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Blog do Desemprego Zero

G8 e potências asiáticas pedem produção maior de petróleo

Escrito por lucianasergeiro, postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Os titulares da Energia do G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia) realizaram uma reunião em Amori em que também participaram três potências econômicas asiáticas: China, Índia e Coréia do Sul. Esses onze países representam dois terços do consumo de energia do planeta.

Demonstraram na reunião sua preocupação pelo aumento do preço do petróleo e pediram um aumento da produção do ‘ouro negro’ diante do perigo de uma recessão mundial.

Os países consideram ainda “uma urgente necessidade de aumento dos investimentos no setor energético” para desenvolver a produção de petróleo e tentar frear a alta dos preços. Nesse sentido, pediram “aos outros países produtores de petróleo que aumentem os investimentos para manter uma boa provisão aos mercados”, apesar de reconheceram que a tensão atual no preço do produto se deve a fatores “estruturais” como o aumento da demanda.

Por: Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: Portal vermelho

Os onze países que representam dois terços do consumo de energia do planeta reiteraram neste domingo, no Japão, sua preocupação pelo aumento do preço do petróleo e pediram um aumento da produção do ‘ouro negro’ diante do perigo de uma recessão mundial.

Os titulares da Energia do G8, os oito países mais industrializados do mundo – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia – realizaram uma reunião em Amori (norte do Japão) em que também participaram três potências econômicas asiáticas: China, Índia e Coréia do Sul.

“Compartilhamos uma grande preocupação pelo nível atual do preço do petróleo”, declararam os onze países em um comunicado conjunto.

Os países consideram ainda “uma urgente necessidade de aumento dos investimentos no setor energético” para desenvolver a produção de petróleo e tentar frear a alta dos preços.

O ‘ouro negro’, que teve seus preços multiplicados por cinco desde 2003, bateu um novo recorde na sexta-feira em Nova York, sendo comercializado por 138,54 dólares por barril. Os analistas acreditam que chegará a 150 antes de julho.

“Assinalamos a necessidade de maximizar o investimento em nossas próprias produções nacionais”, reconheceram os onze países assinantes do comunicado, dentre os quais há importantes produtores de petróleo, como Rússia, Estados Unidos e Canadá.

Nesse sentido, pediram “aos outros países produtores de petróleo que aumentem os investimentos para manter uma boa provisão aos mercados”, apesar de reconheceram que a tensão atual no preço do produto se deve a fatores “estruturais” como o aumento da demanda.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que representa 40% da produção mundial, se negou até agora em aumentar a produção, por considerar que a alta dos preços se devem a especulação e não a um déficit da oferta.

Contudo, ao iniciar os debates, o ministro japonês de Energia, Akira Amari, se mostrou especialmente preocupado.

“Se deixarmos a situação como está, poderemos chegar a uma recessão da economia mundial”, advertiu, acrescentando que “garantir a segurança energética, incluindo a estabilidade do petróleo” se tornou “prioridade” dos grandes países consumidores.

Serguei Shamtko, ministro de Energia da Rússia, única grande exportadora entre os presentes, assegurou que Moscou pretender continuar sendo “um abastecedor de energia estável para os outros países”.

Por sua vez, o seu colega sul-coreano, Lee Youn-Ho, afirmou que os preços atuais são “anormais” e julgou necessária uma cooperação internacional “para manter o abastecimento estável do petróleo”.

Após a reunião, Amari explicou que os participantes criaram um marco comum, a Associação Internacional para Cooperação sobre Eficácia Energética (IPEEC), dedicada à economia de energia.

“A época da energia barata parece ter terminado e nenhuma economia deve apostar em uma volta dos preços baixos”, considerou o comissário europeu de Energia, Andris Piebalgs.

Para Piebalgs, “é preferível realizar desde agora investimentos em tecnologia para a eficácia energética e energia limpa”.

A reunião de Aomori faz parte de uma série de encontros ministeriais preparatórios para a cúpula de chefes de Estado e de Governo do G8, de 7 a 9 de julho em Toyako, norte do Japão.

A luta contra a mudança climática será uma das prioridades desse encontro. Amari destacou que os onze países reunidos neste domingo consomem 65% da energia mundial e produzem 65% das emissões de dióxido de carbono (CO2) – que provocam o aquecimento global.

“A mudança climática e os temas energéticos são as duas faces da mesma moeda”, resumiu.

 



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2 Respostas para “G8 e potências asiáticas pedem produção maior de petróleo”

  1. Heldo Siqueira falou:

    Amigos,

    gostaria de levantar dois questionamentos sobre o impacto dos preços do petróleo na economia mundial.

    Li a algum tempo atrás, que os choques do petróleo dos anos 70, nada mais foram que crises do dólar como reserva internacional, pela quebra do acordo de Bretton Woods. Por essa interpretação, os aumentos substanciais no preço do petróleo eram, na verdade, desvalorizações da moeda americana em relação ao produto. Tendo a concordar com essa interpretação, e vejo a situação atual do preço da commodity com os mesmos olhos.

    Por outro lado, os novos descobrimentos de petróleo no Brasilsó são economicamente viáveis a esses preços. Portanto, acho que a Petrobrás (por exemplo) acredita que esse novo padrão de preços veio para ficar!

    Outro indício de que talvez estejamos vendo um novo patamar para os preços do petróleo são a viabilidade econômica dos biocombustíveis. O desenvolvimento dessas novas fontes de combustível vêm justamente contextar os lucros extraordinários do petróleo. Me parece que o governo brasileiro está apostando alto na manutenção desses preços para o petróleo.

    Quer dizer, temos uma situação repetida na economia internacional, que é a desvalorização acentuada da moeda padrão do sistema financeiro internacional, junto com uma nova perspectiva que são os combustíveis alternativos. Me parece que o Brasil é um dos (talvez o principal) beneficiários desse novo cenário internacional.

    São apenas impressões, cabe muita discussão sobre o tema.

    Abraços

  2. Rodrigo L. Medeiros falou:

    Heldo

    Em um artigo publicado no jornal O Globo, de 07/06/2008, Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia afirma:

    “Os bancos centrais formam um fechado clube, dado a manias e modismos. No início dos anos 80 sucumbiram ao encanto do monetarismo, teoria econômica simplista de Milton Friedman. Depois que o monetarismo caiu em descrédito – com elevado custo para os países que o adotaram – começou a busca de um novo mantra. A resposta veio na forma do regime de metas de inflação, segundo o qual sempre que os preços sobem acima de determinado nível os juros devem ser elevados. A receita se baseia em rala teoria econômica ou evidência empírica; não há razão para esperar que, qualquer que seja a fonte de inflação, a melhor resposta seja elevar os juros. Espera-se que a maioria dos países tenha o bom senso de não implementar esse regime; minha simpatia vai para os infelizes cidadãos daqueles que já o fizeram. O regime de metas (inflation targeting) está sendo testado – e quase certamente falhará. Países em desenvolvimento enfrentam taxas mais altas de inflação, não devido a problemas na política macroeconômica, mas porque os preços da energia e dos alimentos estão em alta, e estes itens pesam muito mais no orçamento doméstico do que nos países ricos. Na China, a inflação se aproxima dos 8% ao ano. No Vietnã, deverá chegar a 18,2% este ano, e na Índia está em 5,8%. Em contraste, a inflação nos EUA se mantém em 3%. Isto quer dizer que esses países em desenvolvimento deveriam subir suas taxas de juro muito mais do que os EUA? A inflação nesses países é, na maior parte, importada”.

    O título do artigo é ‘A falência das metas de inflação’. Mercados perfeitos só existem nas cabeças dos adeptos da ortodoxia econômica liberal. Segundo Keynes, trata-se do “tipo de coisa em que nenhum homem poderia acreditar se não tivesse a cabeça entulhada de idéias insensatas durante anos e anos”.

    Um abraço.

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