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Blog do Desemprego Zero

Economia deve desacelerar

Escrito por Katia Alves, postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por Katia Alves

João Sicsú, diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea -, acredita que a alta dos preços deste ano vai reduzir o ritmo de crescimento. E se Banco Central contiver a taxa de juros poderá haver continuidade de crescimento dos investimentos.

Para Sicsú, a inflação excluindo o item alimentos, “está até muito bem comportada” em relação ao ano passado. Ela se torna preocupante, no entanto, particularmente por causa do efeito sobre as camadas mais pobres da população, que estão com a cesta de consumo “a preço bastante elevado”.

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Apesar de a inflação estar dando pequenos sinais de recuo, a tendência é que a alta de preços neste ano, em relação aos índices de 2007, provoque redução no ritmo de crescimento da economia, segundo avaliação do diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsu.

Ele acredita, porém, que o País vai continuar contando com crescimento dos investimentos, se o Banco Central contiver as elevações na taxa de juros básicos da economia (a Selic). Do contrário, deverão cair os investimentos a partir de 2009, com crescimento menor da economia e menor oferta de emprego. No momento, os investimentos estão crescendo em ritmo acima do próprio PIB.

Em entrevista ao programa “Revista Brasil”, da Rádio Nacional, Sicsu falou sobre o documento Carta de Conjuntura, que o Ipea vinha editando a cada três meses e que registrou recuo da inflação nas últimas semanas, em relação aos demais períodos do ano. Ele destacou o desempenho do item alimentação como principal responsável pela alta da inflação nos últimos meses. Segundo ele, em 12 meses até maio os preços desses produtos, isoladamente, subiram 14,6%, enquanto os demais itens que compõem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiram no período a uma média de 3,2%. Para Sicsu, isso mostra que a inflação, excluindo o item alimentos, “está até muito bem comportada” em relação ao ano passado. Ela se torna preocupante, no entanto, particularmente por causa do efeito sobre as camadas mais pobres da população, que estão com a cesta de consumo “a preço bastante elevado”. Na opinião do especialista, o cenário daqui para a frente poderá se tornar mais positivo no que diz respeito à agricultura nacional, em razão dos incentivos que o governo está dando para aumentar a produção e a produtividade no campo. Com isso a oferta de alimentos deverá crescer no segundo semestre, prevê.



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