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	<title>Comentários sobre: Brasil está à beira de ser superpotência, diz &#8220;FT&#8221;</title>
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		<title>Por: Blog do Desemprego Zero &#187; Blog Archive &#187; Brasil superpotência ??</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/07/brasil-esta-a-beira-de-ser-superpotencia-diz-ft/comment-page-1/#comment-2261</link>
		<dc:creator>Blog do Desemprego Zero &#187; Blog Archive &#187; Brasil superpotência ??</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 00:02:14 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Brasil está à beira de ser superpotência, diz &quot;FT&quot; (2) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Brasil está à beira de ser superpotência, diz &quot;FT&quot; (2) [...]</p>
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		<title>Por: Rodrigo L. Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/07/brasil-esta-a-beira-de-ser-superpotencia-diz-ft/comment-page-1/#comment-2218</link>
		<dc:creator>Rodrigo L. Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:46:26 +0000</pubDate>
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		<description>Há luz no fim do túnel? O que há de liquidez na econômica real brasileira vem sendo enxugado pelo viés de alta da Selic, a taxa básica de juros. Claro que o rentier tupiniquim não tem do que reclamar. (Ele inclusive torce desesperadamente para que o FED eleve a taxa básica de juros norte-americana.) Afinal, basta observar o seu peso nos agregados monetários contabilizados pelo BCB. A perspectiva do “fim da história” dos neoliberais, por sua vez, alega que o Brasil e os demais países da denominada América Latina deveriam se pautar nas tradicionais vantagens comparativas estáticas da região.

Em mais um artigo n’O Globo, Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia 2001, afirma: “O mundo não tem sido bom para o neoliberalismo, este apanhado de idéias baseado na noção fundamentalista de que os mercados são autocorrigíveis, alocam recursos de forma eficiente e atendem bem ao interesse público. Embora os neoliberais não queiram admiti-lo, sua ideologia não passou em outro teste. Ninguém pode argumentar que os mercados financeiros fizeram um belo trabalho ao alocar recursos no fim da década de 90, quando 97% dos investimentos em fibras óticas levaram anos para ver alguma luz” (O fim do neoliberalismo? 16/07/08). Stiglitz continua: &quot;Os mercados também não nos prepararam para os custos ascendentes do petróleo e dos alimentos. É claro que nenhum dos dois setores serve de exemplo de livre mercado, mas este é, em parte, o ponto: a retórica do livre mercado tem sido usada seletivamente - abraçada quando serve a interesses especiais, descartada quando não o faz. Defensores do fundamentalismo de mercado querem transferir a culpa pela falha do mercado para o governo&quot;. 

Eles, os fundamentalistas de mercado, desejam também que os governos socializem os prejuízos provocados pelos &quot;mercados livres&quot;.
    
Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há luz no fim do túnel? O que há de liquidez na econômica real brasileira vem sendo enxugado pelo viés de alta da Selic, a taxa básica de juros. Claro que o rentier tupiniquim não tem do que reclamar. (Ele inclusive torce desesperadamente para que o FED eleve a taxa básica de juros norte-americana.) Afinal, basta observar o seu peso nos agregados monetários contabilizados pelo BCB. A perspectiva do “fim da história” dos neoliberais, por sua vez, alega que o Brasil e os demais países da denominada América Latina deveriam se pautar nas tradicionais vantagens comparativas estáticas da região.</p>
<p>Em mais um artigo n’O Globo, Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia 2001, afirma: “O mundo não tem sido bom para o neoliberalismo, este apanhado de idéias baseado na noção fundamentalista de que os mercados são autocorrigíveis, alocam recursos de forma eficiente e atendem bem ao interesse público. Embora os neoliberais não queiram admiti-lo, sua ideologia não passou em outro teste. Ninguém pode argumentar que os mercados financeiros fizeram um belo trabalho ao alocar recursos no fim da década de 90, quando 97% dos investimentos em fibras óticas levaram anos para ver alguma luz” (O fim do neoliberalismo? 16/07/08). Stiglitz continua: &#8220;Os mercados também não nos prepararam para os custos ascendentes do petróleo e dos alimentos. É claro que nenhum dos dois setores serve de exemplo de livre mercado, mas este é, em parte, o ponto: a retórica do livre mercado tem sido usada seletivamente &#8211; abraçada quando serve a interesses especiais, descartada quando não o faz. Defensores do fundamentalismo de mercado querem transferir a culpa pela falha do mercado para o governo&#8221;. </p>
<p>Eles, os fundamentalistas de mercado, desejam também que os governos socializem os prejuízos provocados pelos &#8220;mercados livres&#8221;.</p>
<p>Um abraço.</p>
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		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/07/brasil-esta-a-beira-de-ser-superpotencia-diz-ft/comment-page-1/#comment-2204</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 12:57:53 +0000</pubDate>
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		<description>A dicotomia liberal, sob a qual quanto mais livre forem os movimentos de capitais, menos alternativas políticas um país têm para o desenvolvimento, parece ter dado espaço a um pouco de bom senso. Surfando na onda internacional, parece que o capitalismo brasileiro vai se libertando de algumas amarras do modelo de acumulação internacional. As vantagens comparativas brasileiras parecem estar deixando de ser heranças divinas e passando, gradativamente, a ser frutos de políticas industriais de desenvolvimento focadas para nossas alternativas.

Durante os anos 90, a financeirização global focada nos investidores individuais geraram dificuldades políticas. Com a centralização dos fluxos de recursos financeiros (por agentes individuais), a alternativa para os países intermediários (no qual se inclui o Brasil) incluía o aumento das taxas de juros, na tentativa de honrar seus balanços de pagamentos. Assim, grande parte das receitas tributárias desses governos migrava (e ainda migra) para o sistema financeiro. Com maior facilidade de evadir esses recursos os governos passaram a ser &quot;reféns&quot; dos seus credores (estrangeiros) que passam a cobrar altos juros para manter seus recursos no país. O resultado são cada vez menos alternativas de política econômica e cada vez mais a uniformização. Quer dizer, a liberdade financeira individual limitou as alternativas de estratégias nacionais.

Por outro lado, há alguns anos essas políticas passaram a trazer dificuldades também para os países desenvolvidos. Os fluxos financeiros deixaram os sistemas de preços de commoditties inflacionados e as bolhas financeiras são cada vez mais recorrentes. Nesse &quot;salve-se quem puder&quot;, parece que o Brasil está tomando um rumo interessante, ao pensar políticas alternativas de desenvolvimento, baseado em avanços produtivos e melhora da eficiência que os tempos de vacas magras nos impeliram.

Com esse novo cenário internacional, políticas que visem melhorar as condições produtivas nacionais, aproveitando nossas vantagens voltam a ser alternativas viáveis. Assim, um país com milhões de pessoas sub-utilizadas (desempregadas ou sub-empregadas) e riquíssimo em recursos naturais só não é uma superpotência se não quiser (ou não encontrar condições políticas para ser).

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A dicotomia liberal, sob a qual quanto mais livre forem os movimentos de capitais, menos alternativas políticas um país têm para o desenvolvimento, parece ter dado espaço a um pouco de bom senso. Surfando na onda internacional, parece que o capitalismo brasileiro vai se libertando de algumas amarras do modelo de acumulação internacional. As vantagens comparativas brasileiras parecem estar deixando de ser heranças divinas e passando, gradativamente, a ser frutos de políticas industriais de desenvolvimento focadas para nossas alternativas.</p>
<p>Durante os anos 90, a financeirização global focada nos investidores individuais geraram dificuldades políticas. Com a centralização dos fluxos de recursos financeiros (por agentes individuais), a alternativa para os países intermediários (no qual se inclui o Brasil) incluía o aumento das taxas de juros, na tentativa de honrar seus balanços de pagamentos. Assim, grande parte das receitas tributárias desses governos migrava (e ainda migra) para o sistema financeiro. Com maior facilidade de evadir esses recursos os governos passaram a ser &#8220;reféns&#8221; dos seus credores (estrangeiros) que passam a cobrar altos juros para manter seus recursos no país. O resultado são cada vez menos alternativas de política econômica e cada vez mais a uniformização. Quer dizer, a liberdade financeira individual limitou as alternativas de estratégias nacionais.</p>
<p>Por outro lado, há alguns anos essas políticas passaram a trazer dificuldades também para os países desenvolvidos. Os fluxos financeiros deixaram os sistemas de preços de commoditties inflacionados e as bolhas financeiras são cada vez mais recorrentes. Nesse &#8220;salve-se quem puder&#8221;, parece que o Brasil está tomando um rumo interessante, ao pensar políticas alternativas de desenvolvimento, baseado em avanços produtivos e melhora da eficiência que os tempos de vacas magras nos impeliram.</p>
<p>Com esse novo cenário internacional, políticas que visem melhorar as condições produtivas nacionais, aproveitando nossas vantagens voltam a ser alternativas viáveis. Assim, um país com milhões de pessoas sub-utilizadas (desempregadas ou sub-empregadas) e riquíssimo em recursos naturais só não é uma superpotência se não quiser (ou não encontrar condições políticas para ser).</p>
<p>Abraços</p>
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