Swap Reverso
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Por Katia Alves
O autor afirma a seguir que a inflação brasileira requer cuidados, mas não há motivos para pânico ou reações radicais da política monetária e neste momento, a inflação está subindo em quase todos os países. O rápido aumento dos alimentos, do petróleo e de outras matérias-primas é o maior choque de preços na economia mundial desde a década de 1970. Assim, a inflação brasileira não é alta para padrões internacionais. Está apenas um pouco acima da inflação nos EUA (4,2%) e na zona do euro (3,7%).
Fez-se muito barulho em torno do fato de que a inflação ultrapassou o centro da meta oficial em 2008, que é de 4,5%. Entretanto, o regime brasileiro de metas para a inflação tem alguma flexibilidade, que foi sabiamente preservada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), contrariando algumas opiniões domésticas (setores do BC e do mercado) e estrangeiras (FMI). A inflação continua abaixo do teto da meta, que é de 6,5%.
Publicado na Folha
Paulo Nogueira Batista Jr.
ANTES DE entrar no assunto de hoje, quero contar que um leitor me escreveu dizendo: “Costumo ler os seus artigos porque não encontro frases como a seguinte”. E tascou uma frase do meu artigo daquele dia: “O investimento é ao mesmo tempo um componente da demanda e a variável da qual depende a ampliação da oferta agregada ao longo do tempo”. Terrível. Fiquei acabrunhado com o espelho que o leitor me ofereceu. Espero não incorrer no mesmo erro hoje.
Até que ponto é grave a inflação que estamos experimentando em 2008? O brasileiro já estava até se acostumando com certa estabilidade monetária. Cabe reagir com dureza e jogar a economia na recessão? É o caso de continuar aumentando os juros e correr o risco de derrubar o crescimento econômico?
Bem. A preocupação com a alta dos preços se justifica, não há dúvida. A taxa de inflação medida pelo IPCA subiu para 5,6% nos 12 meses até maio. A inflação relevante para os mais pobres aumentou mais, uma vez que a alta recente vem sendo comandada pelos alimentos, que pesam no orçamento das famílias de baixa renda.
Conviria, diga-se de passagem, corrigir o Bolsa Família não pelo IPCA ou mesmo pelo INPC, mas por um índice que refletisse a estrutura de gastos da população pobre. Leia o resto do artigo »
Postado em Assuntos, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Por Katia Alves
A Braskem é parte de uma onda de investimentos brasileiros na Venezuela iniciada no ano passado, num momento em que o país atrai cada vez menos capital estrangeiro. O ano passado foi o primeiro desde o início do governo Chávez, em 1999, em que empresas brasileiras se instalaram na Venezuela.
A “invasão” brasileira contrasta com o débil desempenho venezuelano no ano passado, quando atraiu apenas US$ 646 milhões, ficando num modesto 13º lugar na região, segundo dados da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe).
Na contramão do aumento dos investimentos brasileiros, a Petrobras praticamente paralisou os planos de expansão na Venezuela. Dos cinco projetos previstos na “aliança estratégica” com a estatal PDVSA, assinada em fevereiro de 2005, nenhum foi implementado e pelo menos dois estão descartados.
Publicado na Folha
Por Fabiano Maisonnave
Brasil correspondeu a 20% do aporte estrangeiro no país vizinho em 2007
Braskem participa de projetos que somarão US$ 3,4 bi; para analista, tendência reflete política de Chávez, que busca substituir presença americana
No computador de Sergio Thiesen, diretor-superintendente da Braskem na Venezuela, os dados sobre o maior projeto industrial de capital brasileiro no país de Hugo Chávez se misturam a fotos de luxuosos condomínios à beira de canais por onde passeiam iates. Parece Miami, mas se trata de Lecheria, cidade caribenha a 300 km a leste de Caracas.
“Envio essas fotos para o pessoal se animar a vir pra cá”, brinca Thiesen, ao receber a reportagem em seu escritório, num moderno centro empresarial de Caracas.
A Braskem já enviou 22 funcionários. Esse número deve aumentar a partir de janeiro, quando começam as obras para a construção da primeira das duas fábricas que a Braskem construirá com a estatal Pequiven. Ambas funcionarão no Complexo Petroquímico de Jose, perto de Lecheria. O maior projeto, o Poliamerica, envolve US$ 2,5 bilhões e deve entrar em operação no final de 2012. Produzirá polietileno e eteno. O segundo projeto, Propilsur, está orçado em US$ 900 milhões, ficará pronto dois anos antes e fabricará prolipropileno. Cada empresa investirá cerca de US$ 1,75 bilhão, gerando cerca de 1.500 empregos diretos.
“A Venezuela possui uma das maiores reservas de petróleo e gás natural do mundo e tem interesse em atrair parceiros que possuam experiência e tecnologia para desenvolver projetos petroquímicos no país”, diz Thiesen, ao justificar o investimento da Braskem Leia o resto do artigo »
Postado em Assuntos, Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Negócio fechado: Estadão é da Globo
Publicado originalmente no Blog do Rouvai
Duas fontes diferentes me confirmaram que o negócio da compra do Grupo O Estado de S. Paulo pelas Organizações Globo foi fechado. Agora, acabo de ler no blogue do Pedro Venceslau que as demissões no Estadão já começaram.
De repente, não mais que de repente, o que era um boato vira um fato, pelo menos nos corredores da firma: a Globo comprou o Estadão. Só acreditei mesmo quando fiquei sabendo dos primeiros colegas apanhados no passaralho (na verdade, demissão voluntária). Uns falam em vinte, outros trinta. Sei lá. Só sei que, agora, nós somos da Globo. Somos todos Bozó.
Na próxima festa junina comeremos paçoca ao lado da colega Paty Poeta. Será que posso enviar uns currículos do pessoal da rua para o Boninho na hora de selecionar o casting do próximo Big Brother? eu e minha colega Doris Bicudo já avisamos: não queremos saber de morar no Rio. Se for para apresentar o Jornal Nacional, vamos e voltamos no dia seguinte. E queremos hora extra, claro. Espera aí…Agora também somos da CBN, e do Extra, e do G1. Leia o resto do artigo »
Postado em Assuntos, Comentários sobre a Imprensa Brasileira, O que deu na Imprensa | 1 Comentário »
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Por Katia Alves
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou que não vai mais usar seu tradicional instrumento de análise trimestral da evolução da economia, pois o Ipea vai focar agora em planejamento de longo prazo.
E segundo Miguel Bruno, um dos coordenadores do Grupo de Análises e Previsões do Ipea, o objetivo de não se divulgar essas previsões é para não alimentar especulações do mercado financeiro. E isso não é censura, mas apenas a necessidade do Ipea dar prioridade a estudos de longo prazo.
O ex-diretor do BC Carlos Thadeu de Freitas, atualmente economista da Confederação Nacional do Comércio, diz que a decisão pode se mostrar correta: “O BC já produz as projeções conjunturais, de inflação, juros,atividade. A medida evita uma certa confusão de expectativas provocada por pesquisas divergentes.”
Publicado originalmente no O Estado de S. Paulo
Carta de Conjuntura não é liberada sob o argumento de que provocaria especulações no mercado financeiro
Por Adriana Chiarini e Irany Tereza
A divulgação da Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), tradicional instrumento de análise trimestral da evolução da economia, no qual são feitas as projeções para o ano, se transformou ontem numa verdadeira peleja. As previsões, embora tivessem sido elaboradas pela área técnica, não foram divulgadas, sob o argumento de que o Ipea se ateria a análises de longo prazo e não iria alimentar especulações do mercado.
“Não vamos divulgar as previsões para não alimentar especulações do mercado financeiro”, declarou Miguel Bruno, um dos atuais coordenadores do Grupo de Análises e Previsões do Ipea. A declaração foi feita pouco depois de o assessor de imprensa do instituto, Estanislau Maria, ter informado, em coletiva de imprensa, que não haveria projeções “por orientação da Presidência da República”. Momentos depois, Maria explicou – “para não dar manchete errada” – que não havia censura do governo, apenas a determinação para o Ipea dar prioridade a estudos de longo prazo.
Numa confusa entrevista, o diretor de Estudos Macroeconômicos, João Sicsú, que inicialmente não participara da divulgação da Carta, foi chamado para dar esclarecimentos. Ele afirmou que não há previsões novas institucionais do Ipea, “só individuais”. O economista disse, porém, que os técnicos poderiam dar suas previsões sem serem acusados pela direção de alimentar especulações. “Nunca teve problema e não terá”, afirmou, negando censura ou falta de transparência.
Ninguém, contudo, se pronunciou. E, segundo Sicsú, “as previsões do Ipea estão mantidas como previsões de março para dezembro”. “Qualquer técnico que tenha dito que o Ipea tenha outras previsões cometeu um erro.” Com isso, mesmo diante de alterações de estimativas, como a do próprio Banco Central, que revisou a projeção do IPCA para este ano para 6%, o Ipea continua trabalhando com a expectativa de inflação entre 4% de 5%. Os juros em dezembro também ficaram em 13,25%, embora a Selic já esteja em 12,25%. Leia o resto do artigo »
Postado em Assuntos, O que deu na Imprensa, Política Econômica | 1 Comentário »
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Por Luiz Fernando de Paula
Em Encontro realizado no Instituto de Economia da UNICAMP, em 17-18 de abril deste ano, foi criada a Associação Keynesiana Brasileira (AKB), sociedade civil sem fins lucrativos aberta a filiações individuais e institucionais, que tem como objetivo desenvolver o conhecimento da teoria e da economia keynesiana, entendida como ciência social, mediante: (i) a criação de um fórum científico em nível nacional para o debate das questões de economia keynesiana; (ii) a promoção, ampliação e fortalecimento do intercâmbio entre os estudiosos da teoria e da economia keynesiana e das disciplinas correlatas, tais como Filosofia, Política, História e Sociologia; (iii) a promoção de encontros, congressos, conferências, cursos e atividades de atualização; e (iv) a divulgação de livros e periódicos relacionados à temática keynesiana.
Como teoria e economia keynesiana entende-se a compreensão da dinâmica de economias monetárias contemporâneas em que falhas sistêmicas intrínsecas ao funcionamento destas levam freqüentemente a situações de concentração de renda e de desemprego. Nesse sentido, tomando como base a teoria keynesiana e afins, a “mão invisível” do mercado não funciona adequadamente sem o complemento da mão visível do Estado. Em outras palavras, a intervenção do Estado, no sentido complementar aos mercados privados, é imprescindível para criar um ambiente institucional favorável às decisões de gastos privados (consumo e investimento), impactando, assim, a demanda efetiva.
A AKB, em suma, propõe-se a ser um fórum de fomento ao debate sobre a teoria e economia keynesiana, agregando profissionais de várias áreas das ciências sociais, com especial atenção a discussão sobre os rumos da economia e sociedade brasileira.
Como patronos da AKB foram escolhidos as seguintes pessoas que tiveram importância fundamental na divulgação das idéias e políticas keynesianas no Brasil: Fernando Cardim de Carvalho (UFRJ), Luiz Carlos Bresser Pereira (FGV-SP), Luiz Gonzaga Belluzzo (UNICAMP), Maria de Lourdes Rollemberg Mollo (UNB), Mario Possas (UFRJ) e Silvia Schor (USP). Leia o resto do artigo »
Postado em Assuntos, Destaques da Semana | Sem Comentários »
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Economia
Concurso Petrobrás
Petrobrás e Cesgranrio divulgam resultado do último concurso da estatal Clique aqui para ler
Nova aposta da Volkswagen para superar vendas da Fiat Clique aqui para ler
Reservas internacionais do país atingem US$200 bilhões, segundo Banco Central Clique aqui para ler
O Conselho Administrativo de Desenvolvimento Econômico (CADE), decidiu que a Gol não terá de devolver os “slots” conquistados com a compra da Varig, considerando que não há risco da competitividade entre as companhias aéreas ser afetada Clique aqui para ler
A espera da decisão do Fed sobre as taxas de juros fez com que as bolsas européias fechassem em alta esta quarta-feira Clique aqui para ler
A piora das condições de mercado leva a Volvo a anunciar a demissão de 1200 funcionários, o que provocará um corte de US$ 663 milhões nos seus gastos. No primeiro trimestre de 2008, a companhia teve um prejuízo de US$ 149,5 milhões Clique aqui para ler
Venda da Variglog: Lula X Roberto Teixeira Clique aqui para ler
Recuo do Índice dos Preços – IPC-S Clique aqui para ler
Política
Irregularidade em contratos e licitações do Pac leva a exoneração três servidores do Ministério das cidades Clique aqui para ler
Kassab, prefeito de São Paulo e candidato a reeleição pelo partido Democratas (DEM), nega antecipação de campanha eleitoral pela TV e acusa candidatos do PT e PSDB de fazê-la Clique aqui para ler
Jader Barbalho acusado de peculato em 2006 tem a acusação mantida pelo Supremo Tribunal Federal Clique aqui para ler
A partir do próximo mês o Bolsa Família sofrerá um reajuste de 8% sobre o total pago do benefício Clique aqui para ler
O pedido de extradição do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, condenado por corrupção passiva, peculato e gestão fraudulenta em 2005, foi aceito pela Corte de Mônaco Clique aqui para ler
Fim do MST é o que deseja o conselho de promotores no Rio Grande do Sul Clique aqui para ler
Procuradoria faz pedido de abertura de inquérito contra ex-autoridades militares do período da ditadura Clique aqui para ler
Prefeito Lindberg de Nova Iguaçu, que apostava na candidatura para uma possível reeleição, é acusado de fraude em licitação Clique aqui para ler
Leia ainda os Destaques da semana:
Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »
Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008
*Léo Nunes – Paris
Brasil
A nota desta semana destaca a repercussão da morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso. Os jornais europeus, como o El Pais, destacaram o papel da antropóloga em programas assistenciais, que serviram de embrião para o Bolsa Família. Divergências a parte, duas qualidades de Ruth Cardoso serão sempre lembradas: o engajamento e a discrição.
Economia
O Federal Reserve Bank (FED, ou Banco Central dos EUA) interrompeu a seqüência de cortes da taxa básica de juros. Tal decisão é um claro sinal de que pode haver futuras elevações dos juros. De fato, em algum momento um ajuste se fará necessário. A possibilidade de haver um “soft landing” dependerá das próximas decisões do FED.
Internacional
Os EUA suspenderam algumas sanções comerciais em relação à Coréia do Norte. Esta decisão é ainda um passo tímido da Casa Branca, mas significa um reconhecimento no que diz respeito à política nuclear de Pyongyang. Os produtos norte-coreanos terão tarifas de importação altas, principalmente nos setores em que poderia ser competitivo, como, por exemplo, o têxtil.
*Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras. Meus Artigos
Clique aqui para ler nosso manifesto.
Postado em A Semana a Limpo, Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »