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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho 15th, 2008

Mais um petroleiro morre na Bacia de Campos

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

Alessandro Paulo da Cruz, de 37 anos, é o oitavo petroleiro a morrer, vítima de acidente de trabalho na Bacia de Campos. Na quinta-feira, 10, por volta de meio dia, Alessandro operava uma espécie de guincho, quando foi atingido na cabeça por um tubo e teve morte instantânea. O acidente aconteceu na plataforma SS-55, durante perfuração no bloco BM-S-45, a 160 quilômetros da costa.

O petroleiro Alessandro trabalhava para a empresa Brasdril, uma terceirizada que presta serviços à Petrobrás. Mais uma vez, a Petrobrás limita-se a anunciar a formação de uma comissão para apurar as causas do acidente. Há menos de um mês, morreu o operário Adeilson dos Santos de Jesus, de 28 anos. Seu pai, também petroleiro, afirmou que ele estava desempenhando uma função para a qual não havia sido treinado.

Coordenador da pasta de Saúde, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindipetro-RJ, André Bucaresky, acredita que a sucessão de acidentes fatais está relacionada às metas de produtividade. “A empresa acaba deixando em segundo plano investimentos em segurança, treinamento adequado para os trabalhadores, principalmente os que prestam serviços às empresas terceirizadas”. Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

n.16, ano 1 – 09/07/2008 a 15/07/2008

Destaques da Semana no Blog

               1. Economia

Pobre economia

A morte do consenso da globalização

            2. Desenvolvimento

Investimentos estrangeiros crescem no setor agrícola

Quando o perto vem de longe

            3. Política

PF prende Dantas e organização criminosa

O CAPITALISMO, A CORRUPÇÃO E O ESTADO

            4. Internacional

Cuba acha megacampo e abre a nações amigas 

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O CAPITALISMO, A CORRUPÇÃO E O ESTADO

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - A corrupção é um assunto que ocupou, e ainda ocupa, parte considerável do espaço da imprensa no que diz respeito à cobertura política. A preocupação com o estabelecimento de uma moral, ou de um padrão de comportamento considerado ético, sempre foi central tanto para analistas políticos como para cidadãos em geral. Além disso, as denúncias que sucessivamente brotam nos noticiários reforçam o caráter endêmico da corrupção em nossa sociedade.

Em primeiro lugar, o conceito de corrupção, tal qual conhecemos hodiernamente, só faz sentido lógico numa democracia burguesa. O ato de corromper ou de ser corrompido, na esfera pública, indica um rompimento com as funções atribuídas previamente. Tais funções indicam a conformidade com aquilo que é estabelecido como de “interesse público”. Já a corrupção seria um desvio desta conduta para o atendimento de “interesses privados”. Portanto, o conceito de corrupção só faz sentido numa sociedade que prima, pelo menos na esfera formal, pelo interesse público, ou seja, a sociedade burguesa.

A história do capitalismo mostra que a corrupção e a utilização do Estado como instrumento de negócios privados não é “privilégio” dos nossos tempos. Em “A Evolução do Capitalismo Moderno”, livro publicado no início do século XX, o pensador Jonh Hobson relata as falcatruas que rodearam a formação das sociedades anônimas nos EUA. Já o Estado sempre cumpriu o papel de mediador de conflitos e espaço de luta política por interesses privados.

Este ente teve papel de destaque na formação dos capitalismos nacionais, amparados nos interesses das distintas burguesias. No centro do capitalismo, por motivos que fogem ao escopo do texto, o desenvolvimento destas sociedades, amparado pelo amparo e proteção do Estado, permitiu simultaneamente a incorporação das demandas da classe trabalhadora, que resultou numa ampliação do espaço democrático, tanto do ponto de vista formal quanto material.

Na periferia do capitalismo, por sua vez, o Estado também atuou como mediador e fiador de negócios privados, mas em detrimento da participação da classe trabalhadora e do atendimento de suas reivindicações. Desenvolveu-se, a partir deste pano de fundo, uma sociedade plutocrática e corrupta, com a qual convivemos até hoje.

Por mais contraditório que possa parecer, a corrupção e a captura do Estado por interesses privados, numa sociedade burguesa, é inevitável. Ao mesmo tempo, faz-se necessário o fortalecimento das instituições republicanas, para que estes inevitáveis crimes sejam julgados e seus responsáveis punidos. Os abusos, tais como vistos no caso do banqueiro Daniel Dantas, agraciado por dois hábeas corpus em menos de 24 horas pelo presidente da Suprema Corte do país, devem ser repudiados. Já a superação da corrupção, como forma endêmica de atuação política, só seria possível numa sociedade mais avançada do que a capitalista-burguesa, o que nos parece ainda muito distante.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Revista Piauí: Todos contra Daniel Dantas

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Depois de brigar com sócios, assessores e com o governo, o banqueiro se enroscou na armadilha que ele mesmo construiu

Vultos das Finanças

CONSUELO DIEGUEZ

Numa tarde ensolarada do começo do outono, a “Serenata n° 13 em sol maior”, de Mozart, ecoava pela sala envidraçada que abriga a presidência do banco Opportunity. A ela, seguiram-se sonatas, sinfonias, concertos. O ocupante da sala, o economista Daniel Dantas, surpreendeu-se com a pergunta sobre o seu apreço por música clássica. “Como?”, reagiu, sem entender. “Ah, a música!”, disse, afinal. Com um sorriso maroto, caminhou em direção à janela, apontou um pequeno vão no teto, entre a janela e a persiana, e informou: “Descobrimos microfones aqui, estavam ouvindo as conversas e antecipando nossos movimentos”. Dantas mandou instalar um sistema de som no forro do teto do banco – o Opportunity ocupa o 28° andar de um dos maiores prédios do centro do Rio – para dificultar a gravação do que se diz ali.

Para evitar que adversários registrassem suas palavras, chegou a fazer reuniões nas nuvens. O jato particular decolava do aeroporto Santos Dumont e não ia a lugar nenhum. Dava voltas sobre o Rio, às vezes por mais de uma hora, para que executivos do Opportunity pudessem conversar livres de grampo. Alguns códigos não-verbais foram criados para a comunicação entre Dantas e seus diretores, reduzindo a necessidade de conversas. Ele recorre a videoconferências apenas para se comunicar com seus advogados em São Paulo, Paris, Nova York e Londres. E só em último caso, diz, usa o telefone para tratar de “assunto sério”. Leia o resto do artigo »

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