prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for maio, 2008

O monarca de toga

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Crítica de Carlos Lopes, do Jornal A Hora do Povo, à entrevista concedida pelo Ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Ayres de Britto, ao Jornal Folha de São Paulo. Lopes aponta as intenções reacionárias das citações do ministro e condena sua postura diante de temas que não pertencem à alçada jurídica…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Jornal Hora do Povo

Por Carlos Lopes*

O ministro Ayres de Britto forneceu ao público mais alguns exemplos de sua afamada escola jurídica, segundo a qual “o Judiciário não governa, mas ele governa quem governa”, agora revista e ampliada para “o Judiciário não governa nem legisla, mas o Ayres de Britto quer governar o governo e legislar o Legislativo”. Pode não haver nisso muita lógica nem fazer muito sentido, se é que faz algum, mas é esse o conteúdo de sua entrevista à “Folha de S. Paulo”, na véspera de assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

Diz o ministro que é contra a reeleição do presidente porque “a república é uma forma de governo contraposta da monarquia”. Não pense o leitor que o Conselheiro Acácio ressuscitou e emigrou para o Brasil. Não. Tem mais: “enquanto a monarquia é hereditária, a república é eletiva”. Essa nem o Pedro Bó é capaz de discordar. O interessante é a conclusão que o douto ministro extrai dessas duas obviedades: “… se você possibilita a renovação de mandatos, você golpeia a república nesse seu elemento da renovação dos quadros dirigentes. Quanto mais você prorroga um mandato, mais se aproxima da monarquia e se distancia da república”.

Que nos perdoe o ilustre ministro, mas a isso chama-se, em uma palavra, charlatanice. Desde quando uma reeleição é uma “prorrogação” de mandato? E desde quando o que afasta a república da monarquia é a proibição da reeleição, se na monarquia nem eleição existe para chefe de Estado?

O princípio básico da república é que o povo deve escolher o chefe de Estado. Porém, segundo o ministro Ayres de Britto, impedir o povo de escolher quem ele quiser – inclusive reeleger quem ele acha que merece – é o que caracteriza a república, e não a monarquia. Evidentemente, do ponto de vista do conteúdo político – a restrição à vontade popular -, que é o que importa, a proibição à reeleição está mais próxima da monarquia do que a liberdade republicana do eleitor eleger e reeleger quem ele quiser. No entanto, nesse samba do jurista doido, há ainda o emprego caviloso da palavra “renovação” – ele é contra a “renovação de mandatos” porque é a favor da “renovação dos quadros dirigentes”. Como o personagem de “O Leopardo”, o ministro parece ser a favor de que tudo mude para que tudo continue a mesma coisa. Pois a renovação da cara do presidente não tem relação necessária com a renovação do país. Aliás, freqüentemente substitui-se um presidente por outro para que não haja renovação alguma.

Por outro lado, uma reeleição muitas vezes é a garantia de que a renovação prosseguirá – como foram, por exemplo, as três reeleições de Franklin Delano Roosevelt. O que veio nos EUA depois que a direita impôs a limitação da reeleição a um mandato é suficiente para que não haja muita dúvida a esse respeito. Porém, há exemplo mais próximo – basta imaginar o que aconteceria se Lula não pudesse ser reeleito em 2006.

Leia o resto do artigo »

Postado em Crônicas, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

A SEMANA A LIMPO

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A grande mídia divulgou nos últimos dias acusações sobre a existência de um suposto esquema de desvio de verbas no BNDES. Entretanto, a cobertura da oligarquia midiática não lembrou que a prefeitura envolvida na suspeita é tucana. Ademais, nada se falou sobre o papel do Tribunal de Contas do Estado, órgão responsável pela auditoria das notas fiscais. Também é necessário lembrar que a auditória não é da competência dos funcionários do BNDES (clique aqui para ler mais).

 

Economia

 

No campo econômico, o aumento dos alimentos puxou os índices de inflação internos para cima. Frente a tal questão, a autoridade monetária só enxerga soluções recessivas e ortodoxas, substantivadas no aumento de 0,5% da Selic.

 

Internacional

 

A indicação do nome do Partido Democrata para a disputa das eleições presidenciais de novembro, nos EUA, permanece incerta. A senadora Hillary Clintou não jogou a toalha. Entretanto, já é dada como certa a vitória do Barack Obama considerando os votos diretos. Se o impasse não for resolvido, os Democratas podem ter problemas nas eleições de novembro.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 

Postado em A Semana a Limpo, Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

O dia que o PSDB perdeu a elegância

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Valor Econômico – 8 de maio de 2008 – Quinta-feira

 Maria Inês Nassif

 O PSDB perdeu a elegância. A reunião do diretório municipal que decidiu na segunda-feira à noite, sob troca de insultos, levar à convenção o nome do ex-governador Geraldo Alckmin para disputar a Prefeitura de São Paulo, não ficou a dever aos episódios que culminaram, no passado, com o fim da hegemonia do grupo de Ulysses Guimarães no PMDB.

 O PMDB mantinha uma frágil coesão, dada pela ascendência de alguns líderes sobre a massa partidária e pela habilidade deles de trocar acordos regionais por apoio político nacional. O equilíbrio pressupunha a ação de um mediador, um líder capaz de neutralizar tanto a direita como a esquerda partidárias. Ulysses Guimarães cumpria esse papel, ora estimulando um lado, ora reforçando outro – e, por meio das lideranças de grupos ideológicos que rivalizavam e se compunham sob a sua batuta, mantinha controle relativo sobre lideranças regionais e colocava o partido em movimento. Era o suficiente para não abalar a composição nacional.

 O ocaso de Ulysses veio pelas mãos do ex-governador Orestes Quércia, que alterou a lógica interna de poder. Saía o acordo de cúpula, entrava em cena o compadrio. Quércia conquistou a hegemonia baseando-se nos votos de convencionais – seduzidos, um a um, por trocas, pequenos favores e até simples atenção – e em alianças inusuais para o partido, como com o ex-revolucionário MR-8, que introduziu nas convenções os apupos, as vaias e até a agressão física. Acabou a elegância e as articulações nos bastidores. Quando Quércia disputou a presidência com Ulysses, era difícil acreditar que um político sem pedigree e sobre o qual se insinuavam suspeitas variadas iria dar um nó no velho dirigente. Deu. Quando já tinham se ido os dedos, Ulysses compôs com Quércia e perdeu, por isso, a banda paulista liderada por Mário Covas.

 O PMDB sob o comando de Quércia não teve mais volta: a partir de então, grudaram na folha corrida do partido uma sucessão de deselegâncias, normalmente expostas em disputas nacionais de poder. O ex-presidente da República Itamar Franco, por exemplo, em 1998, foi humilhado na convenção, quando tentava obter o apoio da maioria para disputar um novo mandato presidencial. O PMDB governista de então, que apoiava a reeleição de FHC, submeteu-o a humilhações. No vídeos e nas fotos, era possível ver parlamentares e políticos pemedebistas se despojarem de imagens públicas de altivez e dignidade e assumirem o papel de torcidas de futebol nos plenários da convenção nacional, até que não sobrasse outra alternativa a um ex-presidente da República senão calar a boca. Esse é apenas um exemplo. Quase todas as convenções nacionais do PMDB depois que Ulysses foi destituído de seu papel de mediador foram assim. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira | Sem Comentários »

Mayer Amschel d Rothschild

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Mayer Amschel Rothschild (1744-1812)

Mayer Amschel Rothschild (Francoforte do Meno, 23 de fevereiro de 1744Francoforte do Meno, 19 de setembro de 1812) foi um banqueiro alemão de origem judaica, fundador do império bancário da Família Rothschild, que ficaria conhecida como uma das mais bem-sucedidas dinastias capitalistas da história. Em 2005, ele foi classificado em 7o lugar na lista organizada pela revista Forbes dos Vinte Mais Influentes Homens de Negócios de Todos os Tempos. A revista referiu-se a ele como um “pai fundador das finanças internacionais”. Leia o resto do artigo »

Postado em Crônicas, Internacional | 2 Comentários »

Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do Brasil e as eleições de 2010.

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

“Dêem-me o controle do Banco Central

de qualquer país e não me interessa

quem venha a produzir o restante das lei…”

Mayer Amschel Rothschild

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem três tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta o crescimento e o desenvolvimento.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira seguiu na média dos últimos 5 anos com um crescimento abaixo da metade dos emergentes é cristalino. O “governo” mantém há muito tempo fortes políticas de contenção do crescimento. Essas políticas são tão firmes que nos mantivemos semi-estagnados apesar de termos vivido e ainda estarmos vivendo o período contínuo de mais rápido crescimento da história da humanidade. Nem a crise do subprime ainda foi capaz de barrar o crescimento mundial.

As razões desse atraso relativo são evidentes. As três políticas macroeconômicas são escancaradamente estagnacionistas no Brasil. A política monetária, com os maiores juros do mundo, é incrivelmente recessiva, restringindo não só os investimentos, como o consumo baseado em crediário. Restrigem em relação ao que poderíamos ser se tivéssemos uma política monetária normal. Os maiores juros do mundo fazem com que o crédito em relação ao PIB seja o menor entre os emergentes.

A política fiscal também é estagnacionista, pois ela é passiva e não permite expansões contracíclicas como em qualquer país civilizado.

A política cambial também é recessiva, pois manter o câmbio valorizado afunda a rentabilidade dos investidores potenciais na indústria e na agricultura. Com um câmbio supervalorizado, apenas a explosão do preço das commodities e o diferencial da taxa de crescimento brasileira com relação resto do mundo é capaz de sustentar o superávit em conta corrente. Mas mesmo esse, que significa o fim da vulnerabilidade externa e que já foi a grande vitória econômica do início do governo Lula, agora acabou.

É preciso ter claro que o câmbio brasileiro está muito valorizado e isso não foi captado antes pelo saldo em conta corrente, porque a taxa de crescimento do PIB – muito baixa dada nossas carências sociais – limitava a taxa de crescimento das importações. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Gustavo Santos, Política Econômica | 5 Comentários »

Multiterminais lança novo site institucional

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Está no ar o novo site institucional da Multiterminais.

Com um design atual, interface intuitiva e facilidades online, o internauta agora desfruta de maior conveniência ao acessar o endereço virtual da empresa.

Se você não conhece as instalações da empresa pode utilizar do sistema de imagem de satélite do Google Earth/Google Maps.

Estão marcadas no mapa as instalações da Multiterminais para que os usuários esclareçam qualquer dúvida ou curiosidade.

Na seção de Informações Úteis, todos podem desfrutar da programação de navios e manuais e regulamentos disponibilizados para a convenência de nossos usuários.

Clientes Multiterminais têm a sua disposição duas ferramentas Online: Presença de Carga e Tracking de Carga.

Navegue e descubra o novo Site da Multiterminais

Clique em cada link e conheça melhor cada empresa do grupo Multiterminais. Em cada um desses sites há um mapa Google (Earth e Maps), que pode ser ampliado com um clique, mostrando as áreas de embarque, retro-área e localização espacial.

a) Multi-Rio: movimenta contêineres, no porto do Rio, com uma produtividade superior a 32 contêineres por hora;

Leia o resto do artigo »

Postado em José Augusto Valente, Logística e Transporte, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Pesquisa no Google mostra claro desvio de Assunto: Imprensa esconde prefeitura do PSDB e finge que as suspeitas de fraude envolvem apenas o BNDES

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Como vimos no artigo abaixo:

ATAQUES AO BNDES, INVESTMENT GRADE E A POSSÍVEL RELAÇÃO COM A BLINDAGEM DE MEIRELLES

o foco da imprensa não é as denúncias de corrupção que de fato ocorreram, mas sim em atacar o BNDES um dos principais gestores e fontes de financiamento do PAC.

Fizemos uma pesquisa no google notícias para comprovar as suspeitas. Das 149notícias que citam “prefeitura” “praia grande” BNDES apenas 45 ou 30% citam uma informação básica e fundamental, o partido do Prefeito cuja prefeitura pode estar fazendo as fraudes. Qual é? PSDB !

Veja abaixo as pesquisas realizadas:

Prefeitura “praia grande” BNDES (CLIQUE NA FIGURA PARA MELHOR VISUALIZAR)

Prefeitura “praia grande” BNDES PSDB (incluído PSDB na pesquisa) (CLIQUE NA FIGURA PARA MELHOR VISUALIZAR)

Postado em Destaques da Semana, O que deu na Imprensa | 1 Comentário »

“Obras fantasmas?” Mais calúnias contra o BNDES

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Na tentantiva de “incriminar” de todas as formas Paulinho da Força Sindical, o Jornal Estado de São Paulo extrapola quaisquer noções de bom senso e diz que há “obras fantasmas” e “extração fraudulenta de recursos do banco”.

Entretanto, essas são alegações totalmente descabidas. São mentirosas. Todas essas obras estão perfeitamente em dia com seus cronogramas.

A única coisa que está em questão é um possível superfaturamento de obras de uma prefeitura do PSDB de São Paulo. Exatamente o que não é tratado na reportagem que está no link abaixo.

materia-do-estadao

Postado em O que deu na Imprensa | Sem Comentários »