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Blog do Desemprego Zero

A volta do pêndulo

Escrito por Imprensa, postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Luis Nassif

Fonte: Projeto Brasil

Vôo de galinha ou novo ciclo da economia? Na última reunião do Conselho de Economia da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), o economista Yoshiaki Nakano fez uma apresentação das perspectivas da economia brasileira.

Nakano constatou que desde 1996 houve ciclos curtos de três anos, de recuperação e crise da economia nacional. A partir de 2004 fatores externos acabaram gerando um ciclo de crescimento mais longo, especialmente o rápido crescimento da economia mundial e o fator China provocando um “boom” no mercado de commodities, e um longo ciclo de juros baixos e liquidez mundial expressiva.

A questão é a nova dinâmica endógena (sem depender de fatores externos) de expansao da demanda interna, emprego e salários. E aí surgem as dúvidas: o país será capaz de gerar conhecimento e inovações tecnológicas? Terá setores manufatureiros com vantagens competitivas para exportações especializadas?

Nakano lembra que a elevação da taxa de investimento, nos últimos anos, se deveu a impulsos gerados pela expansão das exportações e o “boom” no mercado de capitais, permitindo contornar o alto custo do dinheiro no país.

Agora se entra em uma fase mais delicada para a economia. O superávit em transações correntes – que garantiu anos de tranqüilidade – transformou-se em um aumento explosivo do déficit. Houve 85% de aumento no passivo externo (recursos externos que podem ser retirados do país). A crise financeira e a recessão americana deverão impactar o crescimento do comércio mundial e os preços das commodities. Continua o risco de parada súbita do fluxo de capitais. E a inflação global poderá levar Bancos Centrais a aumentarem os juros, trazendo instabilidade à taxa cambial brasileira.

A partir daí, têm-se dois desafios: no curto e médio prazo, como conciliar crescimento e estabilidade; no longo prazo, como definir uma estratégia de crescimento acelerado para alcançar os países desenvolvidos.

No pós-guerra, a dinâmica da economia mundial se deu em torno dos Estados Unidos. Além de maior economia e líder de inovações tecnológicas, os EUA se tornaram importadores de última instância, com crescente déficit em transações correntes, abrindo espaço para o “boom” de investimentos das manufaturas da China, Índia e outros países asiáticos.

Com os EUA como centro dinâmico, Nakano identificou dois tipos de política dos países emergentes.

Os bem sucedidos utilizaram a diversificação das exportações como alavanca de desenvolvimento. O investimentoacabou sendo auto-financiado (com reinversão de lucros); houve a construção de uma estrutura produtiva nacional competitiva; e estados e empresariado nacionais ativos. Não se recorreu a endividamento externo e sempre se procurou manter no azul a conta das transações correntes. É o caso do Japão e da Europa no pós-guerra.

Entre os que não lograram crescer – o Brasil pós anos 80 como caso mais proeminente de fracasso – estava a estratégia de utilizar o fluxo de capital externo como alavanca de crescimento, garantindo o investimento com poupança externa; usando o câmbio para assegurar acesso a padrões de consumo de países desenvolvidos.



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