prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for junho 19th, 2008

AS FRAGILIDADES DO REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – A escalada da inflação, associada principalmente ao aumento dos preços de energia e alimentos, tem suscitado questionamentos sobre a melhor forma de combater tal fenômeno. No Brasil, a autoridade monetária utiliza o regime de metas de inflação. Neste arranjo, a meta de inflação definida pelo governo é a âncora da economia. Já as outras variáveis, dentre elas a taxa de crescimento, são de ajuste. O principal instrumento utilizado para combater o aumento de preços é a taxa de juros.

 

Entretanto, o recente surto inflacionário não está associado a pressões de demanda. Pelo contrário, trata-se de inflação de custos. Mesmo assim, o Banco Central insiste em utilizar a taxa de juros para tentar colocar a inflação dentro da meta. A estratégia é simples: criar uma deflação nos preços domésticos a tal ponto que contrabalance o aumento dos preços de produtos negociados globalmente. Mas parece que o estratagema tem fracassado.

 

O prêmio Nobel de economia, Joseph Stigltiz, em artigo publicado no jornal O Globo, condenou a utilização das taxas de juros para conter uma inflação de custos. Segundo ele, não está demonstrado empiricamente que um aumento dos juros teria impacto significativo no nível de preços internos, a ponto de contrabalançar o aumento de preços de produtos negociados mundialmente. Portanto, só um aumento absurdo, e inaceitável, das taxas de juros teria tal efeito. A única economia capaz de conter a escalada de preços através do aumento das taxas de juros seria a norte-americana. Mas, como de costume, eles passam o preço do ajuste para o resto do mundo. Assim, no fim das contas, nem uma coisa nem outra: o país perde em crescimento e não resolve a questão da inflação.

 

Haveria, em princípio, duas alternativas possíveis. A primeira delas seria intervir diretamente na Petrobras, obrigando-a a praticar preços diferentes daqueles vigentes no mercado internacional. De fato, esta medida teria um custo político alto, pois enfrentaria o interesse dos acionistas, ao fazer com que a estatal pague a fatura do ajuste. A segunda medida seria a proibição de exportação de produtos com alta de preços no mercado internacional, o que aumentaria a oferta interna dos mesmos, segurando a escalada dos preços. Neste caso, o setor em questão seria o prejudicado.

 

Caso não haja capital político para medidas contundentes como estas, caberia ao Banco Central ao menos a tarefa de não utilizar um instrumento que não possui comprovação empírica para resolver este problema. Como diz o dito popular, já que não quer ajudar, que pelo menos não atrapalhe.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Rive Gauche | Sem Comentários »

Desenvolvimento ganha espaço no Lula II, mas modelo não muda

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Em entrevista ao Monitor mercantil, Leda Pauline, presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política (SBEP), critica a transformação do país em uma plataforma de valorização financeira internacional e o abandono das perspectivas de desenvolvimento e soberania.

Afirma que o modelo econômico é esquizofrênico, pois é uma contradição o governo destinar recursos para a infra-estrutura e do outro lado a política cambial sendo um grande obstáculo para o desenvolvimento.

Em relação ao grau de investimento, leda declara que caso haja um aumento da entrada de recursos via balança de capitais e se o país nada fizer para controlar o câmbio, o Brasil corre sério risco de estar se afastando do mundo desenvolvido no médio prazo.

Por Katia Alves

Para ler o artigo na íntegra clique aqui

Postado em Assuntos, Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial | Sem Comentários »

Mudança no segundo escalão da Secretaria Especial de Portos

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A Subsecretaria de Planejamento e Desenvolvimento Portuário da Secretaria Especial de Portos (SEP) está sob novo comando.

A edição do dia 16 do Diário Oficial da União traz publicada a nomeação do ex-diretor Comercial da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa que administra o Porto de Santos, o economista Fabrízio Pierdomenico para o cargo de subsecretário.

Fonte: Agência Brasil

A SEP – Secretaria Especial de Portos tem esse nome mas o “status” é de ministério.

O que significa que a Subsecretaria de Planejamento tem “status” de uma Secretaria de um ministério comum.

A entrada do Fabrízio no time do ministro Pedro Brito trará o elemento novo que é a presença de um dirigente de uma das Cias. Docas mais importantes do mundo: a de Santos.

Fabrízio fez um excelente trabalho naquela Cia., que mereceu matéria na Isto É On line, em 20/09/2006, sob o título “A Revolução no Porto de Santos”. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, José Augusto Valente, Logística e Transporte, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »