Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Publicado em: Quem se Educa Cresce 
Por: Maria de Fátima de Oliveira*
Tenho em mãos um artigo de Dilson Sardá sobre Educação, do qual desejo destacar alguns pontos.
O autor refere que, em 1982, dados sobre o continente asiático revelavam a situação pouco confortável da Coréia do Sul. O país tinha então uma renda per capita de R$ 900,00, correspondente à metade da brasileira. Para superar tais dificuldades, a partir daquele ano o país decidiu investir maciçamente na educação, com ênfase no nível básico. E dados recentes mostram que o plano deu certo. A economia sul-coreana é hoje altamente dinâmica, com uma renda per capita que chega a R$ 21.400,00, o triplo da nossa.
A alavanca desse plano de desenvolvimento foi a educação. E nele a família teve um papel essencial. “A divulgação da importância da educação para o desenvolvimento das pessoas e, por conseqüência, do país foi focada nas famílias, para que elas se sentissem co-responsáveis no sucesso do plano”. Elas aderiram ao projeto com tal radicalidade que hoje, quando um jovem coreano se desvia do rumo educacional, é monitorado constantemente por familiares, até voltar aos trilhos. Esse envolvimento familiar no processo educativo dos filhos já havia acontecido no Japão a partir de 1950, quando o país desenvolveu um plano de desenvolvimento econômico com base na educação, que o levou a sentar-se à mesa dos países mais desenvolvidos do planeta, de igual para igual.
Não é de hoje que os meios de comunicação divulgam estudos e pesquisas especializadas sobre o papel-chave da educação no desenvolvimento do Brasil. Além disso, é do conhecimento do governo que, desde as últimas décadas do século passado, o mundo vive um processo radical de transformação, motivado pelo progresso da tecnologia e da comunicação e baseado em dois pilares: o sistema de processamento de informações pelo computador e sua integração com os outros meios de comunicação e o desenvolvimento da biologia molecular. Sabe-se também que os países emergentes, se quiserem crescer e oferecer melhores condições de vida a suas populações, têm de investir o melhor de seus recursos para superar o atraso educacional, que, no caso do Brasil e de outros, carrega um peso de séculos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Fonte: Desemprego Zero
Por: J. Carlos de Assis*
Presidente do Instituto Desemprego Zero
A arte da guerra consiste em reunir meios de força, estabelecer um objetivo que signifique a vitória final sobre o inimigo e lançar-se ao ataque, ou à defesa da própria posição, com o uso indiscriminado da violência.
O objetivo da guerra é sempre vencer. Quando se quer manter estável uma situação em relação ao adversário, o recurso é a diplomacia ou a política. Não se faz a guerra para perder.
Karl von Klausewitz, um dos três maiores estrategistas ocidentais da história, deixou um aforismo segundo o qual “a guerra é a continuação da política por outros meios”.
À sombra do poder nuclear contemporâneo, partilhado entre três superpotências e no mínimo seis potências secundárias, é a política que se firmou como a continuação da guerra por outros meios.
Não há mais solução militar, exceto no caso de terrorismo econômico global, para conflitos nacionais ou internacionais extremados. Resta, sim, a política.
Karl Marx, outro dos três grandes estrategistas ocidentais, confiava sobretudo na revolução proletária para confrontar o poder burguês dominante. Contudo, sua releitura em termos contemporâneos revela uma extraordinária intuição, ao confiar também na vitória baseada na divisão das forças adversárias, ou seja, nas contradições internas do próprio capitalismo como determinação de seu fim iminente. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Fonte: Desemprego Zero
Por: J. Carlos de Assis*
Presidente do Instituto Desemprego Zero
Sem prévia autorização legal e com anuência dos dois outros membros do Conselho Monetário Nacional – os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e o do Planejamento, Paulo Bernardo -, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, deu continuidade a operações de swap, normal e reverso, realizadas pelo Banco desde 2002 e que, só no último mês de maio, resultaram em prejuízos de cerca de R$ 2 bilhões, a serem repassados ao Tesouro Nacional.
Cerca de mais R$ 2 bilhões foi o prejuízo neste ano até abril, a que se acrescentam aproximadamente R$ 14 bilhões transferidos graciosamente ao mercado financeiro nos anos de 2006 e 2007. As operações de swap são de alta complexidade técnica, que confundem até mesmo especialistas. É como o jogo de dados, no qual cada face do dado representa variações do câmbio e do CDI-Certificado de Depósito Interbancário, com possibilidades de subir, cair ou ficar estável. O jogador ganha ou perde proporcionalmente às variações do câmbio e do CDI.
A despeito de uma contabilização hermética, os prejuízos do swap aparecem nos dados públicos do Banco Central sob a forma de fatores que influenciam a expansão (perdas) ou contração (ganhos) da base monetária. Com o objetivo de ocultar a transferência dessas perdas para o Tesouro, foi introduzido um artigo totalmente destoante de seu objetivo principal na medida provisória que trata da criação do Banco do Sul. Esta MP, já assinada pelo Presidente Lula, estava para ser encaminhada ao Congresso na última sexta-feira.
Funcionários da Fazenda se opuseram à introdução do artigo extemporâneo, sob o argumento de que não havia qualquer amparo legal para isso. Na primeira rodada de discussões, os representantes da Fazenda ganharam. À noite, porém, foram informados de que o dispositivo suspeito havia sido reintroduzido na MP que já estava assinada pelo Presidente da República. Não se sabe se a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Roussef, estava ao par da iniciativa ou se foi o trabalho de algum assessor dela ou do Ministério do Planejamento. Leia o resto do artigo »
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