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Blog do Desemprego Zero

Alencar reforça críticas a taxa de juros no país.

Escrito por Imprensa, postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

O vice-presidente José Alencar, um dia antes de o Copom iniciar reunião que decidirá se eleva novamente a Selic, critica os juros adotados no país. Segundo Alencar a política de juros para combater a inflação no Brasil é inócua, pois não se trata de uma inflação de demanda e sim de custo das commodities e do petróleo.

A alta dos juros inibe o investimento, é necessário estimular o investimento e o consumo, segundo Alencar.

Alencar também falou sobre a criação da Contribuição Social da Saúde (CSS), que tramita no Congresso Nacional. Para ele, a saúde já possui orçamento mesmo sem o novo tributo. Mas Alencar defendeu que a área tenha mais dinheiro.

*Por Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Portal VERMELHO

Um dia antes de o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciar reunião em que decidirá se eleva novamente a taxa básica de juros (Selic), o presidente em exercício, José Alencar, voltou a criticar os juros adotados no país.

“A política de juros altos para combater a inflação no Brasil é inócua. Essa inflação não é de demanda, é de custo no campo das commodities e do petróleo. Não é com taxa de juros que vamos combatê-la”, disse.

Alencar destacou que a alta taxa de juros inibe o investimento. “O regime de juros no Brasil é um regime que não ajuda, não dá condições para o investimento. A taxa de juros alta é usada como instrumento de combate à inflação porque ela inibe o consumo e os investimentos. Precisamos estimular o investimento e o consumo porque o Brasil ainda é um país de subconsumo”, completou.

Analistas de mercado esperam que o Copom eleve a Selic de 11,75% para 12,25% ao ano, conforme projeção do boletim Focus, publicação do Banco Central elaborada semanalmente com base em pesquisa feita com os principais indicadores da economia.

A expectativa é que a Selic chegue a 13,75% até o final do ano, com redução em 2009 até fechar o período em 12,50%. Na semana anterior, a projeção dos analistas era que a Selic chegasse ao final deste ano em 13,50% e ficasse em 12,25% em 2009. O Copom reúne-se amanhã (3) e quarta-feira (4).

Nova CPMF

Alencar também falou sobre a criação da Contribuição Social da Saúde (CSS), que tramita no Congresso Nacional. Para ele, a saúde já possui orçamento mesmo sem o novo tributo. Mas Alencar defendeu que a área tenha mais dinheiro.

“A saúde tem seu financiamento regular com relação ao orçamento da República. É claro que tem condições de administrar a saúde sem esses recursos [CSS], porém é preciso que tenhamos sempre em mente que nunca é demais cuidar da saúde pública”, afirmou, ao ser questionado se é possível financiar a saúde sem a CSS.

Alencar reiterou que a criação da CSS não é uma iniciativa do governo federal. Idealizado pelos parlamentares da base governista, a nova contribuição prevê alíquota de 0,10% sobre toda a movimentação financeira. Os recursos terão como destino a área da saúde. A oposição critica o projeto, alegando ser uma reedição da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF), extinta no ano passado.

Na sexta-feira passada (30), o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o governo não tem alternativa para garantir os recursos para a saúde, caso a CSS não seja aprovada pelos parlamentares.

Durante a entrevista, Alencar também falou sobre a tortura praticada por integrantes de milícias do Rio de Janeiro contra uma equipe de repórteres do jornal “O Dia”. Ele defendeu a investigação rigorosa do caso.



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3 Respostas para “Alencar reforça críticas a taxa de juros no país.”

  1. Heldo Siqueira falou:

    Amigos,

    discordo do Vice-presidente. Na verdade, acho que o aumento nos juros realmente vai controlar a inflação. A questão é que por motivos diferentes daqueles apresentados pelo BC.

    O aumento dos juros deve realmente apreciar o câmbio e debelar o foco inflacionário. A questão é que provavelmente a apreciação do câmbio deve ser severa (e portanto, também o aumento dos juros), afinal, deverá aumentar a composição dos produtos importados.

    Por outro lado, o rombo nas contas externas deve aumentar com a opção do Bc. Então, fica a pergunta, vale à pena pagar esse preços para combater a inflação?!

    Abraços

  2. Rodrigo L. Medeiros falou:

    Heldo

    O problema global é conjuntural e foi certamente agravado pela migração do capital especulativo das hipotecas para os alimentos, as commodities agrícolas das bolsas de futuro. Para o Brasil, o BACEN “acredita” que se trata de um problema de pressão de demanda doméstica, estrito senso.

    Ao elevar a Selic, promovendo a expectativa do viés de alta da taxa básica de juros, é bastante provável que o BACEN provoque desinvestimentos, no sentido atribuído por Keynes, em muitos setores da economia brasileira. Guido Mantega, ministro da Fazenda, já acusou esse golpe. Pode-se até “domar” pressões inflacionárias no curto prazo dessa forma, mas se criam outros problemas estruturais para mais adiante.

    Certamente a elevação da Selic pressionará o orçamento federal em rubricas tão importantes como Educação, Saúde e Transportes. Seria mais sensato se o governo do presidente Lula aperfeiçoasse as agências reguladoras, incluindo o BACEN, profissionalizando-as para coibir o poder de mercado exercido por muitos no Brasil.

    Um abraço.

  3. Heldo Siqueira falou:

    Rodrigo,

    como diz o ditado popular, para cada problema complexo existe uma solução óbvia, simples e… errada! A inflação não deixa de ser um problema complexo. Tentar controlá-la através do câmbio é tão simples quanto errado, dados os efeitos ruins que a manipulação do câmbio provocam na economia. Obviamente a solução difícil seria o melhor controle da concorrência (o que envolve o interesse de poucos, mas interesses muito influentes)

    Entretanto, o buraco é um pouquinho mais embaixo. Se todas as economias do mundo resolverem apreciar suas moedas para controlar a inflação, o mecanismo não vai funcionar. Ou pior, os ceguetas do BC podem resolver apreciar o Real ainda mais que as outras moedas! E isso me preocupa especialmente, em um momento em que há a iniciativa do FED e do BC europeu de pararem o ciclo de diminuição dos juros (para o FED) e sinalização de aumento (no caso do BC europeu).

    Isso implicaria em uma elevação ainda maior da taxa de juros, com efeitos horríveis para as contas públicas. Tá certo que o superávit nominal (0,76% do PIB) está aí para pagar as despesas com juros, mas dependendo do aumento vai ser pouco.

    Abraço

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