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	<title>Comentários sobre: Desenvolvimento, crise e recuperação da indústria</title>
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		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 19:53:12 +0000</pubDate>
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		<description>Do Valor Econômico (13/06/08): ‘A principal iniciativa do Banco Mundial para incentivar países pobres a diminuir a regulamentação sobre empresas tem falhas profundas, disse o órgão interno de fiscalização do banco, refletindo a divisão crescente dentro da entidade sobre qual é a melhor maneira de impulsionar o desenvolvimento. Desde 2003, o braço de financiamento ao setor privado do banco, a Corporação Financeira Internacional, prepara uma série anual de indicadores que classificam os países segundo o grau de facilidade de se fazer negócio. Os países competem para se tornar um dos &quot;maiores reformistas&quot; do relatório &quot;Doing Business&quot; diminuindo a regulamentação e reescrevendo as leis de um jeito que melhore a sua classificação. Os países em desenvolvimento concorrem uns com os outros para ascender na lista de 178 países, de olho numa boa colocação que significará mais investimento e, por conseqüência, crescimento econômico.  Mas a crítica feita pelo Grupo de Avaliação Interna do banco, que não é subordinado à diretoria, diz que a pesquisa é distorcida para incentivar a desregulamentação e diz ainda que não há &quot;nenhuma relação estatisticamente relevante&quot; entre os indicadores e as taxas de crescimento’.  

A frágil e débil ideologia neoliberal tupiniquim não ajuda a educar os jovens e ainda se mostra perversa para o desenvolvimento do Brasil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Do Valor Econômico (13/06/08): ‘A principal iniciativa do Banco Mundial para incentivar países pobres a diminuir a regulamentação sobre empresas tem falhas profundas, disse o órgão interno de fiscalização do banco, refletindo a divisão crescente dentro da entidade sobre qual é a melhor maneira de impulsionar o desenvolvimento. Desde 2003, o braço de financiamento ao setor privado do banco, a Corporação Financeira Internacional, prepara uma série anual de indicadores que classificam os países segundo o grau de facilidade de se fazer negócio. Os países competem para se tornar um dos &#8220;maiores reformistas&#8221; do relatório &#8220;Doing Business&#8221; diminuindo a regulamentação e reescrevendo as leis de um jeito que melhore a sua classificação. Os países em desenvolvimento concorrem uns com os outros para ascender na lista de 178 países, de olho numa boa colocação que significará mais investimento e, por conseqüência, crescimento econômico.  Mas a crítica feita pelo Grupo de Avaliação Interna do banco, que não é subordinado à diretoria, diz que a pesquisa é distorcida para incentivar a desregulamentação e diz ainda que não há &#8220;nenhuma relação estatisticamente relevante&#8221; entre os indicadores e as taxas de crescimento’.  </p>
<p>A frágil e débil ideologia neoliberal tupiniquim não ajuda a educar os jovens e ainda se mostra perversa para o desenvolvimento do Brasil.</p>
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