No ranking do “Índice Big Mac”, o Real é a sexta moeda mais valorizada do mundo
Escrito por lucianasergeiro, postado em 29 dEurope/London julho dEurope/London 2008
Por: Luciana Sergeiro
A revista The Economist realizou um levantamento para ver a qual a moeda mais valorizada no
mundo, utilizou como o critério o valor do lanche para estabelecer a paridade de poder de compra entre os países. No Brasil, o Big Mac sai por US$ 4,73 mostrando que o Brasil tem o sétimo sanduíche mais caro do mundo em dólares. O mais caro é vendido na Noruega, que é o dobro do cobrado no EUA. Já a Malásia vende o Big Mac mais barato do mundo. O produto-símbolo da proliferação da cultura do fast-food é considerado um bom termômetro de quanto o consumidor de cada local pode comprar com US$ 1.
Publicado em: Em Tempo Real
A moeda brasileira é a sexta mais valorizada do mundo frente ao dólar – pelo menos no ranking do “Índice Big Mac”, que usa o valor do lanche para estabelecer a paridade de poder de compra entre os países. O mesmo levantamento, feito pela revista britânica The Economist, mostra que o Brasil tem o sétimo sanduíche mais caro do mundo em dólares, atrás apenas de países europeus.
Por aqui, o Big Mac sai por US$ 4,73, segundo a revista. Já o lanche mais caro é vendido na Noruega por US$ 7,88 – mais do dobro do valor cobrado no país original do sanduíche, os Estados Unidos, de US$ 3,57.
Quem quiser comer o maior número de sanduíches com o mesmo dinheiro deve ir para a Ásia: o Big Mac mais barato do mundo é vendido na Malásia, por US$ 1,70. Em Hong Kong, sai um centavo mais caro.
O índice Big Mac é usado pela The Economist – uma das mais respeitadas publicações de economia e negócios do mundo – desde 1986 para comparar o poder de compra de cada moeda. Por estar presente em mais de 120 países, o produto-símbolo da proliferação da cultura do fast-food é considerado um bom termômetro de quanto o consumidor de cada local pode comprar com US$ 1.










