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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho, 2008

Independência financeira

Postado em 25 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O autor afirma no artigo abaixo que nos últimos anos, em toda parte, as palavras de ordem eram desregulamentação e liberalização. O resultado foi uma crise financeira monumental nos EUA e em grande parte da Europa. A crise está sendo contida e digerida a duras penas e com forte intervenção dos governos e dos bancos centrais.

E hoje, já é basicamente aceita a interpretação de que o modelo de regulação “light” adotado nos EUA e em outros países desenvolvidos permitiu os excessos especulativos que levaram à crise financeira.

Por Paulo Nogueira Batista Jr.

Publicado originalmente Folha

“HÁ POESIA em tudo”, escreveu Fernando Pessoa. Até na turma da bufunfa? Não. Na turma da bufunfa, não. Nada mais antipoético, nada mais antiestético do que essa nociva confraria.

O leitor conhece a minha aversão aos bufunfeiros, especialmente à fração hegemônica da turma -a bufunfa financeira. Motivos não me faltam. A atual crise financeira nos EUA e na Europa Ocidental é o exemplo mais recente do estrago que a ganância e a especulação desenfreada podem fazer.
Um dos grandes problemas da economia contemporânea talvez seja a hipertrofia dos sistemas financeiros.

A concentração de poder e recursos nessa área produz imensas distorções e freqüentemente subordina os governos, os bancos centrais e as políticas públicas aos interesses da finança internacional. Nos últimos anos, em toda parte, as palavras de ordem eram desregulamentação e liberalização.
O resultado foi uma crise financeira monumental nos EUA e em grande parte da Europa. A crise está sendo contida e digerida a duras penas e com forte intervenção dos governos e dos bancos centrais. Leia o resto do artigo »

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DIAGNOSTICANDO A CRISE AMERICANA

Postado em 25 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Heldo Siqueira*

Se economicamente essa crise é de dimensões incertas, já deu uma grande contribuição para a teoria econômica: nem os mais ferrenhos ortodoxos acreditam na liberalização total dos mercados financeiros como alternativa eficiente em alocação de recursos. A financeirização (que para os EUA foi muito mais benéfica que para os países emergentes) dos anos 90 culminou com o estouro da bolha dos sub-prime – aparentemente mais grave que as outras por estar alojada no setor imobiliário, um dos mais elementares de qualquer economia. Em seu bojo, trouxe de volta a discussão sobre os limites da abordagem econômica para prever crises sistêmicas. No Brasil, apesar de permanente, a mesma discussão é reavivada a cada vez que a financeirização provoca dificuldades na economia nacional. Entretanto, enquanto no Brasil só percebemos os seus efeitos nebulosos quando a privatização dos lucros já levou o Estado a problemas de financiamento, nos EUA, a discussão acontece em torno da obrigação do Governo de socorrer agentes financeiros ineficientes.

No Brasil, o Governo – a cada surto inflacionário (nacional ou internacional), que diminuiria os juros reais; ou há qualquer restrição do crédito internacional, que poderia dificultar o processo de arbitragem com as taxas de juros internacionais e retirar dos grandes agentes financeiros lucros importantes – não vacila em aumentar os juros. Na verdade, trata-se de uma atitude pró-ativa em relação a eventuais bolhas. Por outro lado, tanta eficiência custa aos cofres públicos bilhões de reais em recursos lastreados nos impostos dos brasileiros. Na verdade, não se trata de socialização dos prejuízos, mas uma privatização dos lucros. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 25 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O ministro da Justiça, Tarso Genro, voltou a criticar a condução da operação Satiagraha, que levou à prisão figuras como Daniel Dantas e Celso Pitta. Segundo Genro, a utilização de algemas e grampos devem ser revistos. O inusitado é que tal discussão venha à tona apenas quando graúdos vão parar em cana. Talvez o ministro devesse se ocupar dos casos de milhares de brasileiros que sofrem todos os dias, e ocultamente, os abusos da justiça brasileira.

 

Economia

 

A dívida interna pública do governo federal atingiu a marca de R$ 1,247 trilhão no final do primeiro trimestre. Já a alta da taxa de juros teve um impacto de R$ 13,9 bilhões no orçamento no mesmo período. Mesmo com estes dados, o Banco Central já deu o recado: se a inflação apertar, mesmo que seja de custos, a taxa de juros será aumentada. Dias piores virão.

 

Internacional

 

Memorandos da CIA, a agência de inteligência norte-americana, elaborados em 2002 e 2003, sugerem que o departamento de justiça dos EUA autorizou a tortura de prisioneiros. A notícia reforça o que já se sabia. A política unilateral do presidente George W. Bush não encontra limites. Os interesses dos grandes lobbies corporativos dos EUA estão acima de tudo e de todos.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Pico da inflação pode já ter ficado para trás

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A pressão doméstica dos alimentos sobre o IPCA diminuiu um pouco e os preços de commodities agrícolas nos mercados internacionais apresentam quedas importantes. O cenário de que a meta de inflação será ultrapassada pode não se realizar.

A perspectiva de uma redução no ímpeto altista dos alimentos foi reforçada nos últimos dias pelo fortalecimento do dólar, que levou a uma guinada nos preços das commodities em geral e das agrícolas em particular. É possível que os preços das commodities, puxados pelo petróleo, tenham chegado a seu pico. De qualquer forma, estímulos adicionais de alta devem escassear no futuro próximo.

Publicado originalmente no Valor

Aos poucos os fatores que empurraram a inflação para o teto da meta parecem arrefecer e nutrir esperanças de que o ciclo de alta de juros poderá ser menos intenso e mais curto do que os do passado recente. A pressão doméstica dos alimentos sobre o IPCA diminuiu um pouco e os preços de commodities agrícolas nos mercados internacionais apresentam quedas importantes. O cenário de que a meta de inflação será ultrapassada pode não se realizar e os novos dados influenciarão positivamente as próximas projeções, além de facilitarem bastante a ação do Banco Central.

No mesmo dia em que o Comitê de Política Monetária elevou os juros em 0,75 ponto percentual, o Índice de Preços ao Consumidor-Semanal, da Fundação Getulio Vargas mostrou estabilidade em sua terceira prévia do mês. Ele subiu 0,67%, ante 0,69% da medição anterior. Uma das boas notícias foi a que o grupo de alimentação teve alta menor – 1,44% ante 1,56% anterior – após quedas significativas de alimentos básicos como arroz e feijão (de 7,67% para 4,32%) e carnes bovinas (de 6,99% para 6%).

A perspectiva de uma redução no ímpeto altista dos alimentos foi reforçada nos últimos dias pelo fortalecimento do dólar, que levou a uma guinada nos preços das commodities em geral e das agrícolas em particular. As cotações do milho no mercado futuro de Chicago recuaram 28% desde seu pico há quatro semanas e a da soja se situa 16% abaixo do seu recorde. O índice UBS Bloomberg, que reúne 26 commodities, está em seu menor nível em sete semanas. O petróleo, que tem peso direto e indireto significativo nos custos agrícolas (transporte e fertilizantes), teve forte queda nos últimos dez dias, depois de bater nos US$ 146 o barril. Ontem ele recuou mais 3%, e ficou abaixo dos US$ 125. Leia o resto do artigo »

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Governo começa a definir políticas setoriais

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Segundo o secretário de Desenvolvimento de Produção, Armando Meziat, um dos coordenadores das políticas setoriais, os setores de construção civil, de máquinas e equipamentos para a indústria de perfumes e cosméticos devem ser os primeiros a ser alvo dos programas setoriais previstos na nova política industrial.

Nas discussões com o setor privado, o governo identificou demandas principalmente de revisão de legislação, que prejudica a atuação das empresas e a tomada de decisões, propostas de programas de capacitação de pessoal, pedidos de divulgação e adaptação dos programas de financiamento existentes e liberação de verbas contingenciadas do Fundo nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. E “as reivindicações das empresas terão de vir acompanhadas de estudos, justificativas técnicas”, alerta Meziat

Por Sergio Leo

Publicado originalmente no Valor

Os setores de construção civil, de máquinas e equipamentos para a indústria e de perfumes e cosméticos devem ser os primeiros a ser alvo dos programas setoriais previstos na nova política industrial, destinados a aumentar a competitividade e exportações das empresas. Na próxima segunda-feira, o governo nomeará os comitês encarregados de acompanhar e garantir a realização das metas para cada um dos 25 setores beneficiados por medidas específicas da política. Com a nomeação, começa, de fato, a execução das políticas setoriais, com a participação dos ministérios envolvidos.

“Vamos estabelecer contrapartidas com o setor privado. O governo tomará medidas, mas as empresa também”, prevê o secretário de Desenvolvimento de Produção, Armando Meziat, um dos coordenadores das políticas setoriais, que vem promovendo, desde maio, reuniões com cada segmento da indústria beneficiado pela nova política. Indústria naval, setor automotivo, calçados, plásticos, madeira e móveis são alguns dos 11 setores que terão programas específicos gerenciados pelo Ministério do Desenvolvimento.

Com os empresários, o governo discute os principais obstáculos aos investimentos e aumento de produção, as prioridades estratégicas e as metas de produção e exportação com que cada setor se comprometerá, para alcançar, entre os objetivos do governo, o de aumentar a participação das exportações brasileiras no total das exportações mundiais, de 1,18% em 2007, para 1,25%, em 2010. Leia o resto do artigo »

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“A política está reduzida ao noticiário policial”

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Em entrevista à revista eletrônica IHU On-Line, o professor Luiz Werneck Vianna fala sobre o caso Daniel Dantas e critica o recuo da política e sua redução a uma agenda policial.  O pesquisador acredita que “os piores instintos da sociedade estão sendo suscitados com tudo isso”.  E que a solução virá “com mais política” e não com menos.  Para Werneck Vianna, o caso Dantas virou um “affair” midiático, com cortinas de fumaça. E considera como temas centrais no Brasil o crescimento econômico, a reforma agrária e a democratização da propriedade. 

Publicado na Agência Carta Maior

IHU On-Line

Ao analisar os recentes episódios de corrupção no Brasil, a partir da prisão (ou da tentativa de) do banqueiro Daniel Dantas, o professor Luiz Werneck Vianna, do Iuperj, em entrevista concedida por telefone à revista eletrônica IHU On-Line, identifica apenas “o capitalismo operando”.  Para ele, o mal não está em figuras como a de Dantas ou de Eike Batista, “como se a sociedade fosse melhorar se nos livrássemos delas”.

Ele garante: “Não vai melhorar. A sociedade vai melhorar se organizando em torno das suas questões centrais”, que são, na sua opinião, o crescimento econômico, a reforma agrária e a democratização da propriedade.  O pesquisador acredita que “os piores instintos da sociedade estão sendo suscitados com tudo isso”.  E que a solução virá “com mais política”.  “O que constatamos, ao longo desse episódio, é que a política recua. Não há política.  Está faltando sociedade organizada, reflexiva.  A política está reduzida ao noticiário policial”, explica.

Werneck Vianna é professor pesquisador do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj).  Doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo, é autor de, entre outros, A revolução passiva: iberismo e americanismo no Brasil (Rio de Janeiro: Revan, 1997), A judicialização da política e das relações sociais no Brasil (Rio de Janeiro: Revan, 1999) e Democracia e os três poderes no Brasil (Belo Horizonte: UFMG, 2002).

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Personagens como Daniel Dantas e Eike Batista avançaram sobre nacos importantes do patrimônio do Estado brasileiro.  Quais foram as condições políticas e econômicas que permitiram o surgimento desses personagens?

Luiz Werneck Vianna – O Brasil é um país capitalista.  E esses são empresários audaciosos, jovens, e têm encontrado um terreno favorável a tratativas com o executivo no sentido de fazer negócios de interesse comum.  E nisso ambos parecem que têm se complicado muito.  No entanto, há uma zona de sombra que ainda precisa ser esclarecida.  Meu problema em relação a tudo é essa sucessão de intervenções espetaculosas da Polícia Federal, a mobilização da mídia, do Ministério Público, do Judiciário e da opinião pública para esses fatos.  As questões centrais não são essas.

Com essa cortina espetacular, o mundo continua como dantes.  Nada muda no que se refere à questão agrária, às políticas sociais.  A população anda desanimada, desencantada.  Além disso, o que aparece aqui, que é muito perigoso, é um espírito salvacionista.  Há um “Batman institucional” atuando sobre a nossa realidade.  Esse “Batman” é a Polícia Federal associada ao Ministério Público.  Há elementos muito perigosos aí, de índole messiânica, salvacionista, apolítica, que podem indicar a emergência de uma cultura política fascista entre nós.  Todos esses escândalos e espetáculos atraem a opinião pública como se dependesse da salvação de todos apurar os negócios do Eike Batista e do Daniel Dantas.  Não depende, isso é mentira! Leia o resto do artigo »

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Previdência social: idéias fora de lugar

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

O artigo abaixo remete a forma como as propostas da reforma previdenciária esquecem de associar este problema a maneira como se configura atualmente o mercado de trabalho. O crescimento do trabalho informal associado a diminuição do número de trabalhadores com carteira assinada ao longo da década de 90, acarretou numa desestruturação do mercado de trabalho (ocasionando o barateamento da mão- de- obra). Isso interferiu diretamente no sistema de seguridade social que além de ter a demanda de trabalhadores ativos (com carteira assinada) aumentada, visto que seu rendimento foi reduzido, também teve de atender um maior número de pessoas desempregadas e, portanto dependentes das escassas políticas sociais para atender as suas necessidades básicas. Isso significa dizer que os recursos direcionados a atender as demandas previdenciárias (entre outros benefícios sociais) foram reduzidos, pois incidem diretamente sobre os rendimentos do trabalho. Associar isso a redução cada vez maior dos recursos destinados ao gasto social (graças a política de superávit primário) tem como resultado também a precarização e inexistência de políticas públicas que atendam a população da forma como é exposto constitucionalmente, ou seja, deveria ser responsabilidade do estado garantir o fundamental e básico para a sobrevivência dos cidadãos. O que significa dizer moradia, saúde, educação, lazer, entre outros direitos sociais. A reforma previdenciária envolve muito mais questões de corte social do que parece.

Fonte: Revista Desafios

*André Gambier

Algumas das propostas de reforma da previdência social em discussão nos meios econômicos, sociais e políticos apresentam um foco estrito no próprio sistema previdenciário. Esquecem que os problemas que o afligem radicam, na verdade, no mercado de trabalho – caracterizado por desemprego, informalidade e baixos salários.

Ao longo da década de 1990, o mercado laboral sofreu bastante com o fraco desempenho da economia brasileira.De 1990 a 1999, o PIB cresceu apenas 1,6% ao ano – taxa muito inferior à registrada em décadas anteriores (inferior inclusive à de 1980 – a chamada “década perdida”). Neste contexto de reduzido crescimento, o desemprego explodiu.Nas regiões metropolitanas pesquisadas pela PME/IBGE, que congregam boa parte da população do país, a desocupação aberta dobrou – passou de 4,2% em 1989 para 8,4% em 2000.

A informalidade seguiu pelo mesmo caminho. Levando em conta apenas os assalariados sem carteira assinada das áreas metropolitanas, verifica-se que seu número aumentou em 45,2% no período. Enquanto isso, o contingente de assalariados com carteira diminuiu 21,5%. Leia o resto do artigo »

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Associação Keynesiana do Brasil

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Está no ar o site da Associação Keynesiana do Brasil (AKB), do nosso colaborador Fernando Ferrari. Ligada à Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o endereço virtual é Associação Keynesiana do Brasil

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