- Blog do Desemprego Zero - http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero -
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
Posted By lucianasergeiro On 15 julho, 2008 @ 3:32 pm In Boletim Semanal | No Comments
n.16, ano 1 – 09/07/2008 a 15/07/2008
Destaques da Semana no Blog
1. Economia
Pobre economia [1]
A morte do consenso da globalização [2]
2. Desenvolvimento
Investimentos estrangeiros crescem no setor agrícola [3]
Quando o perto vem de longe [4]
3. Política
PF prende Dantas e organização criminosa [5]
O CAPITALISMO, A CORRUPÇÃO E O ESTADO [6]
4. Internacional
Cuba acha megacampo e abre a nações amigas [7]
Pobre economia [1]
Escrito por Katia Alves, postado em 10 de Julho de 2008
Por Katia Alves [8]
O autor João Sabóia destaca abaixo que a inflação que o país vive é por causa do aumento dos preços das commodities e que há uma pobreza no pensamento econômico, pois este enxerga apenas uma medida para resolver o problema: elevar a taxa básica de juros.
Para autor o aumento dessa taxa pode trazer resultados duvidosos e um custo elevado para o país. Ele alega que a taxa de juros para qualquer um dos brasileiros tem muito pouco a ver com a taxa básica de juros da economia. E Se o governo deseja reduzir o consumo através do crédito, teria resultados muito mais favoráveis se conseguisse impor uma redução do número de prestações máximas para a compra de um bem durável.
A sociedade paga um preço muito caro com um aumento da taxa de juros básica, pois basta um ponto percentual a mais nessa taxa, que remunera os títulos públicos, para que a sociedade como um todo desembolse mais do que é gasto com o Programa Bolsa Família no período de um ano, beneficiando as pessoas que têm recursos sobrando para aplicar em títulos públicos.
Por João Saboia
Publicado originalmente no Valor [9]
O Brasil está passando por uma experiência que mostra a pobreza do pensamento econômico predominante. O mundo está vivendo um surto inflacionário devido ao aumento do preço das commodities (petróleo, alimentos, minérios etc) e a principal medida que as autoridades conseguem propor para combatê-lo é aumentar a taxa básica de juros da economia.
Desde abril o Conselho de Política Monetária (Copom) vem elevando a taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) . Novos aumentos são esperados para as próximas reuniões que ocorrem a cada 45 dias, de modo que até o final do ano a taxa básica deverá continuar aumentando mais alguns pontos percentuais.
O que se espera como resultado do aumento da taxa básica de juros? Que as pessoas reduzam seus gastos, que a economia desacelere e, com isso, que os preços parem de crescer. O raciocínio é muito simples, mas os resultados são duvidosos e o custo para o país poderá ser elevado.
Com a globalização da economia, o Brasil está intimamente ligado ao resto do mundo. Se o preço do trigo aumenta fora do país, inevitavelmente ele também aumentará no Brasil. Não será um pequeno aumento da taxa de juros que fará com que os brasileiros comam menos pão e com isso seu preço deixe de crescer.
A morte do consenso da globalização [2]
Escrito por lucianasergeiro, postado em 14 de Julho de 2008
Por: Luciana Sergeiro [11]
A campanha eleitoral presidencial nos EUA enfatiza a fragilidade do apoio ao livre comércio no país mais poderoso do mundo. A crise no mercado de crédito imobiliário de segunda linha americano evidenciou de que modo a ausência de coordenação e regulamentação internacionais pode exacerbar a fragilidade intrínseca dos mercado financeiros. A alta nos preços dos alimentos expôs o lado negativo da interdependência econômica desacompanhada de esquemas de transferências e compensações mundiais.
Hoje, a pergunta não é mais: “você é favorável ou contrário à globalização?” A questão agora é, “quais deveriam ser as regras da globalização?” Os verdadeiros antagonistas dos defensores da globalização, hoje, não são jovens em barricadas, mas seus colegas intelectuais.
Para que a globalização venha a sobreviver, será necessário um novo consenso intelectual que lhe dê sustentação. A economia mundial aguarda desesperadamente seu novo Keynes.
Publicado em: Valor Online [12]
Por Dani Rodrik
Esta não é a primeira vez em que a economia mundial vê o colapso da globalização. A era do padrão-ouro, com sua livre mobilidade de capitais e livre comércio, teve um fim abrupto em 1914 e não pôde ser ressuscitada após a Primeira Guerra Mundial. Estaremos prestes a testemunhar um colapso econômico mundial similar?
A indagação não é extravagante. Embora tenha viabilizado níveis inéditos de prosperidade em países avançados, e tenha sido uma benção para centenas de milhões de trabalhadores pobres na China e em outros países da Ásia, a globalização econômica repousa sobre alicerces frágeis. Diferente de mercados nacionais, que tendem a se apoiar em instituições regulamentadoras e políticas domésticas, os mercados mundiais são apenas “fracamente inseridos”. Não existe qualquer autoridade antitruste mundial, nenhum emprestador mundial de última instância, nenhuma agência fiscalizadora mundial, nenhuma rede de segurança mundial e, naturalmente, nenhuma democracia mundial. Em outras palavras, os mercados mundiais sofrem de fraca governança, e portanto de escassa legitimidade popular.
Desdobramentos recentes ressaltaram a urgência com que essas questões estão sendo discutidas. A campanha eleitoral presidencial nos EUA enfatiza a fragilidade do apoio ao livre comércio no país mais poderoso do mundo. A crise no mercado de crédito imobiliário de segunda linha americano evidenciou de que modo a ausência de coordenação e regulamentação internacionais pode exacerbar a fragilidade intrínseca dos mercado financeiros. A alta nos preços dos alimentos expôs o lado negativo da interdependência econômica desacompanhada de esquemas de transferências e compensações mundiais. Por outro lado, o encarecimento do petróleo provocou aumentos nos custos de transportes, levando analistas a ponderar se a era da terceirização está chegando ao fim. E paira sempre a iminência de calamidades resultantes das mudanças climáticas, que podem ser a mais grave ameaça com que o mundo já se defrontou.
Investimentos estrangeiros crescem no setor agrícola [3]
Escrito por lucianasergeiro, postado em 10 de Julho de 2008
Por: Luciana Sergeiro [11]
Os investimentos estrangeiros em atividades agrícolas, de extração mineral e petróleo estão crescendo em um ritmo maior que nos ramos da indústria e serviços, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Segundo o estudo do Ipea, esse aumento está relacionado à expansão dos mercados de biocombustíveis, de alimentos e outros insumos, processo este vitaminado pela alta de preços desses produtos..
O economista do Instituto de Estudos Socioeconômicos, Evilásio Salvador, adverte sobre as conseqüências deste processo. “Estrategicamente, isso pode trazer uma maior dependência desses capitais externos em setores vitais como a produção de alimentos, essencial em termos de abastecimento e segurança alimentar da população. Para não falar do fato de que a chegada dos investimentos estrangeiros têm uma contrapartida que é a remessa desses lucros para o exterior, fato que pode trazer implicações para o saldo da balança comercial”.
O setor de produção de energia também tem sido muito procurado pelo capital internacional. A empresa espanhola Isolux Ingeniería, por exemplo, adquiriu um dos lotes mais disputados da seção de linhas de transmissão, no leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dia 27 de junho. O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) criticou o negócio. Para o coordenador nacional do MAB, José Josivaldo Oliveira, a geração de energia, um setor estratégico para o país, está sendo entregue ao capital estrangeiro.
Até o final de setembro, deverá ir a leilão o conjunto de linhas de transmissão ligando o complexo das usinas que serão construídas no rio Madeira (Rondônia) ao município de Araraquara (SP). O governo já publicou no Diário Oficial da União uma resolução do Conselho Nacional de Desestatização (CND) que propõe a inclusão dessas linhas no Programa Nacional de Desestatização.
Publicado em: Agência Carta Maior [14]
Até o ano 2000, o setor primário da economia brasileira participava com pouco mais de 2% do total de investimentos estrangeiros. Em 2007, esse índice chegou a 14%, totalizando investimentos na ordem de US$ 12 milhões (um crescimento da ordem de 500%). Setor energético também é alvo de interesse do grande capital internacional.
Os investimentos estrangeiros em atividades agrícolas, de extração mineral e petróleo estão crescendo em um ritmo maior que nos ramos da indústria e serviços, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Até o ano 2000, o setor primário da economia brasileira participava com pouco mais de 2% desse total de recursos. Em 2007, esse índice chegou a 14%, totalizando investimentos na ordem de US$ 12 milhões (um crescimento da ordem de 500%).
Segundo o estudo do Ipea, esse aumento está relacionado à expansão dos mercados de biocombustíveis, de alimentos e outros insumos, processo este vitaminado pela alta de preços desses produtos. O grupo inglês Clean Energy Brazil, por exemplo, desembolsou em um ano U$ 200 milhões no setor canavieiro, adquirindo o controle pleno de três usinas de etanol e açúcar.
Quando o perto vem de longe [4]
Escrito por Katia Alves, postado em 11 de Julho de 2008
Por Katia Alves [8]
Márcio Pochmann, afirma abaixo que neste começo do Século XXI, o Brasil diferencia-se muito daquele do final do Século XIX. Abandonou o primitivismo da estratificação social – que assegurava somente 10% da população alfabetizada e menos de 5% da população adulta participante do processo eleitoral, no entanto a estrutura fundiária ainda guarda alguma relação com 1850: os novos-ricos da financeirização se integram no neoagrarismo pouco produtivo.
Em relação ao processo de integração social percebe-se a distância que continua a separar a população branca, seja pela significativa diferenciação salarial, ocupacional, de bem-estar especialmente, do segmento não-branco.
No plano tributário, os avanços se mostraram pouco efetivos, sobretudo quando se considera que no país o imposto continua a ser cobrado proporcionalmente mais dos pobres. O aumento na desigualdade de renda ocasionada pelo sistema tributário no Brasil tem forte impulso a partir da elevação da carga tributária desde a década de 1990.
Publicado no Valor [9]
Por Márcio Pochmann
O movimento republicano do final do Século XIX constituiu-se travestido na vontade de transformar profundamente o Brasil arcaico. Para isso trouxe consigo as sementes reformistas que se orientavam à alteração profunda da estrutura socioeconômica nacional herdada do antigo Império.
Na visão de Rui Barbosa, por exemplo, a superação do agrarismo anacrônico de então deveria ser acompanhada da desfeudalização da propriedade. Assim, a alteração da estrutura fundiária pressuporia a difusão de inúmeros produtores rurais, capaz de conformar uma nova e ampla base social necessária à sustentação da nova política republicana.
Da mesma forma, Joaquim Nabuco defendia ardentemente a realização de reformas coincidentes com a própria abolição da escravatura, o que permitiria a construção de uma nova e moderna ordem social no Brasil. Seu objetivo principal era a reorganização das bases de valorização do trabalho nacional necessário à consolidação da civilização brasileira assentada na ascensão dos miseráveis e ex-escravos à condição de operários no país democrático e industrial.
Por fim, em conformidade com Manuel Bonfim, o Brasil republicano deveria passar pela implementação de uma profunda reforma tributária, compatível com o fim da iniqüidade que fazia com que os pobres e os desfavorecidos concorressem com maior parte das rendas públicas arrecadadas. Uma democracia dificilmente seria plena sem a adoção majoritária do imposto progressivo ao recurso de cada contribuinte, bem como sem o seu emprego no custeio dos serviços públicos de interesse geral.
PF prende Dantas e organização criminosa [5]
Escrito por lucianasergeiro, postado em 9 de Julho de 2008
Por: Luciana Sergeiro [11]
Quase 300 agentes da Polícia Federal na terça-feira dia 08 de julho, comandados pelo delegado Protógenes Queiroz, cumpriram 24 mandatos de prisão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e em Brasília. Foram presos: o banqueiro Daniel Dantas, sua irmã e seu ex-cunhado Verônica e Carlos Rodenburg, Celso Pitta e outros.
Segundo a Polícia Federal, o universo dantesco foi aprisionado pela prática dos seguintes crimes, pelo menos: formação de quadrilha, gestão fraudulenta, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal…
Publicado em: Terra Magazine [17]
Por: Bob Fernandes
Daniel Dantas está preso.
Comandados pelo delegado Protógenes Queiroz, quase 300 agentes da Polícia Federal iniciaram, às 6 da manhã desta terça-feira 8 de julho, a Operação Satiagraha. A PF cumpre 24 mandados de prisão – além de 56 ordens de busca e apreensão. Na ação deflagrada nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e em Brasília, foram presos, além do banqueiro Daniel Dantas, dono do grupo Opportunity, sua irmã Verônica e seu ex-cunhado e dirigente do OPP, Carlos Rodenburg, o também diretor Arthur de Carvalho, o presidente do grupo, Dório Ferman, o especulador Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta.
Ordens de prisões foram emitidas ainda contra a diretora jurídica, Danielle Silbergleid Ninio, a advogada Maria Amália Coutrin, e o funcionário do mesmo grupo, Rodrigo Bhering de Andrade. Da mesma forma foram expedidas ordens de prisão dos doleiros Lucio Bolonha Funaro e Miguel Jurno Neto.
Segundo a Polícia Federal, o universo dantesco foi aprisionado pela prática dos seguintes crimes, pelo menos: formação de quadrilha, gestão fraudulenta, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal…
Espionagem é parte do extenso rol de crimes praticados pela organização. Daniel Dantas foi preso, também, por tentativa de corrupção contra um delegado, de nome Vitor Hugo.
Dantas é preso quase três meses depois de fechar um dos maiores negócios do mercado de telecomunicações brasileiro: vendeu suas participações da Brasil Telecom e Telemar (OI) por algo em torno de 1 bilhão de dólares. E conseguiu um acordo com os fundos de pensão, pelo qual se livrou de todas as demandas judiciais contra ele. Além do perdão dos fundos, ainda saiu do acordo com mais R$ 140 milhões.
O CAPITALISMO, A CORRUPÇÃO E O ESTADO [6]
Escrito por leonunes, postado em 15 de Julho de 2008
RIVE GAUCHE
Léo Nunes – Paris - A corrupção é um assunto que ocupou, e ainda ocupa, parte considerável do espaço da imprensa no que diz respeito à cobertura política. A preocupação com o estabelecimento de uma moral, ou de um padrão de comportamento considerado ético, sempre foi central tanto para analistas políticos como para cidadãos em geral. Além disso, as denúncias que sucessivamente brotam nos noticiários reforçam o caráter endêmico da corrupção em nossa sociedade.
Em primeiro lugar, o conceito de corrupção, tal qual conhecemos hodiernamente, só faz sentido lógico numa democracia burguesa. O ato de corromper ou de ser corrompido, na esfera pública, indica um rompimento com as funções atribuídas previamente. Tais funções indicam a conformidade com aquilo que é estabelecido como de “interesse público”. Já a corrupção seria um desvio desta conduta para o atendimento de “interesses privados”. Portanto, o conceito de corrupção só faz sentido numa sociedade que prima, pelo menos na esfera formal, pelo interesse público, ou seja, a sociedade burguesa.
A história do capitalismo mostra que a corrupção e a utilização do Estado como instrumento de negócios privados não é “privilégio” dos nossos tempos. Em “A Evolução do Capitalismo Moderno”, livro publicado no início do século XX, o pensador Jonh Hobson relata as falcatruas que rodearam a formação das sociedades anônimas nos EUA. Já o Estado sempre cumpriu o papel de mediador de conflitos e espaço de luta política por interesses privados.
Este ente teve papel de destaque na formação dos capitalismos nacionais, amparados nos interesses das distintas burguesias. No centro do capitalismo, por motivos que fogem ao escopo do texto, o desenvolvimento destas sociedades, amparado pelo amparo e proteção do Estado, permitiu simultaneamente a incorporação das demandas da classe trabalhadora, que resultou numa ampliação do espaço democrático, tanto do ponto de vista formal quanto material.
Na periferia do capitalismo, por sua vez, o Estado também atuou como mediador e fiador de negócios privados, mas em detrimento da participação da classe trabalhadora e do atendimento de suas reivindicações. Desenvolveu-se, a partir deste pano de fundo, uma sociedade plutocrática e corrupta, com a qual convivemos até hoje.
Por mais contraditório que possa parecer, a corrupção e a captura do Estado por interesses privados, numa sociedade burguesa, é inevitável. Ao mesmo tempo, faz-se necessário o fortalecimento das instituições republicanas, para que estes inevitáveis crimes sejam julgados e seus responsáveis punidos. Os abusos, tais como vistos no caso do banqueiro Daniel Dantas, agraciado por dois hábeas corpus em menos de 24 horas pelo presidente da Suprema Corte do país, devem ser repudiados. Já a superação da corrupção, como forma endêmica de atuação política, só seria possível numa sociedade mais avançada do que a capitalista-burguesa, o que nos parece ainda muito distante.
Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos
Clique aqui [19] para ler nosso manifesto.
Cuba acha megacampo e abre a nações amigas [7]
Escrito por lucianasergeiro, postado em 9 de Julho de 2008
Por: Luciana Sergeiro [11]
Para as autoriadades cubanas a confirmação das descobertas de petróleo veio em um momento ideal para seus planos de financiar a economia e os planos do governo atual. A reserva teria o equivalente a 10 bilhões de barris de petróleo. Podendo ser o dobro desta projeção se considerar as reservas em águas profundas. A oferta de petróleo no País será superior a demanda, segundo Rivero.
Portanto o objetivo é tornar-se um exportador de petróleo nos próximos anos e utilizar o dinheiro para financiar a economia. O embargo americano poderia estar ameaçado diante das descobertas. O governo cubano afirma que negocia com a Petrobras um dos melhores blocos na região, próximos à costa. “Queremos uma cooperação com a Petrobras para a transferência de tecnologia, especialmente para as reservas que estão em águas profundas.”
Publicado em: Jornal do Commercio [20]
Autoridades de Havana revelaram ontem que comprovaram a existência de uma reserva com bilhões de barris de petróleo no Golfo do México, em pleno boom do preço do petróleo, maior do que as estimativas americanas já apontavam sobre a área.
“Vamos mudar a história da ilha”, afirmou Fidel Rivero, presidente da Cupet, a estatal cubana de petróleo.
Por décadas, Cuba dependeu da energia soviética para conseguir manter sua economia.
Nos últimos anos, porém, fez um acordo com a Venezuela para comprar petróleo mais barato.
Agora, quer sua independência energética e até conquistar mercados.
Com o barril a mais de US$ 140,00, as autoridades cubanas admitem que a confirmação das descobertas veio em um momento ideal para seus planos de financiar a economia e os planos do governo atual.
Segundo dados do governo americano, a reserva teria o equivalente a 10 bilhões de barris de petróleo.
Article printed from Blog do Desemprego Zero: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero
URL to article: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/07/boletim-semanal-do-blog-desemprego-zero/
URLs in this post:
[1] Pobre economia: http://desempregozero.org/2008/07/pobre-economia/
[2] A morte do consenso da globalização: http://desempregozero.org/2008/07/a-morte-do-consenso-da-globalizacao/
[3] Investimentos estrangeiros crescem no setor agrícola: http://desempregozero.org/2008/07/investimentos-estrangeiros-crescem-no-setor-agricola/
[4] Quando o perto vem de longe: http://desempregozero.org/2008/07/quando-o-perto-vem-de-longe/
[5] PF prende Dantas e organização criminosa: http://desempregozero.org/2008/07/pf-prende-dantas-e-organizacao-criminosa/
[6] O CAPITALISMO, A CORRUPÇÃO E O ESTADO: http://desempregozero.org/2008/07/o-capitalismo-a-corrupcao-e-o-estado/
[7] Cuba acha megacampo e abre a nações amigas: http://desempregozero.org/2008/07/cuba-acha-megacampo-e-abre-a-nacoes-amigas/
[8] Katia Alves: http://bnshost.org/dzero/katia.jpg
[9] Valor: http://www.valor.com.br/
[10] Leia o resto do artigo»: http://desempregozero.org/2008/07/pobre-economia/#more-2489
[11] Luciana Sergeiro: http://desempregozero.org/quem-somos/#luciana
[12] Valor Online: http://www.valoronline.com.br/
[13] Leia o resto do artigo»: http://desempregozero.org/2008/07/a-morte-do-consenso-da-globalizacao/#more-2555
[14] Agência Carta Maior: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15100
[15] Leia o resto do artigo»: http://desempregozero.org/2008/07/investimentos-estrangeiros-crescem-no-setor-agricola/#more-2484
[16] Leia o resto do artigo»: http://desempregozero.org/2008/07/quando-o-perto-vem-de-longe/#more-2522
[17] Terra Magazine: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2995390-EI6578,00.html
[18] Leia o resto do artigo»: http://desempregozero.org/2008/07/pf-prende-dantas-e-organizacao-criminosa/#more-2481
[19] Clique aqui: http://desempregozero.org/manifesto/
[20] Jornal do Commercio: http://www.jornaldocommercio.com.br/
[21] Leia o resto do artigo»: http://desempregozero.org/2008/07/cuba-acha-megacampo-e-abre-a-nacoes-amigas/#more-2478
[22] BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/boletim-semanal-do-blog-do-desemprego-zero/
[23] BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/boletim-semanal-do-blog-do-desemprego-zero-2/
[24] BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/boletim-semanal-do-blog-do-desemprego-zero-3/
[25] BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/boletim-semanal-do-blog-do-desemprego-zero-4/
[26] BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO desemprego zero: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/boletim-semanal-do-blog-do-desemprego-zero-5/
Click here to print.
Copyright © 2008 Blog do Desemprego Zero. Todos os direitos reservados.