (que se traduz por mais dinheiro no bolso), a primeira atitude do valorozo economista (formado na melhor tradição ortodoxa do MIT) seja procurar pessoas envolvidas com atividades estatais. Talvez na esperança de poder tirar o Governo da jogada (entrando ele mesmo) e melhorar a eficiência dos sistemas de telecomunicações (os homens-chave da privatização). O que segue é uma baixaria envolvendo as mais altas castas da política brasileira, numa disputa em que &quot;O Mercado&quot; (político) tratou de resolver, sem que os consumidores (os beneficiários do processo de privatização) sequer ficassem sabendo.

Mas o homem cujo &quot;[...] negócio é fazer parcerias [...]&quot; queria continuar provando que na prática a teoria é outra (tanta teoria econômica para fazer parcerias? Talvez fosse melhor fazer um curso de neurolinguística ou como tratar pessoas). Então, havendo mudanças no poder, fruto da eleição de 2002, deveria ampliar sua &quot;cultura&quot; de políticos (cultura de políticos?? Como se adubam políticos??). 

Fica cada vez mais claro que não é o Estado que interfere nas atividades privadas, mas os interesses privados é que movem o Estado. Quer dizer, no âmago do discurso (neo)liberal, Estado &quot;mais&quot; ou &quot;menos&quot; aparelhado servem aos mesmos interesses. Sem uma postura nacionalista e orientação das idéias para o desenvolvimento, não há como sairmos dessa lógica. Via mercado estamos presos aos interesses privatistas de &quot;economistas&quot; como o Doutor Daniel Dantas.

Liberalismo no olho dos outros é refresco...

Abração</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos,</p>
<p>considero esse, o tipo de reportagem que mostra verdadeiramente como a teoria econômica influencia o mundo dos negócios. Frequentar a FGV e os cursos de pós-graduação no exterior apenas serviram para o Daniel aprender que no mundo real, o Brasil é um país onde o Estado não serve para manter a ordem, onde a opinião pública é frequentemente manipulada e o tráfico de informações (que por teoria seriam distribuidas mercado a fora via preços) são mais valiosas que o liberalismo.</p>
<p>Como diz a reportagem, sua teoria é simples: &#8220;negócios são uma corrida sem hora para a largada. Portanto, &#8216;se você tem um carro mais fraco, o segredo é largar na frente&#8217;&#8221;. Em bom português, significa que deve-se correr atrás das informações antes dos outros, apelar para as letras miúdas e utilizar qualquer tipo de influência política que se possa conseguir.</p>
<p>Além disso, a versão para as privatizações é bem mais convincente que a dos liberólatras de plantão: &#8220;Temos uma mentalidade colonizada, e sempre acabamos imitando o que se faz lá fora&#8221;. Ou seja, a posição política do Brasil em relação ao mundo é mais importante que a eficiência econômica na hora de tomadas de decisões políticas. Uma conclusão para Celso Furtado (ou qualquer cepalino) nenhum botar defeito.</p>
<p>E na época das privatizações, não surpreende que, em busca da eficiência econômica (que se traduz por mais dinheiro no bolso), a primeira atitude do valorozo economista (formado na melhor tradição ortodoxa do MIT) seja procurar pessoas envolvidas com atividades estatais. Talvez na esperança de poder tirar o Governo da jogada (entrando ele mesmo) e melhorar a eficiência dos sistemas de telecomunicações (os homens-chave da privatização). O que segue é uma baixaria envolvendo as mais altas castas da política brasileira, numa disputa em que &#8220;O Mercado&#8221; (político) tratou de resolver, sem que os consumidores (os beneficiários do processo de privatização) sequer ficassem sabendo.</p>
<p>Mas o homem cujo &#8220;[...] negócio é fazer parcerias [...]&#8221; queria continuar provando que na prática a teoria é outra (tanta teoria econômica para fazer parcerias? Talvez fosse melhor fazer um curso de neurolinguística ou como tratar pessoas). Então, havendo mudanças no poder, fruto da eleição de 2002, deveria ampliar sua &#8220;cultura&#8221; de políticos (cultura de políticos?? Como se adubam políticos??). </p>
<p>Fica cada vez mais claro que não é o Estado que interfere nas atividades privadas, mas os interesses privados é que movem o Estado. Quer dizer, no âmago do discurso (neo)liberal, Estado &#8220;mais&#8221; ou &#8220;menos&#8221; aparelhado servem aos mesmos interesses. Sem uma postura nacionalista e orientação das idéias para o desenvolvimento, não há como sairmos dessa lógica. Via mercado estamos presos aos interesses privatistas de &#8220;economistas&#8221; como o Doutor Daniel Dantas.</p>
<p>Liberalismo no olho dos outros é refresco&#8230;</p>
<p>Abração</p>
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		<title>Por: Blog do Desemprego Zero &#187; Blog Archive &#187; Dossiê Completo: Dantas - Gilmar Mendes</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/07/revista-piaui-todos-contra-daniel-dantas/comment-page-1/#comment-2178</link>
		<dc:creator>Blog do Desemprego Zero &#187; Blog Archive &#187; Dossiê Completo: Dantas - Gilmar Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 04:17:49 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Revista Piauí: Todos contra Daniel Dantas  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Revista Piauí: Todos contra Daniel Dantas  [...]</p>
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