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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio, 2008

Oportunidades de emprego: 07 de maio

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Semanalmente divulgamos uma lista com oportunidades de emprego aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro

Encarregado Operacional

Perfil Exigido:

- Superior completo em Administração/ Logística;

- Conhecimento do Pacote Office;

- Experiência na função.

Atividades: liderar equipe operacional, distribuir atividades, monitorar o pátio, desenvolver produtividade, entre outras atividades.

Local: Centro/ Rio de Janeiro.

Remuneração: 1.800,00

Benefícios oferecidos: VT + Refeição no local + Assistência médica e odontológica.

Os candidatos interessados deverão encaminhar o currículo para thalita.modesto@ manpower. com.br <mailto:thalita.modesto@ manpower. com.br>; colocando no assunto do e-mail: Encarregado Operacional e/ou cadastrar o currículo gratuitamente no site: www.manpower.com.br <http://www.manpower .com.br/>, associando-se a vaga de número 12415.

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RESUMO DO DIA – 07/05/2008

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso, Kátia Alves e Luciana Sergeiro

Política

Ministra admitiu que houve vazamento de informações sigilosas da Casa Civil referentes aos gastos da gestão FHC…

Folha Online: Brasil – Dilma nega dossiê anti-FHC e diz que Casa Civil montou banco de dados

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff afirmou, no Senado, que o governo está aberto a negociar outros assuntos com o Paraguai, mas não alterar o tratado da usina hidrelétrica de Itaipu…

Terra Economia: Dilma: Brasil não negocia tratado de Itaipu com Paraguai

Economia

Além de termos uma carga tributária elevada, ela compromete 49% da renda de quem ganha até dois salários mínimos e 26% para os que ganham acima de trinta. Isso acontece em razão da tributação elevada sobre o consumo e baixa sobre o patrimônio e a renda…

Info Money: Carga tributária compromete 49% da renda de quem ganha até dois mínimos

Grau de investimento torna a dívida do País mais atraente para grandes fundos de pensão e seguradoras. Não é um certificado de desenvolvimento…

Terra Notícias: ‘FT’: grau de investimento não é certificado de desenvolvimento

Em abril de 2007, entraram US$ 10,7 bi; resultado foi piorado pela balança e mexerá com contas externas…

O Estadão: Entrada de dólares no País cai para US$ 6,723 bi em abril

Internacional

Primárias em Indiana e Carolina do Norte confirmam vantagem de Obama, o candidato conquistou 91 delegados contra 79 de sua rival, Hillary Clinton…

Folha Online: Primárias em Indiana e Carolina do Norte confirmam vantagem de Obama

Eleito novo presidente da Rússia, Dmitri Medvedev é o terceiro presidente da federação russa após o colapso da União Soviética, assume o governo de oito anos do padrinho Vladimir Putin Medvedev herda um país com as finanças em ordem, mas com problemas profundos estruturais…

Uol Notícias: Novo presidente da Rússia assume um país rico, mas com problemas estruturais profundos

O secretário americano do Tesouro, Henry Paulson, afirmou que já passou o pior da turbulência financeira iniciada no ano passado crise do crédito hipotecário de risco, porém “os solavancos” ainda são possíveis e que “ainda faltam mais alguns meses” para que a situação se estabilize…

Uol Notícias: Pior da crise financeira já passou, diz secretário do Tesouro dos EUA

Desenvolvimento

Segundo José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás, a estatal planeja captar US$ 5 bilhões até o fim de 2008 para financiar a exploração de petróleo da camada do pré-sal. O financiamento se dará por meio de emissão de bônus. Gabrielli não especificou se as operações serão em mercado brasileiro ou internacional. Ele informou também que a produção da área de Tupi, na Bacia de Santos, será antecipada de 2010 para 2009…

O Globo Online: Petrobras fará captação de US$ 5 bilhões para explorar pré-sal

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DILMA ARRASA A OPOSIÇÃO

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi convocada a falar do PAC no Senado e “oposição pretendia questioná-la o máximo possível sobre a elaboração do dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique”.  Portanto, como disse Paulo Henrique Amorim: a oposição deu um tiro no pé…

Por Katia Alves

Por Paulo Henrique Amorim

Publicado no Conversa Afiada

 A oposição deu um tiro no pé ao convocar Dilma Rousseff para se afogar nos cartões corporativos.

 O senador Agripino Maia, do PFL-RN, voltou aos bons tempos de provocador e deu a entender que tudo o que Rousseff dissesse ali poderia ser uma mentira.

O senador lembrou que, numa entrevista recente, Rousseff confessou que mentiu quando esteve presa no regime militar.

Uma mentira que Rousseff contou quando tinha 19 anos.

Ela foi torturada e ficou três anos presa.

Diante da provocação do senador pefelista, Rousseff subiu.

Rousseff atingiu o ponto certo da resposta, com firmeza e serenidade, e colocou o senador na posição histórica que ocupam os que acionavam a maquininha do choque elétrico.

Rousseff falou:

Não há dialogo com o pescoço na forca.

Não há verdade na ditadura.

O que se trava aqui no Senado, agora, é o dialogo democrático, entre iguais, entre cidadãos em igualdades de condição.

Eu me orgulho de ter mentido para salvar companheiros da tortura e da morte.

No pau de arara e com choque elétrico não há possibilidade de dialogo civilizado.

Tenho imenso orgulho do que fiz: mentir aos torturadores.

A oposição errou: deu a possibilidade de se conhecer essa Rousseff, que parecia adormecida sob o sucesso do PAC.

Em tempo: um amigo meu, especialista em construir e analisar cenários políticos, me telefonou assim que viu Rousseff arrasar Maia: “além da competência técnica, você tem que ter sorte. Você pode fazer tudo certo. Mas, se não tiver sorte, não adianta nada. A sorte da Dilma foi pegar o Maia”.

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ATAQUES AO BNDES, INVESTMENT GRADE E A POSSÍVEL RELAÇÃO COM A BLINDAGEM DE MEIRELLES

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – A grande mídia vem divulgando nos últimos dias a existência de um possível esquema de corrupção que partiria de dentro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Alguns pontos desta questão merecem uma reflexão mais acurada.

Em primeiro lugar, denúncias publicadas na imprensa dizem respeito a uma suposta conivência de funcionários do banco na utilização de notas frias concernentes a um projeto de investimento feito junto a uma prefeitura tucana (frise-se bem, tucana). Segundo funcionários do BNDES, um projeto deste porte envolve mais de 1000 notas fiscais. Ademais, a comprovação das notas é feita combinando a análise das notas fiscais com a realização do investimento, que é feito dentro do cronograma.

Esta comprovação, por sua vez, é feita por amostragem e em geral envolve um rigor considerável. A este respeito, vale lembrar que os funcionários do banco não são auditores. A auditoria é da competência do Tribunal de Contas do respectivo estado, e não dos funcionários do BNDES. Deve-se também salientar que a auditoria deve analisar a relação da prefeitura tucana com as notas frias. Sobre isso a grande mídia silencia.

De fato, soa estranho o aparecimento destas denúncias num momento em que o BNDES aumenta consideravelmente seu volume de empréstimos, ampliando a concorrência com os bancos privados. Tudo sob a tutela do economista Luciano Coutinho, rejeitado por parte significativa do setor rentista.

Coincidentemente (ou não!), as denúncias relativas ao BNDES, assim como a atribuição do “investment grade” pela agência de classificação de riscos Standard&Poor’s, foram veiculadas na mesma semana em que o Copom aumentou em 0,5% a taxa básica de juros a economia brasileira (Selic).

No que concerne a esta questão, funcionários do Banco Central afirmaram que pela primeira vez o presidente Lula teria cogitado concretamente a hipótese de demitir o mandachuva do Bacen. Quanto ao “grau de investimento”, nem mesmo os agentes financeiros em Nova Iorque entenderam muito bem a decisão da S&P, que é uma das agências de classificação de risco mais conservadoras.

Por fim, talvez as denúncias ao BNDES possam ter servido para tirar o foco da inconcebível decisão do Banco Central. Já a atribuição do “grau de investimento” pode ter sido uma forma de criar um fato positivo para a gestão monetária, frente ao aumento dos juros, o que significa uma decisão deliberada do setor financeiro para blindar Henrique Meirelles.

ARTIGO MAIS COMPLETO SOBRE O ASSUNTO

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Dilma depõe em comissão do Senado. Oposição quer que ela fale sobre dossiê

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no O Globo online

Por Gerson Camarotti

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, está na manhã desta quarta-feira (7) na Comissão de Infra-Estrutura (CI) do Senado para prestar depoimento. Oficialmente, ela foi convocada para falar sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas a oposição pretende questioná-la o máximo possível sobre a elaboração do dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique.

” A legitimidade desta sessão passa pela senhora começar a reunião abrindo seu coração e dizendo o que sabe sobre o dossiê ”

Antes de a ministra iniciar sua exposição, dois líderes da oposição, os senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Agripino Maia (DEM-RN) pediram que Dilma faça declarações sobre o caso do dossiê.

Virgílio afirmou que a palavra de Dilma sobre o dossiê será relevante e prometeu tratar a ministra com “urbanidade e cavalheirismo”. Leia o resto do artigo »

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Tucanos trocam insultos, e Alckmin é lançado em São Paulo

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A indicação de Geraldo Alckmin para prefeito de São Paulo causou confusão entre os tucanos que defendem a reeleição de Gilberto Kassab para prefeito.

Por Katia Alves.

Publicado originalmente no Vermelho

Após uma reunião tensa, marcada por bate-bocas e troca de insultos, o ex-governador Geraldo Alckmin foi indicado ontem (5) à noite pré-candidato do PSDB a prefeito de São Paulo  pelo presidente do diretório paulistano do partido, José Henrique Reis Lobo.

A indicação terá de ser referendada na convenção do partido que deve ocorrer, segundo a lei eleitoral, até o final de junho. A candidatura não chegou a ser submetida aos 71 membros do diretório, como estava programado e era a expectativa de Alckmin e de seu grupo, que planejavam transformar o encontro em uma festa.

Mas tucanos que defendem o apoio à reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) devem recorrer da decisão, enfrentar Alckmin na convenção e aprofundar a divisão do partido. Serão 1.228 delegados aptos a votar. Uma contraproposta terá de reunir 30% desse total. Leia o resto do artigo »

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A ordem mundial segundo Keynes

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A resistência do então assessor da Coroa britânica à dominação econômica norte-americana, então emergente e hoje ameaçada, e suas receitas para países como o Brasil, poderiam ser uma fonte de inspiração para os dias de hoje.

James Galbraith*

Fonte: LMD Brasil

Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social.

Em 1944, no final da II Guerra Mundial, a Conferência de Bretton Woods criou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. O renome conquistado por John Maynard Keynes com suas retumbantes críticas ao Tratado de Versalhes de 1919 [1] e, em seguida, sua revolução teórica, em meados da década de 30, e suas inovadoras propostas para enfrentar a Grande Depressão, valeu-lhe a liderança da delegação britânica. Como relata Robert Skidelsky em sua trilogia [2], Keynes enfrentou a vontade do Tesouro norte-americano de impor à Grã-Bretanha, à beira da bancarrota, uma rigorosa dependência financeira. O presidente Franklin D. Roosevelt terminaria por resolver o problema por meio de um empréstimo prévio referente ao período de duração da guerra. Mas o assessor da Coroa britânica iria ter que enfrentar questões muito mais sérias para a ordem mundial daquela época. Sua resistência à dominação econômica norte-americana, então emergente, poderia ser uma fonte de inspiração até os dias de hoje.

Para o pós-guerra, Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social, particularmente o do pleno emprego. Previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Este teria como principal mecanismo um creditor adjustment (ajuste de créditos) que iria impor sanções aos países com excedentes comerciais, e não àqueles em situação deficitária. Isso obrigaria os primeiros a optarem entre aceitar uma discriminação em relação a suas vendas comerciais ou ampliar a demanda de seus mercados internos para absorver mais importações. Paralelamente, os devedores teriam direito a uma linha de crédito num sistema de pagamentos internacional baseado num mecanismo de compensação e numa moeda de reserva mundial – o bancor.

Ordem inaceitável para norte-americanos

Ele previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Leia o resto do artigo »

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‘Oitavo mandamento, mentirás’

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O presidente George W. Bush havia anunciado que a guerra poderia custar, quando muito, 50 bilhões de dólares, no entanto a carnificina do Iraque dura há mais de cinco anos e, neste período, os Estados Unidos gastaram um milhão de milhões de dólares matando civis inocentes”.

Por katia Alves

Por Eduardo Galeano

Publicado no Vermelho  

Até há pouco as grandes mídias brindavam-nos, a cada dia, números alegres acerca da luta internacional contra a pobreza. A pobreza estava a bater em retirada, ainda que os pobres, mal informados, não soubessem da boa notícia. Os burocratas mais bem pagos do planeta estão a confessar, agora, que os mal informados eram eles. O banco Mundial divulgou a atualização do seu International Comparison Program. Neste trabalho participaram, juntamente com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, as Nações Unidas, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico e outras instituições filantrópicas.

Ali os peritos corrigem alguns errinhos dos relatórios anteriores. Entre outras coisas, ficamos a saber agora que os pobres mais pobres do mundo, os chamados “indigentes”, somam 500 milhões mais do que os que apareciam nas estatísticas. Além disso, ficamos a saber que os países pobres são bastante mais pobres do que aquilo que diziam os numerozinhos e que a sua desgraça piorou enquanto o Banco Mundial lhes vendia a pílula da felicidade do mercado livre. E como se isso fosse pouco, verifica-se que a desigualdade universal entre pobres e ricos havia sido mal medida e à escala planetária o abismo é ainda mais fundo que o do Brasil.

Outra mentira

Ao mesmo tempo, um ex vice-presidente do Banco Mundial, Joseph Stiglitz, num trabalho conjunto com Linda Bilmes, investigou os custos da guerra do Iraque. O presidente George W. Bush havia anunciado que a guerra poderia custar, quando muito, 50 bilhões de dólares, o que a primeira vista não parecia demasiado caro tratando-se da conquista de um país tão rico em petróleo. Eram números redondos, ou melhor, quadrados. Leia o resto do artigo »

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