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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho, 2008

Felicidade, dos banqueiros e a nossa

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Delfim retrata abaixo que por causa de mudanças na política econômica, ao colocar o Estado e o setor privado nacional no centro do desenvolvimento do País, através do PAC, o presidente resolveu entregar a direção do IPEA ao Márcio Pochmann. E, no entanto, os monetaristas de plantão e seus porta-vozes instalados na mídia não tardaram a chiar contra a mudança e a reforçar, agora, o coro histérico contra Pochmann e sua equipe.

Delfim Netto ressalta o comportamento do colunista Elio Gaspari, da Folha de S. Paulo, que chegou a acusar a nova direção do órgão a praticar a “grosseria” de um “comissariado bolchevique”. Gaspari insurgiu-se contra a correta e oportuna decisão tomada pelo IPEA de suspender a divulgação de projeções macroeconômicas.  Em quase meia página de jornal, o colunista faz questão de não esconder sua preferência por Pedro Malan e Edmar Bacha, entre outros responsáveis pela desastrosa política econômica adotada nos anos FHC, quando o País, literalmente, andou para trás em matéria de crescimento econômico e de distribuição de renda.

O autor também observa que muitos países puderam se desenvolver graças a uma política de juros baixos e fortes investimentos, e sem a radicalidade dos superávits primários que aqui no Brasil ainda verificamos e o uso da ameaça inflacionária como instrumento de terror e de chantagem para manter as medidas vigentes. E que o sistema de “metas de inflação” é apenas uma excrescência artificial inventada para extrair juros dos países periféricos.

Por Antonio  Neto

Publicado no DCI

O sistema de “metas de inflação” é apenas uma excrescência artificial inventada para extrair juros dos países periféricos

Historicamente, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) foi um instrumento de aconselhamento econômico estritamente alinhado às políticas econômicas hegemônicas vigentes. Foi assim durante a ditadura e persistiu  dessa forma nos anos neoliberais, especialmente nos dois governos da administração FHC.

O presidente Lula conviveu com essa situação em seu primeiro mandato, quando prevaleceram algumas dessas políticas baseadas no tripé meta de inflação, juro alto e superávit primário.

Mas, em razão de uma importante mudança nos rumos da política econômica, ao colocar o Estado e o setor privado nacional no centro do desenvolvimento do País, através do PAC, o presidente resolveu entregar a direção do IPEA, na segunda fase de seu governo, a economistas liderados pelo competente professor Márcio Pochmann, da Unicamp, cuja linha de pensamento está totalmente dissociada do conservadorismo monetário reinante no Banco Central.

Os monetaristas de plantão e seus porta-vozes instalados na mídia não tardaram a chiar contra a mudança e a reforçar, agora, o coro histérico contra Pochmann e sua equipe, que resolveram, acertadamente, suspender a divulgação sistemática da Carta de Conjuntura daquele órgão, cuja linha editorial está muito mais alinhada à política do BC do que com o novo IPEA.

Quem mais estrebuchou foi o colunista Elio Gaspari, da Folha de S. Paulo, que chegou a acusar a nova direção do órgão a praticar a “grosseria” de um “comissariado bolchevique”. Um preconceito atroz contra os responsáveis por um dos fatos mais marcantes da história contemporânea, que foi a Revolução Russa de 1917, para ele, certamente, muito mais grave que a política antes praticada pelos tsares. Leia o resto do artigo »

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Medidas para o combate da inflação de alimentos são alienadas e mecanicistas

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

No artigo abaixo, Guilherme Delgado, economista do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – IPEA – escreve sobre as medidas adotadas pelo governo para combater a pressão de preços dos alimentos: elevação da taxa de juros que o Banco Central vem operando e o chamado Plano de Safra Agrícola – 2008/2009.

Para o autor o arranjo de política agrícola está incompleto e a política do Banco Central é contraditória e inadequada para lidar com inflação oriunda de pressão estrutural sobre os alimentos.

Escrito por Guilherme Costa Delgado

Publicado no Correio da Cidadania

Duas medidas de política econômica recentes, adotadas com explícita referência à pressão dos preços dos alimentos, dão o tom e a dimensão da resposta oficial a um problema ainda mal explicado. A primeira classe de medidas (de nítido caráter restritivo ao consumo interno em geral) refere-se à sucessão de elevações da taxa de juros que o Banco Central vem operando desde maio-junho, com promessas de continuidade por todo o segundo semestre. No biênio 2009/2010 também continuaria a mesma política, haja vista a meta inflacionária fixada para estes dois anos (4,5% como centro da meta).

Uma outra medida que também faz referência explícita à elevação dos preços dos alimentos e pretende combatê-la é o chamado Plano de Safra Agrícola – 2008/2009. Este se propõe a incentivar a elevação e recomposição da produção agrícola a partir do segundo trimestre de 2009. Neste entremeio ocorrem decisões econômicas de plantio e colheita, que ainda precisam ser sancionadas pelas condições climáticas.

A recomposição da oferta agrícola, prometida pelo Ministério da Agricultura, revela um problema implícito, carregado nos últimos anos, que é a necessidade de recuperar a produção semi-estagnada das culturas mais diretamente provedoras da cesta básica (arroz, feijão, trigo e milho), todas, à exceção do milho, deslocadas pelo “boom” das exportações primárias. Os produtos agrícolas também revelam níveis praticamente nulos de estoques públicos até o final do ano. Leia o resto do artigo »

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Primeira baixa no Pacto Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Apesar de toda a campanha de espectro nacional no que diz respeito ao fim trabalho escravo (que por incrível que pareça ainda é tema de debates nacionais), um dos maiores grupos do setor de açúcar e álcool do país, Grupo José Pessoa, foi excluído do pacto do qual era signatário. A exclusão do signatário representa a efetividade da criação Pacto, e um avanço principalmente por ser uma das questões levantadas pelo Programa Nacional de Direitos Humanos, criado no governo FHC.

Fonte: Carta Capital

O barato está saindo caro para o Grupo José Pessoa, um dos maiores do setor de açúcar e álcool no País. Na sexta-feira 11, o conglomerado liderado pela Companhia Brasileira de Açúcar e Álcool (CBAA) protagonizou a primeira exclusão de um signatário do Pacto Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil, após duas reincidências verificadas por auditores federais em sete meses.

O que estava ruim ficou pior quando, na terça-feira 15, uma das empresas do grupo, a Agrisul Agrícola Ltda., entrou na lista de empregadores que utilizam trabalho escravo, atualizada semestralmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Quem aparece na lista passa a ter restrições de incentivo fiscal e de operações de crédito em instituições públicas federais, além de sofrer sanções dos signatários do Pacto. De defensor da dignidade a vilão dos direitos humanos em cinco dias. Leia o resto do artigo »

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País envelhece com mais rapidez do que se previa

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Taxa de natalidade atingiu 1,8 filho por mulher em 2006, nível esperado pelo IBGE somente para 2043. Nem mesmo as projeções da ONU indicavam uma taxa abaixo de 2,0 antes de 2010. O Brasil irá possuir mais velhos e menos crianças, impactando as políticas públicas que terão que ser revistas para se adaptar a uma nova estrutura com mais idosos. O envelhecimento mais rápido que o estimado traz desafios ao país. Um deles é aumentar os investimentos em saúde para atender melhor aos idosos. 

A diminuição das taxas de fecundidade traz também oportunidades que podem ser aproveitadas pelo país para acelerar o crescimento econômico e investir mais na infância, afirmam pesquisadores. 

Antes do envelhecimento e da redução da população, o Brasil vai passar por uma janela de oportunidade demográfica que possibilitará uma arrancada do desenvolvimento e um aumento da qualidade de vida, desde que este bônus seja inteligentemente aproveitado. 

Publicado em: Folha Online

Por: ANTÔNIO GOIS

Taxa de natalidade atingiu 1,8 filho por mulher em 2006, nível esperado para 2043.

Com cada vez mais velhos e menos crianças, políticas públicas terão que ser revistas para se adaptar à realidade da população

O envelhecimento populacional brasileiro chegará antes do que se estimava. A divulgação, no início deste mês, da PNDS (Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde) mostrou que o país chegou, em 2006, a uma taxa de fecundidade de 1,8 filho por mulher. O IBGE, em sua estimativa oficial, feita em 2004, previa que esse patamar só seria atingido em 2043.

Nem mesmo projeções da ONU menos conservadoras indicavam uma taxa abaixo de 2,0 antes de 2010. Diante dessa e de outras pesquisas que registraram fecundidade menor, o IBGE revisará suas estimativas.

Mais do que uma simples revisão de um cálculo estatístico, a constatação de que o Brasil terá cada vez mais idosos e menos crianças antes do previsto tem impacto em cálculos de aposentadoria e traz desafios para políticas públicas, que terão que se adaptar a uma estrutura populacional envelhecida.

A demógrafa Elza Berquó, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento e coordenadora da PNDS, lembra que as Pnads (Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios, feitas anualmente pelo IBGE) já indicavam que a fecundidade caía num ritmo mais acelerado do que o estimado pelo instituto.
Em 2004, a taxa chegou ao nível de 2,1 filhos por mulher, patamar que indica tendência de reposição populacional e que, pelas estimativas do IBGE, só seria atingido em 2014. Leia o resto do artigo »

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Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Na próxima terça-feira, 22 de julho, às 17h, no Sindipetro-RJ, acontece a plenária do Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás

Publicado na Agência Petroleira de Notícia

Na próxima terça-feira, 22 de julho, às 17h, no Sindipetro-RJ (Av. Passos, 34, Centro do Rio), acontece a plenária do Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás. Depois de um período de reorganização após o grande ato-show realizado mês passado, a idéia é retomar com todo o ímpeto a luta pelo cancelamento dos leilões das áreas promissoras de petróleo e gás.

Algumas organizações sociais e cidadãos dos diferentes cantos do Rio de Janeiro têm entregue na sede do Sindipetro listas de abaixo-assinado preenchidas. Mas isso ainda não se dá de forma sistemática e organizada. Até o momento, poucos movimentos se conscientizaram da importância dessa frente de luta, ainda mais no momento em que a Petrobrás bate recordes de produção, o preço do petróleo não pára de subir e novas áreas de exploração são descobertas.

O Fórum se constituiu com o propósito de impedir que essas riquezas naturais do nosso sub-solo fossem entregues ao capital privado, seja ele nacional ou estrangeiro. Pelo contrário, defendem que todo o ganho da atividade petrolífera em território nacional seja revertido em patrimônio público, em benefícios para o povo brasileiro. Leia o resto do artigo »

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Estado do Rio atrai investimento recorde

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

Ao se analisar a relação de empreendimentos previstos para o Rio, a Petrobras se situa como o principal investidor. Sozinha, estima a Secretaria de Desenvolvimento, a empresa deve desembolsar US$ 24,5 bilhões no estado em projetos de petróleo até 2010. A companhia também é a principal investidora do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

O estado se transformará na capital da petroquímica da América Latina. A Firjan estima que o empreendimento aumente em 300% a produção de plásticos no estado, com impacto de até 7% sobre o PIB fluminense.

Publicado em: Gazeta Online (restrito a assinantes)

Por: Ana Cecília Americano

O Estado do Rio de Janeiro deverá se transformar num imenso canteiro de obras nos próximos dois anos. São esperados investimentos públicos e privados que variam de R$ 107 bilhões, segundo levantamentos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a R$ 122 bilhões, de acordo com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços. Lideram os investimentos os setores de petróleo e gás, siderurgia, petroquímica e logística.

“Este é o melhor momento em trinta anos para o Brasil e, em particular, para o Rio de Janeiro”, afirma Ernani Torres, superintendente da área de pesquisa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Não tivemos um ciclo de investimento público como o que estamos vendo hoje desde Carlos Lacerda”, afirma Julio Bueno, secretário estadual de Desenvolvimento. “Estamos fazendo hoje no Rio de Janeiro o maior investimento da história da ThyssenKrupp em todo o mundo”, diz Rodrigo Tostes, diretor comercial da siderúrgica multinacional.

“Esse fenômeno está consistente com as projeções que fazemos para o Brasil”, afirma Torres. Segundo ele, o investimento no País deverá chegar a 21% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2010. Para o economista, alguns investimentos simplesmente estão dados, ainda que indicadores da economia variem negativamente. É o caso dos setores de capital intensivo, a exemplo do petróleo. E, no Rio de Janeiro, ocorre a feliz coincidência de o grosso do petróleo da bacia de Campos estar situado bem em frente ao estado.

O mesmo ocorre com os setores de extração mineral e siderurgia. “O Brasil deverá dobrar sua capacidade de produção de aço em 5 anos e o investimento virá para cá, com a economia indo bem ou mal, com altas ou baixas taxas de juros”, aposta Torres. Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan, enxerga a vocação logística do estado como outro fator decisivo para o novo ciclo de investimentos em curso. “No Rio, se você colocar o compasso no centro do estado e rodá-lo num raio de 500 quilômetros, ele incluirá quase 70% do PIB do País, incluindo São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.” Vieira acredita que a infra-estrutura do estado é a mais lógica para escoar mercadorias do Centro-Oeste, Minas Gerais e São Paulo. “O porto de Santos tem suas limitações físicas e somos uma alternativa econômica atraente”, resume. Leia o resto do artigo »

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Polêmicas da semana: Arrecadação federal sobe e bate recorde, o superávit da balança comercial cai, Celso Amorim, Rodada Doha, Bovespa, Prejuízo do Wachovia, IRI, Lula e a PF, ACM Neto

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz e Katia Alves

Economia

  • Na Rodada Doha Brasil tentar garantir acordo de biodiversidade. Neste está previsto que ao explorar os recursos naturais de uma determinada região, as empresas devem especificar no rótulo qual a origem da matéria-prima. Clique aqui para ler
  • A Bovespa conseguiu garantir a alta na segunda-feira graças as ações da Vale e da Petrobrás que foram as mais negociadas. Clique aqui para ler
  • O banco americano Wachovia, um dos maiores do país, teve um prejuízo de mais de 8 bilhões de dólares no segundo trimestre. O prejuízo é resultado da inadimplência das hipotecas, motivo pelo qual teve de aumentar reservas para cobrir as perdas, além dos encargos. Clique aqui para ler
  • A arrecadação de impostos e contribuições cresceu 10,43% no primeiro semestre de 2008 e atingiu novo recorde. Mesmo com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), a Receita Federal arrecadou R$ 333,208 bilhões. Somente no mês de junho foram R$ 55,747 bilhões, aumento de 7,11% em relação ao mesmo mês do ano passado. Para ler mais clique aqui
  • O superávit da balança comercial caiu para US$ 459 milhões na terceira semana de julho, resultado de exportações de US$ 4,36 bilhões, com média diária de US$ 872 milhões, e importações de US$ 3,9 bilhões, com média de US$ 780 milhões. Para ler mais clique aqui

Política

  • O Instituto Republicano Internacional (IRI) principal grupo americano de influencia para reformas políticas dos EUA, além de ter participado da derrubada do presidente do Haiti e da retirada de Chávez do poder por algumas horas, esteve no Brasil num seminário promovido com investimento americano com o objetivo de incentivar uma reforma política brasileira. Clique aqui para ler
  • O caso Dantas ainda gera novas polêmicas no país. Desta Lula discursa sobre a necessidade de restauração da hierarquia da Polícia Federal, considerando o posicionamento do delegado Protógenes diante de seus superiores. Lula ainda revela sua insatisfação a respeito da conduta do delegado no processo investigativo. Clique aqui para ler
  • Parece que o coronelismo irá permanecer na Bahia. Segundo pesquisa feita em Salvador, ACM Neto lidera as intenções de voto entre os candidatos para a prefeitura. Clique aqui para ler
  • A representante comercial dos EUA, Susan Schwab, desfez hoje a imagem de que o comentário do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, sobre o chefe da propaganda nazista, Joseph Goebbels serviria para desviar a atenção do foco, que é a retomada das negociações da Rodada Doha. Para ler mais clique aqui
  • O governo brasileiro alerta que os Estados Unidos estão usando as declarações do chanceler Celso Amorim sobre o nazismo para tentar enfraquecer a posição do Itamaraty nas negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC). No sábado, Amorim acusou os países ricos de estarem usando técnicas de desinformação dos nazistas nas negociações. Para ler mais clique aqui

Leia mais destaques da semana:

Resumo Diário – 21/07/2008

Polêmicas da semana passada

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Petroleiros param na Bacia de Campos e preparam greve nacional

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

A greve dos petroleiros da Bacia de Campos desencadeou na categoria um forte movimento nacional, de apoio aos trabalhadores embarcados do Norte Fluminense. As mobilizações caminham para uma greve nacional, que reivindicam avanços na negociação do pagamento da PLR.

Os sindicatos irão se reunir nesta segunda-feira, para avaliar as mobilizações durante a jornada de lutas.

Fonte: Agência Petroleira Nacional

A greve dos petroleiros da Bacia de Campos, de 14 a 18 de julho, desencadeou na categoria um forte movimento nacional, de apoio aos trabalhadores embarcados do Norte Fluminense, com destaque para uma jornada de lutas, nos dias 17 e 18, que teve a participação dos 22 sindicatos, das bases da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e da Frente Nacional Petroleira (FNP). As mobilizações caminham para uma greve nacional, que tem como uma das principais reivindicações avanços na negociação do pagamento da PLR – Participação nos Lucros e Resultados. Nos últimos anos, os valores pagos aos trabalhadores não chegam a 13% dos dividendos distribuídos aos acionistas da empresa.

Os sindicatos que integram a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP) vão se reunir no Rio de Janeiro, na segunda-feira, 21, às 14, para avaliar as mobilizações durante a jornada de lutas (dias 17 e 18/7). Nas bases do RJ, as assembléias estão votando pela unificação das lutas, instalação da mesa única de negociação com a empresa e assembléia permanente, estado de greve, PLR de 25% e igual para todos e total solidariedade aos petroleiros em greve na Bacia de Campos.

O jornal do Sindipetro-RJ divulgou o quadro mobilizações nos sindicatos da FNP: Leia o resto do artigo »

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