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Blog do Desemprego Zero

País deixará de ser “primitivo” em 2016, diz Ipea

Escrito por lucianasergeiro, postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por: Luciana Sergeiro 

Com o crescimento contínuo da economia, a recuperação do salário mínimo e ações de transferência de renda, em 2016 o País deixará de ser um país primitivo perante o mercado de trabalho segundo Marcio Pochmann, presidente do Ipea.

A afirmação de Pochmann é baseada no índice de Gini, que mede a concentração de renda do trabalho. Mas tudo só será possível se mantiver um cenário de baixa inflação e estabilidade nas taxas de crescimento. Novos investimentos que exigem a contratação de mão-de-obra qualificadas, que por isso receberão salários mais altos, explicam o aumento da concentração da renda nas mãos do trabalhador.

O estudo chama a atenção também para a forte recuperação da renda nas camadas mais pobres da população. Um dos maiores entraves ainda para a melhor desconcentração da renda é a alta taxa tributaria praticada pelo país. A seguir segue o estudo, com os índices que melhor explica a análise de Pochmann.

Publicado em: JB Online

Mantidos os atuais ritmos de crescimento da economia, de recuperação do salário mínimo e ações de transferência de renda, somente em 2016 o Brasil deixará de ser um país “primitivo” na distribuição de renda do mercado de trabalho.

Na prática, em oito anos, diminuirá a diferença (hoje em 23,5 vezes) entre a média salarial dos mais pobres e dos mais ricos, segundo projeção feita pelo presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Marcio Pochmann.

A estimativa de Pochmann tem como base o índice de Gini, que mede a concentração de renda do trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do país (Recife, Salvador, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro).

Futuro

Segundo Pochmann, um país deixa de ter a realidade “selvagem” e “primitiva” quando esse índice fica abaixo de 0,45. Ele disse que esse nível pode ser atingido em 2016, contando com um cenário de baixa inflação e de estabilidade nas taxas de crescimento.

O índice tem como base a renda dos ocupados, que inclui os salários, mas também aposentadorias e benefícios de programas de transferência de renda. Juros, lucros e renda da terra, por exemplo, não entram nessa conta.

Apesar de recentes quedas anuais, nos últimos dois trimestres avançou o índice que mede a concentração de renda. Passou de 0,502 no terceiro trimestre de 2007 para 0,505 no primeiro trimestre deste ano.

Segundo Pochmann, novos investimentos, que exigem a contratação de trabalhadores mais qualificados, ou seja, com salários mais altos, ajudam a explicar o avanço da concentração de renda – também registrada em alguns trimestres dos anos anteriores.

Segundo o estudo, o que também chama a atenção é a forte recuperação de renda nas camadas mais pobres da população. Entre 2003 e 2007, a renda dos 20% mais pobres cresceu 25,9%, contra 5,6% dos 20% mais ricos.

Impulsionada pelo crescimento do PIB e pela redução do desemprego, a diferença é ainda maior se comparados apenas os dois extremos. No mesmo intervalo, os 10% mais pobres tiveram ganho de renda de 22%, ante 4,9% dos 10% mais ricos, diferença de 448%.

Para o professor Jorge Pinho, do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB), a elevada carga tributária trava a desconcentração da renda.

- O país virou uma república fiscal. Essa voracidade tributária não faz bem nem para a empresa, nem à pessoa física, nem à massa salarial. O governo não faz nada para impedir – afirma.

Segundo ele, a tendência é que as pessoas de baixa renda, por conta da baixa formação, continuem nessa mesma escala.

- Hoje tem mais gente recebendo (salário ou benefícios), mas também mais gente recebendo menos. A tendência é que essas pessoas continuem recebendo menos.

 

 



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