Sistema de Produção do Açaí
Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2008
Publicado em: Embrapa Amazônia Oriental
Por: Jorge Alberto Gazel Yared
Chefe Geral da Embrapa Amazônia Oriental
O Sistema de Produção do Açaí resulta de criterioso trabalho de revisão de publicações, de conhecimentos e de informações atuais obtidas junto aos atores da produção e do processamento de frutos, bem como sobre o alcance do mercado e comercialização do açaí.
Neste árduo trabalho tiveram papel importante os representantes de órgãos da esfera governamental, como Banco da Amazônia S.A., Agência de Desenvolvimento da Amazônia, Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará; de órgãos não-governamentais e da iniciativa privada, como Programa Pobreza e Meio Ambiente na Amazônia, Frutos da Amazônia Ltda., Muaná Alimentos, Pamar Indústria de Palmitos, Açaí Palamaz e Granja Hiura, que, juntamente com os pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental, em seminário realizado em 28 de junho de 2002, discutiram os pontos básicos da cadeia produtiva do açaizeiro e, assim, tomava forma este instrumento de consulta prática, agregando conhecimentos sobre o cultivo do açaizeiro, a comercialização e o processamento dos frutos.
Os pesquisadores desta Unidade da Embrapa, recentemente organizaram e realizaram o WORKSHOP REGIONAL DO AÇAIZEIRO: Pesquisa, Produção e Comercialização. Este evento contou com a participação de 127 técnicos, representando 51 instituições e empresas públicas e privadas que, no período de 14 a 16 de junho de 2005, discutiram as questões mais relevantes da cadeia produtiva do açaizeiro e atualizaram os dados técnicos que vinham sendo trabalhados na organização deste livro.
A Embrapa Amazônia Oriental tem a satisfação de disponibilizar à sociedade e, de modo especial, aos produtores e processadores de frutos, pesquisadores, professores, extensionistas e técnicos de instituições de crédito e desenvolvimento regional, esta publicação técnica que será de grande utilidade para impulsionar o desenvolvimento dessa importante cadeia produtiva regional.
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Por um partido de estrutura ínfima no Estado, seria uma aventura sem maiores conseqüências. Mas a receita que Lessa teria para o Rio é a mesma que tem para o Brasil: é preciso que tanto a cidade como o País recuperem a auto-estima. “O presidente Lula é muito bom nas políticas sociais e tem instinto para o que quer o povo brasileiro, mas não tem nenhuma visão nacional; se ele tivesse, não se deslumbrava tanto com os aplausos que recebe no Exterior”, critica. Duro e irônico, Lessa cobra, inclusive, a atitude da mulher de Lula, Marisa Silva, que requereu cidadania italiana para ela e para os filhos: “Se o Lula soubesse o que é Estado nacional, teria dado uma bronca na mulher.” Crítico ferrenho da política econômica – motivo, inclusive, da sua saída da presidência do BNDES em novembro de 2004 -, Lessa alerta que o governo não está dando a devida importância à crise internacional de petróleo. Ainda que o Brasil tenha reservas, a situação mundial pressionará os preços, especialmente das commodities, e o País não pode ter como única resposta o aumento das taxas de juros e a política cambial, determinados pelo Banco Central. “Querer controlar a inflação com câmbio é suicídio nacional”, dispara. Lessa afirma que “é preciso acabar com a ‘paulistocentria’ na política brasileira”. Sua chapa ideal seria formada pelo governador tucano Aécio Neves e o deputado Ciro Gomes, do PSB. Na segunda-feira 23, Lessa deu a seguinte entrevista à ISTOÉ: