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Blog do Desemprego Zero

Mudanças climáticas e segurança energética no Brasil

Escrito por Katia Alves, postado em 4 dEurope/London junho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) acaba de finalizar o estudo “Mudanças climáticas e segurança energética no Brasil”, e contou com o apoio da Embaixada do Reino Unido. O estudo investiga as possíveis vulnerabilidades do setor brasileiro de energia aos efeitos da mudança climática.

A pesquisa indica uma tendência a maior vulnerabilidade da produção de energia hidrelétrica nas regiões Norte e Nordeste e a redução bem maior do potencial de energia eólica, especialmente no interior do país, mas os resultados encontrados ainda não são definitivos, pois há dificuldades e limitações relacionadas aos modelos climáticos utilizados e há escassez de dados disponíveis.

*Por  Katia Alves

Publicado originalmente no Clima Energia COPPE UFRJ

Por Luiz Pinguelli Rosa

Apresentação

As fontes renováveis de energia representam, de um lado, uma alternativa para a mitigação da mudança do clima global. De outro, por serem dependentes das condições climáticas, estão potencialmente sujeitas a impactos do próprio fenômeno que pretendem evitar. Este estudo examina justamente a interação entre mudança climática e fontes renováveis de energia.

Acostumado a se antecipar aos temas e problemas impostos pela realidade, o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) acaba de finalizar o estudo “Mudanças climáticas e segurança energética no Brasil”, desenvolvido com apoio da Embaixada do Reino Unido. Coube a professores e pesquisadores do Programa de Planejamento Energético da Coppe iniciar a investigação das possíveis vulnerabilidades do setor brasileiro de energia aos efeitos da mudança climática. É o primeiro trabalho dessa natureza realizado no Brasil e, possivelmente, um dos primeiros do mundo.

Os resultados apresentados neste estudo não são definitivos. Há dificuldades e limitações relacionadas aos modelos climáticos utilizados, à escassez de dados disponíveis e à própria natureza de longo prazo do estudo. Diferentes modelos climáticos dão previsões diferentes para as chuvas no horizonte do estudo, anos 2071?2100: alguns antevêem diminuição, e outros, aumento. Foi usado o modelo do Hadley Centre que prevê a maior diminuição das chuvas. Mas, se as quantificações obtidas até agora precisam ser interpretadas com cautela, ainda assim o trabalho aponta para tendências e direções importantes. Por exemplo, indica uma tendência a maior vulnerabilidade da produção de energia hidrelétrica nas regiões Norte e Nordeste, ainda que essa variação fique dentro da margem de incerteza dos dados de um estudo deste porte. Um resultado surpreendente é a redução bem maior do potencial de energia eólica, especialmente no interior do país.

Contudo, provavelmente o mais importante resultado é a constatação de que, se a sociedade brasileira terá de investir ainda mais intensamente do que já o faz em energias renováveis, deverá também investir em estudos para utilizá -las com propriedade. Além da formulação de uma política climática, o Brasil precisa incluir em sua política de energia os novos desafios impostos pelas questões relacionadas à mudança do clima. Este estudo é uma contribuição da Coppe nesse sentido.



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