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Blog do Desemprego Zero

Estado do Rio atrai investimento recorde

Escrito por lucianasergeiro, postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por: Luciana Sergeiro

Ao se analisar a relação de empreendimentos previstos para o Rio, a Petrobras se situa como o principal investidor. Sozinha, estima a Secretaria de Desenvolvimento, a empresa deve desembolsar US$ 24,5 bilhões no estado em projetos de petróleo até 2010. A companhia também é a principal investidora do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

O estado se transformará na capital da petroquímica da América Latina. A Firjan estima que o empreendimento aumente em 300% a produção de plásticos no estado, com impacto de até 7% sobre o PIB fluminense.

Publicado em: Gazeta Online (restrito a assinantes)

Por: Ana Cecília Americano

O Estado do Rio de Janeiro deverá se transformar num imenso canteiro de obras nos próximos dois anos. São esperados investimentos públicos e privados que variam de R$ 107 bilhões, segundo levantamentos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a R$ 122 bilhões, de acordo com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços. Lideram os investimentos os setores de petróleo e gás, siderurgia, petroquímica e logística.

“Este é o melhor momento em trinta anos para o Brasil e, em particular, para o Rio de Janeiro”, afirma Ernani Torres, superintendente da área de pesquisa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Não tivemos um ciclo de investimento público como o que estamos vendo hoje desde Carlos Lacerda”, afirma Julio Bueno, secretário estadual de Desenvolvimento. “Estamos fazendo hoje no Rio de Janeiro o maior investimento da história da ThyssenKrupp em todo o mundo”, diz Rodrigo Tostes, diretor comercial da siderúrgica multinacional.

“Esse fenômeno está consistente com as projeções que fazemos para o Brasil”, afirma Torres. Segundo ele, o investimento no País deverá chegar a 21% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2010. Para o economista, alguns investimentos simplesmente estão dados, ainda que indicadores da economia variem negativamente. É o caso dos setores de capital intensivo, a exemplo do petróleo. E, no Rio de Janeiro, ocorre a feliz coincidência de o grosso do petróleo da bacia de Campos estar situado bem em frente ao estado.

O mesmo ocorre com os setores de extração mineral e siderurgia. “O Brasil deverá dobrar sua capacidade de produção de aço em 5 anos e o investimento virá para cá, com a economia indo bem ou mal, com altas ou baixas taxas de juros”, aposta Torres. Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan, enxerga a vocação logística do estado como outro fator decisivo para o novo ciclo de investimentos em curso. “No Rio, se você colocar o compasso no centro do estado e rodá-lo num raio de 500 quilômetros, ele incluirá quase 70% do PIB do País, incluindo São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.” Vieira acredita que a infra-estrutura do estado é a mais lógica para escoar mercadorias do Centro-Oeste, Minas Gerais e São Paulo. “O porto de Santos tem suas limitações físicas e somos uma alternativa econômica atraente”, resume.

O secretário estadual do Desenvolvimento concorda. “O preço internacional das commodities como petróleo e minério de ferro devem impactar diretamente o Brasil”, acredita. Bueno frisa a importância da siderurgia para o desenvolvimento local. “O Brasil exporta hoje 25% do minério de ferro do mundo e apenas 3% do aço. Chegou o momento de se agregar valor a essa cadeia”, acredita. E a questão da logística garante ao estado uma condição privilegiada. “O Rio conta com estradas de ferro que vêm da zona de exploração e que chegam aos portos, além de rodovias”, resume, apontando o mapa de BRs que recorta o estado, como a 101 (Rio-Santos), 116 (Presidente Dutra), 040 (Rio-Belo Horizonte), 116 (Rio-Bahia) e 101 Norte (Rio-Espírito Santo).

Ao se analisar a relação de empreendimentos previstos para o Rio, a Petrobras se situa como o principal investidor. Sozinha, estima a Secretaria de Desenvolvimento, a empresa deve desembolsar US$ 24,5 bilhões no estado em projetos de petróleo até 2010. A companhia também é a principal investidora do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), no município de Itaboraí, com aportes estimados em US$ 8 bilhões. Nele, a Petrobras produzirá resinas termoplásticas e combustíveis a partir do processamento de cerca de 150 mil barris/dia de óleo pesado. O início da operação está prevista para 2012.

“As pessoas ainda não se deram conta do tamanho do presente que a Petrobras e o governo federal estão dando para este estado”, comenta Torres, do BNDES. “O estado se transformará na capital da petroquímica da América Latina”, acrescenta. A Firjan estima que o empreendimento aumente em 300% a produção de plásticos no estado, com impacto de até 7% sobre o PIB fluminense.

Em São João da Barra, no norte fluminense, a MMX Minas-Rio, do Grupo EBX, está investindo US$ 1,6 bilhão para a construção do superporto do Açu, com o conceito de porto-indústria, que compreende uma zona industrial para a transformação de produtos e a chamada retroárea do porto, para facilitar a logística de exportação de 26,6 milhões de toneladas de minério de ferro já em 2011. Esse volume deverá chegar a 53,2 milhões de toneladas em 2014, informa a empresa.

Por ali, também serão escoadas outras cargas. Haverá capacidade para 11,3 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos por ano; 4 milhões de toneladas de carga geral e outro 1,5 milhão de toneladas de granito. Em paralelo, um terminal de granéis líquidos movimentará 4 milhões de metros cúbicos ao ano de gás natural liquefeito (GLN). Outra empresa do grupo EBX, a MPX, deverá construir ali uma unidade termelétrica de 2.100 MW, com investimento de US$ 4,1 bilhões.

Um investimento importante também é o da ThyssenKrupp, a CSA Companhia Siderúrgica, em parceria com a Vale, de 3,5 bilhões de Euros ou R$ 9 bilhões. A empresa está construindo outro complexo, dentro do município do Rio de Janeiro, num espaço que compreende duas vezes a área de Leblon, Ipanema e Copacabana. Nesse espaço, 22 mil trabalhadores erguem hoje uma aciaria, uma usina de tratamento de água, um gasômetro (que reúne os gases liberados na siderurgia), uma usina termoelétrica de 490 MW (que queima esses mesmos gases), um forno industrial, uma ponte de 3,5 quilômetros sobre a Baía de Sepetiba e um porto com profundidade de 14,5 metros.

A Votorantim Metais constrói na cidade de Resende sua segunda usina siderúrgica no Brasil, com capacidade para produzir um milhão de toneladas de aços longos por ano. O empreendimento será dividido em duas etapas, de 500 mil toneladas anuais cada, e demandará investimentos de R$ 850 milhões na primeira fase e R$ 150 milhões na segunda.

Outro porto está saindo do papel no estado: o do Sudeste, outro empreendimento da LLX Logística, na cidade de Itaguaí, com R$ 580 milhões. Está em andamento o projeto do Porto do Rio -Século XXI, com a reestruturação dos acessos marítimo, rodoviário e ferroviário. Nele, a Firjan estima que serão investidos pela iniciativa privada até R$ 130 milhões, afora outros R$ 220 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Para Vieira, da Firjan, além dos aspectos econômicos que favorecem o estado, há um dado novo, de caráter político, que contribui decisivamente para a nova realidade do estado. “Temos a sorte de, depois de décadas, contarmos com um governo de estado alinhado com o governo federal. E isso contribui decisivamente para um bom ambiente de negócios”, garante. Tostes, da ThyssenKrupp CSA.



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