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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio, 2008

A América Latina: males de origem

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Rodrigo de Almeida

Livro: Livraria Cultura

O inevitável: sempre que o nome deste historiador é sublinhado por algo ou alguém, recorre-se à pergunta – por que não se fala neste Manoel Bonfim? Por que poucos sabem dele? Por que não exerceu influência no pensamento brasileiro? Por que, como questionou Darcy Ribeiro, sua obra extraordinária não serviu de cimento na construção de nossas consciências nacionais? Sobre tais questões debruçaram-se todos os seus intérpretes. De Dante Moreira Leite a Ronaldo Conde Aguiar. De Nelson Werneck Sodré a Aluízio Alves Filho. De Antonio Candido a Maria Thétis Nunes. De Vamireh Chacon a Roberto Ventura e Flora Süssekind. A certeza: tão brilhante quanto valente, tão visionário quanto pouquíssimo lido, é fato que, embora espaçadamente, o nome de Bonfim e sua obra têm recebido homenagens com evidente musculatura acadêmica, literária e jornalística. De alguns anos para cá, coube à editora Topbooks oferecer a mais importante contribuição para o reconhecimento deste historiador, com a reedição de alguns dos seus principais livros e a acolhida da preciosa biografia escrita por Ronaldo Conde Aguiar, O rebelde esquecido, originalmente uma premiada tese de doutorado.

A novidade: a Topbooks reedita agora, com capa e diagramação novas, o livro A América Latina: males de origem, doze anos depois de oferecê-la ao leitor. Justificável. A obra chega ao centenário neste 2005. E, acima, de tudo, reafirma, como quase sempre ocorre com este sergipano tinhoso, a atualíssima identificação dos vícios repetidos e dos males perpetuados que se tornaram algumas das melancólicas sinas do Brasil.

Como afirmou Elio Gaspari certa vez, poucos estudiosos do país defenderam seu povo com tanta valentia. América Latina é uma das provas mais evidentes. Escrito em 1904, em Paris, ainda sob os eflúvios da Proclamação da República, nele Bonfim investiga a “causa efetiva” dos males que atingem as antigas colônias ibéricas da América Latina, atribuindo-os ao “peso” do “parasitismo das metrópoles” – ou seja, à dominação colonial, para ele um passado funesto. O historiador enuncia como fundamentos de sua análise “o desejo vivo de conhecer os motivos dos males de que nos queixamos todos” e “o desejo de ver esta pátria feliz, próspera, adiantada e livre”.

E quem não quis, cara pálida? A diferença, em Bonfim, é sua originalidade – que acaba se transformando no seu próprio pecadilho. Afinal, critica as sociologias biologísticas, em moda na época, mas adere ao biologismo para explicar o chamado “parasitismo social”: abaixo do Equador, diz, a luta não é de classes, mas entre parasita e parasitado. Utilizando-se de referências na botânica, na biologia e na zoologia para estabelecer metáforas sobre a formação social brasileira, em particular, e latino-americana, em geral, Bonfim afirma que o parasitismo é a “causa das causas” que resume “a história de todas as decadências que vão desaparecendo as civilizações”. Leia o resto do artigo »

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Bird decreta fim do Consenso de Washington

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Dois anos e US$ 4 milhões de dólares depois, um grupo de 21 economistas selecionados pelo Banco Mundial (Bird), incluindo alguns premiados com o Nobel, chegou a uma conclusão: o desenvolvimento econômico é resultado do Estado forte, da mão visível que desafia as supostas “leis do mercado”. O estudo foi financiado pelo próprio Bird e também pela Hewlett Foundation, além de ter recebido recursos de alguns países.

Marcos Coimbra, membro do Centro Brasileiros de Estudos Estratégicos (Cebres), comenta que, além do papel de regulador, cabem ao Estado as importantes funções de produtor de bens e serviços estratégicos, “como o beneficiamento de urânio”; administrador dos gastos com o bem-estar social (“as contribuições sociais foram criadas para isso”) e provedor de infra-estrutura logística, além das tradicionais funções de defesa, segurança, etc.

“Não conheço nenhum país do mundo que tenha se desenvolvido sem um papel ativo do Estado. Nos EUA, o exército toma conta do setor de energia”, frisou Coimbra.

A “Comissão sobre Crescimento e Desenvolvimento” do Bird foi integrada pelos economistas Robert Rubin, presidente do Citigroup, Robert Solow, professor do MIT e Prêmio Nobel, Michael Spence, também Nobel, de Stanford, Ernesto Zedillo, ex-presidente do México e Zhou Xiaochuan, presidente do Banco da China, entre outros.

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Dinamismo e crise na economia global

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A regeneração do papel do dólar como standard universal foi efetivada mediante uma elevação sem precedentes das taxas de juros, em 1979, nos EUA. O fortalecimento do dólar como moeda de reserva e de denominação das transações comerciais e financeiras promoveu profundas alterações na estrutura e na dinâmica da economia mundial. A força do dólar estimulou a redistribuição da capacidade produtiva na economia mundial”

*Por Katia Alves

 Publicado originalmente no Valor

 Por Luiz Gonzaga de M. Belluzo

Na segunda metade do século XX, a expansão mundial do capitalismo sob a hegemonia americana mudou a divisão internacional do trabalho e o esquema centro-periferia proposto pela hegemonia inglesa. Na Pax Britannica prevalecia a divisão clássica entre um “centro” industrializado e uma periferia produtora de matérias primas.

A economia continental norte-americana, desde o século XIX, é simultaneamente grande produtora de manufaturas, matérias primas e alimentos. Assim, a sua hegemonia não se exercia – nem se exerce – mediante o comércio, mas, sim, pela expansão da grande empresa.

No segundo pós-guerra, é a expansão da grande empresa que promove a ampliação dos fluxos comerciais entre países. Na verdade, a primazia cabe às relações de comércio inter e intrafirmas. Este movimento primeiro envolve a Europa e a América Latina. Avança, mais tarde, para o Pacífico. Ao chegar à Ásia, altera profundamente a divisão internacional do trabalho: a região se torna produtora competitiva de manufaturas e importadora de matérias primas e alimentos. Leia o resto do artigo »

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Estado Emigrante é o 6º- maior do País

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O livro “O Estado dos Emigrantes”, de autoria de Bellino e Meihy que está sendo lançado pela editora Elsevier, registra diversos casos dos emigrantes brasileiros, mais ou menos dramáticos. O historiador e professor titular da Universidade de São Paulo (USP) José Carlos Meihy, profundo pesquisador do êxodo dos brasileiros afirma que os cinco milhões de brasileiros que vivem lá fora podem passar aperto, mas o dinheiro da família é sagrado. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) informa que os emigrantes brasileiros enviam mais de s U$ 7 bilhões por ano aos seus familiares que ficaram no País”

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Marcello D‘Angelo

Os emigrantes brasileiros já são mais de 5 milhões mundo afora. Ao final deste ano terão gerado, com o trabalho que realizam, um Produto Interno Bruto (PIB) avaliado em R$ 109 bilhões. Se todos esses conterrâneos formassem um estado, o 28º nacional, este ocuparia a 6ª posição no ranking em tamanho da economia. A pujança econômica não pára por aí. Os habitantes do “estado” dos emigrantes detêm hoje a maior renda per capita do País: R$ 20.400,00. Este valor é superior à renda média dos paulistas, rankeados em 3º lugar, com R$ 11.383; dos fluminenses, em 2º lugar, com R$ 11.459,00; e dos domiciliados no Distrito Federal, no topo da lista até agora, com R$ 16.361,00, segundo os dados de 2005 disponíveis no IBGE.

Este Brasil distante, mas absolutamente vitorioso, deve sair do anonimato. No próximo dia 17 de junho, em sessão solene no Congresso Nacional, convocada pelo presidente da Câmara Federal, deputado Arlindo Chinaglia, o emigrante brasileiro finalmente será reconhecido e homenageado. O fórum parlamentar mais importante do País será palco do lançamento “oficial” do Estado dos Emigrantes, uma organização não-governamental fundada pelo empre endedor Ricardo Bellino. Na ocasião, o maestro João Carlos Martins vai reger a orquestra Bachiana Filarmônica na interpretação do hino oficial do Estado Emigrante com letra de Ives Gandra Martins (irmão do regente) e música do maestro Mateus Araújo.

O economista e professor Stephen Kanitz, mestre pela Universidade de Harvard, nos Estado Unidos, não poupa elogios ao empreendedor: “Ricardo Bellino entrará na história do Brasil junto com Pedro Alvarez Cabral, por ter descoberto o 28 Estado Brasileiro, que é maior do que Bahia, Santa Catarina, Pernambuco e praticamentente do mesmo tamanho do Paraná. O que é impressionante é que nenhuma empresa, agência de propaganda ou economista que calcula o PIB deste país percebeu o potencial de consumo e de renda do Estado Emigrante”. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 27/05/2008

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso, Kátia Alves e Luciana Sergeiro

Política

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), que geraria uma arrecadação R$ 40 bilhões neste ano para os cofres públicos. Sem citar nomes ou setores da economia, Lula disse que o fim da cobrança do tributo não foi repassado para os preços dos produtos, que não ficaram mais baratos por conta da extinção da CPMF…

Folha Online: Lula critica fim da CPMF e diz que fim do tributo não baixou preços de produtos

Economia

O balanço de pagamentos brasileiro apresentou em abril déficit em conta corrente de US$ 3,31 bilhões. Um ano atrás, a conta corrente foi superavitária em US$ 1,806 bilhão. Em 12 meses, déficit foi de US$ 14,655 bilhões, ou 1,08% na relação com o Produto Interno Bruto (PIB) para aquele período…

Uol Economia: Conta corrente do país tem déficit de US$ 3,31 bilhões em abril

O volume de recursos movimentado por intermédio de cartões cresceu 50% até março de 2008, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O saldo alcançou a marca de R$ 53,3 bilhões, contra R$ 35,7 bilhões de saldo registrado ao final de março de 2007. Ao final de março de 2006, o estoque somava R$ 27,9 bilhões

Folha Online: Crédito movimentado por cartões cresce 50% e supera R$ 53 bi

Internacional

Diante da nova realidade de alimentos mais caros, que é agora um problema estrutural e não mais uma mera questão de conjuntura, a comunidade internacional se vê às voltas com um grave dilema: o agravamento da situação de fome e insegurança alimentar de milhões de pessoas, principalmente nos países mais pobres e dependentes de importações de alimentos. Em reunião a ser realizada em Roma na próxima semana, líderes mundiais devem debater este tema e propor formas de enfrentamento para essa grave questão, segundo o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon…

Reuters Brasil: ENTREVISTA-Crise de alimentos muda luta contra pobreza, diz ONU

Desenvolvimento

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) pode ser transformado em uma agência reguladora para o setor de mineração, se aprovada proposta que será encaminhada ao Congresso, como informa o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). À nova agência caberia maior atenção às políticas de desenvolvimento previstas para o setor e que carecem de impulso. Já existe um plano de desenvolvimento para o setor e que deve ser financiadas com recursos do Banco Mundial…

JB Online: Setor pode ter agência reguladora

O Consórcio Energia Sustentável do Brasil, vencedor do leilão da Usina de Jirau, pretende alterar o projeto que inicialmente apresentara para a construção da usina. O novo projeto traria modificações que visam reduzir custos e minorar impactos ambientais na região. O Consórcio prevê que o projeto seria concluído bem antes do inicialmente proposto, mas para isso é preciso que ele seja aprovado pela Aneel para apenas então ser encaminhado ao Ibama para a concessão da licença ambiental de instalação…

Reuters Brasil: Usina de Jirau pode ser antecipada para 2011 com novo projeto

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O que seria de nós sem o Bird e a Hewlett Foundation…

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Banco Mundial selecionou um grupo com 21 economistas e concluiu que a atuação de um Estado Forte é primordial para se ter desenvolvimento econômico, desafiando as “leis de mercado”.

*Por Katia Alves

Publicado no Monitor Mercantil

O fim do Consenso de Washington?

Grupo De Notáveis Conclui: “Ação Visível” Do Estado É Que Permite O Desenvolvimento Econômico

Dois anos e US$ 4 milhões de dólares depois, um grupo de 21 economistas selecionados pelo Banco Mundial (Bird), incluindo alguns detentores do Nobel de Economia, concluiu que o desenvolvimento econômico é resultado do Estado forte, da mão visível que desafia as supostas “leis do mercado”. O estudo foi financiado pelo próprio Bird e pela Hewlett Foundation, além de ter recebido recursos de alguns países.

“É o fim do Consenso de Washington”, comenta Maurício Dias David, que integra o Conselho Editorial do MM. David estranha que a notícia não tenha sido veiculada pela chamada grande imprensa brasileira. 

Por sua vez, Marcos Coimbra, membro do Centro Brasileiros de Estudos Estratégicos (Cebres), destacou que, além do papel de regulador, cabem ao Estado as importantes funções de produtor de bens serviços estratégicos, “como o beneficiamento de urânio”; administrador dos gastos com o bem-estar social (“as contribuições sociais foram criadas para isso”) e provedor de infra estrutura logística, além das tradicionais funções de defesa, segurança etc. Leia o resto do artigo »

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Nações latino-americanas redefinem papel de suas petroleiras

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

As estatais de petróleo do México (Pemex), da Venezuela (PDVSA) e do Equador (Petroecuador) estão sofrendo graves problemas de queda da produção, enquanto os governos desses países tentam achar uma saída trilhando caminhos diametralmente opostos. No México, o presidente Felipe Calderón está tentando aprovar a abertura do capital e a queda do monopólio da Pemex; no Equador e na Venezuela, os presidentes Rafael Correa e Hugo Chávez adotam medidas para aumentar o controle estatal sobre o setor.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

A situação das empresas está se tornando cada vez mais difícil. A companhia Pemex informou na semana passada que em abril sua produção sofreu a maior queda em mais de 12 anos, devido ao declínio mais rápido que o previsto pela companhia na extração em seu maior campo.

A produção de petróleo caiu 13%, para 2,767 milhões de barris por dia em abril. A produção 12 meses atrás era de 3,182 milhões de barris/dia. A queda foi a maior desde outubro de 1995, quando a produção caiu 29%.

Em julho do ano passado, o executivo-chefe da Pemex, Jesus Reyes Heroles, definiu uma meta de produção de 3,1 milhões de barris de petróleo/dia. A companhia cumpriu essa meta apenas uma vez desde que foi estabelecida. A produção vem caindo desde quando atingiu um pico em dezembro de 2003. A partir de 1999, as reservas comprovadas diminuíram para menos da metade, chegando a 14,7 bilhões de barris equivalentes de petróleo. Leia o resto do artigo »

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Mantega diz que juros já afetam ritmo de atividade

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Guido Mantega, ministro da Fazenda, declarou que a expansão econômica passa no momento por um “ajuste sazonal de desaleração” e algumas razões para isso está o aumento dos juros de longo prazo negociados no mercado futuro, inflação mundial e a elevação da taxa Selic.

Mantega ressaltou também que apesar da preocupação com a inflação ela não sairá de controle.

*Por Katia Alves

Por Bianca Ribeiro

Publicado originalmente no Valor

Embora considere o ritmo de crescimento da economia brasileira neste ano “satisfatório”, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem a empresários, em São Paulo, que a expansão vista até agora está passando por um “ajuste sazonal de desaceleração”.

De acordo com ele, ainda assim o governo conta com um crescimento em torno de 5% para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano. Mesmo com os dados mostrando um arrefecimento do ritmo da atividade nos primeiros meses do ano, Mantega acredita que haverá uma “reaceleração” a partir do meio do ano.

Segundo o ministro, entre as razões para a perda de fôlego da atividade está o aumento dos juros de longo prazo negociados no mercado futuro, que estão acima de 14% ao ano, gerado pela crise global de crédito. Citou ainda a inflação mundial e a elevação da taxa Selic. “Mas o crescimento econômico é qualificado e vem sendo impulsionado pelo mercado interno.” Leia o resto do artigo »

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