<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: PROGRAMA CIDADE CIDADÃ</title>
	<atom:link href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/programa-cidade-cidada-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/programa-cidade-cidada-2/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Oct 2010 14:58:47 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/programa-cidade-cidada-2/comment-page-1/#comment-1713</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 14:55:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/02/11/programa-cidade-cidada-2/#comment-1713</guid>
		<description>John Kenneth Galbraith (1908-2006), professor emérito em Harvard, levantou há tempos atrás a polêmica tese da tendência crônica ao desequilíbrio social nos sistemas capitalistas: inflação e desigualdades sociais. Para maiores aprofundamentos, basta ler ‘Galbraith essencial’ (Futura, 2007).

O grande mestre da escola institucionalista detectou uma crônica tendência de defasagem dos serviços públicos em relação à oferta de bens e serviços privados.

Os desequilíbrios ambientais e sociais ficam patentes em diversas localidades dos EUA e do mundo. No caso brasileiro, os gargalos em infra-estrutura de transportes e energia são evidentes e ainda tem gente dizendo que o “mercado resolverá tais questões&quot;. Pode até ser que as parcerias público-privadas equacionem soluções para as áreas mais cobiçadas. No entanto, o Estado terá que cuidar do osso e entregar o filé para a iniciativa privada? Sob quais condições?

O debate proposto por José Carlos de Assis vem de encontro ao desequilíbrio social criado pelo sistema capitalista no Brasil. Em um tempo de democracia política, o mínimo que se pode esperar é que tais questões sejam objetos de debates e projetos de desenvolvimento eqüitativos.

Galbraith inclui em sua brilhante análise as defasagens salarial e nas condições de trabalho do funcionalismo público. Ele argumenta que tal tendência é mais grave em estados e municípios de uma federação. Governos federais possuem maior elasticidade de receitas por estarem no comando da política macroeconômica.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>John Kenneth Galbraith (1908-2006), professor emérito em Harvard, levantou há tempos atrás a polêmica tese da tendência crônica ao desequilíbrio social nos sistemas capitalistas: inflação e desigualdades sociais. Para maiores aprofundamentos, basta ler ‘Galbraith essencial’ (Futura, 2007).</p>
<p>O grande mestre da escola institucionalista detectou uma crônica tendência de defasagem dos serviços públicos em relação à oferta de bens e serviços privados.</p>
<p>Os desequilíbrios ambientais e sociais ficam patentes em diversas localidades dos EUA e do mundo. No caso brasileiro, os gargalos em infra-estrutura de transportes e energia são evidentes e ainda tem gente dizendo que o “mercado resolverá tais questões&#8221;. Pode até ser que as parcerias público-privadas equacionem soluções para as áreas mais cobiçadas. No entanto, o Estado terá que cuidar do osso e entregar o filé para a iniciativa privada? Sob quais condições?</p>
<p>O debate proposto por José Carlos de Assis vem de encontro ao desequilíbrio social criado pelo sistema capitalista no Brasil. Em um tempo de democracia política, o mínimo que se pode esperar é que tais questões sejam objetos de debates e projetos de desenvolvimento eqüitativos.</p>
<p>Galbraith inclui em sua brilhante análise as defasagens salarial e nas condições de trabalho do funcionalismo público. Ele argumenta que tal tendência é mais grave em estados e municípios de uma federação. Governos federais possuem maior elasticidade de receitas por estarem no comando da política macroeconômica.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
