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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho 3rd, 2008

Resumo Diário – 03/07/2008

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia AlvesLuciana Sergeiro

Economia

Para o ministro da Fazenda, há “alarmismo” da imprensa sobre a escalada de preços. Segundo Mantega, o IPCA está sob controle e não é hora de falar na volta da inflação, sob pena de estimular o repasse desenfreado. “Às vezes (jornais) noticiam exagerando, causando pânico. Daqui a pouco veremos donas-de-casa estocando produtos que poderão até cair”, disse.

Para Mantega, a situação do Brasil é mais confortável que a de outros países. Mesmo no atual cenário, afirmou, o momento do país é “frutoso”:

O Globo: Inflação: Para Mantega, há alarmismo no país  

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, condicionou ontem um novo aporte de recursos fiscais para o Fundo Soberano do Brasil (FSB), no próximo ano, a um bom desempenho da atividade econômica. “Se a economia crescer a uma taxa elevada em 2009, guardaremos mais recursos”, disse, em depoimento ontem na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

Aos deputados, Mantega não deixou dúvida de que a principal função do Fundo Soberano será “reduzir a pressão” sobre a cotação do dólar e evitar uma excessiva valorização do real, que vem prejudicando os exportadores brasileiros. Neste momento, no entanto, terá uma função meramente fiscal, pois o governo não usará a poupança de R$ 14,2 bilhões destinada a ele este ano.

O Estado de S. Paulo: ”Fundo terá mais dinheiro só se a economia crescer”

Num momento em que cresce no mundo todo a aversão ao risco, derrubando as bolsas de valores internacionais, no Brasil as aplicações em renda fixa acabam sendo beneficiadas pelo fluxo de dinheiro novo dos investidores. No primeiro semestre, os investimentos em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) atingiram o recorde histórico de R$ 120 bilhões, refletindo a alta dos juros pagos por esses papéis.

Valor Econômico: Remuneração alta leva investidor à renda fixa  

Politica

Denise de Abreu, ex-diretora da Agência Nacional da Aviação Civil, acusou a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) de ter pressionado estatais como Br Distribuidora e Infraero, a adiar cobrança de dívidas e conceder créditos à Varig para preservar a empresa, então em via de falir, relata Janaine Lage.

Folha de S. Paulo: Dilma pressionou estatais, afirma Abreu

O ministro da Justiça, Tarso Genro, rebateu ontem críticas do presidente do STF, Gilmar Mendes, à Polícia Federal. E desafiou o chefe da instância máxima do Judiciário a apontar um único caso recente de abuso. No dia anterior, Mendes havia sugerido ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o envio de um projeto para punir autoridades por vazamento de dados em investigações sigilosas.

Estado de S. Paulo: Ação da Polícia Federal provoca bate-boca entre Poderes

A Polícia Federal prepara uma varredura nas emendas parlamentares destinadas aos 119 municípios investigados pela Operação João de Barro. A intenção é verificar o trâmite dos processos, desde a participação dos deputados até a assinatura dos convênios com as prefeituras. Investigadores que atuam na apuração dos desvios de financiamentos públicos, inclusive do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), acreditam que outros servidores da União e integrantes do Legislativo podem aparecer durante essa fase.

Correio Braziliense: Devassa nas emendas dos parlamentares

Internacional

O fim da agonia da ex-senadora franco-colombiana Ingrid Betancourt, de 46 anos, chegou por meio de uma operação de inteligência cinematográfica que enganou as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e ganhou o nome de “Xeque”. Foi o golpe mais elaborado do governo contra a guerrilha, desde sua criação em 1964. Não foi preciso dar um tiro, o trabalho ficou por conta de agentes infiltrados na guerrilha e começou a ser planejado em fevereiro de 2007.

Correio Braziliense: Ingrid Betancourt, enfim livre  

A Comissão de Agricultura da União Européia (UE) esta preocupada com possíveis problemas futuros na oferta dos alimentos que seus países membros importam. O motivo é a demora na certificação de transgênicos pelo bloco. Hoje os europeus compram alimentos geneticamente modificados apenas se aprovados como seguros. Segundo Michael Mann, porta-voz da comissária Mariann Fischer Boel, as informações que chegam a ela são de que economias produtoras de transgênicos avaliam a aprovação de cultivo de variedades ainda não autorizadas na UE.

Gazeta Mercantil: UE retarda liberação de transgênicos

Desenvolvimento

A indústria de tratores e máquinas agrícolas terá que aumentar 40% sua produção até 2010, a fim de atender ao programa criado pelo governo federal para a agricultura familiar. Serão liberados R$ 6 bilhões a juros de 2% ao ano para financiar a aquisição de 60 mil tratores e 300 mil implementos.

Gazeta Mercantil: Governo vai financiar 60 mil tratores

Resumo de ontem

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A inflação, os juros e a água do banho

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2008

No artigo a seguir, o autor observa que a aceleração da inflação no Brasil tem gerado preocupações exageradas, embora a inflação no mundo tenha aumentado, no Brasil denota um quadro sob relativo controle, comparativamente a outros países. Dentre os Brics, o Brasil também é o que apresenta a mais baixa taxa de inflação, seguido por China (7,7%), Índia (7,8%) e Rússia (15,1%).

 O Boletim Semanal Focus, do Banco Central em edição recente, indica uma expectativa média de inflação de 6% para 2008, 4,8% para 2009 e 4,5% para 2010. Medidas clássicas como aumento dos juros e superávit já foram implementadas pelo governo.

 No médio e no longo prazos, a inflação se combate mesmo com a ampliação da capacidade de oferta da economia, logo o aperto de juros, ou de crédito, se vier, seja o mais curto possível para não contaminar o ambiente para investimentos produtivos.

E para finalizar o texto, o autor declara que qualquer exagero na adoção de medidas de contenção representará um “tiro no pé” do crescimento e do apetite para a continuidade da elevação do investimento produtivo, única forma de garantir a ampliação da oferta, para além da demanda, a verdadeira forma de se combater a inflação de modo estrutural, e não apenas de modo episódico e reativo.

Por Antonio Corrêa de Lacerda

Publicado originalmente no O Estado de S. paulo

A aceleração da inflação no Brasil tem gerado preocupações exageradas. Há fatores locais, mas o mundo vive uma fase de pressão inflacionária decorrente da incorporação de 200 milhões de novos consumidores ao ano que estimulam a demanda e também a especulação com commodities no mercado financeiro.

A inflação mundial tem crescido. Os dados de 12 meses acumulados até abril, considerando-se os índices de preços ao consumidor, nos EUA são de 4,2%; na região do euro, 3,7%. O Brasil, com 5,6% de inflação, denota um quadro sob relativo controle, comparativamente a outros países. Na América Latina, apenas o México (5%) e o Peru (5,4%) apresentam indicadores um pouco abaixo. A média da região é de 10,6%. O sempre elogiado Chile já tem 8,8% acumulados. A Argentina tem oficialmente 9%, mas há estimativas do mercado de que a inflação real é de cerca de 30%!

Dentre os Brics, o Brasil também é o que apresenta a mais baixa taxa de inflação, seguido por China (7,7%), Índia (7,8%) e Rússia (15,1%).

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o indicador oficial da inflação no Brasil e o balizador das metas de inflação, definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 4,5% ao ano, podendo variar 2 pontos porcentuais para cima ou para baixo. É esse o parâmetro que o Banco Central leva em conta para conduzir a política monetária, principalmente a taxa básica de juros (Selic), que é revisada nas reuniões periódicas do Comitê de Política Monetária (Copom). Leia o resto do artigo »

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As previsões do Ipea e a sua missão

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

João Sicsú, afirma abaixo e esclarece alguns pontos sobre algumas mudanças promovidas na rotina de trabalho do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A Diretoria de Estudos Macroeconômicos decidiu, ao final de 2007 (portanto, há mais de seis meses), mudar a metodologia de apresentação de previsões de variáveis macroeconômicas feitas em sua Carta de Conjuntura.

Sicsú ressalta que para o Ipea que é uma instituição de pesquisa, é mais importante que fazer previsões, acertando ou errando, é aperfeiçoar métodos e aprofundar análises para melhor elaborar projetos de desenvolvimento para o Brasil. Portanto, considera-se muito importante a análise do erro de previsão. E que as previsões e estudos do Ipea não influenciam o mercado financeiro nem são influenciados por ele

A nova fórmula de apresentação de previsões do Ipea busca agregar valor ao debate sobre economia, além de manter o trabalho de anos do Ipea de fazer análise e previsões, busca-se adicionar um novo elemento à rotina de trabalho da instituição, que será a execução de um balanço analítico permanente de suas previsões. A missão do Ipea é elaborar um projeto para o país, concentrando suas energias em pesquisas de cunho estratégico.

Publicado originalmente na Folha Online

Por João Sicsú

Certas matérias e reportagens veiculadas nos últimos dias não esclareceram plenamente algumas mudanças positivas promovidas na rotina de trabalho do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A Carta de Conjuntura do Ipea com periodicidade trimestral está mantida, assim como o trabalho regular de análise conjuntural e realização de previsões dos técnicos da instituição.

A Diretoria de Estudos Macroeconômicos decidiu, ao final de 2007 (portanto, há mais de seis meses), mudar a metodologia de apresentação de previsões de variáveis macroeconômicas feitas em sua Carta de Conjuntura. Pela nova fórmula, na Carta de Conjuntura de março de cada ano, serão feitas as previsões para o ano corrente. Algumas variáveis, como o crescimento do PIB, serão apresentadas na forma de bandas, com limites inferior e superior.  Novas previsões somente serão apresentadas ao longo de cada ano caso a variável efetiva negue a variável prevista. Neste caso, será apresentada uma justificativa analítica do erro e uma nova previsão será feita para aquela variável específica.

Essa fórmula é bastante diferente da adotada por órgãos do governo que operam políticas econômicas e de instituições que operam no mercado financeiro. Para tais órgãos e instituições, que sofrem a exigência do cotidiano, o mais importante é a revisão de previsões quando há a possibilidade de erro, já que tais previsões orientam decisões imediatas. Uma previsão incorreta feita por entidades que atuam no curto prazo deve ser descartada. Para o Ipea, a previsão incorreta também tem seu valor, porque se tornará objeto de análise e estudos. Leia o resto do artigo »

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Mantega troca Appy por Nelson Barbosa

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Guido Mantega promoveu o atual secretário de Acompanhamento Econômico do ministério, Nelson Barbosa, para o lugar de Bernard Appy, na Secretaria de Política Econômica. Nelson Barbosa se torna o principal formulador de política econômica da Fazenda, o que, na prática, já vinha acontecendo há algum tempo. Mestre em economia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Ph.D. pela faculdade americana New School for Social Research.

Bernard Appy vai ocupar uma nova secretaria dedicada às reformas estruturais da economia, em especial a reforma tributária. Para explicar essa alteração, Mantega disse que se trata de um reforço que a Fazenda pretende dar às reformas, daí a criação do novo posto e a nomeação de Appy para o cargo.

Por Guilherme Barros

Publicado originalmente na Folha Online

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu promover o atual secretário de Acompanhamento Econômico do ministério, Nelson Barbosa, para o lugar de Bernard Appy, na Secretaria de Política Econômica. Appy irá ocupar uma nova secretaria dedicada às reformas estruturais da economia, em especial a reforma tributária. A troca de guardas deve ser publicada hoje no “Diário Oficial”.

Com a mudança, Nelson Barbosa se torna o principal formulador de política econômica da Fazenda, o que, na prática, já vinha acontecendo há algum tempo. Mestre em economia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Ph.D. pela faculdade americana New School for Social Research, Barbosa acompanha Mantega desde o início do governo. Barbosa assessorou Mantega no Planejamento, depois no BNDES e foi com o ministro para a Fazenda. No ano passado, recusou convite para voltar a lecionar na New School. Barbosa participou das principais decisões econômicas da Fazenda, desde que Mantega a sumiu a pasta. Ele e Mantega têm visões muito parecidas sobre a economia e freqüentemente divergentes das opiniões do Banco Central. Leia o resto do artigo »

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Energia: oportunidade e ameaça para o Brasil

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Para Lessa um dos freios do crescimento do País, está na falta de energia, a energia tem de caminhar à frente do crescimento d consumo. Apesar do imenso potencial hidrelétrico, o País, está instalando termelétricas movidas a gás e derivados do petróleo. O presidente Lula aposta na Bioenergia, no aumento da produção do etanol de álcool. O presidente apostou na produção da mamona produzida nos assentamentos agrários do Nordeste. O Brasil está bem dotado em termos de energéticos não-renováveis.

O País ainda possui o carvão mineral, a sexta maior reserva mundial de urânio, e em matéria de petróleo a Petrobras mapeou gigantescas reservas em águas profundas. É necessário colocar a centralidade de uma discussão político-estratégica sobre a energia para o futuro brasileiro. Nossas potencialidades apresentam a oportunidade histórica de atingir, em uma geração, a plena maturidade econômica e exorcizar de vez a pobreza e a miséria.

O Estado brasileiro deveria criar uma enorme estatal de energia, nela situando o petróleo, o gás, o urânio, a hidroeletricidade e a bioenergia. Isto é fazer o oposto que a onda neoliberal preconizou. O Brasil deve ser um exportador de produtos com o máximo valor agregado sobre o trabalho dos brasileiros. Reservar nossa energia não-renovável para esta estratégia exportadora é correta, sob o ângulo de aplicação financeira. É um erro estratégico exportar petróleo acima do necessário para o investimento em energia.

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por Carlos Lessa

Os piores malefícios da onda liberal para a vida brasileira se situam no tema da energia. FHC conduziu o Brasil ao “apagão” elétrico. A “política” de fomento ao consumo industrial de gás se desdobra agora num “apagão” de gás. Em 1996, o Brasil consumia cerca de 10 milhões de metros cúbicos diários e passou a receber três vezes mais gás da Bolívia. O consumo de gás aumentou excessivamente, apesar do medíocre crescimento da economia. Nos últimos dois anos, com a recuperação industrial, bateu em seu limite. A indústria química, cerâmica, têxtil e vidraceira terão que paralisar seus projetos de investimentos, pois não haverá gás disponível.

Em 2006, o governo Lula lançou o Plano de Aceleração de Gás Natural (Plangás). Como é da tradição, lançado com atraso histórico, o Plangás está atrasado em 2008. A Petrobras pretende se transformar numa importadora de gás liquefeito. Enquanto isto, o gasoduto que ligaria Venezuela, Brasil e Argentina continua sendo um espaço de retóricas geopolíticas desencontradas. É sabido que a Petrobras é contra o gasoduto que integraria o continente sul-americano. Enquanto o Itamaraty luta pela integração, a Petrobras, com seu projeto de ser uma empresa petroleira internacional, se move contra a integração via gasoduto.

Toda a produção é, em última instância, trabalho do esforço humano potencializado pelas energias disponíveis. Nada é tão frenador do crescimento quanto a falta de energia; sua disponibilidade tem de caminhar à frente do crescimento do consumo. Hoje, apesar de nosso imenso potencial hidrelétrico, estamos instalando termelétricas movidas a gás e derivados de petróleo. Os ambientalistas, que são hostis aos reservatórios, devem aplaudir as emissões de calor de nossas termelétricas. Leia o resto do artigo »

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Câmbio e Confúcio

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

No artigo publicado na Folha de São Paulo, Delfim Netto responde a duas questões feitas por um leitor referente a um artigo anterior. A primeira questão é como a supervalorização cambial passageira pode levar a destruição de um setor competitivo, visto que a competitividade depende de dois fatores, da produtividade física e das condições macroeconômicas em que está imerso. Para manter a atualização tecnológica, os lucros têm que está sempre crescente, porém com o aumento das taxas de juros reais fica mais caro o investimento em tecnologia e diminui as exportações, mas permite à concorrência interna, essa concorrência interna produz dois efeitos, atrasa a capacidade de atualização tecnológica e aumenta o custo médio do produto arruinando sua capacidade de recuperação.

Quanto a segunda questão referente como a poupança pode preceder o investimento, Delfim diz que os investimentos realizados nas empresas são provenientes de recursos internos, ou seja, com a poupança acumulada depois que a produção é realizada. Essa poupança acumulada explica o virtuoso crescimento da China.

Publicado em: Folha Online

Por: Antonio Delfim Netto

Vamos hoje tentar responder a duas interessantes questões colocadas por um leitor, com referência a um artigo anterior: 1ª) como uma “super” valorização cambial passageira pode levar à destruição de um setor até então competitivo?; e 2ª) como a poupança pode preceder o investimento?

Com relação à primeira é preciso considerar que a “competitividade”  internacional de um setor depende de dois fatores: 1º) de sua produtividade física interna, que é associada ao seu nível tecnológico e à dimensão do seu mercado; e 2º) das condições macroeconômicas em que está imerso (política econômica e qualidade da infra-estrutura). A atualização tecnológica é muito rápida (talvez menos de três anos), o que significa que, quando os lucros decrescem (pela “super” valorização cambial) e o custo de capital de terceiros cresce (pelo aumento da taxa de juro real que sustenta a “super” valorização), torna-se mais difícil a sua concretização. Leia o resto do artigo »

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