Petrobras é eleita a empresa mais transparente do mundo
Escrito por Imprensa, postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2008
A Petrobras foi eleita a companhia mais transparente do mundo, segundo a Global Reporting Initiative, além disso, foi informado que o Brasil abriga o maior número de empresas classificadas como as mais transparentes do mundo.
A Petrobras vai expandir sua força de trabalho e a “contratação em massa faz parte da expansão de US$ 112,7 bilhões, que pode levar o Brasil a ultrapassar a produção de todos os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), com exceção da Arábia Saudita”.
Por Katia Alves
Publicado na Gazeta Mercantil
Por Alexandre Porto
A Global Reporting Initiative (GRI), entidade internacional que é referência em relatórios socioambientais, divulgou ontem, em Amsterdã, que a Petrobras é a companhia mais transparente do mundo. A empresa foi eleita por diferentes leitores de balanços – de representantes de ONGs a executivos, passando por governos e empregados de empresas -, numa votação que contou com a participação de 1,7 mil pessoas.
A GRI informou ainda que o Brasil abriga o maior número de empresas classificadas como as mais transparentes do mundo, com sete companhias na lista das 45 finalistas, seguido pela Espanha. O número de companhias brasileiras de grande porte que adotaram os relatórios do GRI quadruplicou no ano passado. Eram 15 e agora são 60.
Tupi exigirá 14 mil novos funcionários
A Petrobras tem planos de contratar 14 mil engenheiros, geólogos e perfuradores nos próximos três anos, para a exploração da maior descoberta de petróleo no Hemisfério Ocidental desde 1976, o campo de Tupi.
A estatal pretende expandir em 23% a sua força de trabalho, para cerca de 74 mil trabalhadores, superando a Chevron, segunda maior produtora de petróleo dos Estados Unidos. A contratação em massa faz parte da expansão de US$ 112,7 bilhões, que pode levar o Brasil a ultrapassar a produção de todos os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), com exceção da Arábia Saudita.
A Petrobras não tem os trabalhadores de plataformas de sondagem, ou perfuradores, necessários para a extração de bilhões de barris de petróleo que jazem em campos offshore recém-descobertos. A empresa tentará contratar mais de 12 pessoas por dia, em um ambiente onde se intensifica a concorrência pelos trabalhadores com qualificação no setor, depois de os preços do petróleo terem atingido níveis recorde.
“Se algumas das hipóteses forem verdadeiras e tivermos reservas enormes, então provavelmente enfrentaremos algumas pressões devido à mão-de-obra”, disse o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, em entrevista dada em Houston no último dia 5.
A petrolífera afirmou nesta semana que vai começar a extrair petróleo do campo de Tupi até abril de 2009. É uma antecipação de um ano em relação ao previsto anteriormente. O campo pode ter 8 bilhões de barris de petróleo recuperável e são de importância fundamental para o plano de Gabrielli de aumentar a produção em 79%, para o equivalente a 4,2 milhões de barris de petróleo por dia, até 2015. Esse nível de produção colocaria a Petrobras no mesmo patamar que a ExxonMobil, a maior empresa de energia do mundo, sediada em Irving, Estado norte-americano do Texas.










