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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho 2nd, 2008

Resumo Diário – 02/07/2008

Postado em 2 dEurope/London julho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia AlvesLuciana Sergeiro

Economia

Os preços da cesta básica acumulam reajustes de até 29,24% no ano e de 51,85% nos últimos 12 meses, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Dieese. Entre as 16 principais capitais do país pesquisadas, Recife apresentou a maior variação de preços de janeiro a junho deste ano. Já na comparação anual (de julho de 2007 a junho deste ano), Natal liderou. Outros aumentos expressivos foram apurados em João Pessoa (45,02%) e de novo Recife (44,92%).

O Globo: Dieese diz que custo da cesta básica já avançou até 52% em 12 meses

As importações brasileiras registraram no primeiro semestre de 2008 a maior taxa de crescimento desde 1995, quando o real tinha paridade com o dólar. As compras internacionais cresceram 50,6% na comparação com o primeiro semestre de 2007, totalizando US$ 79,27 bilhões, com média diária de US$ 644,5 milhões.

O Estado de S. Paulo: Importação é recorde desde 1995 e saldo cai 44%

Em reunião do Mercosul, o presidente Lula disse que abandonará a produção de biocombustíveis se ficar comprovado que o etanol brasileiro contribui para aumentar a fome. Para Lula, a América do Sul não pode ser culpada pela instabilidade dos países desenvolvidos. Visando a aumentar a participação do Brasil na produção mundial de alimentos, plano oferece R$ 65 bilhões de crédito para produtores.

JB Online: “Não troco estômago por gasolina”

Política

Fracassou o primeiro teste da aliança que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou como prioritária para sua sucessão, em 2010: PMDB e PT, os dois maiores partidos do país, coligaram-se em apenas 10 das 26 capitais brasileiras. Nenhuma nos maiores colégios eleitorais. O balanço das alianças firmadas para as eleições municipais de outubro revela um PT mais isolado que em 2004, nas grandes cidades, mas com perspectiva de avançar nos grotões e no mínimo superar a marca dos 500 prefeitos eleitos.

Valor Econômico: Aliança PT-PMDB restringe-se a 10 capitais

Apesar da pressão dos Tribunais Regionais Eleitorais e da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), o Supremo Tribunal Federal (STF) não vai barrar os candidatos com ficha suja que disputarão as prefeituras e as vagas nas Câmaras Municipais em outubro. O Supremo deixou para agosto – na volta do recesso – o julgamento de um recurso da AMB, mas os ministros da corte, consultados pelo Estado, já dão como fato consumado a tese de que o tribunal não tem mesmo como barrar os candidatos ficha-suja.

O Estado de S. Paulo: STF deve liberar candidaturas de “”fichas-sujas”"

Os principais candidatos à Prefeitura de São Paulo trocaram farpas ontem. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) rebateu a apresentação do programa prévio de governo da petista Marta Suplicy – um texto repleto de críticas à sua gestão. “Eu queria debater com idéias efetivamente verdadeiras. Em alto nível”, disse. Enquanto isso, um aliado de Marta deu nova alfinetada no prefeito, com crítica à segurança pública, e o tucano Geraldo Alckmin advertiu os dois adversários: uso da máquina pública é crime e “não elege ninguém”.

O Estado de S. Paulo: Marta, Alckmin e Kassab trocam farpas em SP

Internacional 

Os presidentes dos países do Mercosul aprovaram, em reunião na Argentina, uma declaração de repúdio à lei que fixa regras mais duras para o tratamento dos imigrantes na União Européia. Segundo o texto, políticas dos países desenvolvidos, como subsídios e falta de abertura de seus mercados aos emergentes, estão na raiz dos problemas da Europa com a imigração.

Folha de S. Paulo: Mercosul ataca política contra imigração na União Européia

Correio Braziliense: A Europa é o alvo

Brasil prevê que, a partir de setembro, intercâmbio com argentinos deixará de ser feito na moeda norte-americana para privilegiar o real e o peso. Banco do Sul recebe promessas de contribuição. O governo brasileiro estima que a “desdolarização” bilateral poderá entrar em vigor a partir de setembro deste ano. O mecanismo comercial será opcional para as empresas e foi um dos assuntos tratados na segunda-feira, na reunião de ministros da Economia e presidentes de bancos centrais do Mercosul.

Correio Braziliense: Comércio sem dólar é acertado

Desenvolvimento

A diretoria colegiada da Agencia Nacional do Petróleo (ANP) recomendou ao Ministério de Minas e Energia uma solução salomônica sobre a 8ª Rodada de Licitações. A sugestão é que a rodada seja retomada de modo a conceder os blocos já licitados (alguns do pré-sal) e encerrá-la em seguida, transferindo os blocos não licitados para a 10ª Rodada que, segundo o diretor Nelson Narciso, da ANP, pode acontecer ainda este ano se o governo permitir.

Se o governo aceitar a recomendação, algumas empresas como a Eni e a Statoil passarão a deter áreas no pré-sal. Elas não tem ainda blocos exploratórios no pré-sal e nesse caso poderão obter as licenças, já que fizeram ofertas vencedoras para algumas áreas da bacia de Santos, antes que a rodada fosse suspensa, em 2007

Valor Econômico: ANP quer 10º rodada, sem o pré-sal, ainda este ano

Para a segunda metade do ano, a expectativa dominante entre os empresários é de que haverá alguma redução no ritmo de expansão. O ajuste virá porque a base de comparação é mais elevada (a produção ficou mais forte no segundo semestre de 2007) e também pela influência de inflação e juros mais elevados.

Valor Econômico: Indústria já espera ajuste no segundo semestre

Resumo de ontem

 

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Mídia: a patética torcida pelo aumento da inflação

Postado em 2 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O autor no texto a seguir observa que a mídia vem dando grande destaque com a volta do fantasma da inflação. Entretanto, o noticiário internacional ressalta exatamente o contrário, que o Brasil é um dos que melhor tem enfrentado esta crise globalizada. E ressalta como o contraste é brutal quando se ler um jornal brasileiro (ele cita a Folha) com um jornal internacional (dá o exemplo do “New York Times”).

E que nesta segunda-feira também foram divulgados os novos índices da pesquisa Ibope/CNI, mostrando que a popularidade do governo Lula se mantém inalterada num patamar recorde, com 58% de aprovação, agências e jornais fizeram um contorcionismo danado para destacar aspectos negativos do levantamento, omitindo o principal.

Publicado originalmente no Último segundo

Por Ricardo Kotscho

Venho notando nos últimos dias um crescente frisson dos mancheteiros e nobres colunistas da nossa grande mídia com a volta do fantasma da inflação.

Desde abril, quando surgiram os primeiros sintomas de alta, a cada novo índice prevê-se o fim do mundo para amanhã mesmo, na próxima esquina.

É até engraçada esta torcida agora indisfarçada para que o pior aconteça e o governo se exploda, quando comparamos o noticiário nativo com o que se escreve lá fora sobre o Brasil. Regra geral, os mais respeitados e influentes meios de comunicação do mundo constatam que o nosso País é um dos que melhor tem enfrentado esta crise globalizada.

Quando fico muito desanimado, depois de ver os telejornais da noite e dar uma olhada nos principais jornais no café da manhã, termino sempre minha rotina informativa lendo a coluna “Toda Mídia”, publicada pelo Nelson de Sá, na “Folha”.

O contraste é brutal com o que se lê no noticiário das outras páginas do matutino paulista. Nesta terça-feira, por exemplo, Sá abre a sua coluna com o que escrevem sobre nós os dois principais jornais dos Estados Unidos: Leia o resto do artigo »

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Para Fiesp, BC erra no diagnóstico da inflação

Postado em 2 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A Fiesp considerou um erro o diagnóstico feito pelo Banco Central, pois o bacen afirmou que a oferta da indústria não estaria apta a atender o crescimento da demanda. Estudo da Fiesp apresentou dados mostrando que os investimentos industriais estão ocorrendo e se maturando em tempo hábil.

O trabalho da Fiesp mostra, porém, que, dos 20 itens que compõem o IPA, apenas quatro registram uma alta de preços acima da média da indústria. Segundo o empresário Paulo Francini, diretor do departamento de pesquisas e estudos econômicos da Fiesp, o objetivo do trabalho é o de mostrar que a indústria não é a principal causa da inflação, como o Banco Central e muitos analistas têm dito ultimamente. A indústria até, de acordo com o estudo, está ajudando no controle da inflação.

Publicado na  Folha

Por Guilherme Barros

Nos dois últimos relatórios de inflação, o Banco Central tem afirmado que a oferta da indústria não estaria apta a atender o crescimento da demanda. O relatório do dia 25 de junho foi ainda mais enfático ao dizer que “o maior risco, porém, advém dos preços industriais, pois, além de se localizarem mais próximos da etapa do consumo final e, por conseguinte, transmitirem-se mais rapidamente para os preços do consumidor, costumam mostrar maior persistência”.

A Fiesp considera um erro esse diagnóstico do Banco Central. Segundo estudo do departamento de pesquisas e estudos econômicos da entidade, os dados mostram que os investimentos industriais estão ocorrendo e se maturando em tempo hábil. Ao apontar suas baterias contra os preços industriais, o Banco Central usa como parâmetro a variação do IPA (Índice de Preços por Atacado), da Fundação Getulio Vargas. O IPA total registrou até maio uma elevação de 15,36% no acumulado dos últimos 12 meses. Já o IPA da indústria de transformação, de 9,08%.

O trabalho da Fiesp mostra, porém, que, dos 20 itens que compõem o IPA, apenas quatro registram uma alta de preços acima da média da indústria. São exatamente os setores mais atingidos diretamente pela alta de preços global. Leia o resto do artigo »

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Amazônia – Soberania e Desenvolvimento Sustentável

Postado em 2 dEurope/London julho dEurope/London 2008

 Por Katia Alves

O autor, Márcio Henrique Monteiro de Castro, trata com maestria de dois desafios cruciais a serem enfrentados pela sociedade brasileira: a soberania nacional sobre a Amazônia e o desen­volvimento sustentável da região.

Esses desafios e as suas opções alternativas estão esplendidamente sintetizados, de uma forma doce, porém de enorme profundidade e am­plitude, logo na Introdução do livro. Ou seja, na mensagem subliminar quanto à sua forma, porém clara, profunda, densa e desafiadora no con­teúdo. E tudo isso condensado apenas em duas possíveis cartas em um futuro não muito distante, escritas por um possível pai a um possível filho, num possível ano de 2050.

Elas – e o conteúdo do livro confirma isso – nos remetem para uma encruzilhada que às vezes não é bem percebida: ou a confirmação do rumo em que estamos indo ou uma inflexão de rota, até profunda e radical se necessário. Discutir, decidir e assumir responsabilidades sobre rumos para a questão amazônica são desafios que a todos nós compete enfrentar, como profissionais, cidadãos e cidadãs.

O autor afirma que no Brasil, historicamente, sempre passamos por processos alter­nados e recorrentes: ou administrando períodos de calmarias, com rela­tivos estágios de crescimento ou sofrendo impactos de graves crises de várias naturezas e dimensões. Esse processo de gangorra se deve a uma crise maior e permanente, isto é, uma crise de projeto, refletida na nossa crise de destino.

Portanto, o país precisa de um novo projeto. E não é de um projeto qualquer. É de um Projeto de Nação, um projeto de desenvolvi­mento nacional sustentado e sustentável, tal que contemple os interesses de todos os brasileiros, indistintamente, sem prevalências de quaisquer naturezas. Todavia, há que se dar prioridade para aqueles que até hoje têm sido privados de uma participação plena e digna na vida nacional.

 Para ler mais clique aqui

 

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