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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho, 2008

A Rodada de Doha e o pós-neoliberalismo

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Heldo Siqueira

A reunião de abril da Rodada de Doha, em Cingapura, já havia fracassado em estabelecer um acordo que agradasse os diversos interesses internacionais. Na verdade, observamos um recrudescimento da disposição, em nível global, dos agentes em liberalizar seus mercados. Talvez a principal modificação nesse cenário esteja em uma nova atitude dos países em desenvolvimento, em relação ao foco das discussões. Segundo o Ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim:

Não somente porque é uma questão de justiça, e sim por uma razão histórica, já que as negociações comerciais de outras rodadas passadas sempre se concentraram em produtos manufaturados e os bens agrícolas ficaram relegados para trás.(1)

Na tentativa de dar segmento às negociações, os americanos vieram para a atual reunião, em Genebra, com uma proposta uma proposta de reduzir o teto para subsídios agrícolas para US$ 15 bilhões. Os representantes brasileiros esperavam um limite de US$ 13 bilhões para seguimento às negociações. Por outro lado, a proposta dos países desenvolvidos de aumentar os produtos sensíveis, aqueles sobre as quais as reduções tarifárias seriam menores, mas cujas quotas de importação seriam elevadas, parece ser contraproducente ao avanço das negociações. Para Amorim, as negociações ainda estão no início, de forma que ainda há muito o que avançar. (2)

O fato concreto é que há, em nível global, um arrefecimento dos fluxos comerciais. Segundo dados do “International Centre for Trade and Sustaintable Development” a ampliação do comércio mundial caiu de 8,5% em 2006, para 5,5% em 2007 e deve diminuir para 4,5% em 2008. (3) Parece que está havendo um refluxo no processo de liberalização dos mercados internacionais. A expressão utilizada pelo presidente do IPEA, Márcio Pochmann, que definiu o momento atual como o pós-neoliberalismo, parece ser útil para entendermos o rumo das negociações comerciais. Ou seja, o espaço para novas liberalizações dos mercados, em nível global, pode estar no limite, e o fracasso da Rodada de Doha pode ser um sintoma importante.

(1) -Celso Amorim acha possível concluir rodada de Doha em 2008
(2) – EUA oferecem reduzir teto de subsídios agrícolas a US$ 15 bilhões, mas Brasil acha insuficiente
(3) – entre-o-comercio-e-o-desenvolvimento-sutentavel

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Quantidade sem qualidade

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

David Kupfer observa no artigo a seguir que pela primeira vez desde a estabilização monetária de 1994, pode-se observar a trajetória da indústria brasileira na perspectiva temporal de uma década.

Kupfer afirma que de 1996 a 2006, a parcela dos salários nas receitas caiu, como resultado da redução do salário médio real, e não do aumento da produtividade e que a evolução dos custos das operações industriais foi bastante desfavorável, tendo crescido 47% na década em questão. Com isso, o peso dos custos de produção (inclusive salários) saiu de 61% do valor das receitas em 1996 para 69% em 2006, certamente contribuindo para o achatamento das margens da atividade industrial.

A paisagem descortinada pela série de dados da PIA desde então até 2006 revela que não há mudanças estruturais muito visíveis, nem mesmo na linha do horizonte. Se os dados não deixam dúvida de que o tamanho da indústria aumentou no período, são igualmente bastante enfáticos em mostrar que não houve uma melhoria significativa da qualidade dessa indústria.

E finaliza ressaltando que “esse quadro somente deverá se modificar quando entrar em cena um regime competitivo completamente distinto do que predominou no período analisado, no qual prevaleça um nível de proteção efetiva variável para a indústria, pragmaticamente ajustado de acordo com a capacidade de resposta das empresas e firmemente apoiado em uma taxa de câmbio competitiva e em uma ativa política industrial pró-inovação”.

Publicado originalmente no Valor

Por David Kupfer

Com a recente divulgação pelo IBGE da edição 2006 da Pesquisa Industrial Anual (PIA), a série de informações estruturais sobre a indústria brasileira atingiu, enfim, seu décimo ano de cobertura após a quebra do encadeamento com os dados anteriores, causada pela profunda revisão metodológica introduzida em 1996. Com isso, pela primeira vez desde a estabilização monetária de 1994, pode-se observar a trajetória da indústria brasileira na perspectiva temporal de uma década, intervalo que os economistas concordam em estabelecer como mínimo para propiciar análises estruturais mais robustas. Ainda que baseada em alguns poucos indicadores agregados, pois mais não caberia no curto espaço dessa coluna, uma primeira exploração dos novos números da PIA mostra um leque de transformações experimentadas pela indústria brasileira, algumas já amplamente percebidas, outras nem tanto, todas sugestivas de que esses 10 anos não foram exatamente benevolentes com a atividade industrial no país.

Aplicando-se deflatores setoriais, estimados a partir dos dados do IPA-FGV, para o conjunto da indústria extrativa e de transformação, exclusive petróleo (extração e refino), constata-se que, em relação a 1996, as receitas das empresas industriais em 2006 estavam 32% maiores em termos reais, montante satisfatório se comparado ao obtido na década anterior, mas irrisório se anteposto ao desempenho alcançado por diversos países emergentes. Leia o resto do artigo »

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Oportunidades e ofertas de emprego, estágios e concursos públicos

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego, estágios e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.

CONCURSO

A PETROBRAS TRANSPORTE S.A. – TRANSPETRO, subsidiária da PETROBRAS, comunica a abertura de processo seletivo público para provimento de vagas e formação de cadastro de reservas mediante condições estabelecidas no edital.

EMPREGOS

Supermercado Zona Sul: 50 vagas

Há oportunidades para atuação em todas as unidades da rede, nos departamentos de Peixaria e Prevenção de Perdas. As vagas em aberto são para os cargos de atendente de prevenção de perdas (38 chance ) e balconista de peixaria (12).

Candidatos às vagas de atendente devem ter, pelo menos, ensino médio completo, conhecimentos de informática e experiência em prevenção de perdas ou recebimento de mercadorias. Já para a função de balconista, é necessário apresentar ensino fundamental completo, experiência e
disponibilidade para trabalhar em horário noturno, até meia-noite.

A empresa fará processo seletivo em duas etapas. Os candidatos passarão por testes e, em seguida, farão uma entrevista. Quem for contratado terá direito a vale-transporte, assistência médica extensiva a dependentes e três refeições diárias. Leia o resto do artigo »

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Politicômetro

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Por Paulo Metri

Tenho alguns comentários sobre o teste do “politicômetro” da revista Veja. Parece ser, à primeira vista, um teste ingênuo para, através da emissão da opinião do testando, “situá-lo no campo das liberdades individuais e da relação entre o estado e a economia”, segundo as palavras da revista.

Ela procura dar um respaldo técnico ao teste, ao dizer que “Com a ajuda do sociólogo Alberto Almeida, Veja preparou um questionário com vinte perguntas.” Assim, eu imagino que eles querem transmitir para os testandos que seria um teste isento e confiável.

A Veja continua, buscando atiçar a curiosidade do futuro testando ao dizer: “Assim que terminar de respondê-las, você saberá a sua posição política em um quadrante que tem como eixos os extremos esquerda-direita e liberal-antiliberal.” Quem não fica curioso em saber quais são as perguntas confeccionadas por um especialista e tão marcantes que permitem classificar as pessoas? Alem disso, as pessoas se perguntam como elas serão avaliadas. Notar que é natural ter estas reações.

Entretanto, minhas observações sobre este teste são as seguintes:
O conjunto de perguntas e a forma de apresentação das mesmas não compõem o conjunto mais adequado para a avaliação do posicionamento político das pessoas. Por exemplo, existe uma pergunta, que cita o MST, querendo avaliar se o testando dá valor ao direito de propriedade, sem lembrar sobre a função social que a propriedade deve representar. Por outro lado, não há uma pergunta que busque testar a aprovação do Bolsa Família, por estar proporcionando às pessoas comerem mais, ou seja, não se busca saber como o testando se posiciona com relação ao direito à vida.

O conjunto de perguntas serve também como propaganda dos temas que a revista quer que sejam debatidos e serve para enterrar temas que ela quer esconder do debate. Por exemplo, por que ela não fez uma pergunta sobre o fato de entes privados serem os grandes concessionários dos meios de comunicação de massa no Brasil, os quais não têm a isenção necessária para promoverem um verdadeiro debate público de idéias. Leia o resto do artigo »

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Economia deve desacelerar

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

João Sicsú, diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea -, acredita que a alta dos preços deste ano vai reduzir o ritmo de crescimento. E se Banco Central contiver a taxa de juros poderá haver continuidade de crescimento dos investimentos.

Para Sicsú, a inflação excluindo o item alimentos, “está até muito bem comportada” em relação ao ano passado. Ela se torna preocupante, no entanto, particularmente por causa do efeito sobre as camadas mais pobres da população, que estão com a cesta de consumo “a preço bastante elevado”.

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Apesar de a inflação estar dando pequenos sinais de recuo, a tendência é que a alta de preços neste ano, em relação aos índices de 2007, provoque redução no ritmo de crescimento da economia, segundo avaliação do diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsu.

Ele acredita, porém, que o País vai continuar contando com crescimento dos investimentos, se o Banco Central contiver as elevações na taxa de juros básicos da economia (a Selic). Do contrário, deverão cair os investimentos a partir de 2009, com crescimento menor da economia e menor oferta de emprego. No momento, os investimentos estão crescendo em ritmo acima do próprio PIB.

Em entrevista ao programa “Revista Brasil”, da Rádio Nacional, Sicsu falou sobre o documento Carta de Conjuntura, que o Ipea vinha editando a cada três meses e que registrou recuo da inflação nas últimas semanas, em relação aos demais períodos do ano. Ele destacou o desempenho do item alimentação como principal responsável pela alta da inflação nos últimos meses. Leia o resto do artigo »

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Documentário rompe com silêncio sobre os anos de chumbo:sessão gratuita, dia 24, no Sindipetro-RJ

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado no Agência Petroleira de Notícias

“A Grande Partida: Anos de Chumbo”, documentário que reúne depoimentos de sobreviventes da ditadura militar, será exibido, em sessão especial, gratuita, no auditório do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro-RJ), na próxima quinta, 24/7, às 18h30.  O sindicato fica na Avenida Passos, 34, no Centro do Rio.

O privilégio de ceder as instalações para uma das primeiras sessões do filme recém lançado pelo diretor Peter Cordenonsi se justifica. O filme é baseado no livro do mesmo nome, de autoria do ex-preso político, atualmente diretor do Sindipetro-RJ, Francisco Soriano. Comovente, mais do que uma reflexão sobre os anos de chumbo, fica a lição de força e coragem daqueles que sobreviveram aos porões da ditadura. Como Cecília Coimbra, do Grupo Tortura Nunca Mais:

“Quando a gente quebra o silêncio, a gente quebra o esquecimento. A gente afirma de valeu à pena” – ensina Cecília. Para Soriano, filme e livro representam “uma renovação da esperança e um chamamento à luta pela emancipação do povo e da nossa Nação”. Leia o resto do artigo »

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Campeões de audiência

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado originalmente na Revista IstoÉ

Por Mino Pedrosa e Luiza Villame

A cena acima aconteceu às 16 horas da terça-feira 15 no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Foi vendida à opinião pública como um pacto construtivo entre Executivo e Judiciário para melhorar tecnicamente a investigação mais explosiva dos últimos tempos. Na prática, o encontro entre o ministro Tarso Genro, da Justiça, e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que passaram a semana anterior às turras por conta da “espetacularização” da ação da PF e do uso de algemas nos presos da Operação Satiagraha, só ajudou na defesa de Daniel Dantas. Na segunda-feira 14, 22 horas antes da reunião dos ministros, o delegado Protógenes Queiroz, responsável pelas investigações, foi convocado para uma reunião de emergência, no gabinete do superintendente da PF em São Paulo. Disseram que seria uma reunião para analisar a operação e traçar os passos seguintes da investigação. Não foi o que ocorreu. O encontro, do qual participaram dez delegados, foi conduzido por Roberto Ciciliati Troncon Filho, diretor de Combate ao Crime Organizado, que desembarcou de Brasília como representante da cúpula da Polícia Federal junto com o chefe imediato de Protógenes, Paulo de Tarso Teixeira, da Divisão de Combate aos Crimes Financeiros. A reunião durou três horas e foi marcada por queixas, destemperos e acusações. Respaldado pelo ministro Tarso Genro, Troncon não mediu palavras ao apontar os erros cometidos no decorrer da operação. Criticou o fato de Protógenes ter recorrido à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) à revelia dos superiores. Condenou o vazamento de informações para uma emissora de tevê e a resistência do delegado em relatar o andamento e as descobertas feitas durante as investigações, deixando o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, à margem dos acontecimentos.

Protógenes chegou a se desculpar, mas diante das pressões reagiu também de forma destemperada. Afirmou que na semana anterior se recusara a informar quais seriam os nomes e os alvos da operação porque temia vazamentos e disse com todas as letras que não confiava “nem em São Paulo nem em Brasília”. Em seguida, Protógenes comunicou que deixaria as investigações para se dedicar a um curso de aperfeiçoamento profissional. A delegada Karina Murakami Souza, que integrava a equipe de Protógenes, chegou a chorar diante das pressões. O delegado Carlos Eduardo Pelegrine, recentemente incorporado ao grupo, não continha o nervosismo. No final da reunião, os dois também pediram para deixar o caso.

Enquanto Protógenes recebia a reprimenda de seus superiores, alguns dos mais renomados advogados do País se reuniam, em um edifício na Vila Madalena, em um ato de desagravo ao ministro Gilmar Mendes, que concedeu dois habeascorpus seguidos ao banqueiro Daniel Dantas. Depois do encontro, 150 advogados tornaram pública uma carta de apoio ao ministro. A poucos quilômetros dali, aproximadamente 400 juízes federais e procuradores da República manifestavam solidariedade ao juiz Fausto Martin De Sanctis, que determinou as duas prisões do banqueiro. O problema de Gilmar Mendes começou, na verdade, há três anos, quando o Supremo resolveu manter o privilégio do recesso em julho, regalia que foi retirada das instâncias inferiores da Justiça. Com isso, coube apenas a ele julgar os habeas- corpus impetrados pela defesa de Dantas. Em agosto, o mérito desses mesmos habeas-corpus serão analisados pelo pleno do STF. Se a decisão de Gilmar Mendes for mantida pela maioria dos outros dez ministros, ele provará que está com a razão. Se perder, ficará caracterizada uma fissura jamais vista no Poder Judiciário. Caso vença por pequena diferença de votos, ficará caracterizada uma divisão no tribunal que terá pela frente o desafio de julgar os desdobramentos dessa operação. Leia o resto do artigo »

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GM cria parcerias para carro elétrico

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A General Motors (GM) anunciou nesta terça-feira (22) parcerias com empresas americanas e canadenses para acelerar o desenvolvimento de veículos elétricos.

A montadora e o Instituto de Pesquisa de Energia Elétrica (EPRI, em sua sigla em inglês) farão um trabalho conjunto para desenvolver o Chevrolet Volt (foto).

O carro elétrico está em fase final de desenvolvimento e deve começar a ser vendido no final de 2010.

Jon Lauckner, vice-presidente da GM para o Programa Global de Gestão, afirmou através de um comunicado que espera fazer com que o mundo deixe de ser dependente do petróleo. “Junto com EPRI e as companhias elétricas podemos fazer com que nossa nação e o mundo abandonem a dependência do petróleo”, disse.

Além do Volt, a GM quer produzir uma versão elétrica sem tomada do Saturn Vue.

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