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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho 18th, 2008

A SEMANA A LIMPO

Postado em 18 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

Brasil

O delegado Protógenes Queiroz foi afastado das investigações que levaram à prisão de Daniel Dantas, Celso Pitta, dentre outros. A decisão reflete o racha interno da corporação. Queiroz é acusado de permitir abusos na operação, como, por exemplo, a filmagem da prisão de Pitta pela TV Globo. Para outros, Queiroz tem enfrentado grandes interesses e, por isso, incomoda. Este é apenas mais um capítulo de uma novela que pode revelar os intestinos do Brasil.

Economia

O governo comemora a concessão de “grau de investimento” feita pela agência de classificação Fitch. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que tal fato reforça a necessidade de criação de um fundo soberano. Entretanto, vale lembrar que o país tem uma quantidade razoável de reservas internacionais, mas cada vez mais associada à conta financeira, dado que a conta corrente já registra déficit. O capital vinculado à conta financeira pode desaparecer com muito mais facilidade num contexto de crise internacional. Portanto, é preciso ter cuidado.

Internacional

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que a inflação não atinge apenas os alimentos e energia. Por isso, já mandou o recado. Aumentos da taxa de juros virão. Entretanto, não é isso que diz a Fiesp (clique aqui para ler). Os industriais discordam da hipótese de Meirelles e dos sábios “cientistas” que definem o preço que define a renúncia pela liquidez.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Prejuízos do BC em favor de especuladores clamam por CPI da dívida pública

Postado em 18 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Paulo Passarinho

As matérias publicadas recentemente na imprensa especializada, bem como artigos de jornal abordando as chamadas operações de swap do Banco Central surtiram efeitos.

O próprio diretor de política monetária do Bacen, Mário Torós, bem como Armínio Fraga, ex-presidente do banco e introdutor dessas operações no dia-a-dia da instituição, se viram compelidos a prestar algum esclarecimento ao público.

Primeiramente, para àqueles não familiarizados com o tema – a imensa maioria não só da população, mas dos próprios “formadores de opinião” -, essas operações foram introduzidas no cardápio das ações do Banco Central em 2002, como forma de garantir maior segurança ainda à frenética e lucrativa ação dos especuladores.

Naquele ano, na gestão de Armínio Fraga – e em meio às turbulências geradas pelas eleições presidenciais -, o Banco Central inicia as operações de swap, vocábulo inglês equivalente à palavra troca, no nosso português. A troca, no caso, se dá entre aqueles que apostam em índices de valorização do câmbio e dos juros, no mercado de derivativos. O BC passou na prática a vender contratos futuros de câmbio, alegando que desse modo oferecia proteção aos “investidores” contra eventuais perdas decorrentes de uma possível desvalorização cambial. Assim, a pressão compradora em relação à moeda norte-americana tenderia a diminuir, forçando a interrupção da subida do dólar. Leia o resto do artigo »

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Taxa de juros é inócua no combate aos principais vilões

Postado em 18 dEurope/London julho dEurope/London 2008

A taxa de juros, principal arma do Banco Central para tentar fazer com que a inflação volte ao centro da meta estipulada pelo governo, não atinge a maior causa do problema: o aumento do preço dos alimentos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 63% da inflação apurada em junho vêm do custo mais alto de produtos como feijão, arroz e carne, que sofrem mais influência de demanda da China ou problemas climáticos que da taxa Selic.

O problema não pára aí. Para Eulina Nunes, coordenadora dos Índices de Preços do IBGE, a insistência em falar de inflação gera expectativa de aumento de preços no imaginário coletivo. O que não necessariamente corresponde à realidade. “Isso acontece, principalmente, quando não se localiza exatamente o que ocorre com a inflação. E contribui para que os agentes econômicos se sintam muito à vontade para praticar aumentos de preços, mesmo que o setor não sofra influências”, ressalta Eulina. “A inflação que o Brasil vivencia, nesses últimos meses, está concentrada na alimentação. Não percebemos nos aluguéis, nem nos combustíveis. A energia elétrica até reduziu a tarifa”. Leia o resto do artigo »

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Para Pinheiro Guimarães, AL precisa de um Plano Marshall

Postado em 18 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Sergio Leo, De Brasília

Logo à entrada do gabinete do secretário-geral do Ministério de Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, o desajeitado troféu Juca Pato – Intelectual do Ano, conferido em 2006 pela União Brasileira dos Escritores, lembra que o polêmico diplomata é, também, referência para uma parte importante da intelectualidade brasileira. No Itamaraty, despertou críticas com seus métodos de gestão, que incluíam a exigência de leitura de livros apontados por ele, para diplomatas em vias de promoção, mas firmou reputação de bom administrador, garantindo melhoria de infra-estrutura e de salários para o ministério.

Mestre em Economia pela Universidade de Boston, Pinheiro Guimarães é visto, hoje, como a face mais à esquerda da diplomacia brasileira, pelos críticos e pelos admiradores da política externa do governo Lula. É influente, e um dos principais emissários do governo em missões delicadas, embora, quando indagado, minimize sua atuação.

Sabedor da forte repercussão que costumam ter suas idéias, Pinheiro Guimarães evita entrevistas, embora publique regularmente livros sobre política externa, como o último deles, “Desafios Brasileiros em Terra de Gigantes”, que alinha ameaças e estratégias para a atuação do Brasil, no continente e em outras instâncias internacionais e faz comentários cortantes, como a afirmação de que os Estados Unidos são um país de “povo democrático e elite autoritária”.

Para o Valor, Pinheiro Guimarães fala das Farc, Argentina, Itaipu, Estados Unidos, e defende uma “espécie de Plano Marshall” para a América do Sul, mencionando o apoio americano para a reconstrução da Europa devastada do pós-guerra. “Não há concessões excessivas quando as diferenças são tão extraordinárias e quando nossos interesses as exigem”, comenta. Mas pede que leiam o contexto de suas afirmações. Leia o resto do artigo »

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Exemplar Sr. Dantas

Postado em 18 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: Carta Capital

Heidegger disse em seu livro sobre Nietzsche: a idéia do eterno retorno do mesmo é o desdobramento íntimo da idéia da vontade de potência. Nietzsche, atento às trágicas idiossincrasias do homem produzido pela sociedade moderna, seria incapaz de antecipar a completa realização de seus conceitos num país tropical. Aqui a vontade de potência reescreve, em vários capítulos, o eterno retorno do mesmo.

Em obediência à sabedoria nietzschiana, cuido de reescrever o texto que tantas vezes escrevi diante de episódios semelhantes ao da prisão de Daniel Dantas. Este senhor, cuja prisão é anunciada com pompa, mas nenhuma circunspeção, foi um servidor fiel das forças que agora promovem a sua liquidação moral e política.

Os cínicos ou néscios ignoram que o peso dos interesses e os interesses de peso transformaram os Estados Nacionais, uns mais que outros, em instrumentos de acumulação dos grandes grupos privados. Assim é o capitalismo realmente existente e, por isso, assim é (e sempre foi) nos Estados Unidos da América, desde os barões ladrões até o escritório de corretagem organizado por George Bush & cia. Essa engrenagem controla o Estado por dentro e, para reproduzir a si mesma, esmera-se em produzir os funcionários corruptos e os escândalos empresariais, num movimento simultâneo e paradoxal. Mas a autoconsciência do Estado Plutocrático americano não permite que a situação escape ao controle: institucionalizou o lobby e limitou o ilícito. O secretário do Tesouro, Henry Paulson, advogou publicamente a “suavização” da Lei Sarbanes-Oxley, promulgada depois da sucessão de escândalos promovidos pelas “inovações” financeiras da Enron e inventividades assemelhadas. Leia o resto do artigo »

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