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Blog do Desemprego Zero

Archive for junho 10th, 2008

A luta contra o déficit externo

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O governo visando atenuar a deterioração das contas externas do país vai tomar uma série de medidas que estarão no Plano de Safras, tais medidas são: redução do prazo de antecipação dos contratos de exportação e um pacote de estímulos ao agronegócios.

Outro ponto é o Fundo Soberano, este fundo vai ter várias funções como diminuir a demanda e o aquecimento dos preços; receberá recursos do superávit fiscal que poderá ser usado para obter dívida pública ou dólares; e vai ajudar a beneficiar a expansão externa de multinacionais brasileiras.

Nassif afirma também que com o fundo a Fazenda poderá entrar a qualquer momento no mercado ampliando o fator de incerteza e os economistas do mercado têm resistência ao fundo, pois o fator instabilidade acaba com a facilidade de ganhar sobre o Bacen.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Coluna Econômica 

Por Luis nassif

Nos próximos dias, o Ministério da Fazenda tomará mais um conjunto de medidas visando amenizar a deterioração das contas externas.

Uma delas será a redução do prazo de antecipação dos contratos de exportação. Hoje em dia, exportadores chegam a antecipar em até 50 meses as exportações, para aplicar no mercado financeiro. A idéia será reduzir substancialmente esse prazo.

Uma segunda medida será mais um pacote de estímulos ao agronegócios, único setor em condições de reagir rapidamente e melhorar as contas externas é o agronegócios.

Essas medidas constarão do Plano Safras, a ser anunciado daqui a vinte dias.

Outro ponto decidido é o chamado Fundo Soberano – a ser constituído de recursos do superávit fiscal. Nos próximos dias o presidente da República encaminhará o projeto de lei de criação do fundo. Leia o resto do artigo »

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Os inocentes do Leblon

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Vinicius Mota

Publicado originalmente UOL Tropico

A reciclagem das elites, ou por uma sociologia do estamento financista brasileiro

“Os inocentes do Leblon não viram o navio entrar. Trouxe bailarinas? trouxe emigrantes? trouxe um grama de rádio? Os inocentes, definitivamente inocentes, tudo ignoram, mas a areia é quente, e há um óleo suave que eles passam nas costas, e esquecem.”

Carlos Drummond de Andrade, em “O Sentimento do Mundo”

Nasceu no Rio de Janeiro e lá se formou engenheiro. Redirecionou a carreira para a economia, para o que foi fundamental a pós-graduação numa reputada universidade norte-americana. Sua chegada ao Ministério da Fazenda foi antecedida por passagens na alta burocracia financeira multilateral. Poderia estar me referindo, como alguns leitores devem ter intuído, a Pedro Malan, que durante oito anos foi o ministro-símbolo da gestão econômica do governo Fernando Henrique Cardoso.

Mas a descrição também serve para identificar Joaquim Levy, o secretário do Tesouro Nacional do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Relevando local de nascimento, passagem por organismos multilaterais e pela engenharia e acrescentando ao currículo a ligação acadêmica, no Brasil, com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, tem-se ainda a caracterização biográfica de Luiz Augusto Candiota, Afonso Bevilaqua e Eduardo Loyo, diretores, respectivamente, de política monetária, de política econômica e de estudos especiais do Banco Central de Lula. Levy só sai da lista e nela não entra o atual diretor de política econômica da Fazenda, Marcos Lisboa, por terem vínculo acadêmico com a FGV do Rio, que, aliás, não guarda tanta distância da PUC-RJ.

Loyo, Candiota, Bevilaqua e Malan não estão sós nesse conjunto de requisitos curriculares. Podem agregar-se à relação quatro presidentes do BC que antecederam Henrique Meirelles: Armínio Fraga, Francisco Lopes, Gustavo Franco e Pérsio Arida, sem falar do próprio Malan, que presidiu a instituição de meados de 1993 ao final de 1994. Leia o resto do artigo »

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Cesar Maia acusa Eduardo Paes de deixar governo fora do prazo

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

César Maia (DEM) afirmou que o ex-secretário de Esporte do Estado Eduardo Paes (PMDB) deixou o cargo no Executivo fora do prazo determinado por lei para desincompatibilização.

Maia declarou que houve um problema no tempo de desincompatibilização, pois este havia se esgotado. Assim, Eduardo Paes fez uma edição extra do Diário Oficial do dia 5, porém esta só foi circular no dia 6 de maio, fora do prazo. Maia alega também que o Eduardo não estava no país, e sim, em Atenas cumprindo agenda, ou seja, mais um motivo para  provar que ele não teve tempo para se desincompatibilizar.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Folha Online

O prefeito do Rio, Cesar Maia (DEM), diz que o ex-secretário de Esporte do Estado Eduardo Paes (PMDB) deixou o cargo no Executivo fora do prazo determinado por lei para desincompatibilização. Pela lei, o prazo para desincompatibilização acabou na quinta-feira passada (05). Mas Paes anunciou sua candidatura somente neste dia.

Para fazer com que a desincompatilização saísse na data permitida por lei, diz Maia, o governo do Rio soltou uma edição extra do Diário Oficial.

“O problema era o tempo de desincompatibilização que havia se esgotado. Decidiu fazer uma edição extra do Diário Oficial do dia 5. Mas esta só circulou dia 6, fora do prazo. E assim mesmo esqueceram de retirar da capa do DO o nome do secretário como titular da pasta. Basta consultar”, diz Maia em sua newsletter eletrônica batizada de “ex-blog de Cesar Maia”. Leia o resto do artigo »

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A Selic e as esperanças perdidas

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo abaixo, Luis Nassif faz uma observação sobre a elevação da Selic, pois o Copom anunciou na semana passada o aumento de 0,5% na taxa básica de juros e isso vai contra o grande desafio do governo de diminuir a relação dívida pública/PIB. Com o objetivo de fechar as contas externas, o Banco Central pratica uma taxa de juros exorbitante.

Essa alta da taxa Selic vai fazer com a dívida pública do Brasil avance de 40,9% do PIB para 41,1%, ou seja, um aumento de 0,2 ponto percentual por conta dessa elevação dos juros. E para o próximo ano o resultado é desanimador, pois o ano logo começará com uma taxa elevada dos juros.

Para finalizar, o autor observa que acontece na economia um círculo vicioso, porque o aumento dos juros faz com que ocorra uma forte apreciação do câmbio, causando uma crise cambial e isso equilibra as contas externas, portanto há inflação o que leva a necessidade de se aumentar os juros…

E para Nassif, uma das possíveis alternativas para não elevar os juros poderia ser o aumento do depósito compulsório dos bancos.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Coluna Econômica 

Por Luis Nassif

Um dos grandes desafios econômicos brasileiros é reduzir a relação dívida pública/PIB – a pior herança do período de apreciação do real, no primeiro governo Fernando Henrique Cardoso.

A mudança do câmbio provocou um desequilíbrio rápido nas contas externas brasileiras. Para conseguir fechar as contas anualmente, o Banco Central passou a praticar políticas irrealistas de juros. Com isso gerou uma dívida pública imensa, sem contrapartida de ativos.

De lá para cá o país ficou prisioneiro dessa dívida. Ano após ano precisou acumular superávits fiscais cada vez maiores para impedir a deterioração ainda maior da dívida,

Alguns anos atrás, ainda na gestão Pallocci, foi feita uma conta otimista, pela qual em alguns anos o país conseguiria reduzir a relação dívida/PIB para a casa dos 30%.

Agora, com o retorno do movimento de alta da taxa Selic, essa ilusão se desfaz.

Na semana passada, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) anunciou um novo ajuste de 0,5% na taxa básica de juros, para 12,25% ao ano. Segundo o Guia Financeiro, da Agência Dinheiro Vivo, essa elevação da Selic provocará um aumento da dívida pública equivalente a 0,5% do PIB. Leia o resto do artigo »

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Resumo diário – 10/06/2008

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Kátia Alves e  Luciana Sergeiro 

Política

Funcionários do Itamaraty no Brasil e em 65 postos no exterior fazem, fizeram na terça-feira (09/06/2008), uma paralisação geral de 24 horas que pode prejudicar serviços como fornecimento de passaporte fora do País. O movimento reivindica aumento salarial acompanhado de redução da diferença salarial entre oficiais de chancelaria e diplomatas.

Último Segundo: Greve de funcionários do Itamaraty pode prejudicar brasileiros no exterior

Acuada pela maior crise política da sua gestão, a governadora Yeda Crusius (PSDB) vai encarregar um gabinete de transição de reformular a administração pública do Rio Grande do Sul. A medida foi anunciada ontem, depois de uma reunião do Conselho Político Ampliado, formado por presidentes, secretários e líderes de partidos aliados, que ofereceram apoio, mas pediram um novo relacionamento político com o Executivo estadual.

O Estadão: Yeda demite mais um e cria gabinete de transição para mudar secretários

Economia

Todas as sete capitais usadas para o cálculo do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) apresentaram elevação mais intensa de preços, na passagem do índice de até 31 de maio para o índice de até 7 de junho. Em São Paulo, os preços subiram 1,31% ante alta de 1,11%. As informações foram divulgadas neste terça-feira, 10, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Estadão: IPC-S mostra alta da inflação em todas as capitais pesquisadas

A economia brasileira cresceu 5,8% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2007, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao trimestre anterior, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 0,7%.

Último Segundo:  Economia brasileira cresce 5,8% no 1º trimestre, diz IBGE

Internacional

As bolsas acionárias da Ásia fecharam com fortes baixas nesta terça-feira, influenciadas pela valorização do dólar e pela queda dos bônus governamentais, após o discurso de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), que alertou ontem sobre a pressão inflacionária na economia norte-americana e sinalizou um possível aumento da taxa básica de juros.

JB Online: Ásia em forte queda; Inflação preocupa e dólar dispara

Classificando as propostas para economia do candidato republicano à Presidência americana John McCain como “um total endosso às políticas de George W. Bush”, o virtual candidato democrata Barack Obama revelou uma amostra de seu plano para restaurar a economia dos Estados Unidos.

O Estadão: Obama apresenta política econômica e ataca McCain

Desenvolvimento

Um número recorde de postos de trabalho foram criados no Brasil entre janeiro e maio deste ano. Dados preliminares do Ministério do Trabalho indicam que 1 milhão de empregos formais foram gerados nos primeiros cinco meses do ano. “Esse é um número recorde e, teremos, até o fim do ano, o desemprego sendo reduzido para uma taxa de 8%”, garantiu o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

O Estadão: Brasil cria recorde de 1 milhão de empregos formais até maio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a usar seu programa de rádio semanal para defender o etanol brasileiro, assunto discutido na reunião da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), também anunciou que o governo estuda medidas para melhorar as condições de trabalho dos cortadores de cana-de-açúcar, recentemente criticadas em relatório da Anistia Internacional.

Reuters: Lula aposta em vitória brasileira na “guerra” do etanol

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A economia brasileira cresceu 5,8% no primeiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Com a alta, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional a preços de mercado alcançou R$ 665,5 bilhões no trimestre, segundo dados divulgados nesta terça feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Leia mais no G1 Leia também no Folha Online: PIB brasileiro cresce 5,8% no 1º trimestre; expansão em 12 meses é a maior desde 1996

Saldo da balança do agronegócio bate recorde em maio (Fonte: G1)
As exportações de produtos agrícolas e o superávit da balança comercial do agronegócio tiveram resultado recorde no mês de maio, informou nesta segunda-feira (9) o Ministério da Agricultura.

As exportações renderam US$ 7,5 bilhões e as importações custaram US$ 886 milhões em maio, resultando em um superávit de US$ 6,6 bilhões. Na avaliação de técnicos do ministério, o bom resultado das vendas externas de produtos agropecuários em maio foi influenciado tanto pela regularização de registros de exportação devido à suspensão da greve dos fiscais da Receita Federal quanto pelo aumento dos preços dos alimentos no mercado internacional.

O complexo soja foi o que mais contribuiu para o aumento das exportações no mês de maio. As vendas aumentaram US$ 1,4 bilhão, o que correspondeu a mais de 60% do crescimento total das exportações do agronegócio no mês passado.

As perguntas que não querem calar:

a) Com esses e outros números que mostrar um crescimento levemente acelerado, mas constante, é plausível emitir o juízo de que os portos públicos brasileiros são ineficientes e de que vivemos um apagão logístico? Principalmente, quando sabemos que 80% da carga geral movimentada no país (importação, exportação e cabotagem) se dá através de portos públicos? Leia o resto do artigo »

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No ritímo do País

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Na entrevista concedida a Revista CartaCapital, o presidente da Nestlé Brasil, Ivan Zurita mostra-se otimista a respeito do futuro do País, segundo Zurita, a economia entrou em um ritmo irreversível de crescimento, com a inclusão da população paupérrima ao mercado de consumo. A empresa apostou neste consumo e fábrica produtos mais baratos que são vendidos por senhoras de comunidades carentes porta a porta. As classes C, D e E, que representam 82% do consumo de alimentos no País.

A empresa acredita em projetos que criem valor para a sociedade, e recruta senhoras de comunidades carentes, para tornarem-se vendedoras porta em porta, auferindo uma renda de 1,5 mil a 2 mil reais por mês, a empresa também criou um projeto em que crianças do Rio de Janeiro moradoras de favelas, que ganhariam cerca de R$ 600,00 por mês com o tráfico de drogas, se elas venderem os produtos da empresa também de porta em porta, irão obter uma renda de R$ 800,00 por mês. A empresa levou essa idéia para os governos estaduais.

Para Zurita o Brasil mudou, e quem não entender isso, ficará a margem do mercado, há uma nova classe de consumidores surgindo velozmente. Através dos programas sociais potencializados no governo Lula, a classe social menos favorecida pôde consumir produtos que antes não era possível. A sociedade vai cobrar a continuidade desses programas de redução contra a pobreza. O Brasil ainda tem muitos problemas para serem solucionados, porém nada será capaz de interromper o curso positivo do País.

Por  Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: CartaCapital

Por: Márcia Pinheiro

Ivan Zurita é presidente da Nestlé Brasil desde maio de 2001. É um otimista sobre o futuro do País. A economia teria entrado em ritmo irreversível de crescimento, com a inclusão da população paupérrima ao mercado de consumo, seja pelo acesso ao crédito ou pelos programas sociais do governo. A empresa apostou nesse nicho há três anos e fabrica produtos mais baratos, vendidos por senhoras de comunidades carentes porta a porta. A companhia tem 17 mil empregados diretos e 120 mil indiretos. Fatura cerca de 12,6 bilhões de reais por ano, sendo 300 milhões na linha popular. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida à CartaCapital

CartaCapital: Há uma clara ascensão das classes C, D e E a produtos um pouco mais sofisticados, que extrapolam a mera sobrevivência alimentar. Em termos macroeconômicos, como o senhor avalia essa nova realidade? 

Ivan Zurita: De uns anos para cá, despertamos para a sensibilidade social. É um fato histórico e inédito, de incluir os excluídos no mercado de consumo. Como organização, a Nestlé não acredita no sucesso da companhia sem uma economia sólida. Com esse despertar e a análise profunda das diferenças regionais e do perfil do consumidor, com 85 anos de idade, nossa empresa tem 87% de presença nos domicílios. Criou-se uma empresa multinacional, com sabor local. Nosso compromisso é responder às expectativas do consumidor, com diferentes níveis de renda. A partir de estudos, deparamos com um imenso potencial nas classes C, D e E, que representam 82% do consumo de alimentos no País. 

CC: Programas sociais compensatórios estão relacionados com o maior poder de compra das classes mais pobres?

IZ: Sem dúvida. Sentimos isso nas regiões onde estão nossos distribuidores. Infelizmente, ainda, a pobreza extrema passou para a pobreza. O processo é lento, mas foi dado um passo muito importante para os cidadãos participarem do mercado de consumo. Por que os muito pobres não compram nos supermercados, nas grandes cadeias? Porque a incidência do transporte poderia pesar em até 50% do salário. Esse cidadão não tem dinheiro para fazer a compra do mês. É no dia-a-dia. Nem tem como transportar uma compra grande. Há ainda o que chamam de famílias escondidas. São os parentes que vivem na mesma casa: tios, primas, avós. A renda per capita pode ser baixa, mas a do lar não é. Há ainda a importância fortíssima do crédito, que cresceu. Temos agora 5,8 mil mulheres que trabalham como revendedoras de produtos mais populares da Nestlé. Vendem porta a porta. Conhecem a vizinhança e criam a fidelidade.  Leia o resto do artigo »

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DNIT recupera 132 pontes em todo o país

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O DNIT investirá, a partir do segundo semestre, na recuperação de pontes em todo o país. Na primeira etapa, serão restauradas 132 pontes em 19 estados brasileiros. Ao todo, serão investidos R$ 13,6 milhões em serviços como reforço da estrutura de pontes, reabilitação de dispositivos de drenagem, bem como a análise e recuperação das juntas de dilatação deste tipo de obra-de-arte especial.

Na região Nordeste, as 57 pontes que sofrerão intervenções estão localizadas no Ceará, em Pernambuco, na Bahia, no Maranhão, no Piauí e em Alagoas. Já no Sudeste, 20 das 33 pontes em que haverá obras estão localizadas em Minas Gerais, sendo 10 na BR-040. Outras 8 pontes integram a BR-116 no mesmo estado. As outras rodovias contempladas são a BR-262/MG, a BR-101 no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, e a BR-262/ES e a BR-459 em São Paulo.

No sul do país, A BR-101 em Santa Catarina terá 11 pontes totalmente recuperadas, além de uma na BR-280 no mesmo estado. No Rio Grande do Sul, haverá serviços em 11 obras de arte especiais, sendo 6 na BR-116 e as demais nas rodovias BR-153, BR-158 e BR-392. Já o Paraná terá duas pontes na BR-116 recuperadas. Na região Centro-Oeste, sete pontes em Goiás contarão com reparos, além de quatro no Mato Grosso do Sul e uma em Mato Grosso. Por fim, na região norte, o DNIT realizará consertos em cinco pontes, sendo uma na BR-174/RR, três na BR-153/TO e uma na BR-364/RO. Leia o resto do artigo »

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