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Blog do Desemprego Zero

Archive for junho 20th, 2008

Obama quer mais Estado na economia

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Em entrevista ao “Wall Street Journal”, Barack Obama, comenta sobre seu plano econômico. Afirma que usaria gastos públicos para alavancar o crescimento, sendo mister criar uma política tributária, como também acrescentou que um governo forte é necessário para garantir que a riqueza seja distribuída de maneira mais igualitária.

Obama defendeu durante a entrevista uma intervenção de larga escala no mercado energético, afirmando que, apesar de os fundos de capital de risco estarem investindo pesado em tecnologia, há um buraco nesses financiamentos que deve ser preenchido pelo governo. Propõe várias medidas que aumentariam o imposto de renda para as camadas mais ricas e o reduziria para os contribuintes de classe média e baixa e também eliminar a tributação dos ganhos de capital de empresas iniciantes, apesar de apoiar um aumento da alíquota geral sobre esses ganhos.

Por Katia Alves

Por Bob Davis e Amy Chozick, The Wall Street Journal, de Flint, EUA

Publicado originalmente no Valor

O senador Barack Obama esclareceu um pouco mais o seu plano econômico, dizendo que usaria uma boa dose de gastos públicos para impulsionar o crescimento, aproveitaria o código tributário para diminuir a desigualdade econômica crescente nos Estados Unidos e possivelmente reduzir os impostos das empresas.

Em entrevista ao “Wall Street Journal”, Obama, de 46 anos, disse que está tentando criar uma política tributária e orçamentária que o ajude a enfrentar dois desafios. O primeiro é a concorrência de países de rápido crescimento, como Índia e China. A outra é que os EUA se tornaram uma economia “só para os vencedores”, na qual a maioria dos ganhos do crescimento econômico vai para o bolso dos ricos.

Obama, que é senador do Partido Democrata pelo Estado de Illinois, citou novas pressões econômicas para explicar o que parece ser um retorno à antiga plataforma democrata de interferência governamental e desconfiança das forças do mercado. “A globalização, a tecnologia e a automatização enfraquecem a posição dos trabalhadores”, disse, acrescentando que um governo forte é necessário para garantir que a riqueza seja distribuída de maneira mais igualitária. Ele deu entrevista a bordo de seu ônibus de campanha, onde um televisor fino exibia os momentos finais do torneio de golfe U.S. Open. Leia o resto do artigo »

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Um imposto nacional

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Os senadores Tasso Jereissati e Francisco Dornelles pelo PSDB-CE e pelo PP-RJ, respectivamente. Falam a seguir que o Senado Federal vem estudando maneiras de como diminuir o grande número de tributos.

Assim, eles e outros senadores de diversos partidos trazem uma proposta. Tal proposta traz a criação de um único e amplo imposto sobre o valor adicionado – o IVA nacional, onde qualquer tributo sobre as vendas será em um único IVA.

A arrecadação será nacional. A União criará e legislará. Os estados fiscalizarão e cobrarão. Será igual em todo o território nacional para a mesma mercadoria ou serviço, independentemente de onde seja produzida ou consumida, com idênticas alíquotas e forma de apuração. A receita do IVA será dividida entre a União e os estados, proporcionalmente ao que cada um hoje cobra e vier a ele ser incorporado.

Segundo os autores, o projeto contempla também medidas para racionalizar a cobrança dos impostos e melhorar a repartição da receita na Federação. E que desde 2003 eles defendem que a mudança tributária seja feita em etapas, com mudanças administrativas, legais e constitucionais.

Por Katia Alves

Por Tasso Jereissati e Francisco Dornelles

Publicado originalmente no O Globo Online

Todos sabem que a carga tributária é muito alta no Brasil, mas poucos a percebem porque a maior parte é paga às escondidas, por dentro dos preços de tudo que se compra. Repensar essa forma de cobrança e diminuir o número de tributos é tarefa crucial para mudar para valer o sistema tributário brasileiro.

O Senado Federal vem estudando essa matéria há mais de um ano. Com apoio de senadores de diferentes partidos e regiões, estamos trazendo uma proposta para o debate nacional. Não há divergência com o projeto em debate na Câmara dos Deputados. Só optamos por mais ousadia porque entendemos que tantas distorções exigem soluções mais urgentes e profundas.

Uma peça fundamental será a criação de um único e amplo imposto sobre valor adicionado – o IVA nacional. Sugerimos incorporar todo e qualquer tributo sobre as vendas em um único IVA – do ICMS estadual até o IPI federal, passando por Cofins, PIS, Cide, Fust, entre outros. O ISS municipal é mantido enquanto não se viabiliza a substituição de sua receita, porém, os serviços já integrarão a base do novo IVA. Leia o resto do artigo »

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Produto / Capital

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Delfim Netto aponta no artigo abaixo que no Brasil após a Segunda Guerra Mundial mostrou que a ausência de energia ou a incapacidade de sustentar as importações, podem abortar o crescimento econômico. Sendo necessário para o crescimento a presença de um Estado-indutor tanto para dar segurança ao empresário como também para atuar em infra-estrutura.

Delfim afirma a relação Produto / Capital parece ser resultado de um processo aleatório cuja média está longe de ser constante. E afirmações como “para crescer 5% ao ano é preciso investir 25% do PIB ao ano”, têm validade duvidosa.

Por Katia Alves

Por Antonio Delfim Netto

Publicado originalmente na Folha Online

A HISTÓRIA do Brasil posterior à Segunda Guerra Mundial mostra:

1º) que só dois fatores, a falta de energia ou a incapacidade de sustentar as importações, podem abortar o crescimento econômico;

2º) que o crescimento depende de um “estado de espírito” produzido pela ação de um Estado-indutor, apoiado em instituições capazes de cooptar e de dar confiança aos empresários que tomam o risco de novos investimentos;

3º) a necessidade de uma enérgica ação do Estado-indutor (não do Estado-produtor) na expansão da infra-estrutura e

4º) que, uma vez estabelecidos os objetivos da política de desenvolvimento pelo Estado-indutor, o mecanismo mais eficiente para a alocação dos recursos sempre escassos é o funcionamento desimpedido dos mercados.

Não existe nenhuma dúvida sobre a ligação positiva entre a taxa de crescimento do PIB no médio e longo prazos e a taxa de investimento líqüido medido em relação ao PIB. Na pregressa reencarnação dos economistas (na Idade Média do sonho do “planejamento sem preços”), essa relação se chamava “Produto/Capital” Leia o resto do artigo »

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Resumo diário 20/06/2008

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia Alves e Luciana Sergeiro

Economia

Segundo o secretário-adjunto da Receita Paulo Ricardo Cardoso, nesta segunda, dia 23, a Receita Federal inicia uma megaoperação em todo o País para combater fraudes e sonegações no pagamento das contribuições previdenciárias. Receita já encontrou fortes indícios de sonegação em 6.455 empresas e os fiscais da Receita Federal já estarão, nesta segunda, nas sedes de 1.700 dessas empresas para checar essas informações.

Estadão: Receita encontra irregularidades em quase 6.500 empresas

A Organização Mundial do Comércio (OMC) permitiu ao Brasil aplicar sanções comerciais aos Estados Unidos, pois os EUA descumpriram sua obrigação de eliminar vários juros de subsídios a seus produtores de algodão que haviam sido declarados ilegais pela mesma organização. A delegação brasileira garantiu nesta sexta-feira, diante da OMC, em reunião com os outros países-membros, que aplicará estas sanções, embora não tenha estabelecido prazo.

Correio Braziliense: OMC abre caminho para Brasil aplicar sanções comerciais aos EUA

Estudo da Fiesp afirma que as metas fixadas na nova política industrial até 2010 não será cumprida, o investimento industrial de 21% do PIB (a chamada Formação Bruta de Capital Fixo) e a exportação de US$ 210 bilhões ao ano –1,25% do comércio mundial– não são mais metas factíveis até 2010. José Ricardo Roriz, diretor do departamento de competitividade da Fiesp, afirma que a elevação dos juros básicos da economia funcionará como um freio ao investimento, e no que diz respeito as exportações, o problema é por causa da desvalorização do dólar ante o real. A situação afeta a competitividade do produto brasileiro e expulsa exportadores do mercado.

Folha Online: Juro e câmbio vão impedir metade das metas da política industrial, diz Fiesp

Política

Nesta sexta-feira, a Polícia Federal deflagrou uma operação denominada João-de-Barro de combate a fraudes em licitações públicas em prefeituras de diversos municípios do País. Os suspeitos estariam envolvidos num esquema de desvio de verbas do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), a operação partiu de informações coletadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que comprovou desvio de verbas públicas.

JB Online: Polícia Federal busca 38 suspeitos de desviar verbas do PAC

De acordo com o senador Aloizio Mercadante, Lula não vai seguir os caminhos do México e da Argentina para enfrentar a alta da inflação. Pois o governo mexicano vai congelar os preços e argentino subiu as tarifas de exportação para evitar desabastecimento interno. O senador lembrou que tabelamento de preços já foi tentado, sem sucesso, no Brasil. E que taxar as exportações no caso brasileiro seria contra-senso. Para combater a inflação vai haver aumento da produção de alimentos e outros produtos, declara Mercadante.

Folha Online: Lula descarta adotar soluções mexicana ou argentina para conter alta de preços

Internacional

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, voltou a criticar Peter Mandelson, comissário do Comércio da União Européia (UE), alegando que Mandelson havia deixado os agricultores irlandeses furiosos com a estratégia adotada nas negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) e que fez concessões demais em questões agrícolas durante a rodada de negociações de Doha.

JB Online: Sarkozy culpa Mandelson por rejeição de tratado na Irlanda

Israel lançou um exercício militar no início do mês que autoridades americanas disseram que parece ter sido um treinamento para um potencial ataque contra instalações nucleares iranianas. Um porta-voz do Exército disse apenas que a Força Aérea do país “treina regularmente para várias missões, para enfrentar os desafios apresentados pelas ameaças contra Israel”.

Folha Online: Israel simulou ataque contra instalações iranianas, dizem EUA

Desenvolvimento

O governo vai alterar a Lei de Crimes Ambientais para torná-la mais eficiente e ágil, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Pois mais de 95% das multas não são pagas. Ele explicou que o “endurecimento” da lei é um complemento a várias políticas adotadas para fortalecer o setor.

JB Online: Alteração da Lei dos Crimes Ambientais em dois meses, afirma Minc

Um ano e quatro meses depois de inaugurada, a Nestlé Brasil amplia a unidade de Feira de Santana (BA), no Centro Industrial de Subaé. Estão previstos investimentos de R$ 46 milhões. Desse total, R$ 20 milhões serão investidos na expansão da unidade já existente e os demais R$ 26 milhões serão aplicados na construção de outra fábrica para a produção de iogurtes pela Dairy Partners Américas Brasil Ltda (DPAB).

Segundo a avaliação do secretário estadual de indústria, comércio e mineração, Rafael Amoedo, o mercado crescente do setor de alimentos e bebidas no Nordeste foi determinante para os novos investimentos da Nestlé.

Gazeta Mercantil: Nestlé deve investir R$ 46 milhões em novos projetos na Bahia

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Governo atacará inflação investindo na safra

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Segundo o ministro da Agricultura a alta dos preços será controlada através do aumento da produção interna para manter a estabilidade de preços, e aproveitar também para aumentar a exportação, devido ao aquecimento da demanda externa.

Por se tratar de um País auto-suficiente o Brasil sentiu pouco o choque externo, ou seja, os preços subiram em quase todos os países e em menor intensidade no País. O aumento da produção se dará através de prioridades, feijão, arroz, milho e trigo terão sua produção aumentada.

Questionado sobre a possibilidade de os agricultores direcionarem grande parte da produção ao mercado externo, o ministro disse que o governo “não vai cair na armadilha” em que alguns países caíram ao tabelar preços sem possuir produção, ou limitar e taxar as exportações como ocorreu na Argentina.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse que o melhor o antídoto para combater a alta de preços é produzir mais no país. Para isso, o governo vai investir este ano R$ 65 bilhões visando o aumento de 5% na safra, que dependendo das condições climáticas, pode chegar a 148 milhões de toneladas de grãos.

Além do aumento da produção interna para manter a estabilidade de preços, o ministro diz que a perspectiva também é aumentar a exportação, aproveitando a demanda do mercado externo.

Sthephanes diz que a alta de preço no país se deu por um choque externo. Segundo ele, o aumento da demanda por alimentos elevou os preços das commodites no mundo, o que acabou refletindo internamente. “Os preços subiram em quase todos os países e até que em menor intensidade no Brasil, exatamente por sermos auto-suficiente. O melhor antídoto é produzir mais, ou seja, aproveitar essa oportunidade não só para produzir ao mercado interno, mas aproveitar a demanda externa”. Leia o resto do artigo »

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