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Blog do Desemprego Zero

Saneamento no Brasil é desigual, diz estudo

Escrito por Imprensa, postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

O investimento na distribuição de água encanada e na coleta de esgoto poderiam poupar recursos do sistema de saúde. O Brasil ainda não coneguiu superar as desigualdades existentes.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Projeto Brasil

Por: Felipe Lessa

Quando se fala em promoção da saúde, um dos principais pilares para uma política pública eficiente ao setor é fundamental pensar em saneamento básico. Investir na distribuição de água encanada e na coleta de esgoto poderiam poupar recursos do sistema de saúde, prevenindo diversas doenças. 

Apesar da recente melhora neste quesito, o Brasil ainda não conseguiu superar as desigualdades existentes. A proporção da população da região nordeste afetada pelo problemas é cerca do dobro da população branca. O mesmo acontece entre e o sudeste, por exemplo.

Estas foram algumas das constatações do estudo “Tão perto e tão longe das soluções”, realizado por Maria da Piedade Morais, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). 

O termo saneamento engloba vários itens, entre eles abastecimento de água, esgotamento sanitário, tratamento de resíduos sólidos e drenagem urbana. De acordo com dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), 73,2% da população urbana possui os serviços de saneamento adequado – que inclui, basicamente, água encanada e coleta de esgoto em rede geral. 

Esse percentual não é tão ruim, se levado em consideração que até três décadas o Brasil era um país praticamente rural. Contudo, se analisados com calma, os dados apresentados no estudo mostram que o país continua bastante desigual. 

Segundo a pesquisadora, o percentual de moradores em domicílios particulares permanentes urbanos sem saneamento básico adequado, alcançava 59,5% na região Norte em 2006; na região Centro-Oeste era de 53,1%; na região Nordeste, de 44,3% na região Sul, de 21,0%. Já na região Sudeste, o déficit de saneamento era de apenas 10,7%. 

Leia o estudo na íntegra 



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