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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio, 2008

Os nossos espelhos de Eduardo Galeano

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado no Vermelho

Por Emir Sader  

Alguma vez perguntaram que livro eu recomendaria a alguém que fosse ler um único livro e eu respondi:”O mundo de cabeça para baixo”. Agora tenho que acrescentar: no século passado. Neste recém nascido, eu diria: “Espelhos – Uma história quase universal”.

Uma vez ao mês, mais ou menos, ele – o nosso melhor escritor – nos brinda com uma crônica que fala de tudo e de todos, em poucas palavras e linhas. Diz tudo, com a contundência, a erudição e o fervor moral de quem desvenda as leis ocultas do nosso tempo e as torna legíveis aos olhos de todos. Como se estivesse atendendo ao pedido desesperado de Brecht, quando falava da maior das dificuldades para dizer a verdade: não era a de descobri-la, a de separar as essenciais das inócuas, mas a de fazê-la chegar a quem mais precisa delas, as maiores vitimas das mentiras do nosso tempo.

Para isso, escolher uma linguagem compreensível, buscar exemplos do cotidiano, falar do que importa para uma vida melhor, denunciar o inaceitável e levantar esperanças donde só se pode ver miséria, desencanto e morte. Para que a verdade seja reconhecível para quem vive embrulhado por inverdades, principalmente pelas mentiras do silêncio sobre o que é fundamental, invisível aos olhos e corações, como tarefa cotidiana da imprensa mercantil. Leia o resto do artigo »

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Mal-amadas

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A influência e a adaptação das multinacionais é notável na economia, na sociedade e na cultura continua em alta. As empresas multinacionais percebem maiores riscos quando um governo de direita tende a dar lugar a um governo de esquerda. Daí reduzem seus investimentos. O inverso também se mostrou verdade: a percepção de riscos diminui e os investimentos crescem quando um governo de esquerda tende a dar lugar a um governo de direita.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Carta Capital

Por: Thomaz Wood Jr.

A empresa multinacional é uma invenção do século XX, que entrou firme e forte no século XXI. Derrubado o muro e abatidos outros ícones, as múltis avançaram céleres sobre velhos e novos cenários. Sua capacidade de adaptação é notável e a influência na economia, na sociedade e na cultura continua em alta. Apetite para crescer e disponibilidade de capital seguem alimentando fusões e aquisições. Nada no horizonte revela sinais de fraqueza ou de declínio. 

Naturalmente, tanto alcance e poder não escapam das consciências mais críticas. O documentário A Corporação, dirigido por Jennifer Abbott e Mark Achbar, lançado em 2003, é um bom exemplo: seu olhar crítico fê-lo transformar-se em peça didática de cursos de Administração de Empresas. O filme descreve, em tom irônico e didático, a gênese e a evolução da grande empresa. O argumento central é que o mau comportamento corporativo – o descaso com o meio ambiente, a exploração de mão-de-obra barata em países pobres, a manipulação do consumidor e práticas ilegais de negócios – não se deve apenas a executivos destrambelhados ou algumas “maçãs podres”. Os desvios, sugerem os autores, vêm de uma personalidade doentia. 

A linha narrativa é pontuada pela comparação entre os comportamentos exibidos pelo “personagem principal” e os sintomas associados a um indivíduo psicopata: impermeabilidade em relação aos sentimentos alheios, incapacidade de manter relações duradouras, desinteresse pela segurança dos outros, tendência para mentir ou ocultar a verdade, incapacidade de experimentar sentimentos de culpa e inépcia para se conformar a normas sociais. Cosem a tese Noam Chomsky, Naomi Klein e Michael Moore e outras personalidades conhecidas. O filme tem méritos, mas não pretende ser equilibrado ou neutro. Seu objetivo é registrar o lado escuro da vida corporativa.  Leia o resto do artigo »

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A versão do BNDES

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em entrevista, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, esclarece o motivo do BNDES financiar a compra da Brasil Telecom pela Oi, alegando o número de emprego que essa união vai poder gerar e o aumento da competição nesse setor, veja abaixo.

*Por Katia Alves

Por Sergio Lirio

Publicado na Carta Capital

Ainda falta mudar as leis, mas, em termos financeiros, a compra da Brasil Telecom pela Oi foi acertada na sexta-feira 25 de abril. Principal articulador da operação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) emprestará 2,5 bilhões para que o nó societário entre as duas companhias seja desfeito. 

As negociações permitiram ao banqueiro Daniel Dantas sair do setor de telefonia com mais de 1,5 bilhão de reais no bolso e livre de responder a ações judiciais que o acusavam de diversos crimes societários. Além disso, o banco estatal vai emprestar dinheiro a uma empresa, no caso a Oi, sócia de um filho do presidente da República. Mas, impassível diante dessas questões, Luciano Coutinho, presidente do banco, recebeu CartaCapital na quinta-feira, 1º de maio, e defendeu a fusão. Segundo ele, é a chance de se criar uma empresa brasileira com capacidade de competição no mercado internacional. 

CartaCapital: Por que o BNDES vai financiar a compra da Brasil Telecom pela Oi? 

Luciano Coutinho: As duas empresas, nos últimos anos, tiveram um desempenho aquém do potencial. Os mercados não atribuem a elas valores econômicos equivalentes a outras companhias do setor, pois são notórios os conflitos entre os sócios. A Brasil Telecom, principalmente, estava defasada na operação de telefonia móvel, que é hoje a principal força de expansão do setor de telecomunicações. A telefonia fixa está estagnada, temos pouco menos de 40 milhões de terminais. O que cresce mesmo é a móvel, caminhamos para 150 milhões de linhas. Como resultado do processo de privatização, o BNDES tem participação expressiva na Oi, tem interesses econômicos, portanto. As duas empresas estavam tentando resolver os problemas do nó societário há algum tempo.  Leia o resto do artigo »

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A revolta dos pobres

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A disparada dos preços dos alimentos detonou um clima de guerra global. Várias manifestações já ocorreram desde o início do ano na América Latina e Caribe. Preocupado com a onda de violência no Haiti, o Brasil enviou neste mês 14 toneladas de alimentos. Para conter a inflação e suprir a demanda interna o Ministério da Agricultura brasileiro suspendeu a exportação do arroz dos estoques do governo e pode estender esta medida para o milho.  

Segundo especialistas agora é a hora do Brasil e dos países africanos apostarem em inovações tecnológicas para suprirem a demanda global, com o horizontes de preços em ascensão.  O desafio é expandir uma produção agrícola menos intensiva em energia, com respeito ao meio ambiente, e arranjos produtivos que combinem tecnologia e inovação, além de incentivar esquemas de cooperativas para que o crédito chegue ao produtor rural.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Carta Capital

Por: Márcia Pinheiro e Phydia de Athayde

A disparada dos preços dos alimentos detonou um clima de guerra global. Na América Latina e no Caribe, manifestações pipocam desde o início do ano. Uma passeata no México contra a escalada do custo da popular tortilla, feita do milho americano, reuniu mais de 75 mil pessoas na capital, em janeiro. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, responsabiliza os atravessadores pela falta de leite e pão no país e tenta aplacar o descontentamento da população, afetada pelo desabastecimento. Como tantos, atribui a culpa da falta de comida à expansão dos biocombustíveis, que supostamente ocupariam áreas antes destinadas aos alimentos. Para discutir a situação, Chávez convocou, na quarta-feira 23, uma reunião extraordinária da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba), da qual fazem parte Cuba, Bolívia, Nicarágua e Venezuela.

Preocupado com uma onda de violência no Haiti, o Brasil enviou neste mês à ilha caribenha 14 toneladas de feijão, açúcar e óleo de cozinha. Ao sul do continente, a presidente Cristina Kirchner deparou-se com uma Argentina em greve de associações ruralistas, quando taxou as exportações de soja e de semente de girassol em março. Além disso, as exportações de trigo do país vizinho para o mercado brasileiro continuam suspensas. O Brasil importa da Argentina 70% do trigo que consome e tem contornado a situação com compras dos Estados Unidos e do Canadá.

Em medida emergencial, para garantir o abastecimento interno e conter a inflação, o Ministério da Agricultura brasileiro anunciou a suspensão da exportação do arroz dos estoques do governo, na quarta 23, e pode estender a medida ao milho. No mesmo dia, a rede de atacado americana Sam’s Club informou que vai limitar a venda de arroz ao consumidor. Cada cliente terá um teto de quatro sacos de 9 quilos do produto por mês. A questão deixou de ser estatística, com impacto nos índices inflacionários mundiais, para adentrar à seara política. São recorrentes as revoltas, os saques e as manifestações em Moçambique, Iêmen, Uzbequistão, Peru, Indonésia, Mauritânia, Camarões, Egito e Senegal. Leia o resto do artigo »

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Fim do neoliberalismo e o desenvolvimento

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“As reformas de inspiração neoliberal desestruturantes do Estado e da sociedade não entregaram o que prometeram. A realidade derrotou o neoliberalismo, mas muitos de seus adeptos repetem suas idéias por falta do que dizer

*Por Katia Alves

 Publicado no Valor

 Grande parte da sociedade organizada não tolera mais a realidade brasileira de país não-desenvolvido, de país em que o cidadão comum não tem qualidade de vida e em que muitos não têm sequer as condições mais básicas de sobrevivência. A intolerância está acentuada pela falta de perspectiva: estamos onde não desejamos e não sabemos para onde estamos caminhando.

 Muitos se envolvem em debates acalorados sobre problemas conjunturais: são tensas as discussões sobre a inflação, a alta taxa de juros e valorização cambial. Contudo, as decisões de políticas macroeconômicas estão desassociadas, pelo menos de forma explícita, de um planejamento estratégico do país, seja ele qual for: de construção de um país de bem-estar social ou de um país de economia primarizada com renda e patrimônio concentrados. O governo atua, age, inaugura obras… tenta fazer o melhor, mas isso é pouco. O que precisamos é de um projeto de futuro para que possamos sonhar. E, também, para que possamos fazer os links entre ações presentes e o futuro desejado.

 A era neoliberal que predominou nos últimos 25 anos acabou. O Brasil e tantos outros países que adotaram o receituário neoliberal não obtiveram o resultado prometido. Não houve desenvolvimento, não houve melhora significativa na qualidade de vida. As reformas de inspiração neoliberal desestruturantes do Estado e da sociedade não entregaram o que prometeram. A realidade derrotou o neoliberalismo, mas muitos de seus adeptos repetem suas idéias por falta do que dizer. É a inércia que predomina em momentos de transição. As poderosas entidades multilaterais que foram símbolos e instrumentos do neoliberalismo se encontram falidas, principalmente do ponto de vista de sua reputação, autoridade intelectual e capacidade de intervenção política. Leia o resto do artigo »

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Entrevista com João Paulo dos Reis Velloso

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Acompanhe abaixo, entrevista com João Paulo dos Reis Velloso, onde ele fala do desenvolvimento brasileiro, da inflação, do câmbio e do sistema tributário entre outras questões econômicas importantes.

 *Por Katia Alves

 Por Jorge Luiz de Souza

Publicado originalmente no Desafios do Desenvolvimento

Desafios – Qual é a sua visão atual do desenvolvimento brasileiro?

Velloso – O Brasil teve uma geração de brasileiros que não viu o país crescer em termos de renda per capita. Ao analisar o que aconteceu nos últimos 25 anos, só nos últimos três nós começamos a apresentar taxas razoáveis de crescimento, principalmente em 2007. Digo razoáveis porque o Brasil já foi país de alto crescimento, como são hoje a China e a Índia. Houve uma desconstrução do alto crescimento. Perdemos o know-how de crescer rapidamente. Hoje, 5% é razoável, mas em 1977 ou 1978,quando tivemos que desacelerar a economia por causa da crise do petróleo, o crescimento estava em 5%, por coincidência, e a Fundação Getulio Vargas (FGV) falou: “O Brasil está em recessão de crescimento”.Naquela época, 5% era recessão de crescimento e hoje a gente acha uma maravilha. Já é bem melhor do que os vôos de galinha que tivemos até os anos 1990.

Desafios – Houve uma retomada de 1979 a 1980. Foi uma descontinuidade?

Velloso – Foi, no sentido de que era para ter continuado a desaceleração. Se tivesse havido medo do abismo, mas perdeu-se o medo do abismo, e isto é perigoso. Crescemos demais no momento em que aconteceram a segunda crise do petróleo e a crise da taxa de juros. A conseqüência foi que o Brasil em 1982 foi arrastado para a crise da dívida externa. Talvez não precisasse ter acontecido. E a partir daí veio a desconstrução. Foi a destruição de instituições, a destruição de setores – o setor naval, por exemplo, acabou, e mesmo o setor de bens de capital. Houve também a destruição de organismos. Acabaram com a Carteira de Comércio Exterior (Cacex), e depois levaram 15 anos para montar uma secretaria que substituísse a Cacex, que tinha mais flexibilidade, porque era uma carteira do Banco do Brasil. Extinguiu- se o Banco Nacional da Habitação (BNH)… Leia o resto do artigo »

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As armadilhas da economia

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Os neoliberais sepultaram o nacional-desenvolvimentismo; adotaram, com entusiasmo de recém-chegados, o discurso da globalização e promoveram a abertura patrimonial, comercial e financeira de forma desassombrada“.

*Por Katia Alves

Por Carlos Lessa

 Publicado no: Vermelho

 A partir de um convidativo juro internacional no mercado de eurodólares, alimentamos um rápido crescimento das reservas internacionais, financiamos investimentos públicos e gestou-se o chamado “milagre dos anos 70″. Desconhecemos os sinais de crise financeira internacional. A ditadura falou do Brasil como uma “ilha de prosperidade”.

O general Médici teve um índice elevadíssimo de aprovação popular – afinal, a inflação estava cedendo e o emprego e a produção crescendo. O general Geisel pretendeu desconhecer a crise mundial: partiu da hipótese que o Brasil daria um “grande salto” e seria “potência mundial” no ano 2000. Nossas reservas se evaporaram e o mercado financeiro mundial penalizou o Brasil afogado na crise da dívida externa.

Para os donos de dinheiro, havia a regra da moeda indexada. Todo o custo da inflação caía sobre os salários e setores empresariais mais frágeis. Foi preservada a moeda indexada.

 A restauração da democracia instalou o Estado de Direito. A tentativa autoritária de Collor de cortar a inflação abriu a temporada de mutilações do espírito da Constituição de 1988. O Brasil mergulhou em 25 anos de estagnação. Os anos 80, denominados “década perdida”, são sucedidos pela sucessão de governos de Fernandos e, até o primeiro quadriênio do presidente Lula, foram 25 anos de estagnação econômica. Na América Latina, o pior desempenho, à exceção do Haiti. Leia o resto do artigo »

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Evo classifica referendo de Santa Cruz de rotundo fracasso

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Por isto digo que não se pode enganar o povo boliviano dizendo que há um vencedor com mais de 80%”, disse o presidente Evo Morales em sua mensagem pela TV com relação à consulta autonomista convocada pela oposição.

*Por Katia Alves

Publicado no Vermelho

Em mensagem à nação boliviana, transmitida em rede de TV na noite deste domingo (4), o presidente da república, Evo Morales, avaliou que a ilegal “consulta autonomista”, convocada pelo governador oposicionista Rúben Costas, e o presidente do comitê Cívico, branco Marinkovic, “fracassou rotundante” e “dividiu Santa Cruz”. Ele fez um apelo aos governadores para que trabalhem pela autonomia verdadeira.

Evo na TV: ”Não se pode enganar o povo”

”O estatuto autonômico fracassou rotundamente. Essa consulta ilegal e anticonstitucional não teve o êxito que esperavam algumas famílias ou grupos de poder do departamento de Santa Cruz”, avaliou o presidente, no Salão de Espejos do Palácio Quemado.

Primeiros resultados atestam derrota

Evo avaliou que a principal causa do fracasso se deveu à violência e ao enfrentamento entre as famílias cruzenhas. A este quadro somou-se a fraude evidenciada no bairro de Plan Tres Mil, cidade de Santa cruz: moradores localizaram dezenas de urnas tendo em seu interior cédulas eleitorais marcadas com a opção pelo ”Sim” – em um bairro onde é público que a população rejeitou a consulta ilegal. Leia o resto do artigo »

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