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Blog do Desemprego Zero

Archive for junho 6th, 2008

Dez anos depois

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No fim do mês de maio aconteceu a Conferencia Internacional de Responsabilidade Social Empresarial (RES) promovido pelo Instituto Ethos. Durante o evento foram discutidos os papéis da mídia, da educação, do agronegócio, do diesel e do desenvolvimento sustentável da Amazônia.

As empresas têm atividades econômicas que causam impacto no meio ambiente. O Instituto Ethos deseja criar uma demanda pela sustentabilidade através do consumidor que exigirá sustentabilidade da empresa da qual vai comprar.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: CartaCapital

Por: Manuela Azenha

Entre os dias 27 a 30 de maio aconteceu a Conferência Internacional de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) promovido pelo Instituto Ethos. O evento celebrou os 10 anos do instituto e do aparecimento de inciativas de RSE no Brasil com uma exposição dessa trajetória.

Durante o evento, entre outros assuntos, foram discutidos os papéis da mídia, da educação, do agronegócio, do diesel e o desenvolvimento sustentável da Amazônia, além da assinatura de um manifesto pela ARES (Instituto do Agronegócio Responsável) que exprime o compromisso de 20 entidades ligadas direta ou indiretamente ao agronegócio brasileiro em prol do desenvolvimento sustentável, apesar dos interesses econômicos divergentes.

Ainda que voltada para as empresas, a Conferência reuniu jornalistas, educadores, empresários e profissionais na área da responsabilidade social para discutirem o mercado com cultura sustentável. O vice-presidente do Instituto Ethos, Paulo Itacarambi, falou com CartaCapital sobre a décima edição do evento e analisa o panorama da responsabilidade social no País.

CartaCapital: O quê qualifica uma empresa como socialmente responsável e quem é que determina isso?

Paulo Itacarambi: As empresas têm atividades econômicas que causam impacto no meio ambiente. Elas emitem resíduos, gases, extraem minérios. Causam impactos na natureza e na comunidade onde se instalam. Ajudam a produzir riqueza, que pode ser mal ou bem distribuída. A riqueza pode não contribuir para o desenvolvimento da região ou então pode ser investida na cultura, na diversidade, na equidade entre as pessoas, criar oportunidades de trabalho. É o que a gente chama de gestão sustentável. Se a empresa cuida desses impactos, se cria oportunidades para os que sofrem de alguma discriminação como deficientes, os da raça negra. Não existe um órgão que julgue se a empresa é socialmente responsável ou não. O Ethos não faz isso. Quem determina isso são os bem ou mal afetados por esses impactos. Ou seja, o consumidor, o trabalhador, o fornecedor. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A multinacional Alstom está sendo investigada pelo Ministério Público. Segundo o jornal Folha de São Paulo (clique aqui para ler a reportagem), a empresa teria utilizado sua filial suíça e empresas sediadas em paraísos fiscais para pagamento de propina a políticos brasileiros. O principal objetivo do esquema teria sido a fraude de licitações relacionadas ao metrô de São Paulo. Vale lembrar que o governo estadual, responsável pela administração do metrô, está em mãos tucanas há 14 anos.

 

Economia

 

O Banco Central elevou a taxa básica de juros (Selic) para 12,25% na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Desta vez, a justificativa foi a pressão inflacionária oriunda do aumento dos preços dos alimentos e do petróleo. Parece que a autoridade monetária só conhece o amargo remédio das taxas de juros para curar a inflação.

 

Internacional

 

O senador Barack Obama garantiu a vitória nas primárias democratas, quando se consideram apenas os votos diretos. Apesar da necessidade de confirmação do apoio dos superdelegados do Partido Democrata, Obama já é considerado o nomeado do partido na corrida pela Casa Branca. Para uma sociedade que manteve o ultra-conseravdor George W. Bush por oito anos na presidência, é um alento ter um negro, de origem mulçumana e progressista com chances reais de assumir o cargo mais importante do planeta (clique aqui para ler mais).

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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O Mito que o Brasil não pode crescer a mais do que 5% ao ano

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

Deve-se notar que esses dois BCs, ao contrário do brasileiro, não promoveram antecipadamente um choque de juros sob o argumento de que o país não poderiam crescer mais do que 5%. Não está claro porque, enquanto outros países emergentes puderam ter uma rápida aceleração do crescimento nos últimos anos sem que o BC agisse contra, e, o BC do Brasil alega que tinha que fazer isso, pois o Brasil é incapaz de crescer a mais do que 5%a.a.

Mas, e se a hipótese de crescimento potencial máximo do BC em 5% a.a. estiver errada, não é melhor fazer como qualquer outro país, ir testando e, caso a inflação aumente, o BC jogue a economia num crescimento medíocre, como foi de 2005 e de 2006? Não está claro porque grande parte dos países da América do Sul, muitos da África e do Oriente Médio, quase a totalidade do Leste Europeu e da ex-URSS, do Sul e sudeste e Leste Asiático podem crescer a taxas de 6% a mais de 10% a.a. de forma sustentada e o Brasil não pode.

Quais as condições que países tão distintos como Colômbia, Letônia, China, Armênia, Argentina, R. Tcheca, Arzebaijão, Índia, Angola, Etiopia, Rússia, Cingapura, Belarus. Sempre que comparo o crescimento medíocre que o Brasil teve com a ultra-conservadorismo econômico dos últimos anos com determinado país, o ouvinte diz:” Não pode comparar porque o país pequeno é fácil de governar, ou porque país grande tem suas facilidades, ou por causa da cultura milenar, ou porque não dá para comparar com países que não são socialistas, ou porque eles tiveram uma crise forte anos atras, ou porque eles estão crescendo muito há tempos, ou porque esse país tem ajuda da União Europeia, ou porque tem petróleo, ou porque pelo fato de não ter recursos naturais a população teve que desenvolver outras habilidades. Eu ainda não vi o Meirelles falando qual é a condição que todos esses países têm que o Brasil não tem.

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Resumo do 4º Balanço do PAC – eixo Infra-estrutura Logística

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Recordando que o 4º balanço do PAC, apresentado ontem pela ministra Dilma Roussef e já disponível no Portal do Governo Brasileiro (clique aqui para acessar os documentos), refere-se ao quadrimestre janeiro-abril de 2008.

Abaixo, apresentamos o resumo da situação na área de infra-estrutura logística, em que se pode observar a evolução satisfatória das medidas institucionais, dos projetos, das licitações e das obras.

Lembrando sempre que o PAC:

a) não trata apenas de obras;

b) não há sincronia entre o cronograma físico (o que é realizado de fato) e o cronograma financeiro (o que é pago). Em média, há uma defasagem de três meses entre um e outro.

RESUMO

No eixo Infra-estrutura Logística, o número de ações monitoradas subiu de 1.312, em dezembro de 2007, para 1.352 em abril de 2008.

Em quantidade, a situação dessas ações é a seguinte: 94% adequadas, 3% em atenção e 1% preocupante.

As obras concluídas deste eixo representam 2% do total. Em valor, 90% estão adequadas, 4% em atenção, 1% preocupante. Do total, 5% representam obras concluídas.

Quanto ao estágio das ações de Logística, 71% estão em obras, 19% em licitação e 8% em projeto ou licenciamento.

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Postado em Desenvolvimento, José Augusto Valente, Logística e Transporte | Sem Comentários »