prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for junho, 2008

Convite seminário BNDES “Financiamento de Longo Prazo e Bancos

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Prezado leitor,

É com grande satisfação que remetemos o convite para o seminário comemorativo do 56º aniversário do BNDES “Financiamento de Longo Prazo e Bancos de Desenvolvimento”, a se realizar no dia 17 de junho, no auditório do BNDES, Rio de Janeiro, às 14h 30 min, conforme programação e participantes especificados. Por oportuno, haverá lançamento do livro “Visão do Desenvolvimento 2007″, coletânea de 23 artigos publicados entre início de dezembro de 2006 e final de novembro de 2007.

Informamos também que, as presenças deverão ser confirmadas através do endereço eletrônico: visao.do.desenvolvimento.@bndes.gov.br, até o dia 16 de junho, às 12:30h.

Cordialmente,
Ernani Torres
Superintendente da Área de Pesquisa e Acompanhamento Econômico – APE – BNDES

Clique no convite para visualizá-lo

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Brasil é o melhor entre emergentes, diz Fitch

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A Agência Fitch Ratings após elevar a classificação de risco do Brasil de BB+ para BBB-, colocando o país com grau de investimento confiável, divulgou um relatório que coloca o país com as melhores perspectivas para o mercado imobiliário numa analise entre outros países emergentes pesos-pesados. A Agência encontra no país condições favoráveis para o mercado imobiliário.

Mesmo com pressão inflacionária a demanda por imóveis continua aquecida, expandindo o mercado imobiliário, e atraindo a atenção para programas de financiamento para aquisição de imóveis. Para Roberto Romero, diretor da Fitch, há espaço para o crédito imobiliário no País alcançar cerca de 10% do PIB.

Outro fator que coloca o Brasil em vantagem em relação ao resto do mundo, segundo a Fitch, é a capacidade de adaptação das empresas aos diferentes nichos de mercado. “O segmento de média e baixa renda tende a ser o grande comprador, e as empresas já estão criando estrutura para tratar desse público”.

Por  Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Gazeta Online 

Por: Sabrina Lorenzi

Uma semana após dar grau de investimento ao Brasil, a Fitch divulgou relatório que o coloca com as melhores perspectivas para o mercado imobiliário numa análise entre outros países emergentes pesos-pesados. Ao comparar Brasil, China e Rússia, a classificadora de risco encontra nos brasileiros condições favoráveis na regulação atual, no interesse dos bancos pelo setor bem como nos recursos compulsórios aplicados neste mercado e na queda das taxas de juros. A pressão inflacionária e – ou – a alta dos juros, ainda não ameaçam, de acordo com a Fitch, o aquecimento da demanda por imóveis. Mas pode ser motivo suficiente para abreviar a expansão do setor no futuro.

Para o diretor da Fitch, Roberto Romero, há espaço para o crédito imobiliário no País alcançar cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB), percentual que hoje não passa de 3%. O especialista afasta qualquer possibilidade de “bolha”, ou de um “subprime” no Brasil, porque considera que o processo ainda é tímido aqui. “Não há bolha, ainda temos muito para avançar. O que temos é uma retomada”, afirmou o executivo à Gazeta Mercantil.

Romero lembrou que na década de 80 havia por ano financiamento para 600 mil casas ou unidades residenciais. Atualmente, há 500 mil unidades financiadas. Considerando que a população passou de 120 milhões de habitantes para 200 milhões, há um déficit em relação ao passado.  A falta de moradias na Rússia é bem menor do que no Brasil, mais pela privatização de ativos, que eram estatais, do que pela oferta de imóveis novos. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Investimento puxa produção da indústria

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A categoria de bens de capital lidera a expansão da indústria e indica forte aumento do investimento no país, segundo dados do IBGE e do BNDES. Impulsionada pela forte confiança dos empresários e pelo avanço do crédito a empresas, a produção de bens de capital subiu 1,6% ante março.

O BNDES através de suas linhas de financiamento torna-se o principal sustentador de tal expansão, principalmente através de suas linhas de financiamento de projetos de longo prazo e de máquinas e equipamentos do país.

O crescimento abrange todos os setores: agricultura, indústria e infra-estrutura, este último concentra a maior parte dos financiamentos. Os empresários confiam que a demanda continuará aquecida e isso impulsiona os investimentos na indústria.

Por  Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Folha de S Paulo

Por: PEDRO SOARES

Crédito do BNDES alavanca o setor de máquinas e equipamentos, que tem o melhor desempenho em quatro anos

Empréstimos do banco estatal ao segmento crescem 34,6% no primeiro quadrimestre; produção aumenta 30,1% em abril

Se a indústria, por um lado, dá sinais de arrefecimento neste ano, a categoria de bens de capital lidera a expansão e indica forte aumento do investimento no país, revelam dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) obtidos pela Folha.

Impulsionada pela forte confiança dos empresários e pelo avanço do crédito a empresas, a produção de bens de capital subiu 1,6% ante março e 30,1% ante abril de 2007. É o melhor desempenho desde agosto de 2004, segundo o IBGE.

Tal expansão é sustentada, em parte, pelo crédito do BNDES, principal financiador de projetos de longo prazo e de máquinas e equipamentos do país. De janeiro a abril, os empréstimos do banco estatal subiram 34,6% e totalizaram R$ 6,9 bilhões.

Dados preliminares do BNDES indicam ainda que os financiamentos de máquinas e equipamentos se aceleraram em maio, quando saltaram 47% ante o mesmo mês de 2007. Alcançaram R$ 2,5 bilhões no mês passado. Em abril, o total havia sido de R$ 1,7 bilhão. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial | Sem Comentários »

Resumos do Dia – 09/06/2008

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

*Por Katia Alves e Luciana Sergeiro

Política

O presidente Lula da Silva sanciona hoje, 09 de junho, vários projetos de lei aprovados em 2007 pelo Congresso que atualizam e dão maior agilidade à apreciação de processos penais pela Justiça.

JB online: Lula sanciona projetos que darão maior agilidade à Justiça

Heráclito Fortes (PI) vai entrar com pedido de expulsão de Paulo Feijó vice-governador de Yeda Crusius (PSDB), pois Feijó divulgou que ex-titular da Casa Civil reconhecia o uso de estatais do governo gaúcho para financiamento de campanhas eleitorais. Depois que Heráclito entrar com o pedido de expulsão, o partido deve nomear um relator que dará um parecer.

Folha de S. Paulo: Senador do DEM quer expulsar vice de Yeda Crusius por gravação

Economia

 

Dados do Ministério do Trabalho apontam que foram gerados 1 milhão de empregos formais nos meses entre janeiro e maio de 2008. Carlos tupi, ministro do Trabalho afirma que até o final do ano poderá ser criado 1,8 milhão de empregos. E também vai ser inaugurado no dia 20 desse mês, o primeiro escritório para atender brasileiros que trabalham no exterior. Para informá-los sobre os seus direitos.

Estadão: Brasil cria recorde de 1 milhão de empregos formais até maio

A balança comercial do Brasil registrou um superávit de US$ 384 milhões, na primeira semana de junho. As exportações tiveram uma alta de 40% em relação a junho de 2007, portanto as importações em relação ao mesmo mês de junho de 2007 tiveram uma alta de 81%.

Folha on  line:  Importação cresce o dobro da exportação na 1ª semana de junho

Internacional

George W. Bush, pediu ao congresso americano para afrouxar as restrições impostas para explorar petróleo no país. Bush afirmou que o preço dos combustíveis estão altos demais. E que a exploração em reservas ambientais ajudaria o país “a atravessar esse difícil período encontrando mais suprimentos de petróleo.

Estadão: Bush pede exploração de petróleo em reservas ambientais

Nesta segunda-feira, o lago artificial Tangjiashan,  formado pelo terremoto de 12 de maio na província chinesa de Sichuan sofreu novo tremor.

JB Online: Lago artificial na China sofre novo tremor

Desenvolvimento

Mantega declara que enviará ao congresso ainda nesta semana um projeto de lei para propor a criação do fundo soberano e também que o governo planeja utilizar os lucros gerados pelas reservas de petróleo encontradas recentemente para criar o fundo.

O Globo: Brasil terá fundo soberano de US$ 200 bi, diz Mantega ao ‘FT’

 

Postado em RESUMOS DO DIA | Sem Comentários »

Alimentação e desenvolvimento

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Ricardo Abramovay – professor titular do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP – faz uma seguinte interrogação: uma maior abertura comercial ajuda no combate à fome?

Os que contestam a essa associação direta entre liberalização comercial e combate à fome se apóiam em três argumentos importantes:

Com que recursos os mais pobres pagariam os alimentos importados. Importar exatamente aqueles bens que -na qualidade de habitantes do mundo rural- essas pessoas poderiam e deveriam produzir significa perpetuar sua dependência da ajuda internacional.

Elevar a produção em regiões ecologicamente frágeis é agronomicamente viável? O indiano M. S. Swaminathan – personalidade da ciência agronômica mundial – responde que sim, sendo necessário elevar superar as técnicas que marcaram a conhecida Revolução Verde

A luta contra a pobreza absoluta passa, antes de tudo, pelo acesso à terra, à educação, a novas tecnologias produtivas e, sobretudo, a instituições estáveis que permitam melhorar a participação dos mais pobres em mercados dinâmicos e promissores.

*Por Katia Alves

Por Ricardo Abramovay

Publicado originalmente na Folha on Line

Uma maior abertura comercial ajuda no combate à fome?

Não

 DESDE QUE Josué de Castro publicou a “Geografia da Fome”, já se sabe que a humanidade é capaz de produzir o necessário para banir do planeta o problema da subalimentação. Os progressos nos últimos 50 anos foram imensos: o consumo calórico nos países em desenvolvimento aumentou 30%.

Das sete nações com mais de 100 milhões de habitantes (China, Indonésia, Brasil, Índia, Paquistão, Nigéria e Bangladesh), só Bangladesh mantém nível de consumo per capita muito baixo.  Em 1990, a ingestão calórica aquém das necessidades individuais básicas atingia 32% dos habitantes da Terra. Hoje, os 850 milhões de pessoas que não conseguem preencher as necessidades alimentares correspondem a menos de 15% da população mundial. 

Apesar do avanço, dificilmente o horizonte estabelecido pela ONU de reduzir esse contingente pela metade até 2015 será alcançado. Por quê?  A resposta que domina a cena internacional é que a fome no mundo persiste por causa do protecionismo dos países ricos. Que essa resposta seja conveniente aos interesses do Brasil é compreensível. Mas isso não a torna mais consistente. 

A fome, hoje, concentra-se em países da África subsaariana (e, em menor proporção, na Índia e no Paquistão). A esmagadora maioria dos que não conseguem preencher suas necessidades básicas vivem em regiões rurais, e a escassa renda que obtêm deriva da agricultura. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

A falácia do preço dos alimentos

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Rubens Ricupero em seu artigo publicado na Folha on Line, fala que há um exagero sobre a alta dos preços dos alimentos. Ele afirma que realmente houve um aumento dos preços, mas nada tão assustador. O autor faz uma ligação do colapso dos preços das commodities nas décadas de 80 e 90.

Pois em um trabalho realizado por Ocampo e Maria Ângela Parra declara que houve uma explosão dos preços minerais, e não agrícolas. E só existe um preço do alimento que está acima da média, o trigo. E os outros produtos com preços elevados são: o óleo de palma, a banana e a borracha. E o Brasil não é grande exportador de nenhum.

E finaliza declarando que os preços agrícolas e a renda rural ainda não se recuperaram plenamente da longa fase de colapso, os produtos tropicais continuam deprimidos e a real explosão é a do petróleo e dos metais.

*Por Katia Alves

Por Rubens Ricupero

Publicado originalmente na Folha on line

É FALSO ou exagerado boa parte do que se alardeia sobre a alta do preço dos alimentos. Nos últimos dez meses, é fato que os preços subiram em termos nominais. Contudo, quando se comparam esses preços com a média histórica e se corrige o efeito da inflação, a realidade é bem diferente.

Levando em conta o colapso no preço das commodities nos anos 1980 e 1990, José Antonio Ocampo, ex-subsecretário econômico da ONU, hoje na Universidade de Columbia, e Maria Ângela Parra publicaram artigo provando que a explosão é de preços minerais, e não agrícolas. Tomaram como base o período 1945-1980, fase de 35 anos de preços até um pouco abaixo da tendência histórica. Aplicaram depois, como deflator, o índice da ONU/Banco Mundial conhecido como Unidade de Valor de Manufaturas.

Resultado: os números mostram explosão nos preços do petróleo e dos metais, sobretudo do cobre. Todos mais que dobraram, em termos reais, em relação à média de referência. O único ano em que os metais estiveram tão caros foi 1916, no meio da Primeira Guerra. Já os preços agrícolas apenas se recuperam do abismo em que se tinham precipitado nos anos 80, sem que ninguém vertesse lágrimas pelas perdas dos agricultores. A maioria dos produtos tropicais na verdade ainda se encontra longe de haver recomposto as perdas. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

A falência das metas de inflação

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo publicado no O Globo, Joseph E. Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia faz uma interessante observação sobre o regime de metas de inflação e afirma que os bancos centrais seguem manias e modismos, como foi o caso dos anos 80 com o monetarismo.

 Stiglitz ressalta a importância dos países não implementarem esse  regime de metas de inflação – quando os preços aumentam acima de determinado patamar deve-se elevar os juros. Pois países em desenvolvimento enfrentam taxas mais altas de inflação, e não é por causa de problemas na política macroeconômica, mas porque os preços da energia e dos alimentos estão em alta. Afirma também que a inflação nesses países é, na maior parte, importada. 

 E ao finalizar o texto, Joseph E. Stiglitz diz que aumentar a taxa de juros pode diminuir a demanda e com isso frear a economia e amenizar a elevação dos preços, portanto se isso for feito de forma inadequada essas medidas não acabam com a inflação. Mas sim, tornará mais penoso o desafio de sobreviver nessas condições   

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no O Globo  

 Por Joseph E. Stiglitz

 Os bancos centrais formam um fechado clube, dado a manias e modismos. No início dos anos 80 sucumbiram ao encanto do monetarismo, teoria econômica simplista de Milton Friedman. Depois que o monetarismo caiu em descrédito – com elevado custo para os países que o adotaram – começou a busca de um novo mantra.

A resposta veio na forma do regime de metas de inflação, segundo o qual sempre que os preços sobem acima de determinado nível os juros devem ser elevados. A receita se baseia em rala teoria econômica ou evidência empírica; não há razão para esperar que, qualquer que seja a fonte de inflação, a melhor resposta seja elevar os juros. Espera-se que a maioria dos países tenha o bom senso de não implementar esse regime; minha simpatia vai para os infelizes cidadãos daqueles que já o fizeram. Entre eles Brasil, Israel, República Tcheca, Polônia, Chile, Colômbia, África do Sul, Tailândia, Coréia do Sul, México, Hungria, Peru, Filipinas, Eslováquia, Indonésia, Romênia, Nova Zelândia, Canadá, Reino Unido, Suécia, Austrália, Islândia e Noruega.

O regime de metas (inflation targeting) está sendo testado – e quase certamente falhará. Países em desenvolvimento enfrentam taxas mais altas de inflação, não devido a problemas na política macroeconômica, mas porque os preços da energia e dos alimentos estão em alta, e estes itens pesam muito mais no orçamento doméstico do que nos países ricos. Na China, a inflação se aproxima dos 8% ao ano. No Vietnã, deverá chegar a 18,2% este ano, e na Índia está em 5,8%. Em contraste, a inflação nos EUA se mantém em 3%. Isto quer dizer que esses países em desenvolvimento deveriam subir suas taxas de juro muito mais do que os EUA? Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Nossa Senhora destrancadora de teses…

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Você sente que existe uma força misteriosa que tira seu ânimo? Faz seu orientador adoecer ou sumir do mapa inexplicavelmente? Seu computador quebra ou é roubado com todos os seus dados e análises? Lamento ser o portador dessa má notícia, mas… VOCÊ TEM UM EXU TRANCA TESE NA SUA VIDA!!! Esta é a corrente da Nossa Senhora Destrancadora de Teses. Você deve evocar esta novena toda vez que for vítima de alguma das artimanhas do ‘Exu Tranca Tese’ ou se quiser apenas proteção contra essa entidade!!! Então, toda vez que sentir necessidade, faça a seguinte oração:

‘Nossa Sra. Destrancadora das Teses, em ti confiamos para a proteção contra o Exu Tranca Tese, nos proteja de: Queimação de pen drive; bibliografia em alemão; visita fora de hora; linha no word que não sobe com ‘del’; fotocopiadora quebrada. Dá-me: encontros com o orientador no corredor da Universidade e livro emprestado com data de devolução pra 2050.

Ah, senhora, livra-me também das perguntas indiscretas, das dúvidas fora de hora, e das certezas idem. Ajuda-me a lembrar dos nomes dos autores e da pronúncia deles, assim como do modo como se faz notação de revistas. Nossa Senhora, livre-me de pensamentos acerca de minha tese durante meu sono. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Crônicas | Sem Comentários »