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Blog do Desemprego Zero

Archive for junho, 2008

Interesses recíprocos

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Serra encontrou medida para reforçar a caixa do estado através da possível venda da Nossa Caixa ao Banco do Brasil. Estimativa feita pela carta capital diz que o valor de mercado da Nossa Caixa está estimado em torno de 9 billhões pois foi considerado capitalização, endividamento e papéis preferenciais da empresa.

Não é a primeira vez que a Nossa caixa dá apoio às contas paulistas, pois no ano passado o banco realizou desembolso de 2,1 bilhões de reais para manter a prerrogativa de administrar as contas do funcionalismo público estadual.

*Por Katia Alves

Por André Siqueira

Publicado originalmente na Carta Capital

A pouco mais de dois anos do fim do mandato, e também das próximas eleições presidenciais, o governador de São Paulo, José Serra, encontrou um novo modo de reforçar o caixa do estado e deixar a marca de sua administração na forma de obras de infra-estrutura, após a fracassada tentativa de privatização da Cesp, geradora de energia. A possível venda da Nossa Caixa ao Banco do Brasil, cuja negociação está em andamento, pode render mais de 6 bilhões de reais aos cofres estaduais, de acordo com a avaliação de especialistas. De quebra, o tucano escaparia do estigma de privatista, que aterroriza os tucanos. 

Serra sustenta que o negócio só será fechado se considerar satisfatórias a quantia e as condições oferecidas pelo Banco do Brasil. “Não se pode dar de barato que a Nossa Caixa vai ser vendida. Depende da proposta”, disse. Há quem veja no argumento uma maneira de deixar uma fresta aberta para a realização do leilão, como querem os maiores bancos privados do País, que reclamaram da negociação. Como se sabe, nenhum candidato a presidente do Brasil pode cometer a loucura de entrar em conflito com o sistema financeiro. O governador nega, ainda, que a licenças da Cesp tenham sido postas na mesa de negociação. “Isso é especulação”, afirmou. 

O valor de mercado da Nossa Caixa, calculado pela consultoria Economática com base na cotação das ações da instituição, ao preço de quarta-feira 28, chegaria a 4,135 bilhões de reais. Outra estimativa feita, a pedido de CartaCapital, pela Austin Rating, elevou a cifra para até 9 bilhões de reais, ao considerar também fatores como capitalização, endividamento e papéis preferenciais da empresa. O preço pode parecer alto, se comparado com os 7 bilhões que o espanhol Santander se dispôs a pagar pelo Banespa, em 2000, mas leva em conta o balanço mais saudável do último banco em poder do estado de São Paulo. 

Se a compra for fechada, será o segundo episódio recente em que a Nossa Caixa dará um reforço decisivo às contas paulistas. Em março de 2007, o banco anunciou o desembolso de 2,1 bilhões de reais para manter a prerrogativa de administrar as contas do funcionalismo público estadual. A avaliação dos agentes de mercado foi de que o preço pago era alto demais, devido à interferência do governo, dono de 71% das ações da instituição. Os papéis despencaram mais de 30% nos dias seguintes à divulgação da notícia. O valor de mercado da instituição, à época, chegou a cair para 3,3 bilhões de reais.  Leia o resto do artigo »

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A reforma tributária na visão do Senado

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A proposta de aperfeiçoamento da reforma tributária elaborada no Senado se pauta por linhas tais como a definição de tributo, ampliação do princípio da anterioridade, instituição do imposto nacional sobre valor agregado, simplificação tributária para microempresas e empresas de pequeno porte, regime especial para a agricultura e isenção para a cesta básica, entre outros tópicos…

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no Correio Braziliense

Por Agaciel da Silva Maia

Um dos grandes desafios da atualidade é justamente a construção de um modelo de reforma tributária que possa, efetivamente, desonerar a produção e, ao mesmo tempo, financiar os serviços públicos em benefício da cidadania. Além disso, há que se considerar que qualquer alteração no modelo tributário potencializa uma redistribuição das receitas públicas entre União, estados e municípios, questão federativa de grande relevância. Em razão dessa natureza federativa, está o Senado Federal, pelo que determina a Constituição, vocacionado para esse debate.

Como foro especializado para a discussão e busca de soluções para as questões federativas, a exemplo do que ocorreu durante o ápice da guerra fiscal que envolve a política tributária dos estados, cumpre ao Senado avaliar periodicamente a funcionalidade do sistema tributário nacional, em suas estruturas e componentes, e o desempenho das administrações tributárias da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Essa última atribuição, segundo o Regimento Interno da Casa, relaciona-se às atividades da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), ora presidida pelo senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que criou uma subcomissão temporária de reforma tributária exatamente para analisar os prováveis novos caminhos que devem ser seguidos pela política fiscal do país.

Conduzida pelos senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE), autor do requerimento de criação, e Neuto de Conto (PMDB-SC), respectivamente, presidente e vice-presidente – a subcomissão recebeu do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), para análise, em março último, relatório preliminar dos trabalhos realizados em 2007. Trata-se, na verdade, de proposta realista e plausível. Leia o resto do artigo »

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Petróleo, o calcanhar de Aquiles chileno

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A economia chilena começa a sentir a alta dos preços do petróleo. Foi anunciado um pacote, cujo objetivo é subsidiar os preços dos combustíveis, pois se pretende segurar a inflação interna.

Portanto, segundo opiniões de estudiosos, os ganhos auferidos pela exportação de cobre (grande peso no PIB chileno) podem ser corroídos pela inflação interna e também a presidente do Chile, Michelle Bachelet, sofre críticas por não ter feito o pacote anteriormente. E infelizmente, o Chile não tem muitas alternativas para conter a alta dos preços. Ao contrário de seus vizinhos, não possui uma estatal forte como o Brasil e a Venezuela para subsidiar os preços dos combustíveis e ajudar a conter a inflação.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Por Rosana Hessel

A economia do Chile, uma das que mais cresce na América do Sul, começa a sentir fortemente o impacto da alta dos preços do petróleo, negociado próximo dos US$ 130 o barril, num país praticamente sem produção local.  O pacote de medidas anunciado ontem pela presidente Michelle Bachelet – que inclui a injeção de US$ 1 bilhão no fundo para subsidiar os preços dos combustíveis – chega em um momento crítico para o Chile que vê o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) desacelerar e a inflação atingir praticamente o triplo do índice registrado há 12 meses.   

“A alta cotação do petróleo tem pressionado a inflação chilena e esse pacote pode ajudar a conter a alta dos preços internos”, comenta Paulo Sandroni, o professor de Economia da Escola de Administração de Empresa de São Paulo (EAESP) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Para o economista, o Chile tem a vantagem de ser um importante exportador de cobre, o que tem ajudado a incrementar o PIB do país, mas os ganhos recentes com a forte alta dos preços das commodities podem não compensar o aumento do custo das importações de petróleo. “Se os preços do petróleo continuarem a subir, o pacote não será suficiente para conter a alta da inflação e isso poderá prejudicar a economia interna, uma vez que os fretes também irão subir”, acrescenta Sandroni. Leia o resto do artigo »

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Educação, crescimento e desigualdade

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo escrito por José Márcio Camargo – professor do departamento de economia da PUC/Rio e sócio da Tendências Consultoria Integrada – afirma que é de extrema importância o Estado investir em educação principalmente no ensino fundamental e médio.

O autor observa que no Brasil se gasta mais com aposentadorias e pensões e gasta muito pouco com educação no ensino fundamental e médio. Ou seja, o Brasil gasta 13% do PIB com aposentadorias e pensões e apenas 3,5% do PIB com este ensino.

O baixo nível de gastos nessa área do ensino acaba originando uma baixa qualidade na educação pública. E isso acaba gerando um grande obstáculo para um pobre poder entrar numa universidade pública de qualidade.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Isto é

Por José Márcio Camargo

Somente educação e progresso técnico são capazes de gerar crescimento no longo prazo. Por outro lado, os ganhos obtidos pela sociedade como um todo com um ano adicional de ensino nos níveis fundamental e médio são maiores do que os ganhos obtidos pelos indivíduos que adquirem este ano adicional de estudo (o oposto ocorre no nível universitário).

Exatamente por estas duas razões o investimento do Estado no ensino fundamental e médio é decisivo para gerar a oferta adequada de educação nestes níveis de ensino. Se as decisões de investir em educação fundamental e média forem deixadas para os indivíduos, eles tenderão a investir menos do que o socialmente ótimo. Ou seja, priorizar o investimento público em educação fundamental e média é uma condição necessária (ainda que não suficiente) para aumentar o bem-estar da população no longo prazo, reduzir a pobreza e a desigualdade da renda.

Apesar disto, a prioridade dada pela sociedade brasileira à educação é muito baixa. Vários são os indicadores desta baixa prioridade. Em primeiro lugar, cerca de 30% da população brasileira tem menos de 15 anos e os gastos públicos com educação fundamental e média atingem 3,5% do PIB. Por outro lado, o País tem 7% de sua população com mais de 65 anos e gasta 13% do PIB com aposentadorias e pensões. Ou seja, por beneficiário, o Brasil gasta 17 vezes mais com seus idosos do que com a educação de suas crianças e jovens. Leia o resto do artigo »

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Investment grade ou Brasil atrás das grades?

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O Brasil agora tem baixo risco de inadimplência, segundo a avaliação feita pela Standard & Poors, umas das maiores agências internacionais de avaliação de crédito. Portanto, é interessante ressaltar que essas mesmas agências que atribuíram a mais alta nota a títulos derivados das hipotecas do mercado imobiliário dos EUA.

O artigo abaixo destaca que as agências de crédito destinam-se a servir os grandes bancos e fundos de investimento que comandam a finança mundial, beneficiários também das absurdas taxas de juros praticadas no Brasil. Aumenta a entrada de capital de curto prazo que auferem mais rendas de juros, contribuem para apreciar o câmbio entre outros ganhos.

E quando esse capital começar a diminuir sua entrada no Brasil, as saídas dos ganhos e o retorno de parte dos capitais causará déficits no movimento de capitais do balanço de pagamentos brasileiro, pressionando a dívida externa.

*Por Katia Alves

Por Adriano Benayon

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Os adeptos da dependência ao norte não cabem em si de alegria com o upgrade dado ao Brasil por uma das principais agências internacionais de avaliação de crédito, a Standard & Poors, para “investment grade”, ou seja, baixo risco de inadimplência.

Antes de discutir se a posição financeira do Brasil realmente melhorou, ou se está piorando, convém liberar-se da poluição cerebral dominante entre os associados e os satélites do capital estrangeiro. Ela os faz deslumbrar-se diante de avaliações e conselhos provindos de instituições financeiras, bancos, empresas e governos do “Primeiro Mundo”.

Para começar, qual é credibilidade das agências de crédito? Deveria ser nenhuma ou abaixo de zero. Que elas sejam reconhecidas e certificadas pelo governo dos EUA em nada altera os fatos: foram essas agências que atribuíram a mais alta nota (AAA) a títulos derivados das hipotecas do mercado imobiliário dos EUA, em valor nominal de dezenas de trilhões de dólares, os quais estão na raiz do colapso financeiro mundial e não passam hoje de junk bonds (lixo financeiro). Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 03/06/2008

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso, Kátia Alves e Luciana Sergeiro

Política

O melancólico desfecho dos trabalhos da CPI dos Cartões Corporativos aponta uma tendência do Congresso de esfriar investigações desse tipo. Por conta do fracasso da CPI dos Cartões, que está prestes a encerrar suas investigações sem fazer nenhuma grande descoberta de irregularidade, representantes da oposição já admitem que devem abrir mão de propor investigações desse tipo dentro do Congresso por um longo período…

O Estadão: Oposição perde arma com fracasso de CPI

Inquérito da Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público Federal contra o deputado peemedebista e ex-chefe da Polícia Civil do estado do Rio de Janeiro, Álvaro Lins, pode pedir quebra de decoro parlamentar do deputado ao Conselho de Ética da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que pode cassar seu mandato em plenário se houver quorum majoritário de 36 votos. Segundo o corregedor-geral da Alerj, o deputado tucano Luiz Paulo, o inquérito aponta, através de várias horas gravadas de escutas telefônicas, fortes indícios de formação de quadrilha, facilitação de dinheiro e contrabando envolvendo Álvaro Lins e outros funcionários de seu gabinete. Amanhã, dia 4, Álvaro Lins prestará depoimento na Alerj. Contudo, Luiz Paulo acredita que os indícios pesam muito gravemente contra Lins e que, por isso, tal depoimento não deve livrar o peemedebista da quebra de decoro. Lins que fora preso em flagrante na última quinta-feira, dia 29, por agentes da Polícia Federal durante a operação Segurança Pública S/A, foi liberto no dia seguinte, após votação no plenário da Alerj que revogou a prisão do deputado por 40 votos a 15, em um mínimo de 36 votos que se exigia para que o decreto fosse aprovado…

Último Segundo: Corregedor-geral da Alerj diz que há provas fortíssimas para quebra de decoro de Álvaro Lins

Economia

O preço da cesta básica caiu apenas em duas das 16 capitais pesquisas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mensalmente, segundo dados divulgados hoje na Pesquisa Nacional da Cesta Básica…

Folha Online: Preço da cesta básica cai em apenas duas de 16 capitais, diz Dieese

A balança comercial registrou em maio um superávit de US$ 4,077 bilhões, o maior valor mensal do ano e superior ao saldo de maio de 2007. As exportações totalizaram US$ 19,306 bilhões no mês, com saldo médio por dia útil de US$ 965,3 milhões, 55,6% maior que no ano anterior . As importações ficaram em US$ 15,229 milhões, com média de US$ 761,5 milhões e crescimento de 71%…

O Estadão: Balança tem saldo de US$ 4 bi em maio, maior valor do ano

Internacional

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, declarou hoje em seu discurso na conferência da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) que a solução para o problema da crise alimentar mundial é o desenvolvimento das agriculturas locais, que propicie aos países pobres atender às necessidades elementares de suas populações e lhes possibilite controlar o próprio desenvolvimento. Segundo Sarkozy, políticas de oferta de alimentos a preços mais baixos não funcionam mais, o desenvolvimento agrícola dos países é necessário. Sarkozy também anunciou que este ano a França elevará em até duas vezes os recursos que destina para a ajuda alimentar mundial, ampliando tal auxílio a uma cifra de 60 milhões de euros. O presidente francês ainda falou sobra a proposta de criação de um grupo internacional, formado por cientistas de todo o mundo, que tivesse como objetivo diagnosticar a problemática da segurança alimentar no planeta, assim como avaliar sua evolução e garantir o distanciamento das causas de crise através destas análises…

JB Online: Cúpula FAO: Sarkozy defende ação rápida contra a fome

Desenvolvimento

Encontro Nacional de Siderurgia, realizado nesta manhã, na Zona Sul do Rio, reuniu empresários e dirigentes de grandes empresas do setor. A legislação ambiental brasileira oferece empecilhos ao desenvolvimento desta indústria, pois possui “exigências exacerbadas que retardam a execução de novos projetos”, segundo palavras do presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia, Rinaldo Campos Soares. Outros industriais partilham dessa opinião e acreditam que a morosidade da tramitação dos processos também representa um grave problema, pois essas leis precisariam ser aplicadas de forma mais eficaz na prática, não retardando o processo de crescimento da indústria. Apesar de suas exigências quanto a uma legislação menos austera, mais nítida e pragmática, os industriais não sabiam responder o volume de carbono emitido na produção siderúrgica no país…

JB Online: Meio ambiente é desafio para expansão da siderurgia, dizem industriais

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Grau de endividamento cai e estimula fusões e aquisições

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Empresas menos endividadas, em um ambiente de crescimento econômico, devem sustentar uma nova onda de fusões e aquisições (F&A) no Brasil. A queda no grau de endividamento das empresas de capital aberto está ligada a dois fatores: o melhor desempenho que eleva o patrimônio, e a própria ida à bolsa. Além do menor endividamento, outros dois fatores estimulam as F&A e, sobretudo, podem mudar o padrão da aquisições feitas. O grau de investimento, concedido ao Brasil, é um fator adicional a este movimento.

*Por Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: Gazeta Online

Por: Jiane Carvalho

Empresas menos endividadas, em um ambiente de crescimento econômico, devem sustentar uma nova onda de fusões e aquisições (F&A) no Brasil. O grau de investimento concedido ao País por duas agências, a Standard & Poor’s e a Fitch Ratings, também estimula a compra de participação em empresas, principalmente atraindo estrangeiros para o mercado local. Desde 2005, segundo dados da consultoria Economatica, o grau de endividamento das companhias de capital aberto vem caindo sistematicamente.

Levantamento da Economatica, feito apenas com empresas listadas em bolsa – menos bancos e as que estão atrasadas com o envio de balanços – mostra queda de quase dez pontos percentuais no grau de endividamento das 283 companhias avaliadas. A relação patrimônio líquido versus dívida bruta (PL/DB) caiu de 67,1%, em 2005, para 58,8% no ano passado. Executivos das principais consultorias acreditam que este deve ser um fator adicional de estímulo às fusões e aquisições.

A queda no grau de endividamento das empresas de capital aberto está ligada a dois fatores: o melhor desempenho que eleva o patrimônio, e a própria ida à bolsa. “Antes, não havia muita opção, mas agora as empresas fazem seus IPOs e, com isso, reduzem a necessidade de contrair dívida para, em um segundo momento, ir ao mercado”, avalia Luis Motta, sócio de finanças corporativas da consultoria KPMG. “Esta maior liquidez das empresas pode levar à compra de participações via mercado de ações, com as chamadas ofertas hostis, que aqui ainda não é comum”, diz o executivo. Leia o resto do artigo »

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Nova taxa de juros começa a ser discutida nesta terça-feira

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne por dois dias, a partir desta terça-feira (3), para discutir como ficará a taxa básica de juros que remunera os títulos depositados no Serviço Especial de Liquidação e Custódia (Selic).

A reunião começa sempre depois das 15 horas e, inicialmente, o colegiado do BC ouvirá exposições dos chefes de departamento do banco sobre as perspectivas nos diferentes segmentos da economia, no Brasil e no exterior.

O economista do Núcleo de Negócios Internacionais da Trevisan Consultoria afirma que “o aumento da Selic é fato, devido ao cenário de pressão nos preços. O conselheiro econômico da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento também concorda, obviamente, com a elevação de 0,5 ponto percentual.

*Por Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Portal VERMELHO

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne por dois dias, a partir desta terça-feira (3), para discutir como ficará a taxa básica de juros que remunera os títulos depositados no Serviço Especial de Liquidação e Custódia (Selic). Antes mesmo do anúncio oficial, os “analistas” de plantão já preparam o terreno para o segundo aumento consecutivo, “em nome do combate à inflação”.

A reunião começa sempre depois das 15 horas e, inicialmente, o colegiado do BC ouvirá exposições dos chefes de departamento do banco sobre as perspectivas nos diferentes segmentos da economia, no Brasil e no exterior, com enfoque especial para o acompanhamento de preços e possíveis pressões inflacionárias.

O economista do Núcleo de Negócios Internacionais da Trevisan Consultoria, Pedro Raffy Vartanian, é um dos analistas que antecipam o aumento dos juros. Ele afirma que “o aumento da Selic é fato, devido ao cenário de pressão nos preços. Resta saber qual o tamanho do aperto monetário”. Ele acredita que o aumento será de no mínimo 0,50 ponto percentual, mas admite que os diretores do BC podem discutir possibilidade maior de aperto, pois “o cenário inflacionário vem se deteriorando”. Leia o resto do artigo »

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