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	<title>Comentários sobre: SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um sofisticado instrumento derivativo criado pelo bacen para encher o bolso das instituições financeiras, por Léo Nunes</title>
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		<title>Por: Nicola Grippo</title>
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		<dc:creator>Nicola Grippo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 06:16:28 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns Leonardo pelo artigo muito elucidador.

Melhor do que roubar um banco é ter um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns Leonardo pelo artigo muito elucidador.</p>
<p>Melhor do que roubar um banco é ter um.</p>
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		<title>Por: Sergio Lins</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/swap-cambial-reverso-mais-um-sofisticado-instrumento-derivativo-criado-pelo-bacen-para-encher-o-bolso-das-instituicoes-financeiras/comment-page-1/#comment-2130</link>
		<dc:creator>Sergio Lins</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 18:13:29 +0000</pubDate>
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		<description>Tem uma coisa que eu não entendo...
O Presidente da República pertence aos valorosos quadros do PT, partido que o blog defende, que é de esquerda, defende os trabalhadores e tudo o mais. 
Se o presidente do Banco Central está deliberadamente causando prejuízos à instituição e à economia do país, por que o Lula não o demite e coloca o Sr. Leonardo Nunes, doutorando em Economia (coisa que o Meirelles nem chegou perto...) como novo responsável pela política cambial brasileira?
Ah, já sei, deve ser porque o Lula não lê o blog...
Mas de qualquer maneira, está lançada a campanha.
Fora Meirelles, banqueiro sangue-suga!!! Queremos o Nunes Presidente!!!!
:)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tem uma coisa que eu não entendo&#8230;<br />
O Presidente da República pertence aos valorosos quadros do PT, partido que o blog defende, que é de esquerda, defende os trabalhadores e tudo o mais.<br />
Se o presidente do Banco Central está deliberadamente causando prejuízos à instituição e à economia do país, por que o Lula não o demite e coloca o Sr. Leonardo Nunes, doutorando em Economia (coisa que o Meirelles nem chegou perto&#8230;) como novo responsável pela política cambial brasileira?<br />
Ah, já sei, deve ser porque o Lula não lê o blog&#8230;<br />
Mas de qualquer maneira, está lançada a campanha.<br />
Fora Meirelles, banqueiro sangue-suga!!! Queremos o Nunes Presidente!!!!<br />
:)</p>
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	<item>
		<title>Por: BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/swap-cambial-reverso-mais-um-sofisticado-instrumento-derivativo-criado-pelo-bacen-para-encher-o-bolso-das-instituicoes-financeiras/comment-page-1/#comment-1430</link>
		<dc:creator>BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2008 16:42:29 +0000</pubDate>
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		<description>[...] libera a vend&#8230; em CURRÍCULO PROFISSIONAL SINTÉ&#8230;Rodrigo Loureiro Med&#8230; em SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um &#8230;Raphael Padula em SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um &#8230;Rodrigo Loureiro Med&#8230; em Juros, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] libera a vend&hellip; em CURRÍCULO PROFISSIONAL SINTÉ&hellip;Rodrigo Loureiro Med&hellip; em SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um &hellip;Raphael Padula em SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um &hellip;Rodrigo Loureiro Med&hellip; em Juros, [...]</p>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/swap-cambial-reverso-mais-um-sofisticado-instrumento-derivativo-criado-pelo-bacen-para-encher-o-bolso-das-instituicoes-financeiras/comment-page-1/#comment-1429</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 17:45:57 +0000</pubDate>
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		<description>John Kenneth Galbraith disse ser um dos problemas da teoria econômica dominante a desconsideração das relações de poder. Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia, por sua vez, desenvolveu, ao longo de sua brilhante carreira acadêmica, estudos sobre a assimetria de informação e como a mesma conforma os jogos na arena econômica.

Não temos nada contra uma perspectiva teórica em si, apenas buscamos aprofundar como os jogos de poder extrapolam a “sabedoria convencional” do senso comum. Nenhum economista sério, liberal ou não, é capaz de defender esse swap reverso operado pelo BC brasileiro. Concentração dos lucros e socialização dos prejuízos... Mostramos que o governo Lula poderia, por exemplo, ter investido R$70 bilhões em infra-estrutura e programas sociais caso o BC houvesse praticado uma taxa básica de juros 50% inferior em 2007. Isso era viável, pois há algum tempo as taxas básicas médias de juros dos países encontram-se na casa de um dígito, algumas negativas quando descontadas as respectivas inflações.

A Revista Oikos tem feito uma bela contribuição à retomada do pensamento crítico nacional.

Defendemos que o Estado brasileiro deve pilotar o volante da economia nacional, recusando-se a aceitar a terceirização da administração da política monetária. O Estado não precisa fazer o que as pessoas ou as empresas já estão fazendo. Basta fazer aquilo que elas não farão para o bem-estar coletivo da nação.

Estamos buscando mostrar neste blog que autores como Celso Furtado, Abba Lerner e John Maynard Keynes têm muito a nos dizer. Certamente Friedrich List também é bastante atual para se pensar em inserção externa.

Atualmente, segundo dados da CEPAL, 49% dos trabalhadores brasileiros encontram-se no desemprego ou no subemprego. Com tamanha taxa de precarização das relações de trabalho não é preciso muito esforço para perceber que existem recursos ociosos na economia brasileira que poderiam ser ativados para a retomada de um projeto de desenvolvimento. Defendemos um projeto democrático de desenvolvimento com ênfase na inclusão social pelo trabalho formal. Uma política industrial, por exemplo, que simplesmente seja um mero espelho do passado não nos satisfaz. Ela pode ter sido adequada para um dado momento, mas hoje o País precisa equilibrar o jogo na arena econômica. Dificilmente ele fará isso beneficiando os mesmos de sempre, incluindo seus herdeiros.

Concordamos que o Banco Central do Brasil decide de fato o que se sucede na política econômica, inclusive as prioridades de gastos. Nenhuma rubrica do orçamento do Governo Federal bate a conta de juros e amortização da dívida pública.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>John Kenneth Galbraith disse ser um dos problemas da teoria econômica dominante a desconsideração das relações de poder. Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia, por sua vez, desenvolveu, ao longo de sua brilhante carreira acadêmica, estudos sobre a assimetria de informação e como a mesma conforma os jogos na arena econômica.</p>
<p>Não temos nada contra uma perspectiva teórica em si, apenas buscamos aprofundar como os jogos de poder extrapolam a “sabedoria convencional” do senso comum. Nenhum economista sério, liberal ou não, é capaz de defender esse swap reverso operado pelo BC brasileiro. Concentração dos lucros e socialização dos prejuízos&#8230; Mostramos que o governo Lula poderia, por exemplo, ter investido R$70 bilhões em infra-estrutura e programas sociais caso o BC houvesse praticado uma taxa básica de juros 50% inferior em 2007. Isso era viável, pois há algum tempo as taxas básicas médias de juros dos países encontram-se na casa de um dígito, algumas negativas quando descontadas as respectivas inflações.</p>
<p>A Revista Oikos tem feito uma bela contribuição à retomada do pensamento crítico nacional.</p>
<p>Defendemos que o Estado brasileiro deve pilotar o volante da economia nacional, recusando-se a aceitar a terceirização da administração da política monetária. O Estado não precisa fazer o que as pessoas ou as empresas já estão fazendo. Basta fazer aquilo que elas não farão para o bem-estar coletivo da nação.</p>
<p>Estamos buscando mostrar neste blog que autores como Celso Furtado, Abba Lerner e John Maynard Keynes têm muito a nos dizer. Certamente Friedrich List também é bastante atual para se pensar em inserção externa.</p>
<p>Atualmente, segundo dados da CEPAL, 49% dos trabalhadores brasileiros encontram-se no desemprego ou no subemprego. Com tamanha taxa de precarização das relações de trabalho não é preciso muito esforço para perceber que existem recursos ociosos na economia brasileira que poderiam ser ativados para a retomada de um projeto de desenvolvimento. Defendemos um projeto democrático de desenvolvimento com ênfase na inclusão social pelo trabalho formal. Uma política industrial, por exemplo, que simplesmente seja um mero espelho do passado não nos satisfaz. Ela pode ter sido adequada para um dado momento, mas hoje o País precisa equilibrar o jogo na arena econômica. Dificilmente ele fará isso beneficiando os mesmos de sempre, incluindo seus herdeiros.</p>
<p>Concordamos que o Banco Central do Brasil decide de fato o que se sucede na política econômica, inclusive as prioridades de gastos. Nenhuma rubrica do orçamento do Governo Federal bate a conta de juros e amortização da dívida pública.</p>
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		<title>Por: Raphael Padula</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/swap-cambial-reverso-mais-um-sofisticado-instrumento-derivativo-criado-pelo-bacen-para-encher-o-bolso-das-instituicoes-financeiras/comment-page-1/#comment-1428</link>
		<dc:creator>Raphael Padula</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:48:08 +0000</pubDate>
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		<description>Sem o controle do Banco Central, as chances de mudança são mínimas (diria irrelevantes)...
Creio que a taxa de juros da Febraban tem papel fundamental na corrida pela atração das aplicações &quot;estrangeiras&quot; (incluindo brasileiros que enviam dinheiro para paraisos fiscais que depois retornam como aplicações financeiras).
É importante notar que os &quot;bancos&quot; se organizam, ãrticulados com o sistema financeiro internacional e suas elites rentistas, e não colhem seus frutos em vão. Eles fomentam toda a ideologia dominante e suas oposições fictícias (comumente reconhecidas como heterodoxas, de esquerda, pacifistas, ambientalistas, universalistas, humanistas, etc.), assim como sua ocupação nos meios de comunicação de massa (e financiando também os meios de comunicação de massa). A &quot;oposição&quot; está tão na moda quanto o pensamento dominante, só que é mais bonitinha. Tem também a tal abordagem localista que tira do Estado seu papel central tanto internamente quanto no jogo de poder interestatal.
Nos anos de revista Oikos, aprendi que o diabo mora nos detalhes e que a tal heterodoxia e a tal multidisciplinaridade são castelos sitiados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem o controle do Banco Central, as chances de mudança são mínimas (diria irrelevantes)&#8230;<br />
Creio que a taxa de juros da Febraban tem papel fundamental na corrida pela atração das aplicações &#8220;estrangeiras&#8221; (incluindo brasileiros que enviam dinheiro para paraisos fiscais que depois retornam como aplicações financeiras).<br />
É importante notar que os &#8220;bancos&#8221; se organizam, ãrticulados com o sistema financeiro internacional e suas elites rentistas, e não colhem seus frutos em vão. Eles fomentam toda a ideologia dominante e suas oposições fictícias (comumente reconhecidas como heterodoxas, de esquerda, pacifistas, ambientalistas, universalistas, humanistas, etc.), assim como sua ocupação nos meios de comunicação de massa (e financiando também os meios de comunicação de massa). A &#8220;oposição&#8221; está tão na moda quanto o pensamento dominante, só que é mais bonitinha. Tem também a tal abordagem localista que tira do Estado seu papel central tanto internamente quanto no jogo de poder interestatal.<br />
Nos anos de revista Oikos, aprendi que o diabo mora nos detalhes e que a tal heterodoxia e a tal multidisciplinaridade são castelos sitiados.</p>
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	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/swap-cambial-reverso-mais-um-sofisticado-instrumento-derivativo-criado-pelo-bacen-para-encher-o-bolso-das-instituicoes-financeiras/comment-page-1/#comment-1426</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2008 15:58:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=2263#comment-1426</guid>
		<description>Olá amigos,

dadas essas explicações, só nos resta citar o Ricardo Salinas que diz: &quot;O melhor negócio no Brasil são os bancos. O segundo melhor são bancos mal administrados [...]&quot;

O velho caso de amigos do Rei (Meirelles)

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos,</p>
<p>dadas essas explicações, só nos resta citar o Ricardo Salinas que diz: &#8220;O melhor negócio no Brasil são os bancos. O segundo melhor são bancos mal administrados [...]&#8221;</p>
<p>O velho caso de amigos do Rei (Meirelles)</p>
<p>Abraços</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/swap-cambial-reverso-mais-um-sofisticado-instrumento-derivativo-criado-pelo-bacen-para-encher-o-bolso-das-instituicoes-financeiras/comment-page-1/#comment-1427</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2008 15:06:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=2263#comment-1427</guid>
		<description>Muito bom, parabéns Leonardo! É exatamente isso que acontece quando se utiliza uma série de instrumentos incompreensíveis para o conjunto da sociedade. Quando se compara os prejuízos acumulados, por sua vez, fica difícil defender &quot;a sabedoria convencional&quot; da administração da política monetária vigente.

Enquanto isso, 49% dos trabalhadores brasileiros encontram-se desempregados ou na informalidade, ou seja, precarizados (Cf. dados da CEPAL). Se o Banco Central do Brasil houvesse praticado, em 2007, uma taxa básica nominal de juros 50% inferior, viável na conjuntura internacional de taxas básicas nominais de um dígito, o governo do presidente Lula poderia ter investido R$70 bilhões em infra-estrutura e programas sociais.

Segundo Keynes: “A crença conservadora de que existe alguma lei da natureza que impede as pessoas de conseguir emprego, de que é ‘imprudente’ empregar pessoas e financeiramente ‘saudável’ manter um décimo da população na ociosidade por um período indefinido é totalmente inverossímil – o tipo de coisa em que nenhum homem poderia acreditar se não tivesse a cabeça entulhada de idéias insensatas durante anos e anos (...) o que parece sensato é sensato, e o que parece insensato é insensato”.

Incorporar os trabalhadores precarizados na formalidade das relações de trabalho aumenta o bem-estar e a riqueza nacional. A alegação de que as finanças nacionais serão arruinadas com esse tipo de diretriz política não passa de um fantasma.

O combate à inflação não é tarefa exclusiva dos bancos centrais. O Estado precisa acionar mecanismos de regulação de monopólios, duopólios e oligopólios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom, parabéns Leonardo! É exatamente isso que acontece quando se utiliza uma série de instrumentos incompreensíveis para o conjunto da sociedade. Quando se compara os prejuízos acumulados, por sua vez, fica difícil defender &#8220;a sabedoria convencional&#8221; da administração da política monetária vigente.</p>
<p>Enquanto isso, 49% dos trabalhadores brasileiros encontram-se desempregados ou na informalidade, ou seja, precarizados (Cf. dados da CEPAL). Se o Banco Central do Brasil houvesse praticado, em 2007, uma taxa básica nominal de juros 50% inferior, viável na conjuntura internacional de taxas básicas nominais de um dígito, o governo do presidente Lula poderia ter investido R$70 bilhões em infra-estrutura e programas sociais.</p>
<p>Segundo Keynes: “A crença conservadora de que existe alguma lei da natureza que impede as pessoas de conseguir emprego, de que é ‘imprudente’ empregar pessoas e financeiramente ‘saudável’ manter um décimo da população na ociosidade por um período indefinido é totalmente inverossímil – o tipo de coisa em que nenhum homem poderia acreditar se não tivesse a cabeça entulhada de idéias insensatas durante anos e anos (&#8230;) o que parece sensato é sensato, e o que parece insensato é insensato”.</p>
<p>Incorporar os trabalhadores precarizados na formalidade das relações de trabalho aumenta o bem-estar e a riqueza nacional. A alegação de que as finanças nacionais serão arruinadas com esse tipo de diretriz política não passa de um fantasma.</p>
<p>O combate à inflação não é tarefa exclusiva dos bancos centrais. O Estado precisa acionar mecanismos de regulação de monopólios, duopólios e oligopólios.</p>
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