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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio, 2008

Para Mantega, o que tem que aumentar é a produção de alimentos

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O desempenho do Brasil quanto à inflação é muito satisfatório, excluindo o preço dos alimentos, a inflação está bem comportada. Segundo Mantega, o Brasil é um dos países periféricos que têm melhor controle da inflação.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Jornal Hora do Povo 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse não saber “por que se discute elevação de juro neste momento”. “O desempenho do Brasil quanto à inflação é muito satisfatório. Excluindo o preço dos alimentos, a inflação está bem comportada”, declarou Mantega, em evento organizado pela Câmara de Comércio Brasil-EUA, sobre a sinalização do Banco Central de aumentar os juros de forma “preventiva”, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) para evitar “o risco inflacionário”. 

“Existe uma razão muito clara para o aumento da inflação no Brasil. Estes não são problemas estruturais, isto se deve em função à elevação dos preços das commodities, principalmente dos alimentos”, declarou Mantega, referindo-se ao aumento dos preços dos alimentos no mundo. Segundo o ministro, o Brasil é um dos países periféricos que têm melhor controle da inflação e o Brasil pode tirar vantagem da alta dos preços agrícolas para aumentar a produção de alimentos. Ele acrescentou que “seria importante que os EUA retirassem as tarifas sobre etanol brasileiro, comprassem nosso etanol e deixassem o preço do milho cair”.  Leia o resto do artigo »

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A gestão do conhecimento na cadeia do biodiesel

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Tida como uma das mais importantes e promissoras alternativas à diversificação da matriz energética brasileira, a produção do biodiesel tem como conseqüências a geração de renda e a diminuição da emissão de gases do efeito estufa.”

*Por Luciana Sergeiro 

Publicado em: Projeto Brasil

Por: Juliana Saporito 

Para garantir o desenvolvimento da produção do biodiesel é preciso investir, também, na gestão de conhecimento da cadeia produtiva. É o que conclui o trabalho realizado pelo Instituto de Governo Eletrônico, Inteligência Jurídica e Sistemas (IJURIS), “A gestão do conhecimento na cadeia do biodiesel”. 

Tida como uma das mais importantes e promissoras alternativas à diversificação da matriz energética brasileira, a produção do biodiesel tem como conseqüências a geração de renda e a diminuição da emissão de gases do efeito estufa, por exemplo. Possibilita, ainda, o aumento das divisas do país, assim como o incentivo à inserção de novas empresas no mercado. 

De acordo com o documento, reter e difundir o conhecimento são medidas tão necessárias ao setor quanto os investimentos estruturais e o planejamento econômico, já que são estas ações que podem garantir a inovação e o desenvolvimento do setor.  Leia o resto do artigo »

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Investimento da União são os maiores dos últimos oito anos

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Os órgãos públicos federais ligados aos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) investiram R$ 4,9 bilhões entre janeiro e abril de 2008, a maior marca para o período dos últimos oito anos.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Vermelho Online

Os investimentos da União bateram novo recorde no primeiro quadrimestre deste ano. Os órgãos públicos federais ligados aos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) investiram R$ 4,9 bilhões entre janeiro e abril de 2008, a maior marca para o período dos últimos oito anos.

O valor representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram investidos R$ 3,8 bilhões (em valores nominais). Da quantia desembolsada este ano, R$ 4,7 bilhões foram aplicados apenas com os chamados “restos a pagar” – dívidas de anos anteriores roladas para exercícios seguintes – já que o Orçamento Geral da União (OGU) 2008 foi aprovado somente em março, o que impossibilitou novos investimentos até aquele momento.

O montante aplicado com execução de obras e compra de equipamentos nos primeiros quatro meses de 2008 pode ser atribuído a diversos fatores, entre eles o crescimento da economia, que por si só acarreta aumento de receita por parte da União, o volume crescente de restos a pagar e o melhor gerenciamento dos investimentos com a coordenação da Casa Civil. Além disso, ainda há a preocupação em acelerar nesse começo de ano os investimentos, já que a legislação proíbe esse tipo de procedimento durante os três meses que antecedem as eleições. Leia o resto do artigo »

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Ciranda financeira: lucro fácil para bancos e multinacionais

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O País capta recursos no exterior a um custo baixo e, depois, cobrando dos consumidores brasileiros uma taxa maior, grandes empresas ampliam seu resultado financeiro à custa de um modelo que eleva a vulnerabilidade do país e, em última análise, penaliza o trabalhador.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Vermelho Online

Por Dafne Melo

A expressiva diferença entre a elevada taxa de juros da economia brasileira e as pequenas taxas dos países ricos está turbinando o lucro dos bancos e das transnacionais no país. Captando recurso no exterior a um custo baixo e, depois, cobrando dos consumidores brasileiros uma taxa maior, grandes empresas ampliam seu resultado financeiro às custas de um modelo que eleva a vulnerabilidade do país e, em última análise, penaliza o trabalhador.

Isso tem ocorrido mesmo em um cenário teoricamente adverso para as captações externas, com a crise do setor financeiro internacional. Números do primeiro trimestre deste ano confirmam esse movimento expressivo de captações externas dos grupos privados. Segundo o Banco Central, as empresas trouxeram do exterior US$ 4,680 bilhões. No mesmo período de 2007, foram US$ 5,097 bilhões. Esses valores são bem superiores às necessidades de financiamento externo dos grupos privados. Também no primeiro trimestre deste ano, a dívida do setor privado estava em US$ 1,907 bilhão, mas teve uma taxa de rolagem de 231%. Ou seja, o setor privado tomou no exterior muito mais dinheiro do que em tese precisaria. Leia o resto do artigo »

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A Farm Bill e os estoques de alimentos

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Segurança alimentar foi uma preocupação que surgiu no pós-guerra, depois de países inteiros terem sido assolados pela fome, quando parecia que esse assunto já tinha sido encerrado, ele reaparece inclusive em culturas que nunca tiveram problemas com oferta de alimentos.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

Segurança alimentar foi uma preocupação que surgiu no pós-guerra, depois de países inteiros terem sido assolados pela fome, em decorrência do conflito. Nas décadas seguintes, ajudou a consolidar políticas protecionistas na Europa e no próprio Estados Unidos – mesmo após o fim da ex-URSS.

Quando parecia que tinha sido exorcizado, inclusive nas negociações da rodada de Doha (que visa reduzir o protecionismo internacional) reaparece, inclusive em culturas que nunca tiveram problemas maiores de oferta, como o arroz.

Para o consultor Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro, em entrevista ao programa Agribusiness Online, do Canal Rural, as raízes desse problema estão na mudança da Farm Bill (a lei agrícola americana) em fins da década passada. Leia o resto do artigo »

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Biodiesel traz expectativa de inclusão social no Norte e Nordeste

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O aumento da produção de biodiesel no Brasil oferece ao país a possibilidade de diminuir suas importações de diesel, além de ser uma alternativa energética ambientalmente sustentável, trata-se de um combustível econômico e ecológico, lançado pelo governo federal e com o objetivo de inclusão social. Inserindo a agricultura familiar numa cadeia produtiva que permita melhorar a geração de emprego e renda no campo e a qualidade de vida dos agricultores familiares. O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) é hoje um dos principais programas do governo federal para promover essa inclusão social no Brasil.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Maurício Thuswohl

Criado com o objetivo de gerar emprego e renda entre os agricultores familiares, o programa de biodiesel mudou a rotina de parte dos trabalhadores rurais em algumas regiões. No Norte, com o plantio do dendê, e no Nordeste, com o cultivo da mamona, os agricultores já vislumbram dias melhores.

O aumento da produção de biodiesel no Brasil oferece ao país a possibilidade de diminuir suas importações de diesel convencional, além de apresentar para todo o mundo uma alternativa energética ambientalmente sustentável à utilização dos combustíveis fósseis, que são extremamente poluentes e um dos principais causadores do aquecimento global. Mas, além de explorar esse potencial econômico e ecológico do novo combustível, o programa de biodiesel lançado pelo governo federal tem um objetivo social. Ele almeja inserir a agricultura familiar numa cadeia produtiva que permita melhorar a geração de emprego e renda no campo e a qualidade de vida dos agricultores familiares, que são responsáveis por 13% do PIB brasileiro.

Lançado oficialmente em dezembro de 2004, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) é hoje um dos principais programas do governo federal para promover essa inclusão social no Brasil. Em 2005, foi aprovada pelo Congresso Nacional a lei que estabelece um cronograma de execução para o programa e também os percentuais mínimos obrigatórios de mistura de biodiesel ao diesel convencional. De acordo com essa lei, desde janeiro de 2008 a mistura de 2% de biodiesel ao óleo convencional, nomeada B2, é obrigatória em todo o país, o que representou a criação de um mercado estimado em cerca de 840 milhões de litros de biodiesel por ano. A previsão inicial do governo era que em 2013 o percentual de mistura chegasse a 5% (B5), mas o avanço da nova cadeia produtiva já fez com que essa meta fosse antecipada para 2010. Leia o resto do artigo »

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Os Biocombustíveis e seus Desafios

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Os Biocombustíveis e seus Desafios

“A discussão sobre o aumento mundial do preço dos alimentos, a crise global da agricultura e a pressão exercida pela expansão da produção de biocombustíveis no meio rural mobiliza corações e mentes em todo o planeta. Se, por um lado, crescem as críticas aos biocombustíveis, por outro pouco ainda se sabe sobre os verdadeiros impactos sociais e ambientais que eles já estão trazendo. No Brasil, país que pretende se tornar o maior produtor e fornecedor mundial de biocombustíveis, o governo garante que a produção de agroenergia e a produção de alimentos podem caminhar lado a lado, sem ameaçar o meio ambiente ou a soberania alimentar dos brasileiros.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Maurício Thuswohl

Nos dias atuais, a discussão sobre o aumento mundial do preço dos alimentos, a crise global da agricultura e a pressão exercida pela expansão da produção de biocombustíveis no meio rural mobiliza corações e mentes em todo o planeta. Se, por um lado, crescem as críticas aos biocombustíveis (a ponto de o relator especial sobre a fome da ONU, o suíço Jean Ziegler, pedir uma moratória imediata de sua produção), por outro pouco ainda se sabe sobre os verdadeiros impactos sociais e ambientais que eles já estão trazendo.

Outra discussão urgente trata do aquecimento global e da necessidade imperiosa de vencermos seus efeitos, sob pena de extinção de inúmeras formas de vida. Aí, mais uma vez, os biocombustíveis são personagens centrais, pois se colocam como alternativa à queima de combustíveis fósseis e ao aquecimento da atmosfera. No Brasil, país que pretende se tornar o maior produtor e fornecedor mundial de biocombustíveis, o governo garante que a produção de agroenergia e a produção de alimentos podem caminhar lado a lado, sem ameaçar o meio ambiente ou a soberania alimentar dos brasileiros. Essa discussão, no entanto, promete se aprofundar em todo o mundo.

Os biocombustíveis não são exatamente uma novidade. Países como o Brasil e os Estados Unidos, por exemplo, têm uma experiência de produção de etanol em larga escala (seja produzido a partir da cana-de-açúcar ou do milho) que remonta às décadas de setenta e oitenta do século passado. Até mesmo os primeiros testes para a produção de biodiesel, obtido a partir de plantas oleaginosas, aconteceram no final do século XIX, logo depois da invenção do motor com ignição por compressão pelo alemão Rudolf Diesel. Leia o resto do artigo »

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Investimet Grade não era esperado para agora, segundo Estadão

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em bancos e consultorias em Wall Street, agitação e euforia :: TXT Estado
www.estado.com.br/editorias/2008/05/01/eco-1.93.4….

Em bancos e consultorias em Wall Street, agitação e euforia

Em uma instituição de Nova York, funcionários abriram champanhe

Patricia Campos Mello

Foi um dia de euforia e surpresa em bancos de investimentos e consultorias americanas que trabalham com o Brasil. “As pessoas começaram a berrar. Saiu o investment grade do Brasil, saiu o investment grade do Brasil!”, contou um operador de banco em Nova York. Em uma consultoria, o telefone tocou 10 vezes em menos de cinco minutos. Todas as ligações eram de clientes que queriam saber o impacto da promoção. Em um banco americano, os funcionários abriram uma champanhe para comemorar.

“Ninguém esperava que o grau de investimento fosse sair agora, a aposta é de que viria no fim do ano ou início do ano que vem”, disse Vitória Saddi, economista que coordena a área de América Latina na consultoria RGE Monitor, de Nova York.

Segundo Arturo Porzecanski, professor de Finanças Internacionais na American University, desde que o Brasil se tornou credor internacional, ao menos em algumas medidas, começou a se especular sobre a promoção a grau de investimento. Mas ninguém esperava que fosse ocorrer agora, no meio da crise global de crédito.

Ricardo Amorim, chefe de pesquisas para América Latina do banco West LB, acredita que a redução nos spreads (quanto o Brasil precisa pagar a mais de juros, em comparação com títulos americanos) não será significativa, porque a promoção já estava parcialmente “precificada”, ou seja, os investidores já embutiam nos preços a iminente promoção.

Para Amorim, o maior impacto será na atração de investimentos estrangeiros diretos, a médio prazo, além da grande valorização do Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa).

Thomas Trebat, diretor do Centro de Estudos do Brasil da Universidade Columbia, comemorou o grau de investimento, mas demonstrou certa cautela. “Fiquei surpreso pelo timing, conceder o grau de investimento bem no meio de um ciclo econômico que está prestes a virar”, disse. Leia o resto do artigo »

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