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Blog do Desemprego Zero

Archive for junho, 2008

Melhora na balança comercial

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A balança comercial registrou em maio um superávit comercial de 4,077 bilhões de dólares, o maior valor mensal do ano. Esse foi o primeiro mês, em 2008, em que o saldo comercial mensal superou o do mesmo período do ano passado –em maio de 2007. No ano, o país acumula agora um superávit comercial de 8,655 bilhões de dólares, frente a um saldo de 16,758 bilhões de dólares em 2007.

Por: Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Blog Luis Nassif
Por: Luis Nassif

Balança mostra força em maio e tem maior saldo do ano

A balança comercial registrou em maio um superávit comercial de 4,077 bilhões de dólares, o maior valor mensal do ano, mostraram números do Minstério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior nesta segunda-feira.

Esse foi o primeiro mês, em 2008, em que o saldo comercial mensal superou o do mesmo período do ano passado –em maio de 2007, o superávit comercial foi de 3,853 bilhões de dólares.

De janeiro a abril, a balança comercial mostrou forte deterioração com as importações crescendo bem acima das exportações na comparação com 2007.

O governo argumentava que os números vinham sendo distorcidos por uma greve dos auditores fiscais que afetou os processos de exportação e de importação durante cerca de dois meses. O movimento foi suspenso em 12 de maio. Leia o resto do artigo »

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Na Europa, Lula eleva o tom em defesa dos biocombustíveis

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou o tom neste domingo às vésperas do encontro sobre segurança alimentar no mundo, no que se torna um debate entre alimentos e biocombustíveis. O encontro reunirá dezenas de chefes de Estado na Agência das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma, de terça até quinta-feira.

Por: Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado: Portal VERMELHO

Para Lula, o vilão não é o etanol, e sim o preço do petróleo, pela alta de preços dos alimentos e pelo retorno da inflação ao centro das preocupações globais. Disse que nenhum país tem autoridade moral ou política para criticar o etanol brasileiro e culpou a especulação com o preço do petróleo nos mercados futuros.

Em entrevista de uma hora concedida sob os afrescos da Galeria Cortona, no palácio da embaixada brasileira na Piazza Navona, o presidente chegou a suar ao desmontar os argumentos que vinculam a alta de preços dos alimentos à crescente produção de biocombustíveis.

“Não vamos nos curvar diante das criticas que nos fazem, quando por trás há interesses eminentemente econômicos e comerciais”, afirmou Lula, sem citar expressamente os produtores de petróleo. “O Brasil hoje não é coadjuvante. Fica mais visado e as pessoas começam a bater. Nessa guerra comercial não temos de ficar nervosos, temos de entrar nela preparados. O Brasil faz esse debate inclusive quando tem auto-suficiência em petróleo.” Leia o resto do artigo »

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BC IGNORA SUPERÁVIT NOMINAL DAS CONTAS PÚBLICAS

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Segundo o editorial de hoje do jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), União Estados e Municípios tiveram uma arrecadação superior a soma dos seus respectivos gastos. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o superávit atingiu a marca de 0,76% do PIB (o Produto Interno Bruto), ou R$ 61,6 bilhões.

 

Como ressalta o próprio editorial do diário, “Ao produzir um superávit nominal, o Estado brasileiro não pode ser acusado de ter uma política fiscal expansionista e, assim, de contribuir para o aquecimento da demanda agregada e, por conseqüência, para o aumento da inflação. Mesmo críticos da política fiscal do governo federal reconhecem isso.”.

 

A partir da declaração do Valor, que certamente não é um jornal de esquerda, inferimos o desatino da política monetária do Banco Central. Se o Executivo não é responsável por uma possível “pressão de demanda”, por que mantel tal política de juros?

 

O aumento do preço do petróleo e dos alimentos tem pressionado a inflação. Entretanto, o remédio amargo da taxa de juros não é o melhor antídoto para curar pressões inflacionárias oriundas de choques de preços.

 

Talvez o mais inteligente seria desenvolver políticas direcionadas – por exemplo, subsídios e investimentos em áreas específicas – para os setores envolvidos na alta dos preços. Todavia, é sabido que a taxa de juros neste patamar serve para o duplo propósito de conter a inflação e encher os cofres das grandes instituições financeiras.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Brasil vence disputa contra subsídios ao algodão nos EUA

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A Organização Mundial do Comércio (OMC) condenou nesta segunda-feira (2) os subsídios norte-americanos ao algodão, em uma disputa aberta pelo Brasil. A decisão abre caminho para um possível pedido de sanção por parte do Brasil, suspendendo direitos de patentes e interrompendo parte do comércio.

Por: Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: Estadão

Por: JAMIL CHADE

A Organização Mundial do Comércio (OMC) confirmou hoje que o Brasil venceu no seu tribunal uma disputa sobre a legalidade dos subsídios norte-americanos para o algodão. A decisão abre a possibilidade para que o País retalie o governo dos EUA, suspendendo direitos de patentes e interrompendo parte do comércio. A OMC condenou os subsídios americanos e pede sua retirada.

Nos últimos meses, a Casa Branca vem tentando convencer os Estados do Sul do país de que o Partido Republicano, o mesmo do presidente George W. Bush, não abandonará os produtores de algodão. O setor é um dos importantes doadores de recursos aos candidatos. A estratégia, portanto, foi a de arrastar o quanto pôde a disputa com o Brasil nos tribunais da OMC.

A guerra entre os dois países durava cinco anos, sem qualquer resultado concreto na redução dos subsídios, apesar das inúmeras derrotas dos norte-americanos. O Brasil se queixava em 2003 de que os subsídios agrícolas dos Estados Unidos estavam prejudicando os produtores nacionais de algodão. Leia o resto do artigo »

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Governo quer igualar Previdência

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O governo vai enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei igualando regras de aposentadorias e pensões de funcionários públicos com as que vigoram para os trabalhadores privados. Porém a mudança valerá apenas para quem ingressar no serviço público após a promulgação da lei.

Não haverá perdas para os funcionários atuais porque, para eles, não serão alteradas as regras de cálculo da contribuição e dos benefícios. Hoje o abismo separando os servidores públicos e privados faz com que o déficit da previdência pública da União, Estados e municípios some mais do que o dobro do INSS.

Por: Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: O Estadão

Por: Suely Caldas

Até o fim deste ano, o governo vai enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei igualando regras de aposentadorias e pensões dos funcionários públicos com as que vigoram para os trabalhadores privados, entre elas a limitação do valor da aposentadoria ao máximo de 10 salários mínimos aplicado aos aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O secretário de Previdência Social, Helmut Schwarzer, anunciou ao Estado que a mudança valerá apenas para quem ingressar no serviço público após a promulgação da lei e não será aplicada aos que estão na ativa hoje, que continuarão se aposentando com o último salário, geralmente muito acima do teto do INSS. Um desembargador, por exemplo, se aposenta com mais de R$ 20 mil.

Os militares do Exército, Marinha e Aeronáutica serão excluídos das mudanças e continuarão regidos pelas regras atuais. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 02/06/2008

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso , Kátia Alves e Luciana Sergeiro

Política

O ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) alertou as autoridades sobre a ilegalidade da exploração política do programa Bolsa Família. Na carta, o ministro diz que não vai interromper o programa durante o período de eleições e listou uma série de restrições…

Folha Online: Ministro alerta prefeitos sobre exploração política do Bolsa Família

O primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Nárcio Rodrigues (PSDB-MG), declarou nesta segunda-feira que não deverá haver punições ao presidente do Conselho de Ética, deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), por não ter instalado na semana passada o processo disciplinar contra o deputado Paulinho (PDT-SP), conforme prevê o regimento…

Último Segundo: Câmara não punirá Moraes por atrasar processo de Paulinho

Economia

O problema do Brasil está no gerenciamento da política monetária. “Nunca o País esteve tão preparado como agora. O Brasil está muito melhor num mundo muito pior”, disse Dalton Gardiman, economista-chefe do Banco Bradesco de Investimento…

JB Online: Política monetária é o problema

Nas vésperas de mais uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) – entre 3 e 4 de junho -, o mercado financeiro aumenta suas apostas de que a taxa de juro básico (Selic) deve alcançar 13,75% ao final deste ano…

JB Online: Mercado prevê Selic de 13,75% neste ano

Internacional

A corrida pela nomeação democrata à Casa Branca está quase no fim? Parece ser isso o que todos desejam saber do comitê de campanha da senadora Hillary Clinton, pré-candidata do Partido Democrata à Presidência dos EUA. Mas a única pessoa capaz de responder a essa pergunta continua a manter-se em silêncio sobre o assunto…

JB Online: Corrida democrata ‘só acaba quando termina’, diz Hillary Clinton

A presidente chilena, Michelle Bachelet, anunciou nesta segunda-feira um pacote de medidas para enfrentar as fortes altas nos preços dos combustíveis. Entre as medidas, Bachelet destacou a injeção de 1 bilhão de dólares a um fundo para subsidiar preços, no momento em que caminhoneiros ameaçam com paralisações…

Reuters Brasil: Chile anuncia medidas para alta de combustíveis

Desenvolvimento

O tão esperado anúncio do levantamento da Petrobrás sobre o verdadeiro potencial das reservas da Carioca foi adiado pela companhia. O presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, declarou que a Petrobrás vai priorizar as atividades de prospecção nos blocos de prazos exploratórios e que podem acarretar a perda das concessões das empresas quando não cumpridos. Para tal, a Petrobrás decidiu postergar as atividades de quantificação do volume das jazidas encontradas na área do pré-sal, como a Carioca…

Gazeta Mercantil: Petrobras adia estimativa sobre o campo de Carioca

O bagaço de cana poderá ganhar status de estrela na geração de energia no final deste século, já que a cana-de-açúcar será a única fonte energética no Brasil que não sofrerá impactos com o aquecimento global. a energia eólica deve ficar restrita ao litoral e as hidrelétricas vão produzir menos do que hoje por redução das chuvas, assim como a soja deverá migrar para o Sul em busca de clima mais favorável…

Reuters Brasil: Estudo mostra que energia no Brasil é vulnerável a aquecimento

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Ministro defende mudança em resolução para garantir investimentos no setor portuário (será?)

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Notícia confusa divulgada na última quarta-feira, dia 28, pela Agência Brasil mereceu retificações de José Augusto Valente,  autor do nosso Blog e há 35 anos trabalhando na área de transportes.

A matéria não é apenas confusa, mas equivocada em muitos pontos e noticia mesmo informações inverídicas. José Augusto Valente aponta os erros da notícia e explica suas retificações.

A legislação concernente aos portos e as atividades portuárias são temas que têm atraído a mídia devido às alterações e propostas de emenda nos instrumentos que a regulam. É importante que haja uma preocupação dessa mídia em veicular notícias embasadas…

* Por Elizabeth Cardoso


Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, disse que é preciso mudar a resolução da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) que estabelece critérios para a atuação dos portos privados, a fim de retirar pontos que contrariam a Lei dos Portos. Segundo ele, a medida é necessária para garantir investimentos privados nos portos brasileiros.

A mudança na Resolução 517 da Antaq foi garantida nessa quarta-feira (28) pela diretoria da Antaq, em carta lida pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), no plenário da Casa.

A norma estabelece que os portos privados, para funcionar, devem priorizar a movimentação de cargas de seu próprio titular. A emenda da senadora previa que os portos privados poderiam movimentar livremente as mercadorias, próprias ou de terceiros, sem restrição quanto a quantidades ou proporções.

Para o presidente da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec), Sérgio Salomão, a autorização para que os portos privados possam movimentar cargas de terceiros é inconstitucional, pois o serviço portuário no país é prerrogativa da área pública. Ele também acredita que a alteração poderá provocar danos concorrenciais e desequilibrar a harmonia do setor.

“Isso levará ao desbalanceamento dos portos públicos e comprometerá os investimentos da iniciativa privada em portos públicos, e isto não faz bem ao país”, afirmou. Segundo ele, os terminais de uso público e privativo têm convivido de forma harmoniosa no país.

Leia mais no site da Agência Brasil

Que me desculpe a jornalista que elaborou a matéria, mas tem muita confusão aí, a começar pelo título, que não ajuda a entender a situação.

1) A emenda derrotada na Câmara e no Senado, de autoria da Senadora Kátia Abreu (DEM/TO), não visava à Resolução 517 da Antaq, mas a Lei dos Portos (8.633/93)

Leia o resto do artigo »

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Mantega teria privilegiado grandes bancos no BNDES, diz Tribuna da Imprensa

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Matéria publicada na última terça-feira, dia 27, na Tribuna da Imprensa Online, condenava certas operações financeiras de vulto do BNDES, afirmando a iliciosidade destas. Na matéria, o jornalista declara que “apenas parte do véu de irregularidades” praticadas no BNDES foram reveladas através da Operação Santa Tereza da Polícia Federal e que a corrupção teria tido início quando da gestão de Guido Mantega frente ao Banco.

O jornalista da Tribuna trata o empréstimo do BNDES à Prefeitura de Praia Grande, no estado de São Paulo, como algo “estarrecedor”, pois seria um empréstimo cujo valor estaria muito acima da capacidade de pagamento de tal município, uma vez que representa 35% das receitas anuais da prefeitura. Contudo, o jornalista não comenta que como o prazo de pagamento de tal empréstimo é de 10 anos, algo em torno a 6% seria o porcentual realmente comprometido das receitas anuais do município com o pagamento desta dívida.

Por fim, o jornalista ainda compara o comportamento do BNDES ao de bancos comerciais, que jamais realizariam um empréstimo que comprometesse elevado percentual da receita do tomador porque isso impossibilitaria o pagamento.

Porém, escapou a essa crítica um pormenor: a natureza completamente díspar do BNDES em relação aos bancos comerciais. Enquanto esses praticam altas taxas de juros para conceder empréstimos de longo prazo e de elevados valores, a prática do BNDES é bem outra, a de possibilitar a realização de investimentos de vulto em projetos de pouco e demorado retorno, ainda que tais projetos representem um considerável volume da receita do tomador.

Irapuan de Menezes Braga, funcionário do BNDES e colaborador do nosso Blog, faz uma crítica aos argumentos levantados nessa reportagem e esclarece alguns pontos relevantes que não foram apontados na referida matéria…

* Por Elizabeth Cardoso

Crítica de Irapuan:

As balas “achadas” estão chegando aqui perto, e injustamente – diga-se – ao menos no caso de Praia Grande.

Não tem nada de errado, ou contra as normas, em emprestar o equivalente a 35% da receita anual do tomador para a realização de investimentos. O pagamento, em prazo de dez anos, deverá ser da ordem de 5% a 6% da receita anual do tomador, o que é absolutamente razoável. Aliás, é exatamente para esse tipo de operações (as que são de grande porte, em relação ao movimento financeiro do tomador, e que têm retorno financeiro demorado – ou quase nulo, como é o caso de investimentos sociais de prefeituras, que só se refletem na melhoria de condições de vida da população e, a muito longo prazo, na redução dos gastos com saúde pela melhoria das condições de saneamento) que faz sentido existir um BNDES!

E, se os bancos comerciais estivessem efetivamente voltados para atender as mais diversas necessidades de seus clientes, e ousassem fazer operações de longo prazo, só teriam porque usar um critério limitador como esse, de 35% da receita anual, porque aplicam taxas de juros absurdamente altas, que fazem o pagamento de qualquer crédito pesar demais no bolso do tomador, às vezes tornando-o até impagável – o que não é o critério e nem a prática do BNDES.

Portanto, a pretensa sabedoria financeira do jornalista é, de fato, uma
falácia.

Além disso, mesmo que a Prefeitura, supostamente, tivesse favorecido determinadas empreiteiras de seu interesse, isso só seria possível por meio de práticas incorretas no processo licitatório público – e a verificação de eventuais ilícitos desse tipo não cabe ao BNDES, pois já é atribuição específica dos TCEs. Aliás, não faz parte das nossas normas de serviço e por isso mesmo nem temos em nosso corpo técnico auditores qualificados para tanto.

Então a argumentação usada para dizer que há corrupção no BNDES, e que ela se estende a chefes e gerentes é – de novo – falaciosa.

Um abraço, Irapuan

Íntegra da reportagem:

Mantega privilegiou grandes bancos no BNDES

Publicado originalmente na Tribuna da Imprensa Online

A Polícia Federal acertou em cheio com a Operação Santa Tereza, que levanta apenas parte do véu das irregularidades existentes no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No governo Lula, a corrupção começou na gestão de Guido Mantega, que revogou uma medida moralizadora tomada por seu antecessor Carlos Lessa e voltou a pagar comissão de 4% aos grandes bancos, por intermediação em operações acima de R$ 10 milhões.

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