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Blog do Desemprego Zero

O Retrato da miserabilidade brasileira

Escrito por beatriz, postado em 4 dEurope/London junho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

A situação descrita no artigo que segue nos remete a pensar sobre como parcela significativa da população brasileira vive atualmente. O extremo grau de miserabilidade, reflexo da intensificação da desigualdade e da política neoliberal, levou famílias inteiras a cavarem buracos no meio da área urbana em busca das pedras de manganês que estão sendo encontradas na região metropolitana de Salvador.

Considero que o mais importante a elucidar em mais este exemplo de tentativa de saciar a própria necessidade destes que vivem a margem da sociedade, é o fato de o quanto é emergente a criação e efetivação de políticas sociais para atender as demandas básicas de sobrevivência.

Como pode ser observado, a reportagem se refere a empresa que pode ter causado tal efeito para então responsabilizá-la. Em momento algum se coloca a forma como aquelas pessoas tem sobrevivido e que por isso, se submetem a fazer tal tipo de trabalho. Não se evidencia que essas pessoas são vítimas do descaso do Estado para atender e responder aquilo que, constitucionalmente, seria um direito de cidadania. Direito este que explicitamente deveria ser garantido pelo Estado, mas ao contrário tem cada vez mais “enxugado” os recursos destinado às políticas de assistência.

A mídia não tem feito este esforço e nem o fará, porque não é de seu interesse tratar sobre algo que seria de interesse da esfera populacional que a todo tempo é marginalizada pela sua condição de pobreza. Devemos sim enquanto cidadãos, que entende o que é um Estado democrático de direito, expressar a importância da atuação do Estado para acabar com a miserabilidade que hoje é naturalizada.

* Por Beatriz Diniz

Fonte: G1

Famílias ‘garimpam’ pedras de manganês em cidade baiana

Técnicos afirmam que produto é resultado do descarte de empresa siderúrgica. Mais de 300 pessoas cavam buracos em busca do material nas ruas de Simões Filho.

Uma pequena cidade na Região Metropolitana de Salvador se transformou em uma mina a céu aberto. Em Simões Filho (BA), as famílias se aventuram na retirada de pedras de manganês.

As pedras de manganês são encontradas a um metro de profundidade. Mais de 300 pessoas, inclusive mulheres e crianças, cavam buracos no meio da rua para retirar as pedras que são pretas por fora e cor de alumínio por dentro.

Todos vendem o quilo do produto por R$ 0,70. No fim do dia, um comprador passa para levar a produção diária. É dinheiro garantido para quem fica o dia inteiro cavando no meio da lama

Técnicos do Departamento Nacional de Produção Mineral e do Centro de Recursos Ambientais estiveram no local e recolheram amostras para análise. De acordo com os especialistas, o manganês que está ali é resultado do descarte de alguma empresa siderúrgica.

Os técnicos tentam identificar a empresa que gerou o produto para responsabilizá-la.



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