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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio, 2008

atrair investimentos chineses e elevar as exportações para a China são dois itens importantes que o Brasil

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A economia chinesa está em uma situação que necessita diminuir seu ritmo de crescimento, pois há uma preocupação com o nível geral de preços, por isso a China começa a ter que desaquecer sua economia. E as medidas macroeconômicas adotadas para isso poderão beneficiar países emergentes como o Brasil, pois a redução dos investimentos na economia doméstica obrigará a China a exportar seus excedentes de capitais.

“E depois da redução dos superávits comerciais a China poderá importar mais”, Desta forma, atrair investimentos chineses e elevar as exportações para a China são dois itens importantes que o Brasil precisa considera.

Por Katia Alves

Por Wladimir Pomar

Publicado no Correio da Cidadania 

As principais questões macroeconômicas com as quais a China se defronta consistem em evitar que o ritmo do crescimento econômico torne sua economia superaquecida e que o aumento estrutural dos preços se transforme em inflação. Em outras palavras, trata-se de reduzir realmente o ritmo de crescimento para 8%, manter a inflação no patamar máximo de 4,8% e o desemprego no nível de 4,5%, criando, em 2008, 10 milhões de postos urbanos de trabalho e 8 milhões de postos de trabalho nas zonas rurais.

As autoridades chinesas reconhecem que para alcançar tais metas será necessário fortalecer a agricultura como fundamento da nação, mudar o padrão de desenvolvimento, conservar energia, reduzir as emissões de gases, proteger o meio ambiente, assegurar o desenvolvimento social e o bem-estar do povo, aprofundar o desenvolvimento cultural, desenvolver a democracia e o sistema legal socialistas e acelerar a reforma do sistema governamental, sem esmorecer na realização das reformas e na abertura externa. 

Isto exige, de imediato, uma forte intensificação da regulação sobre o mercado. Será necessário controlar o suprimento de terras e créditos, aumentar as exigências de acesso ao mercado, reajustar as políticas monetária e fiscal e reduzir tanto o ritmo de investimentos em ativos fixos quanto os superávits comerciais externos. Isso tudo num contexto em que o mercado não deve ser desestimulado a continuar desenvolvendo os meios de produção, mas deve ser contido em sua tendência anárquica de produção de lucros independentemente das conseqüências.  

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Rodada adiada

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: CartaCapital

Márcia Pinheiro, de Genebra*

A última reunião da Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), não deve acontecer em 23 de maio, em Genebra (Suíça), conforme agendado. Tampouco ocorrerá neste ano. Esta é a avaliação da maioria dos técnicos que trabalham no documento final do acordo, para que tudo esteja pronto quando os ministros de Estado se reunirem.

Há três motivos básicos para o atraso. Com a crise global dos alimentos, perderam força os países desenvolvidos que dependem dos produtos exportados pelos emergentes. O jogo está mudando na OMC. Não há consenso entre os 151 integrantes da organização em relação à redução das tarifas de exportação. Nos discursos, a União Européia e os Estados Unidos acenam com a queda substancial dos subsídios agrícolas que praticam. Em troca, querem a abertura dos mercados emergentes ao setor industrial e de serviços. Há um claro impasse. Leia o resto do artigo »

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Ministro sinaliza investimentos em novas usinas nucleares

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Ministro de Ciência e Tecnologia anunciou a intenção do governo em construir novas usinas nucleares no país. O programa nuclear brasileiro está sendo discutido de forma mais aberta dentro do governo e o presidente Lula esta em vias de assinar um decreto criando o Comitê de Desenvolvimento Nuclear Brasileiro. A defesa da instalação de usinas nucleares no país é devido as tarifas competitivas frente a outras fontes de energias e pela disponibilidade de urânio no país, o País possui a sexta maior reserva comprovada do mundo.

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal Vermelho

O ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciou na noite dessa quarta-feira (7) a intenção de construir novas usinas nucleares no país. Em entrevista a jornalistas da imprensa internacional organizada pela Presidência da República no Rio, Rezende disse que a discussão sobre o programa nuclear brasileiro ganhou força no governo e, em breve, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aprovar um fórum composto por oito ministérios com a meta de traçar estratégias para o setor.

“Nos últimos três meses, o programa nuclear brasileiro passou a ser discutido de maneira mais aberta dentro do governo e o presidente da República está em vias de assinar um decreto criando o Comitê de Desenvolvimento Nuclear Brasileiro, formado por oito ministros e dirigentes da área nuclear”, informou Rezende. Leia o resto do artigo »

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Operação da PF reduz em 80% desmatamento na Amazônia

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A Operação Arco de Fogo tem caráter permanente e conta com a participação de vários órgãos públicos: Polícia Rodoviária Federal, Ibama e a Força Nacional de Segurança Pública e as forças de segurança estaduais, esta operação fez com que diminuísse o desmatamento na Amazônia, uma redução de 80%. A principal queda ocorreu em Mato Grosso. A operação inclui o combate à extração e comercialização ilegal de madeira.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

O desmatamento na Amazônia sofreu uma redução de 80% de fevereiro a março deste ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), baseado nos levantamentos do Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter). São os primeiros números divulgados pelo Inpe desde o início da Operação Arco de Fogo, desencadeada pela Polícia Federal no Pará, Rondônia e Mato Grosso.

A principal queda do desmatamento ocorreu em Mato Grosso: 82,4% a menos no índice de devastação de novas áreas dentro do bioma.  A Operação, que prossegue, inclui o combate à extração e comercialização ilegal de madeira. Além da PF, participam o Ibama (Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) e a Força Nacional de Segurança Pública. Leia o resto do artigo »

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Transnacionais de alimentos lucram com aumento da fome

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Análise do sociólogo português Boaventura de Sousa Santos sobre o atual aumento da fome no mundo. Tal aumento tem como uma de suas principais causas, embora esta não seja divulgada pela mídia, a presença cada vez maior do capital financeiro especulativo no mercado internacional de produtos agrícolas. Essa migração do capital financeiro se deu principalmente depois da grave crise que acometeu os investimentos no mercado imobiliário. Não é por outro motivo que a expansão dos lucros de grandes empresas do setor agrícola e alimentício tem mantido uma relação direta com o aumento da fome em todo o planeta…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

Por Boaventura de Sousa Santos

A fome no mundo é a nova grande fonte de lucros do grande capital financeiro e os lucros aumentam na mesma proporção que a fome. Nos últimos meses, os meses do aumento da fome, os lucros da maior empresa de sementes e de cereais aumentaram 83%. Ou seja, a fome de lucros da Cargill alimenta-se da fome de milhões de seres humanos. A análise é de Boaventura de Sousa Santos.

Há muito conhecido dos que estudam a questão alimentar, o escândalo finalmente estalou na opinião pública: a substituição da agricultura familiar, camponesa, orientada para a auto-suficiência alimentar e os mercados locais, pela grande agroindústria, orientada para a monocultura de produtos de exportação (flores ou tomates), longe de resolver o problema alimentar do mundo, agravou-o.

Tendo prometido erradicar a fome do mundo no espaço de vinte anos, confrontamo-nos hoje com uma situação pior do que a que existia há quarenta anos. Cerca de um sexto da humanidade passa fome; segundo o Banco Mundial, 33 países estão à beira de uma crise alimentar grave; mesmo nos países mais desenvolvidos os bancos alimentares estão a perder as suas reservas; e voltaram as revoltas da fome que em alguns países já causaram mortes. Entretanto, a ajuda alimentar da ONU está hoje a comprar a 780 dólares a tonelada de alimentos que no passado mês de março comprava a 460 dólares.

A opinião pública está a ser sistematicamente desinformada sobre esta matéria para que se não dê conta do que se está a passar. E que o que se está a passar é explosivo e pode ser resumido do seguinte modo: a fome do mundo é a nova grande fonte de lucros do grande capital financeiro e os lucros aumentam na mesma proporção que a fome.

A fome no mundo não é um fenômeno novo. Ficaram famosas na Europa as revoltas da fome (com o saque dos comerciantes e a imposição da distribuição gratuita do pão) desde a Idade Média até ao século XIX. O que é novo na fome do século XXI diz respeito às suas causas e ao modo como as principais são ocultadas. A opinião pública tem sido informada que o surto da fome está ligado à escassez de produtos agrícolas, e que esta se deve às más colheitas provocadas pelo aquecimento global e às alterações climáticas; ao aumento de consumo de cereais na Índia e na China; ao aumento dos custos dos transportes devido à subida do petróleo; à crescente reserva de terra agrícola para produção dos agro-combustíveis.

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A nova política industrial

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Veja no artigo abaixo e acompanhe as constatações que Nassif faz sobre a política industrial e afirma que ela não compensa a apreciação cambial.

Por Katia Alves

Por Luis Nassif

Publicado no Blog do Nassif

Vamos aguardar a divulgação dos dados finais sobre a política industrial.

Algumas constatações prévias:

1. A tal política industrial não compensa a apreciação cambial. O câmbio interfere em todos os preços da economia. Afeta empresas grandes e pequenas. No quadro atual, praticamente todos os setores estão (ou serão em breve) afetados pela competição com produtos chineses, devido à violenta apreciação do real. Políticas industriais, quase sempre, beneficiam setores de grandes e médias empresas.

2. O PAC avançou em várias medidas (que estavam pendentes) de desoneração de investimentos. Não há muito mais a se pensar. O estoque passa pela depreciação acelerada (poder abater do Imposto de Renda de forma mais rápida que o habitual), e isenção de alguns tributos. Leia o resto do artigo »

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Em descompasso com a Nação, Meirelles tenta frear crescimento

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Banco Central ao tentar explicar o motivo, pelo qual teve que se aumentar os juros, alegou existir um desequilíbrio entre a oferta e a procura e devido a isso, foi necessário aumentar os juros para diminuir o consumo. Mas Meirelles se enganou em “acreditar” que isso existia, porque foi comprovado que a capacidade produtiva das empresas está aumentando. E essa atitude acaba freando, travando política de crescimento, emprego e recuperação de renda da população.

Por Katia Alves

Por Carlos Lopes

Publicado originalmente na Hora do Povo

Em ata do Copom e no Boletim Focus, BC faz campanha aberta pelo aumento dos juros para impedir o desempenho da economia

O Banco Central divulgou a ata da reunião de seu Comitê de Política Monetária (Copom). Incrivelmente (ou previsivelmente, o que, nesse caso, é a mesma coisa) o aumento de juros do dia 16 foi atribuído à “persistência de descompasso importante” entre a oferta e a procura. Ou seja, o consumo do povo (a procura) estaria crescendo mais do que a capacidade da indústria e da agricultura (a oferta) em satisfazê-lo. Por isso, seria necessário diminuir o consumo – e daí o aumento de juros.

MAIS INVESTIMENTOS

O presidente Lula, com razão, afirmou que não é freando o consumo que se resolve um possível problema desse tipo, mas aumentando a oferta de produtos, investindo mais para aumentar a capacidade de produção da economia. Realmente, só cabeças deformadas, pervertidas pela rotineira agiotagem, podem achar que o lógico e normal é fazer o contrário.

No entanto, o mais aberrante é que esse “descompasso importante” (e, mais ainda, sua suposta “persistência”) não existe. Meirelles & cia. ignoraram, deliberadamente – a rigor, dolosamente – todos os dados de que o investimento no aumento da capacidade produtiva das empresas está crescendo mais aceleradamente do que o consumo; de que essa capacidade produtiva expandiu-se nos últimos anos; e, sobretudo, de que, devido a essa expansão da capacidade produtiva (capacidade instalada), a parcela dela ainda não utilizada pelas indústrias para a produção (capacidade ociosa) aumentou nos últimos meses. Segundo a CNI, a capacidade ociosa cresceu 5 pontos percentuais nos três primeiros meses deste ano em relação aos três últimos meses do ano passado. Ou seja, o limite da capacidade da indústria para “ofertar” bens aos consumidores não somente está longe de ser alcançado, como está mais longe de ser alcançado do que estava no ano passado, apesar da produção haver aumentado. Leia o resto do artigo »

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A crise dos alimentos

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O professor da Universidade de Nova York e economista-chefe do site RGE Monitor, Nouriel Roubini, acredita que o problema da escassez de alimentos será resolvido dentro dos próximos 12 meses. Neste caso, ele prevê que a resposta dos fazendeiros aos altos preços será rápida, com um aumento significativo da produção já nas próximas safras. Portanto, estariam equivocadas as soluções mais imediatistas adotadas por alguns países, como as restrições às exportações, que mantêm os preços em patamares artificialmente baixos. O Brasil, de acordo com o especialista, tem um papel estratégico neste momento, pela capacidade natural de arrancar primeiro na corrida para oferecer comida ao restante do mundo.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Carta Capital

Por: Nouriel Roubini      

Embora se mantenha cético quanto à capacidade de retomada do crescimento econômico global após a crise das hipotecas nos Estados Unidos, o professor da Universidade de Nova York e economista-chefe do site RGE Monitor, Nouriel Roubini, acredita que o problema da escassez de alimentos será resolvido dentro dos próximos 12 meses. Neste caso, ele prevê que a resposta dos fazendeiros aos altos preços será rápida, com um aumento significativo da produção já nas próximas safras. Portanto, estariam equivocadas as soluções mais imediatistas adotadas por alguns países, como as restrições às exportações, que mantêm os preços em patamares artificialmente baixos. Válida, no curto prazo, é a política de apoio às nações mais pobres, nas quais é realmente urgente o combate à fome. O Brasil, de acordo com o especialista, tem um papel estratégico neste momento, pela capacidade natural de arrancar primeiro na corrida para oferecer comida ao restante do mundo. Leia o resto do artigo »

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